Stoned on You Follow story

lux-noctis Lux Noctis

Drax estava certo, certíssimo sobre uma coisa ao menos. Gamora não era a mulher ideal para Quill, tampouco havia para ele uma mulher ideal. No fim talvez ele precisasse de um robusto… pirata-anjo.


Fanfiction For over 18 only.

#Guardiões-da-Galáxia #Peter-Quill #thor #marvel #Thorquill
2
4461 VIEWS
In progress - New chapter Every Tuesday
reading time
AA Share

Capítulo I






Com seu walkman, usando seus característicos fones de ouvido, Peter Quill movia a cabeça conforme o ritmo ditado pela música que invadia seus tímpanos, ecoando em sua cabeça.

“(...)Mister blue, you did it right

But soon comes mister night creepin' over

Now his hand is on your shoulder

Never mind I'll remember you this

I'll remember you this way(...)”

Faltava bem, bem pouco para que os ombros não acompanhassem a cabeça naquela estranha dança de regozijo. Com seu estranho bom humor, nem mesmo Drax olhando-o de cara feia, movendo os lábios chamando-o de patético, conseguia fazê-lo tirar os fones para rebater. Apenas moveu-os, apontando com ambos os indicadores para o fone em suas orelhas. Continuando os passos saindo da Milano, acompanhando de Groot, que finalmente havia largado aquele maldito joguinho, unicamente, para assim como Quill; fazer  um passinho estranho ao sair da nave.

Estava tudo tão ridiculamente dando certo… até dar de cara com o mais novo tripulante daquela nave (diga-se de passagem, veementemente apontado como “não aceitar”, por Peter.).

Fora automático, o choque dos corpos em contato, seu rosto basicamente indo de encontro ao rosto de Thor, parado apenas por seus reflexos o impelindo a levar as mãos para a frente do corpo, impedindo assim que os rostos ficassem colados, muito embora a distância fosse milimétrica. Vista de longe, um beijo poderia ser pensado.

—  Droga, esqueci que você estava com a gente! —  a reclamação parecia verdadeira, mas nada fez para se afastar de Thor, apenas arrumou os fones ao pescoço, tendo eles mesmos caídos com o impacto brusco da parada.

—  Como conseguiu esquecer que esse homem estava conosco? Eu não esqueci nem por um minuto de viagem até aqui. —  Drax, prestativo como sempre.

—  Todos sabem o que devemos fazer. —  Gamora passou por eles, mantendo o relacionamento dela e Quill o mais “profissional” possível, para duas pessoas que outrora pareciam envolvidas num relacionamento um tanto disfuncional.

Mas ela estava certa, todos sabiam o que deveriam fazer ali… menos Thor. Havia passado a viagem ouvindo os devaneios de Rocket, ganhando um olho novo e tentado jogar o que Groot tanto passava tempo jogando. Havia perdido, era óbvio. E a razão para a qual Groot estava sem o aparelho ao sair da nave, estava… um pouco danificado.

Spartax era absurdamente parecida com a Terra, o que dava à Peter e Thor as aparências mais “normais” por ali. E por isso Gamora achou que seria a melhor opção que fossem juntos ao bar, beber e buscar por informações proveniente dos confiáveis bêbados. Quill fora contra, mas quando perguntou à Thor o que ele achava, ele apenas disse que seria bom um copo grande de uma bebida forte. Claramente disposto a infernizá-lo pelo tempo que fossem obrigados a passarem juntos.

Não era daquele momento que algo parecia atritar entre eles. Havia começado desde o primeiro momento que se viram, e não apenas Gamora havia sentido, mas Mantis quando sem querer acabou por tocar o braço de Quill, sentindo que algo entre ele e Gamora havia mudado. Ela só precisou observar um pouco mais para, não notar, mas desconfiar.

Desde então, Quill avistava Gamora e Mantis conversando aos cochichos. E aquilo sempre terminava com ele e o “pirata-anjo” perto um do outro, o que o deixava irritado, porque ele conseguia ser tão irritante quanto Drax às vezes.

E ali estavam, caminhando lado a lado, como bons e velhos amigos. Quill no seu costumeiro molejo, chegando até mesmo a passar a canhota retirando da testa os fios que cismavam em se agregar à ela. Thor ao seu lado, apenas caminhava como um guerreiro que parecia sempre disposto demais à uma briga.

Podia sentir alguns olhares curiosos em suas costas, mas não se dignou a virar para olhá-los de volta. Tampouco tivera tempo, com Thor se aproximando perigosamente, apoiando sua mão aberta em suas costas, pouco antes de entrarem naquele bar.

—  Mas que merda é essa? —  a pergunta saiu tão rápida, que só notou que falava alto demais quando algumas pessoas de dentro do bar os olharam com certo interesse no assunto.

—  Dois homens bebendo e bradando? Óbvio demais. Aprendi uma coisa na Terra que talvez nos seja útil aqui.

Star Lord não poderia revirar mais os olhos do que havia feito no momento, concordando logo depois. Já haviam chamado atenção demais. Não queriam mais alardes, não é?

—  Uma bebida especial para o meu noivo. —  Thor bradou.

Espera, a ideia não era justamente a oposta àquela? A feição de Quill não poderia demonstrar maior espanto. Boquiaberto, uma de suas sobrancelhas erguidas e virado para encarar Thor com certa expressão de quem precisava urgentemente de respostas às perguntas que sequer foram feitas.

—  Vai explicar o que droga você acabou de fazer? —  perguntou o mais baixo que podia, sem precisar se inclinar para falar com Thor.

—  Aprendi que quando a atenção é voltada à vida pessoal e romântica de duas pessoas, terceiros evitam encarar. —  explicou como se fosse algo que qualquer um devesse saber. — Gamora disse que precisávamos de informações, farei o que estiver ao meu alcance para isso. E sugiro que colabore, sorria e sente ao meu lado.

Quill fechou a expressão confusa, transformando-a numa raiva contida. Nada inteligente de sua parte, tendo em vista que Thor estava mais que disposto a enganar à todos naquela encenação ridícula. O que custou à Peter um apertão na bochecha, como se fossem realmente íntimos para aquilo!

Mas se Thor queria uma encenação, ganharia ingressos para a primeira fila. Foi com um sorriso nos lábios que Peter apoiou a destra ao ombro de Thor, apertando um pouco (aos olhos de terceiros, suave, mas empregou mais força ao toque do que o necessário.)

O garçom do estabelecimento aproximou-se deles com uma bandeja em mãos, portando uma enorme caneca de uma bebida esverdeada, colocando-a frente à Thor, enquanto uma amarelada fora colocada frente à Peter, como cumprimento o garçom apenas lhes explicou que a bebida amarelada continha um afrodisíaco natural, nada muito forte, mas que obviamente esquentaria a noite do casal.

—  Eu não vou nem chegar perto disso. —  Quill rispiu, mesmo em baixo tom era evidente que sua vontade era bradar à todo pulmão.

Thor respirou fundo, esticando o braço para sua bebida esverdeada, sorvendo um longo gole daquele diferente sabor. Havia toques de coisas que ele conhecia, até mesmo hidromel.

—  Essa aqui está muito boa.

O comentário singelo, e os olhares de alguns curiosos fizeram com que Peter tomasse o copo em mãos, levando-o aos lábios ainda receoso, bebericando um gole tão curto que aparentemente havia servido apenas para molhar a parte externa dos lábios. Bastou um umedecer de lábios para que o sabor adocicado o cativasse, era um misto de coisas que definitivamente o Star Lord não saberia distinguir, mas algo era certo; havia gostado e muito daquele sabor. Tanto que precisou de um gole mais proveitoso, estalando a língua ao céu da boca quando findou aquele gole.

Sentados lado a lado naquela mesa de madeira de carvalho, a iluminação naquele lado do bar era bem mais intimista, lançando sombras nas mesas, impedindo que alguns casais mais atirados fossem avistados com a língua basicamente ocupando a boca alheia. Quill desviou o olhar, porque embora houvesse pouca luz, não era cego.

Naquele meio tempo, Thor já estava na segunda dose enorme de sua bebida esverdeada, enquanto a de Peter encontrava-se pouco acima da metade. Era uma delícia? Sim, e ali que estava o problema. Era também afrodisíaca, o que faria depois? Acabaria dançando na mesa? Ao menos dali eles conseguiam ouvir os cochichos dos frequentadores assíduos daquela espelunca. Aparentemente ficariam ali por um tempo, e como sempre teve uma brilhante ideia, genial ele diria! Se Thor estava na segunda dose, ele já estava na vantagem. Uma competição, incitaria uma apenas para ver o deus de Asgard trocar as pernas, enquanto ele mesmo ficaria bem sóbrio para ver tudo. Assim os outros perderiam aquele encanto (que ele também sentia, só para constar).

Estendeu a destra, sinalizando para que lhes fosse servida outra rodada, tomando a bebida em mãos, virando aqueles ⅔ numa golada só, precisando limpar o canto dos lábios com o dorso da canhota. A bebida, embora adocicada, lhe desceu um pouco quente pela garganta, fazendo-o querer desabotoar a camisa que trajava por debaixo da já famosa jaqueta vermelha. Assim que as bebidas foram depositadas à mesa, cada qual tomou-as em mãos, dessa vez brindando para saciar os olhares curiosos que sobre eles caíam.

Não precisou mais um segundo sequer, para que Thor se inclinasse um pouco mais em direção à Peter, apoiando a mão livre ao redor dos ombros dele, fazendo o Star Lord se remexer no assento, chegando a travar os músculos.

—  Precisa relaxar. —  a voz grave saiu tão suave, ainda mais com Thor virando o rosto para sussurrar ao ouvido de Peter, que havia feito tudo naquele momento, menos relaxar. —  As pessoas olham a cada vez que você se sobressalta.

Hm, com Thor quase raspando-lhe a barba no rosto, e falando de tal forma a fazer a lufada de ar ir de encontro a lateral de seu rosto, Quill não conseguiria se acalmar. Havia algo, e definitivamente ele culparia a bebida. Mas havia notado desde quando esbarrara em Thor outro dia na Milano. A forma quase patética na qual seu coração havia ficado após aquele esbarrão seguido por mãos firmes em sua cintura impedindo-o de recuar alguns passos, o que o faria tropeçar e cair.

—  Fica complicado quando você fica me pegando de surpresa assim. —  comentou igualmente baixo, usando o copo para bloquear a visão de terceiros à seus lábios.

Estava mais que decidido, deixaria-o um pouco ébrio, para que coisas como aquela não tornassem a acontecer. Não teria como dar errado, certo?! Errado.

Por volta da quinta dose do Thor, Peter encontrava-se em sua quase terceira. Olhando para o copo, mas sem tomar o primeiríssimo gole daquela bebida que, àquela altura, já havia esquecido ser afrodisíaca. Agora também sobressaltava-se menos quando o deus do trovão inclinava-se em sua direção, afinal, estava, fingindo algo. Deveria ao menos cooperar naquela encenação toda, tanto que algumas vezes ele ria de algo (buscando ainda prestar atenção ao falatório do estabelecimento) apoiando a mão ao braço de Thor, apertando quando sentia os olhares em suas direções.

Estavam conversando, ao menos Thor soltava alguns assuntos por vezes que chamavam a atenção de Quill, o mais recente, o que discutiam até então fora quando Thor questionou a importância da Milano.

—  Ela só é especial pra mim. Não tem nada que seja valioso pra você?

—  Mjolnir.

—  O quê? —  o rosto contorcido pela palavra que ele nem ousaria repetir, então bebeu um gole da sua doce bebida.

—  Era meu martelo. —  comentou saudoso, e Quill havia notado.

Então quando apoiou a mão ao braço de Thor, não fora pelos olhares (que no momento sequer estavam voltados à eles), mas sim pela ânsia em tocá-lo, buscando acalentá-lo de alguma forma. O porquê já ficava fora de sua alçada. Sentir a mão firme e pesada à sua, o aperto que embora parecesse impossível, era suave. Mas nada naquela noite o havia deixado tão sem reação, do que o polegar que agora resvalava pelo canto esquerdo de seus lábios, secando a gotícula de bebida que havia escapado naquele gole de outrora. Ainda mais chocante, para si, fora fechar os olhos lentamente, como se apenas a sensação lhe bastasse, e os olhos poderiam enganá-lo.

Merda! Deveria parar já com aquela bebida, estava afetando suas decisões, drasticamente! Estava, com toda certeza, prova disso era que a invés de parar, tomou novamente o copo em mãos, deliciando-se com mais da metade do conteúdo de uma só vez. Um gole repleto de ousadia e aparente falta de noção. Chegando a fazer uma breve careta com a bebida descendo por sua garganta, sorrindo logo após. Ouviu o som da risada de Thor, e lançou a ele um olhar atento.

—  Vejo que está mesmo levando a sério. —  o sorriso não poderia ser maior, e Quill não sabia o motivo de tal, mas sorriu em companhia.

—  Muito! Olha só…

O comentário fez com que Thor arrumasse a postura, acompanhando com o olhar, onde Quill iria parar. Colocando-se de pé, trôpego embora sorridente. O deus do trovão olhava para cima, descrente do que seus olhos enxergavam com clareza. Piscando algumas vezes para que não achasse que era algum engano. Quill estava mesmo subindo na cadeira, para então apoiar os pés na mesa.

Tocava uma música alta, e aquilo deveria ter sido o combustível para todo aquele fogo, porque Quill dançava animado, ainda mais do que quando fez isso para distrair Ronan. A batida fazia Peter contornar, delimitar o corpo com as mãos, sem de fato tocar-se. Thor sentiu os olhares e suas direções, e precisou tapar os lábios com a mão, sorrindo por tudo aquilo. Havia desconfiado que o guardião queria embebedá-lo, pedindo tantas e tantas rodadas, só não esperou que ele fosse tão fraco para as bebidas. Claro, havia um potencializador na bebida de Quill, mas ainda assim.

Foi quando alguns olhares interesseiros foram designados à Quill, que Thor tomou a iniciativa de pôr-se de pé, olhar para ele com muito mais que só encarar, havia certo desejo ali. Pigarreou, puxando Peter pelo punho, basicamente jogando-o sobre seus ombros. Apoiando a mão pouco acima das coxas, pegando a bebida com a mão livre, sorvendo o último gole, antes de quase quebrar o copo colocando-o de volta. Ao passar pelo balcão, tirou do bolso de Peter um pequeno saquinho que sabia ser o suficiente para pagar o que haviam consumido.

Thor tinha um plano, seguir para a Milano. Mas Quill insistia que podia andar por conta própria, e mais que isso, o deus do trovão sentia-se seguido. Não precisou olhar para trás para concluir suas suspeitas, os homens que os seguiam não eram assim tão discretos e inteligentes.

A mudança de destino fora rápida, e sequer tivera tempo de consultar o denominado Star Lord.

—  HEY! —  quase berrou, e teria continuado falando alto, se Thor não o tivesse repreendido com um “shh”, adjunto à uma sutil chacoalhada. —  Pra onde tá me levando, pirata anjo? — o cochicho se fez presente.

—  Vamos passar a noite em outro lugar.  — simplista na escolha de palavras.

Quill ergueu um pouco a cabeça, notando o porquê da mudança repentina nos planos. Mas não muito ciente de para onde iriam. Naquele planeta, no lugar específico onde se encontravam havia sim uma “hospedagem”, nada convencional para pessoas que passariam apenas uma noite, e definitivamente não dormindo.

—  Santuário? Não vou pra lá! —  pirraça era a forma mais eficaz de descrever aquilo.

Thor respirou fundo, colocando-o no chão, frente a si para que pudesse se expressar sem muitos alardes. Apoiou as mãos ao rosto de Peter, sorrindo enquanto buscava as palavras certas.

—  Aqueles homens nos seguindo, provavelmente desconfiam de algo, de quem somos e não devem acreditar no que dissemos naquele recinto. —  falava sorrindo, o que Peter achava até estranho, tendo suas bochechas basicamente massacradas naquele aperto quente e um pouco suado das mãos de Thor. —  Então, farei algo agora para que possamos ludibriá-los, e seguiremos pro Santuário, como um casal apaixonado que anseia por uma noite de amores.

Quill estava prestes a interrompê-lo, a balançar a cabeça em negativa, mas o único movimento que fez fora com os lábios, movendo-se juntos aos de Thor. Numa sincronia quase ensaiada por horas a fio. As mãos firmes do asgardiano em suas costas e nuca, enquanto curiosamente as suas acharam repouso o tórax e costas de Thor. Um empurra e puxa digno de respeito. Culparia, sem sombra de dúvidas, a bebida. Espera, maldita bebida afrodisíaca, que o fazia não apenas beijar, mas queimar em desejos sexuais por aquele asgardiano de uma figa!

A involuntariedade em seus desejos era tamanha, que quando deu por si havia infiltrado a mão à blusa de Thor, sentindo as costas quentes. Abrindo os olhos num susto, não querendo mais um sobressalto, os homens que os seguiram pareciam já desconfiados, não seria sábio dar-lhes mais motivos. Então, calma e suavemente levou a mão até o rosto de Thor, passando o polegar entre os lábios, separando os seus dos dele, enquanto a outra mão empurrava-o pelo tórax. Umedeceu os lábios, sem necessidade, estavam hidratados pelo beijo intenso.

—  Ainda nos olhando?

—  Quem? Ah, sim.

Um momento de descuido, claramente.

Thor precisou envolvê-lo em seus braços, para que caminhassem lado a lado, e por todo o trajeto ambos precisaram fingir por mais um tempo, não que eram um casal, mas que não haviam gostado do beijo trocado.

Embora caminhassem juntos, realmente juntos, as mentes estavam tão distantes daqueles passos quase ritmados. Haviam ficado alguns metros atrás, no instante exato daquele beijo que compartilharam. Peter, com o dobro de dificuldade, rindo um pouco pela bebida, sentindo um calor infernal, pelo mesmíssimo motivo.

—  Você sabe que tudo aquilo foi por causa do álcool, não é?

—  Eu iniciei o beijo, Quill. Não você.

— Ah sim, completamente verdade. —  mais risos frouxos. Naquele pique chegaria ao quarto tropeçando e morrendo na cama.

O tropeço havia aproximado-os ainda mais, Thor envolvendo com mais força à cintura de Quill, ao invés de apoiar-se aos ombros.

—  Chegaríamos mais rápido se o grandão aí me carregasse nos ombros, igual fez ao me tirar daquela mesa. —  havia perdido o filtro, péssimo sinal, embora divertido. o que não era divertido era o calor que o consumia por dentro, como brasa crepitando na madeira.

Entraram na suspeita hospedagem, luzes baixas e de tons avermelhados. Quill quase se jogou no balcão, aproveitando-se para olhar para trás, aferindo que sim, estavam sendo seguidos ainda. Talvez o preço para terem escutado a conversa alheia fosse que a encenação tivesse que durar por mais algumas horas.

Com tudo isso em mente, Star Lord sorriu à recepcionista que não tirava os olhos do loiro atrás de si:

—  Um quarto, bem especial.

Virando-se para ele, deixando a moça totalmente em segundo plano, Quill envolveu o pescoço de Thor com ambos os braços, passando as mãos aos curtos fios de cabelo na nuca.

—  Ainda nos seguindo. —  não passou de um sussurro, confidenciando à ele o que seus olhos captavam.

Os homens logo pediram um quarto também, curiosamente ganhando o quarto ao lado de Thor e Quill. Mais encenação, perfeito. Agora precisariam de algo realmente convincente, para que eles não pensassem qualquer besteira, ou seja: a verdade.

Nov. 20, 2018, 2:04 p.m. 0 Report Embed 1
To be continued... New chapter Every Tuesday.

Meet the author

Lux Noctis A verdade é que não há absolutamente nada de especial aqui.

Comment something

Post!
No comments yet. Be the first to say something!
~