Tardes com Itama Follow story

littlefox Margot Sorensen

Ser babá de sete crianças, um cachorro e um gato não é nada fácil, mas ninguém pode negar que é divertido.


Fanfiction Anime/Manga All public.

#family #fluffy #gaalee #gaaleefamily
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Água Quebrada e Dever de casa

1- Água Quebrada e Dever de casa.


Já passavam das quatro da tarde quando a campainha tocou e Lee apressou-se para atender. Já estava atrasado para sair e infelizmente Itama não colaborou muito com seus cinco minutos de atraso. Não que fosse culpa do rapaz, ele havia até mesmo chegado rápido considerando a distância da escola até a casa. 

— Eu sinto muito se… Lee. Eu vim o mais rápido que pude. – ele apressou-se em se desculpar ainda com a respiração irregular pela pressa. 

— Desculpe-me eu preciso correr, Itama! As crianças estão na sala assistindo televisão, qualquer problema por favor me ligue, Gaara está em uma reunião. Obrigado, novamente! – Lee declarou rapidamente passando pela porta.

— Certo. – respondeu ainda atordoado vendo-o se afastar. 

Itama acenou em despedida e entrou na casa, deixando a mochila ao lado da porta. Estava feliz por poder cuidar das crianças novamente, era a terceira vez que o casal solicitava seus serviços e sentia que não seria a última tão cedo. 

Bom, a felicidade que sentia durou os exatos trinta segundos necessários para chegar até a sala e ver Metal tentando asfixiar Shinki com uma almofada enquanto os outros não davam a mínima atenção para a tentativa de homicídio bem ali no meio do chão. Araya estava ocupado demais assistindo algum programa junto a Iwabe para impedir que se matassem, Denki brincava de contar as cédulas do monopole distraidamente, Yodo com seus fones no volume máximo de olhos fechados o mundo podia até acabar que nada, e Hako… Bem, Hako conversava com sua boneca de pano, Sasora. 

Itama nem ao menos teve tempo de desejar bom dia, correu em direção as duas crianças engalfinhadas no meio do tapete jogando Metal sobre seu ombro esquerdo enquanto Shinki levantava e tentava puxar o garoto pelas pernas para que continuassem a brigar.

— QUAL FOI O PROBLEMA DESTA VEZ?! – gritou desesperado içando Metal ainda mais alto. Para uma criança baixinha (não diga isso a ele), Shinki conseguia pular bem alto. 

— Ele quebrou a minha água! – ele parou de pular e respondeu com os olhos marejados. 

— Ele fez o que?!

— Ele quebrou minha água, Itama! Olha! – Shinki repetiu, pegando a garrafa plástica vazia do chão e erguendo para que pudesse ver.

— Mas… não tá quebrada, Shinki.

— Eu seeeei, não é?. – Metal provocou, fazendo o outro inflar as bochechas em descontentamento e bater os pés.

— Não sai mais água! Você quebrou sim! 

— É só encher a garrafa, menino, vem que eu te mostro.

Com isso, Itama colocou Metal no chão e agarrou a mão de Shinki levando-o para a cozinha confiando que os outros não aprontariam nada. Pegou a garrafa das mãos de Shinki e colocou-o sentado próximo a pia para que ele pudesse observar enquanto enchia com água. 

— Viu? Não está quebrada. 

— Nós temos que fazer isso toda vez que quisermos beber água? – ele perguntou, desanimado. 

— Sim.

Shinki o olho seriamente por uns segundos, até decidir expor seus pensamentos.

— … A vida é muito chata. – ele desceu da bancada e correu de volta para sala, não sem antes tropeçar no meio do caminho e quase ir de encontro ao chão. 

— Sem correr, Shinki! – Itama gritou, fechando a geladeira. 

— E como que eu chego rápido nos lugares sem correr?! – a criança gritou de volta sem nem ao menos parar para dar atenção. Itama balançou a cabeça e pôs-se a caminhar de volta para sala, onde os ânimos com certeza estariam mais calmos. 

E, pela primeira vez, estava certo. Sentou-se ao lado deles acompanhando o desenho que passava.

— Vocês já fizeram o dever de casa?

— Não teve dever de casa hoje. – Iwabe respondeu sem desviar os olhos da tv e o coro de “Nem pra mim” dos outros fez-se presente logo depois. 

— Então, eu posso olhar o caderno de vocês? 

— ... não. – responderam juntos. 

O jovem suspirou, tirando a televisão da tomada para ser bombardeado com protestos. 

— Tio Itama, a Sasora disse que não gostou disso e vai puxar seu pé de noite. – Hako falou em um tom neutro, balançando a cabeça daquela boneca sombria em concordância.

Mas Itama não ia ceder assim. 

— Assim que vocês terminarem o dever de casa podem voltar a assistir tv, antes disso não. 

— Mas fazer dever de casa é chato! – Foi a vez de Denki expressar seu descontentamento.

— É verdade! – Shinki concordou, cruzando os braços como quem não quer nada. – Se dever de casa fosse uma pessoa, ia se chamar “Metal”! 

— Não ia não! – Metal retrucou.

— Ia sim!

— Não ia! 

— Ia!

— A Sasora disse que ia se chamar “Itama”.

— Hako! 

— Foi ela que disse. – a menina deu de ombros abraçando a boneca protetivamente. 

— Todo mundo indo buscar os cadernos e sentando pra fazer as obrigações! Sem reclamação! 

— Você era mais legal antes, Itama. – Iwabe foi o primeiro a se pronunciar antes de subir para buscar o material. 

— É verdade! – Denki disse e Yodo meneou a cabeça em concordância, ah então quer dizer que aqueles fones não estavam tão altos assim... 

— Assim eu vou gastar minha juventude inteira com matemática! – Metal protestou se jogando no sofá e cruzando os braços.

— Mas você nem tem matemática ainda, Metal!

— Mas um dia eu vou ter! É uma naojustiça! 

— Uma o que? 

— Uma naojustiça! – ele repetiu, óbvio – Uma coisa que não é justa! 

— É uma INjustiça, Metal. 

— Foi o que eu disse! – disse e saiu pisando duro até as escadas.

 — 

Por fim, estavam todos sentados à mesa com cadernos e lápis espalhados e um falatório nada típico de quem deveria estar concentrado na tarefa. 

— Olha tio, eu fiz um desenho da família! Você tá aqui também, ó! – Hako mostrou a folha com uma animação até razoável para quem puxou genes demais de Gaara. 

— Que lindo, Hako! Mas por que eu estou deitado? 

— É porque você tá morto.  

— Ah.

— Mas fica tranquilo, você foi pro céu. 

— Tio, quanto que é vinte e cinco vezes oito? – Yodo interrompeu antes que pudesse responder à Hako sobre o desenho. 

— Quanto é cinco vezes oito? 

— Quarenta, vão subir quatro né? – ela usou os dedos para ilustrar.

— Isso. E agora, quanto é dois vezes oito? – Itama continuou a indagação.

— Dezesseis. Aí... – Yodo olhava pro papel como se pudesse fazer os números saltarem só com isso – vai somar com quatro e vai dar... vinte. 

— Sim! E o resultado final? 

— Vinte e zero! – Metal respondeu enquanto terminava de colorir. 

— Obvio que não, seu burro! É vinte porque o zero é inútil! – Shinki corrigiu com uma carranca.

— Burro é quem chama, seu burro! 

— Então você também é burro porque me chamou de burro! 

— Não sou! 

— É sim! 

— Nenhum dos dois é burro! – pelo amor de deus. – Vocês não me façam ir buscar a jarra dos palavrões.

Um real para cada palavrão, Lee era bem rígido quanto a isso. Porém Itama tinha o costume de deixar as crianças mais livres. Claro que torcendo muito para que isso não se voltasse contra ele quando os pais voltassem.

— Eu discordo. – Denki disse sem desviar a atenção do tablet.

— Você não tem que dizer nada, seu bulldogue safado! 

— Que? 

— É tio. É aquele pessoal que só se importa com dinheiro! 

— É burguês, Metal. Onde você ouviu isso? 

— O pai Gaara tava falando no telefone outro dia.

Ah, então parece que mais alguém ficou de castigo outro dia.

— Tio, eu tô com fome! A gente pode comer algo saudável? – Araya perguntou, deixando o caderno de caligrafia de lado.

Itama, no mínimo, estranhou.

— Tipo salada? 

— Não, pirulito. 

— Mas pirulito não é saudável, Araya.

— Mas os que o papai comprou são verdes, ele sempre diz que se é verde é saudável.

Lee e Gaara estavam criando monstros aqui.

Antes que respondesse, o ruído da porta da sala se fechando fez-se presente evidenciando que Lee havia chegado. As crianças saíram correndo de encontro ao pai, para abraçá-lo. 

— Espero que eles não tenham dado trabalho, Itama. 

— Eles foram muito comportados. – sorriu amarelo, começando a arrumar os materiais espalhados pela mesa.

— Eu escrevi uma frase inteira hoje! – Araya falou.

— Oh, é mesmo? Por que não vai pegar pra eu ver? – Lee perguntou, descendo Araya de seu colo que saiu correndo. Logo as crianças voltaram para a sala no intuito de voltar à saga da tv. – Você fica para o jantar, Itama?

— Eu queria, mas tenho que ajudar o Hashirama com uma encomenda hoje. – ele respondeu com um meio sorriso.

— Entendi. Eu não queria abusar, mas você acha que pode ficar de babá amanhã de novo? Dessa vez quando sair da escola, sem correria.

— Posso sim! 

ejantar então. – ele deu um sorriso largo e colocou o avental cor de abóbora que estava pendurado próximo a geladeira, decidindoque faria parao
jantar. 


Nov. 8, 2018, 4:16 a.m. 5 Report Embed 6
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Margot Sorensen Go ahead and cry little girl

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Wolfinha -- Wolfinha --
"Você tá morto" "Ah" "Mas fica tranquilo, você foi pro céu" AMEEEEEIIIII KKKKKKKKK Que coisinha mais pleciosa, iti malia * - * Continuaaaaaaa
Nov. 9, 2018, 5:08 p.m.
Políbio Manieri Políbio Manieri
MINHA FICZINHA MAIS PRECIOSAAAA. Iza eu nem acredito q o surto numa publicação no facebook resultou na mesma hora nesse surto de amor ♡♡♡ Adoro qndo ta todo mundo conectado junto nos mesmos itimalia. Eu li isso aqui rindo alto pq mano ce pegou mto a essência de cada um dos gaaleezinhos e adaptou eles mto bem pra cada piada infantil. ISSO TA DE UM AMOR EXTREMO E EU TO MUITO FELIZ MDS
Nov. 8, 2018, 11:48 a.m.

  • Margot Sorensen Margot Sorensen
    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA EU ESPERO QUE VOCE GOSTE DOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS <3 Nov. 8, 2018, 11:50 a.m.
brener Silva brener Silva
mano que história preciosa, que crianças preciosas, amém fake tour por nos dar essa lindeza suprema, amém poligonal por essa capa, essa fic tá incrível
Nov. 7, 2018, 10:46 p.m.

  • Margot Sorensen Margot Sorensen
    AAAAAAAAAAAAA OBG BRENER eu tive um ataque pra escrever eu sou MT o Itama com essas crianças pqp AAAAAAAAAAAAA NO PRÓXIMO CAPÍTULO TEM AMATI HEIN RSRSRSRS Nov. 8, 2018, 8:19 a.m.
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