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russa Russa Narcisista

Dream desejava ser tão impuro quanto Nightmare, mas o puro não enxergava que já era. E seu gêmeo incivil deixou isso claro numa noite específica.


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Você é tão impuro quanto eu, Dream

— Irmão... Irmão... Irmão... — Nightmare cantarolava num sussurro rente ao pescoço marcado da sua preciosidade, deu uma forte lambida naquele osso cheio de pontos avermelhados e roxeados antes de cravar os dentes ali no que foi o começo de uma possessiva marcação territorial. — Cede, vai. — Ordenou rouco ainda mordendo-o com certa força nos caninos ósseos. Quando sua resposta foi o soar de um suspiro de hesitação, resolveu ser mais claro – ou mais babaca: desceu as mãos e iniciou uma carícia nas pernas no puro, massageando aquelas extensões num lento ritmo obsceno, descia até os joelhos franzidos e voltava para o meio; ameaçando tocar a intimidade. A posição – o pequeno jazia em seu colo, de costas à si – favorecia a própria excitação de um jeito magnifico.

— Não... Nightmare... Isso é tão... — Dream tentou recrutar sem sucesso. Existia uma força sobrenatural de impureza dominando sua mente que o fazia retribuir àquelas carícias pecaminosas, sabia que a luta contra a sensação era em vão, sabia que já havia perdido e a maior prova do seu fracasso estava no fato de estar rebolando contra o baixo ventre de Nightmare, involuntariamente. Não pôde conter os suspiros quando começaram as caricias nas coxas, seu irmão era um maldito acariciando-o daquele jeito... Sentia o próprio pênis pulsar frustrado quando as mãos dele subiam, mas não o tocavam ali. — Droga irmão... Por que insiste nisso... É tão errado. — Disse, porém dando mais espaço para o abusado lhe morder.

— Huh. — Nightmare riu sonoro achando graça daquela batalha interna do irmão; ele falava que era errado, mas podia sentir Dream quase tão excitado quanto si e podia ver no modo que o pequeno retribuía as caricias no mesmo nível de ousadia. — Belo. — Concluiu consigo mesmo, era simplesmente belo a forma como seu irmãozinho ainda tentava resistir à corrupção, a forma como ele ainda buscava algum quesito de sanidade em meio ao ato. Riu com a própria linha de raciocínio sadista, ainda sem inibir as mordeduras, pousou ambas as mãos na frente da calça do seu puritano: uma parando nos botões e outra dando uma bela duma pegada no falo endurecido. — Olha só... Seu malaquias aqui tá quase explodindo. — Provocou enquanto desabotoava-o.

— Malaquias...?! Nightmare seu...! — Dream ficou inteiramente escarlate, sua ALMA encheu-se com uma quantidade tão absurda de constrangimento que ele cerrou as pálpebras ósseas com força querendo se enfiar num buraco! Sério que seu irmão estava a fim de quebrar o clima? Porque ele havia falhado; o nível de vergonha não conseguiu alcançar o nível de excitação que dominou todos os ossos do puro quando teve o pênis agarrado num forte aperto, por Asgore, os dedos de Nightmare – apesar de estarem imóveis – pareciam tão quentes, e a cada botão desabotoado uma corrente de arrepios passeava pela ALMA, ah, mas o maldito impuro estava sendo tão lento naquele processo que... Sentia que poderia enlouquecer, em resposta à lerdeza sufocante; rebolou contra o baixo ventre dele só agora percebendo o quão duro o irmãozão estava. — Como você... Consegue ficar tão duro assim...? Eu consigo te sentir...

— A culpa é sua. — Nightmare recrutou sincero; enrubescendo-se com aquela frase que para si soou como um elogio. Antes que o puro pudesse responder, o impuro desprendeu o ultimo botão e enfiou a mão dentro da calça; pegando de uma só vez com força o pênis âmbar do pequeno e já começando com a movimentação lenta, mas intensa: com aquela cadencia vulgar dava para sentir todas as regiões, dava para tocar todas as regiões magicas do falo de Dream. — E também... — Passou a massagear a glande com o polegar, fortemente, ameaçando enfiar a unha óssea ali dentro, Dream gemeu languidamente e começou a arquejar entrecortado.  — Dessa sua voz deliciosa... Geme meu nome, geme...

— Nightmare... — Dream jogou a cabeça para trás entrando em êxtase. — Para de ser louco... — Murmurou desconexo, irracional e constrangido, seu irmão era louco, só podia ser louco a ponto de sair falando aquelas besteiras sobre si e sobre o ato, mas não podia negar que no fundo sentia-se contagiado pela loucura alheia, porém no momento seus pensamentos concentravam-se na movimentação em seu pênis, estava com medo daquela unha que ameaçava entrar, estava mesmo e não duvidava que seu irmão privado de sanidade fizesse o que tanto temia – da ultima vez havia sido torturante, realmente não estava acostumado com esse tipo de masoquismo. — Por favor... Me masturba... Nightmare... Por favor... Por favor...

— Huh? Eu não ouvi muito bem... — O guardião do negativismo sussurrou sarcástico e languido, depois de ouvir seu nome ser proferido pela voz singela do puro uma parcela de autocontrole foi erradicada, voltou a masturba-lo novamente; só que continuava lento... Não queria fazer tudo rápido e acabar com ato... Não, queria fazer algo antes. — Você disse... — Lhe lambeu o pescoço e foi dedilhando as costelas, quando Dream tremeu em seu colo outra parcela se foi, aquilo foi quase o auge para que jogasse o pequeno no chão e começasse a fode-lo loucamente, mas se segurou, precisava se segurar pelos dois, pelo jogo da loucura total. — Que quer ser masturbado... Mas como? Poderia me dar mais detalhes, Dream...?

— Nightmareee...! — Dream choramingou em frustração sentindo pequenas lágrimas brotarem no canto das orbitas. — É serio... Anda vai... Por favor... Humpf... — Pediu, não conseguia dizer com clareza e vulgaridade porque a timidez o dominava, mas tinha audácia e coragem o suficiente para rebolar contra a mão do impuro numa tentativa falha de incitar movimentação. Suspirou cansado daquela luta, tomou uma golada de ar e fechou fortemente os olhos. — E-eu q-quero que... Que... Você... — Tomou mais golada de ar. — Me enlouqueça... — Disse por fim. E aquela frase tinha um sentido mais amplo: Dream além de pedir por uma punheta rápida; pedia também que o futuro ato lhe desse prazer o suficiente para erradicar qualquer senso moral que fosse contra o incesto, ele queria que suas inseguranças e limitações fossem destruídas pelo prazer, ele queria ser aprazível igual à Nightmare, queria ser impuro.

— Ah Dream... Com prazer. — Nightmare, compreendendo toda a mensagem oculta presente naquelas palavrinhas, começou a fazer os movimentos de vai-e-vem numa velocidade significativa de rápida utilizando-se também de uma força moderada. — Você pede pra enlouquecer... Pra ser bom o suficiente... Mas Dream... Você não enxerga...

— P-porra... Irmão... C-continua assim! Ngh! Nightmare...! — Dream gemia alto sem escrúpulos transformando o quarto num escarcéu. Os dedos do irmão e a agilidade deles era tão arrebatadora que até doía – mas era uma dor ótima! Milhares de arrepios passeavam pelos ossos, pela ALMA e até pela mente conforme a mão envolta movia-se luxuriosamente fazendo também com que o puro não conseguisse pensar em mais nada. — Nightmare... Nightmare... Irmão... Porra...! Ngh! Ah...!

— Ah... Você adora isso, não é? Quando eu toco em você desse jeito... Quando eu te pego com vontade... Quando eu faço você me pedir com todas as letras, não é? Você não enxerga irmãozinho... — Nightmare enfiou dois dedos da mão livre a fundo na boca de Dream, se deliciando com os gemidos estrangulados que este passou a soltar em seguida, eram deliciosos, extasiantes e magníficos! Lindos! Seu irmãozinho era lindo! Lindo daquele jeito enrubescido, tímido e fazendo de tudo para mostrar-se um amante à altura; amava como ele rebolava contra sua genitália, amava como o traseiro ósseo dele roçava-se contra seu baixo ventre, amava ver as lágrimas de prazer se formando no canto das orbitas dele, amava-o por inteiro e iria provar isso. — Você já está... — Tomou uma golada de ar buscando também autocontrole e não deixando de se perguntar como que ainda estava sã com um Dream gemendo despudoramente em seu colo. — Tão impuro quanto eu... — Dito isso deu inicio a uma série de lambidas no pescoço do pequeno. — E com certeza... — Murmurou contra a região auditiva do seu raio de Sol. — Tão gostoso quanto qualquer outro.

— Nightmare! — Dream exclamou chegando ao ápice. Aquela afirmação foi o que lhe trouxera o nirvana: foi pego por um orgasmo tão avassalador que quase escapuliu do colo de Nightmare tamanho espasmo que o atingiu em reação ao auge do prazer. — Ngh... Hm... Ah... — Deixou-se levar-se pelas sensações pós-orgasmo – tais que conseguiram ser mais deliciosas – tombou contra o peito do ascendente e passou a respirar descompassado de certo de que havia perdido o que lhe sobrara de bom-senso. Quando foi fechar as pálpebras ósseas para relaxar genuinamente foi surpreendido pelos dedos de Nightmare que se enfiaram a força em sua boca. — Ngh! — Não pôde conter o grunhido ao sentir o gosto do próprio esperma dentro da boca... Até que o gosto era bom, mas... Aquilo era tão narcisista. — N-nada do que você disse tem... Ah... Sentido... Está sugerindo que... Ngh... Eu... E-eu sou isonômico a ti...?

— Exato. — Nightmare afirmou e tomou os lábios ósseos de Dream num ósculo profundo apesar da posição nada favorável.

Nov. 6, 2018, 8:22 p.m. 0 Report Embed 1
The End

Meet the author

Russa Narcisista Sou Russa, perfeccionista, gananciosa e competitiva, humilde com pessoas importantes pra mim. As coisas que eu mais gosto são: Fontcest de todas as AU'S (principalmente Fellcest), Universos Alternativos de Undertale: Underverse; Underfell, Swapfell e Underlust; Undertale, Five night's at Freddy's, Teorias de FNAF, Springtrap, SOUTH PARK (melhor desenho ever ♥ o//), Killing Stalking (melhor "yaoi" ever), do trio Pewdiepie; Jacksepticeye e Markiplier, de Youtubers em geral e Fanbases Cânceres.

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