Vampire verse: Luar Prateado! Follow story

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Destino de um, jovem pintor, é selado justamente, pelo seu amor, a arte. Lord de reino distante, terá sua vida, mudada, ao encontrar, sua possível alma gêmea. Duas vidas, duas histórias, e um só amor. (Nenhuma imagem/música desta fanfic me pertence)


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#lemon #yaoi #undertale #vampire-verse #errink #romance #drama
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Fuga e Recomeço!

+ Na calada, da noite fria, numa densa escuridão, uma carruagem, saia em disparada, rumo ao reino vizinho, transportava um casal de, monstros esqueletos refugiados, de um recente, ataque em seu vilarejo, na esperança de encontrar refugio e abrigo.

—Tsc...meu senhor, é melhor encontrarmos algum, lugar para,  nos abrigarmos, é perigoso nos, arriscamos dessa maneira, ainda mais depois, do recente ataque, que sofremos, vamos em uma,  caverna o, caminho é longo,  podemos atrair a ....”ELES”.—

O dono da carruagem, apenas, suspirou pesadamente.

—Não mantenha o curso, eu não vou parar, por nada agora, minha esposa esta grávida, e não quero correr o risco, dela dar a luz, no meio do nada, ainda mais, numa caverna, apenas prossiga.—

O cocheiro apenas assentiu, e ricocheteou os cavalos, para continuarem o percurso, até que a carruagem, e parada, de forma brusca.

—MAS...QUE...AAAHHH....—

O grito do cocheiro, fez o casal  gelar, o monstro esqueleto, olhou pela janela da carruagem e não viu nada mais ao forcar a vista, na densa escuridão,  pode ver lá na, frente da carruagem, um enorme lobo, devorando o seu cocheiro, o despedaçando e expondo, suas vísceras para todos os lados.

—M-Meu D-Deus...eles nos alcançaram—

A monstra esqueleto com o susto, sentiu sua barriga, se romper estava, entrando em trabalho, de parto bem, naquele momento, inoportuno.

—Querido...Encre está a caminho.—

O marido, mais que, depressa pego a, sua esposa, e saíram da,  carruagem e tomaram, uns dos cavalos, e graças às habilidades, que de ser um excelente, esgrimista sua agilidade era formidável, num único movimento,  conseguiu montar a sua esposa, no cavalo e portou a sua espada, e sorriu fraco, sobe o olhar confuso da mesma.

—O que pensa que, está fazendo? Não se atreva, Leonel venha comigo... P-Por f-favor...—

Implorava a monstra esqueleto, já montada no cavalo, que apertava, seu ventre com as mãos devido a dor, que sentia, da chegada hora do parto, o marido percebendo,  isso tratou de ficar, em posição de,  alerta só aguardando o terrível,  monstro terminar, de devorar o,  que sobrou de seu pobre cocheiro.

—Susie...— O maior a chama sem olhar em seus olhos, de costas, e em posição, de ataque, na frente do cavalo, com sua esposa, montada no mesmo, aguardando o momento certo, para agir. — Apenas cavalgue, sem olhar, para trás eu irei, distrair esse monstro, por favor, cuide de nosso, filho...—

Susie iria, dizer algo, mais Leonel, assim que percebeu, o enorme,  lobo os mirar, só teve tempo de, espantar o cavalo, o fazendo cavalgar, com sua esposa, em lágrimas, que nada pode, fazer a não, ser confiar, no marido, que avançou no, enorme animal, com sua espada, dando assim tempo,  para ela fugir, mais Susie ao olhar para, trás não viu, mais nada, nem mesmo, a sombra dos dois, apenas pode ouvir, um grito agudo e desesperador, de Leonel ainda lhe mandar.

— APENAS SALVEM-SEEEE.—

~×~

*18 ANOS DEPOIS*

Ah Paris a cidade luz, mais na época, que essa história, irá se basear, se passará, a mais ou menos 150 anos, em seu passado, mais sombrio, numa era de mistérios, e casos inexplicáveis, e um bom, exemplo disso, e o que, revelarei sobre, o que ocorreu, á um, jovem monstro pintor, que por amor a pintura, teve seu, destino traçado, para sempre.

~×~

—Toc, Toc... Monsieur, Encre, êtes-vous à la maison? —(Senhor Encre, está em casa?)

Perguntava um distinto, cavaleiro muito bem, vestido, que aguardava, ser atendido, na resistência, do pintor, que era localizada, no centro, de Paris, Encre correu, em sua sacada, onde costumava,  a pintar,  suas pinturas, em seu quarto, para olhar, quem lhe vinha, visitar.

—Monsieur Edward!—

Chamava-o, pintor o cavalheiro, que era o, mensageiro da cidade.

— Oui, je viendrai te rencontrer.—(Sim já irei, lhe atender.)

Assim Encre em passos, rápidos foi, até a porta, abrindo de vez, o mensageiro,  apenas retirou,  a Cartola, fazendo uma, leve reverência, e estendendo ao pintor, um envelope, selado com, um Brasão real.

— Oh ... une enveloppe, scellée avec, un blason royal?—(Oh...um envelope, selado com, um brasão Real?)

Franziu o cenho,  confuso e assim, que direcionou, o olhar para, Edward e o, questionar de algo, a mais, o mesmo,  já havia indo embora,  e se distanciava, acenando ao, longe para Encre.

— 

Serait-ce l'oncle Luigi? après tout, il est l'ambassadeur de France, mais je ne reconnais pas ce symbole.—(Seria de, meu tio, Luigi? afinal ele é embaixador, da França, mas não reconheço, esse símbolo.)

Dizia o pintor, entrando na sua casa, e fechando, a porta em, seguida perdido, pensamentos a confuso, com o misterioso,  envelope com, um idioma, romeno uma língua,  que não,  compreendia muito bem, ao virar, o envelope,  pode ver, que o destinatário, era da Transilvânia, e só,  de ver, a sua origem, devido a inúmeras, histórias e contos, sobre o lugar, e no quão,  inspirador poderia, ser em ir, para lá, sentiu uma, enorme ansiedade, em partir, imediatamente mas, sua mãe,  estava doente, e precisava cuidar da mesma, então por hora,  iria adiar a sua viagem. 

—Un jour, j'irai certainement, et je serai en mesure de rencontrer mon hôte.—(Um dia, eu irei com certeza, e poderei conhecer, ao meu anfitrião.)

Seguiu por fim, até a sacada, para finalizar, suas obras.





Nov. 2, 2018, 5:54 a.m. 0 Report Embed 0
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