Sessão Terror Follow story

saaimee Ana Carolina

Como o bom ídolo esforçado que era, Mikado resolveu aproveitar seu tempo livre para apreciar a arte dos filmes e aprender algo com isso. Ele só não sabia que apertar o play acabaria tirando seu sono. 「Mikado × Momotaro」 ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ ✼ Postar esta estória em qualquer página sem a minha autorização é completamente proibido. Plágio é crime e eu tomarei providências.


Fanfiction Anime/Manga All public. © Os personagens desta estória pertencem a B-Project. Todos os direitos sobre eles são reservados a © Love & Art/Mages.

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Capítulo Único

O dia tinha sido extremamente agitado como de costume. Na agenda de um ídolo sempre parece ter espaço para mais alguma tarefa e por isso eles acabam terminando os serviços bem depois de seus fãs já terem ido dormir. E hoje não foi diferente.

Tinha passado do meio da tarde e o apartamento do MooNs parecia ter perdido a vida em um silêncio fora do comum isso porque Hikaru esteve fora o dia todo e nesse momento tinha se ocupado em uma entrevista que precisava comparecer junto ao líder, Kazuna. O mesmo servia para Tatsuhiro que havia sido chamado para participar de uma gravação de um programa junto a Goushi e Miroku. E Momotaro tinha planos que não podia faltar. O único que havia terminado tudo e já estava caminhando pelos cômodos do local despreocupado era Mikado.

O rapaz tinha previsto que algo assim aconteceria quando foram informados da programação do dia. Esperava tanto que estivesse certo que tinha até se planejado para curtir a tarde sozinho.

Na noite anterior foi até Kento pedir alguns filmes emprestados no caso de estar certo sobre sua suposição. Sabia que o rapaz, apesar de parecer nunca se importar com nada ao redor, dava muito de si para se superar e chegar ao mesmo topo que ele por isso tinha certeza que sua visita não seria em vão.

Agora, na cozinha, observava no micro-ondas as pipoca estourando enquanto despejava o refrigerante em um copo sobre o balcão de mármore. Com um sorriso satisfeito — por ter terminado as tarefas e por ter ganhado um tempo a mais para relaxar — se guiou até a sala em meio a múrmuros alegres.

O tempo todo ele teve a opção de assistir sua coleção da Mamirin pela milésima vez, porém assim como amava ver sua garota mágica favorita também queria ser tão forte quanto ela e envolver as pessoas na magia dos ídolos. Por isso, naquela tarde, os filmes serviriam como fonte de estudo e um pequeno passo a diante nessa jornada.

Rapidamente se sentou no sofá pegando curioso a caixa de um dos emprestados. Na capa preta e branca um homem ao lado de uma mulher estava em uma posição romântica de dança sobre os holofotes de um palco. O título sugeria algo intenso que o fazia considerar o romance como alvo da estória. Ainda sorrindo suspirou tentando imaginar que tipo de trama levaria a essa cena quando sentiu o cheiro salgado e levemente amargo invadir o local.

Aos gritos jogou o DVD no sofá e saiu correndo em direção a cozinha abrindo a porta do micro-ondas brutalmente como se tentasse salvar um item valioso de um incêndio.

Rasgando o pacote despejou o conteúdo em uma tigela vendo algumas mais queimadas que as outras se sobressaírem. Não havia qualquer fumaça visível, mas o cheiro o fazia questionar a qualidade do sabor ao mesmo tempo que não cogitou jogar fora.

Dando de ombros jogou o pacote vazio no lixo e pegou o utensílio voltando para a sala colocando o sobre a mesa de centro. Depois seguiu alguns passos a frete ligando a TV e todas as coisas necessárias para finalmente poder iniciar seus estudos.

Ele nem se incomodou em acender as luzes do cômodo, não parecia incomodar afinal mesmo que nesse momento o sol já não pudesse ser visto pela janela daquele andar ainda havia a luz quente suficiente para conforta-lo da escuridão.

Sentando-se de uma vez no sofá pegou a tigela e o controle aguardando o menu do filme carregar. Não demorou até uma tela preta com um título distorcido aparecer mostrando o botão de play. A imagem foi tão inesperada que o fez resmungar confuso piscando duas vezes para ter certeza que não estava imaginando nada.

O título era diferente daquele na capa e também não possuía imagem alguma do casal ou qualquer coisa relacionada, até mesmo o menu não tinha nada que oferecesse informações ou opção de configurações. Apesar de inseguro resolveu seguir com seu plano começando a sessão com um clique rápido.

Logo de início a tela inteira ficou escura sendo possível ouvir somente passos pesados e o ranger de madeira. Em seguida, uma voz masculina jovem começou a recitar um poema que falava sobre a podridão da humanidade e como o cheiro nojento atraía coisas ainda piores as incitando a viver. Suas palavras saiam tão lentamente que chegava a incomodar.

O rapaz desconfiado observou o próprio reflexo na tela vendo sua expressão lembrar que sua curiosidade de antes estava se escondendo atrás da incerteza do que poderia vir nesse momento. Refletindo sobre a situação uma luz branca forte surgiu na tela enquanto sua mão cuidadosamente flutuou até a tigela pegando a primeira pipoca já morna a levando a boca.

Lentamente o brilho diminuiu revelando uma cena que parecia ser o início de uma noite onde uma mulher corria de um lado a outro na casa como se estivesse atrasada. A câmera que filmava parecia estar parada em cima de uma mesa gravando somente as pernas longas e a borda do vestido abaixo dos joelhos. No áudio dava para ouvir somente sussurros impacientes que pareciam ser dela e os sons dos saltos no piso.

No meio desse clima monótono deu para ouvir uma porta se abrindo e logo em seguida ver distante da câmera a mulher correndo para o cômodo ao lado dando ao entender que a entrada ficava ali.

Mikado aguardou a mudança de cena, porém não ocorreu. A filmagem permaneceu naquela mesma sala vazia e silenciosa. Era estranho, mas não parecia ruim o que foi suficiente para prender sua atenção completamente na tela.

Depois de ouvir algumas palavras baixas e quase incompreensíveis o som dos saltos aumentaram trazendo duas pessoas novamente para a sala. Da mesma forma que antes ainda não dava para saber quem eram pelo ângulo baixo da câmera, porém pela distância que os dois estavam dava para enxergar melhor o tronco e ver suas roupas — vestimentas comuns de quem tinha acabado de chegar do trabalho — e movimentos.

A mulher nervosamente apontou para a câmera sem dizer nada. O homem que estava ao seu lado soltou um suspiro pesado e da mesma forma silenciosa se aproximou. Com cuidado pegou o objeto o levantando. No mesmo instante que a lente se ergueu a mulher se virou dando as costas como se não quisesse ser filmada enquanto o outro, sem se revelar, movia a câmera para todos os ângulos como se procurasse algo tremendo a imagem no vídeo.

Os dois já mostravam apreensão como se alguma coisa terrível estivesse acontecendo naquele instante, mas foi quando o homem questionou se ela tinha deixado a câmera gravando que o pânico se instalou.

A resposta negativa não batia com a situação atual a fazendo gritar sobre uma maldição do filme ao mesmo tempo que o ele tentava desligar a câmera com cliques fortes deixando a imagem quase dolorosa de se observar. Era como se a filmagem não devesse ter acontecido.

Mikado nem percebeu, mas estava tão tenso que tinha comido toda a pipoca e nesse momento se agarrava a tigela com força. Para ele os dois no filme não pareciam atuar, mas estarem vivendo aquilo e a falta de trilha sonora só aumentava ainda mais a sensação de filmagem caseira.

Depois de tantos cliques e tapas a câmera finalmente desligou fazendo o ídolo perceber estar no escuro completo. Seu coração gelou com medo de olhar ao redor pensando em quanto tempo já havia passado desde que ligou o DVD. A tela não voltava e somente algumas luzes dos aparelhos no cômodo piscavam dando sinal de que estava tudo normal com a energia excluindo a possibilidade de ter se desligado.

Por cinco minutos esperou roendo as unhas e sentindo seu corpo se prender ao sofá como se estivesse colado ali pelo medo de que um misero movimento pudesse atrair algo maligno das sombras.

Quando estava finalmente tomando coragem para pegar o controle na mesa ouviu sons de passos ecoar no apartamento. A saliva desceu rasgando por sua garganta o fazendo questionar o que poderia estar chegando. Sua respiração se descontrolava quando a luz branca na tela surgiu sem avisos o cegando e fazendo um grito curto sair de seus lábios.

Com uma mão no peito tentou acalmar seus batimentos desesperados e com a outra ajeitou o óculos tentando acostumar sua visão com a claridade. Suspirando voltou sua atenção ao filme vendo na tela a mesma sala onde toda a gritaria havia acontecido, porém, desta vez, o ângulo da câmera estava mais embaixo, no chão.

Não havia mais nada ali além dos pés da mesa de centro, o sofá ao lado, o tapete vermelho e a porta do outro cômodo fechada. O clima calmo deixava a cena extremamente inquieta como se algo estivesse prestes a acontecer e fazer o coração do rapaz entalar em sua garganta.

No silêncio pode ver mãos surgindo no canto da imagem como se forçadamente buscassem por algo. Mikado com o rosto apreensivo assistiu até ver os braços, ombros e então finalmente o rosto da mulher. Ela estava se rastejando dolorosamente no chão entre suspiros pesados de cansaço quando sua cabeça se inclinou para o lado encontrando a câmera. Automaticamente ela parou segurando a respiração com tanta força que fazia os olhos quase saírem para fora.

Em um estalar de dedos ela repentinamente se colocou a rastejar rapidamente em direção ao aparelho tão furiosa quanto aterrorizada. Mikado viu a cena empurrando o próprio corpo contra encosto macio do sofá como se buscasse se afastar da mulher que parecia atravessar a TV em sua direção.

Foi quando estava quase entrando no estofado que ouviu uma voz suave chamar seu nome de trás interrompendo o silêncio e o fazendo gritar mais uma vez.

— Mika, o que está fazendo?

A pergunta calma o fez reconhecer a voz e desesperado se virar quase pulando para poder ver o rosto apático do amigo.

— Momotasu! – Gritou se ajoelhando no sofá como se estivesse diante de um anjo. — Momo... – diminuindo o tom de voz como se fosse chorar se inclinou para frente na tentativa de abraçar o outro que sem se importar deu um passo para trás recusando o carinho.

Mikado estava tão concentrado na cena do filme que nem percebeu o amigo adentrar o apartamento naquele momento. Momotaro nem se preocupou em acender as luzes apenas colocou sua bolsa sobre o balcão na cozinha e se sentou ao lado do amigo aguardando que lhe explicasse a situação.

Ele não se deu ao trabalho de pausar o filme enquanto contava sobre seus planos e quão errado tudo tinha ocorrido até agora. Talvez tenha feito isso porque estava feliz demais vendo o rapaz ou talvez porque estava amedrontado demais para continuar assistindo aquelas imagens.

No final eles resolveram continuar com a sessão mesmo com Momo tentando o parar já que estava com tanto medo.

Depois daquela cena a mulher no filme só perdeu ainda mais a sanidade. Em certos momentos se sentava na frente da câmera encarando por longos minutos a lente, em outros contava coisas, ria e berrava.

— Parece que ela está vendo a gente. – Forçando um sorriso Mikado comentou sem tirar os olhos da imagem perturbadora.

— Talvez esteja. – A resposta foi automática o fazendo rir, porém assim que viu o rosto sério do amigo seu peito gelou.

— Eh?!

Sem ouvir mais nada ele se jogou sobre o corpo de Momotaro o agarrando desnecessariamente forte o fazendo se arrepender da brincadeira.

A filmagem seguiu por mais alguns minutos revelando que a jovem já não fazia nada com sentido, mas buscava desesperadamente por uma solução a um problema que não foi revelado em momento algum deixando o filme um tanto parado e quase repetitivo. O que chamou a atenção, entretanto, foi o fato de a roupa dela não ter mudado desde que estava rastejando pelo chão mesmo que o vídeo passasse a sensação de que havia se passado dias.

Aproveitando a situação monótona do filme Mikado resolveu se aproximar mais do amigo. Momo estava sentado em uma postura ereta assistindo atentamente a tela com as mãos sobre as coxas quando sentiu o toque suave de dedos pousarem sobre uma de suas mãos a segurando com delicadeza.

Ele sabia que não devia, mas resolveu aguardar e ver o que aconteceria em seguida. Como esperado os toques delicados acariciaram sua pele até que os dedos longos do rapaz se entrelaçaram aos seus. Logo sentiu o corpo do outro encostar-se com tanto cuidado que parecia fazer isso na esperança que ele não percebesse.

— O que quer?

— Ah... Nada. – Sorrindo tentou disfarçar seu interesse enquanto o rapaz evitou tirar os olhos da TV para ver o rosto fingido ao lado.

No local escuro somente o brilho na televisão iluminava fracamente seus rostos sem permitir que suas expressões fossem completamente expostas assim como suas intenções. Ninguém os veria ali e o que quer que acontecesse seria um segredo só deles.

— Mika.

— Sim?

— Você está perto demais.

— Isso é porque se você está aqui eu não consigo prestar atenção no filme.

— Se é assim então eu saio.

— Não!

Enquanto eles discutiam o filme foi se aproximando das cenas finais trazendo a atenção deles de volta para a tela.

Em um último momento a mulher que passou o filme todo no processo agonizante de perder a sanidade se entregou de uma vez a loucura se desesperando em gritos e risos.

Os dois se calaram por completo ao ver a cena impressionados com a atuação expressiva que permaneceu realista até o final.

Ela continuou rindo até que parou se aproximando da câmera dizendo que tinha encontrado a resposta de tudo, porém, logo em seguida, seu rosto começou a empalidecer rapidamente enquanto seu sorriso sumia. Não demorou até que ela caísse morta em frente a lente.

A cena ficou congelada filmando o nada por 15 minutos. Ambos na sala estavam colados a tela sem realmente saber se a imagem tinha travado ou o que esperar em seguida até ouvirem o som de porta se abrindo e por instinto olharam para trás no cômodo notando que o som vinha do filme.

Com passos lentos um homem com as mesmas vestimentas daquele que apareceu na primeira cena adentrou o cômodo pegando a câmera sem revelar o rosto e antes de desligar disse que “aquele que viu a lente nos olhos dela seria o próximo a seguir esse mesmo caminho maldito”.

No mesmo instante em que a câmera escureceu a imagem voltou para a tela de menu.

Por alguns longos minutos os dois ficaram calados tentando entender o que realmente tinha acontecido durante todo esse tempo e como um filme desses podia realmente ser real.

— Momo... – Chamou com uma voz entrecortada e olhos arregalados. — Momo, eu vou morrer! – A afirmação fez o outro revirar os olhos inconformado. — O Kento deu o filme pra me matar. – Em meio ao choramingo ele abraçou o amigo espremendo seus corpos. — Momo!

— Mika, para. – Com as mãos no tórax o afastou com dificuldade sabendo que o amigo mais queria se aproveitar da situação do que realmente estar assustado. — É só um filme.

— Você... não achou estranho? – A pergunta tristonha não combinava com a expressão assustada. Momotaro ouviu a questão e por alguns instantes se calou observando a tela escura da TV aumentando a tensão.

— Não.

— Mentira! – Gritando se encolheu fazendo Momotaro suspirar cansado. — Eu vou dormir com você hoje.

— Que?

— E se esse homem vier me buscar?! E se essa for a gravação da última vítima dele?!

— Do que você... – sem vontade de discutir se levantou pegando o celular na cozinha. — Olha, eu vou ligar para o Aizome.

Mikado não comentou nada e menos ainda tentou protestar apenas o aguardou voltar já discando o número para poder se agarrar ao braço dele novamente. Deixando no viva voz eles aguardaram até serem atendidos.

— Eh? É difícil você me ligar. – A voz no aparelho soou tão descontraída quanto surpresa.

— Aconteceu algo aq-

— Você tentou me matar! – Interrompendo Mikado gritou fazendo Momotaro o empurrar para o lado.

— Mika! Você está ocupado?

— Não. Pode falar.

— É sobre os filmes que emprestou para o Mika. – Suspirando olhou para a tela da TV onde o menu ainda aparecia distorcido. — Você conferiu antes?

— Não, por quê?

— Tinha um... estranho aqui.

— Estranho? – Entre resmungos ele pareceu procurar por alguma lembrança que servisse de resposta quando de repente se interrompeu com um alto som de “a”. — Mikado, foi mal! – Se desculpando riu fazendo os dois verem sua expressão sarcástica mesmo sem estar ali. — Mas não é algo que você não tenha visto, né?

— Que?

— Não, Aizome. Não esse tipo de filme.

— Ah... então?

— Era um de terror. Parecia ser caseiro com uma mulher enlouquecendo... – Tentando pensar em como explicar a situação ele se lembrava das cenas desconexas do filme. — É que o Mika está assustado achando que vai morrer por causa disso.

— Hm... – sem entender se calou por alguns instantes como se tentasse descobrir de qual filme falavam. — Foi mal, Mikado. Eu não sabia que tinha bagunçado os DVDs. Mas eu realmente não sei de que filme vocês estão falando.

— Eh? – A voz dele parecia confusa o que deixou claro que o rapaz não estava mentindo e mesmo estando inseguro isso foi o suficiente para acalma-lo.

— Deve ser coisa do Yuuta... Quando você me devolver diz qual é.

— Tá...

— Obrigado, Aizome.

Se despedindo Momotaro desligou colocando o celular sobre a mesa se virando para encarar o amigo que parecia um pouco mais confuso do que deveria.

— Viu? Era só um filme ruim.

— É... Mas foi perturbador. – Olhando para o chão comentou tentando convencer a si mesmo que não havia motivos para se preocupar antes de soltar um longo suspiro aliviando o peito de uma vez.

— Certo. Agora você deveria ir devolver-

Antes que pudesse completar sua frase sentiu os braços do outro o envolverem em um abraço apertado. Fechando os olhos se calou sentindo as mãos tocarem suas costas e nuca enquanto o queixo se apoiava em seu ombro.

— Mika, se continuar fazendo isso quem vai te matar sou eu. – A ameaça o fez rir próximo a orelha dele.

— Eu posso devolver depois, mas será que aquela parte de dormir junto eu posso fazer agora? – A voz soou mais baixa do que deveria como se ele não quisesse que seu desejo fosse espalhado pelo cômodo. Momotaro não se moveu e por alguns instante permaneceu calado.

— Ah... – abrindo os olhos ele olhou de canto para o rapaz revelando um olhar irritado que não combinava em nada com o rosto de bochechas vermelhas. — Você não tem jeito...

Oct. 31, 2018, 10:52 p.m. 0 Report Embed 0
The End

Meet the author

Ana Carolina Mãe de 32 personagens originais e outros 32 adotados com muito carinho, fanfiqueira nas horas vagas e amante das palavras em período integral. Apaixonada demais e, por isso, sou tantas coisas que me perco tentando me explicar. Daí eu escrevo. ICON: TsukiAkii @ DeviantArt

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