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Capítulo Único


A porta da funerária foi aberta, um homem de terno pediu para ver os diferentes caixões. O vendedor mostrou-os, um a um, e antes do homem ir-se embora, perguntou para quem era.

– Minha esposa.

– Minhas condolências.

– Ela é tão cheia de vida e amor, tão cheia de graça...

É, o senhor diz? Ela já não morreu?

O homem sorriu e disse:

– Tão logo eu chegar em casa.


Oct. 31, 2018, 2:17 p.m. 2 Report Embed 0
The End

Meet the author

C Clark Carbonera “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”

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Alice Alamo Alice Alamo
Olá! Eu Verifiquei a história, mas acho legal te avisar de um errinho que notei para caso queira corrigir. No lugar de "sorri e diz", para manter o tempo verbal da narrativa, deveria ser "sorriu e disse". Fora isso, parabéns pelo microconto ;)
March 7, 2019, 5:49 p.m.

  • C C C Clark Carbonera
    Olá, Alice. Muito obrigado por verificar a história (vocês são bem rápidos com isso - sei que devem receber inúmeros pedidos de verificação - estão de parabéns pelo trabalho!). Obrigado pelo comentário e pela atenção também, já vou corrigir, pois concordo contigo que a narração se passa no passado mesmo, então não caberia nesse caso a mudança do tempo verbal para o presente como fiz nessa parte :) March 9, 2019, 9:28 a.m.
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