l_rell L_Rell NL

Essa historia é um universo alternativo. Kakarotto é um rico e jovem empresário com negócios obscuros , nesse universo temos um vegeta braço direito de kakarotto. uma Bulma como policial infiltrada nesse submundo. tudo muda quando Bulma se envolve demais com seus alvos. é um mundo sórdido, cruel... é um jogo de poder, de influencia de mentiras e prazeres Bem-vindo a Las Vegas baby!


Fanfiction Anime/Manga For over 21 (adults) only.

#mafia #hentai #hot #vegebul #gochi #dragonball #chichi #goku #vegeta #bulma #mafiadragonball #kakarotto
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A cidade do pecado

Las Vegas – Nevada 15 anos atrás

Havia pouco mais de uma semana que ele havia chego aquela cidade, era um jovem garoto ambicioso...apesar da pouca idade seu currículo incluía uma sessão de crimes, assassinatos, torturas e outras coisas... os olhos eram como de um jovem inseguro e inocente. A face jovial e alegre escondia a verdadeira face e capacidade dele. Andava ali Sempre com um maldito marcador negro na mão. Desenhava novos pontos no dorso da mão a medida que andava pela cidade... já havia feito a sua lição de casa. A lembrança do seu antigo mestre vinha na mente

-Bastardo safado – murmura o garoto depois de voltar aquele quarto barato de hotel...

Você poderia se perguntar o porquê dele estar num local como aquele... fato é que ele tinha grana pra bancar uma suíte de luxo...mas não queria chamar atenção desmedida...ainda não...fora que está ali o dava acesso a vários lugares pervertidos e ele realmente adorava aquilo... as putas pulavam em cima dele, eram como insetos atraídas pela luz...

Ele toma um banho na ducha fria e coloca uma roupa casual, não havia tanta necessidade de formalidades, no pulso é colocado um relógio caro, proposital, mas era um dos seus favoritos... odiaria perde-lo...um presente de boas vindas com direito a mensagem gravada atrás... a arma é travada e colocada na cintura de forma a ocultar a sua presença. Ele coloca a carteira no bolso da calça jeans e sai do quarto descendo rapidamente as escadas. No caminho cruza com Anastacia, uma jovem ruiva que ele realmente havia se fixado na sua estadia ali, ela fudia como nenhuma outra...

-kaka- fala manhosa agarrando o jovem contra a parede – onde vai tão tarde assim...? vamos nos divertir um pouquinho – fala a garota o olhando nos olhos dele

O sorriso dele é desdenhoso

-Talvez mais tarde gracinha – fala e segurando o queixo dela a beija – tenho algo pra resolver agora, me espere na minha cama – ele completa e ela sorri

Ela o solta e o garoto termina o seu caminho até sair finalmente dali.

Ele caminhava tranquilamente por uma das zonas mais sinistra dali. Ele sabia que aquele lugar era uma droga, não valia nada, mas a sua visão para o local era outra. Encosta-se em um dos muros e puxa a manga da blusa de frio olhando as horas. O brilho do ouro refletia na luz chamando a atenção de quem ele queria naquele momento.

-Olha só o que temos aqui... – fala malicioso um homem se aproximando do garoto. Três caras o seguiam. –tá perdido playboy?

-Eu playboy? – ri alto o garoto – não...- fala acendendo um cigarro calmante sendo observado

-você está numa área restrita, não deveria estar aqui fedelho – fala o homem arrogante, mas o garoto gera uma nuvem de fumaça soprando na face do homem em profundo desprezo

O homem dá um sorriso cruel e leva mão para sacar a arma, mas antes que conseguisse o fazer é rendido pelo garoto e sendo virado de frente aos comparsas, se torna o escudo do moleque atrevido.

-não atirem – grita o cara em suplica

-é...não atirem – o garoto aponta rapidamente sua pistola e os mata com um tiro certeiro no coração de cada um

-Quem é você? – pergunta o homem tremendo na mão daquele jovem garoto

-Breve...o novo chefe dessa droga de zona, onde está a filha da puta do seu chefe ?– ele fala arrogante

-eu...eu te mostro – fala o sujeito tentando negociar mas o garoto queria apenas uma confirmação e o homem o dá

-tchauzinho baby – fala o jovem o virando de frente e dando um tiro no peito a queima roupa. ele olha para os corpos

-Que se foda a polícia, eu que não vou me sujar pra me livrar deles...não agora – fala irritado.

Ele então segue em direção a um dos maiores prostíbulos que havia ali, entra como mais um cliente, mas segue até o ponto superior do local, os olhos traçavam todos os pontos e rotas do local, dois guardas estavam fortemente armados frente a uma imponente porta de metal

-Vaza fedelho, a zona dos garotos é bem mais embaixo – zomba o guarda

Os dois gargalham e o garoto vai junto

-sabe o que...descobri que prefiro outro tipo de diversão – fala sacando a arma e disparando contra os guardas e rapidamente, ele chuta a porta e já entra atirando nos guardas internos do lugar, leva a mão na barriga. Sentia o sangue escorrer.

-Merda, vai doer pra cacete – reclama e encara finalmente o cara de meia idade que estava caído agora sobre a mesa sujando maços de dinheiro com o seu sangue

-Quem...quem é você? – fala o homem sentindo a ardência dos tiros. E o garoto puxando os seus cabelos o erguendo para encara-lo

-Me chame de kakarotto – fala o garoto com um sorriso se sentando na mesa

-o que quer aqui...assim? – pedi o homem

-humm, seu lugar –fala kakarotto dando um disparo e matando o homem.

Vários seguranças sobem ao lugar ao ouvir os tiros para chegarem lá achar o jovem sentado na cadeira do chefe e o corpo dele no chão. O jovem tinha a pistola na mão e os pés sobre a mesa confortavelmente, a arma estava apontada exatamente para a porta

Os homens o olhavam. Ele tentava conter a careta de dor do tiro. Precisava remover a droga da bala e aquilo estava doendo pra cacete, haviam acabado com sua noite com uma certa ruiva ardente.

-Trabalham pra mim agora...o seu antigo chefe está meio que...morto – ri o garoto

 

                                                         ~***~

 

 

Las Vegas – Nevada   tempos atuais

 

O armazém estava esquecido na parte longínqua daquela cidade. Não havia nada ali dentro. Os andaimes estavam vazios e haviam varias correntes penduradas, a cor desbotada nas paredes mostrava o desleixo dos cuidados aquele lugar, o mato estava alto em volta da propriedade bem ao fundo havia um canil que contratava bem com o lugar, era novo e muito bem cuidado a cerca era feita com um metal polido que dava um brilho quase cromado. O pátio. As coleiras eram caras nos Rottweilers que estavam ali naquele pátio grande do canil. Três caras arrastavam um velho que vestia uma camisa florada e calça social, era um dos grandes cafetões dali, o seu prostibulo era um dos mais visitados e apreciados de Las Vegas, que olhava o velhote não diria toda extorsão, roubo e lavagens de dinheiro que fazia, isso eram parte dos crimes brandos...as mulheres que trabalhavam para ele tinham um diferencial, estavam ali porque queriam, ele não as escravizava, bom pelo menos não como os outros...

O velho oferecia um bom lar, cuidados, proteção, alimentação...em fim...um lar seguro a suas garotas e garotos, mas isso tinha um alto custo que era abatido dos seus programas, as garotas geralmente ficavam com míseros 35% do que ganhavam de verdade, o que era uma exploração aos nossos olhos, mas naquele mundo....naquele mundo não havia direitos...não havia regras...não havia fuga...

Ele é preso a uma cadeira de ferro dentro do armazém e tentava ouvir a ligação que era feita por um dos caras de terno azul-marinho, mas não teve muito sucesso

-porque eu estou aqui? Isso é um ultraje, você sabe que eu sou? – falava o velho aos gritos irritados

Mas por dentro ele tremia...como tremia...o suor em sua testa o entregava, todo aquele nervosismo não era à toa...ah não era...

-cala boca velho – fala um dos homens – você sabe porque está aqui, não fode! – fala arrogante o cara

-kakarotto não vai gostar disso – fala o velho

-kakarotto? – gargalha o homem – foi ele que te mandou pra cá velhote...

O homem gela com aquelas palavras, seus temores estavam certos...ele estava fudido....

O sorriso era sinistro nos lábios do homem que estava no celular

-hora de abrir o bico e cantar passarinho – debocha o homem

 

A seção de interrogatório começa e as cenas não eram bonitas de ver...

Horas a finco com aquilo e simplesmente o velho não cooperava

 

- O que vamos fazer com ele? Acho que ele não vai colaborar- fala um dos homens dobrando as mangas sujas de sangue

- Vamos dá mais uma forcinha para sua memória. o que acha velho?...- um outro fala com uma voz sínica

Gargalhas são ouvidas

- Por favor, já disse que não sei quem é o cara...eu não tenho tanto contato assim - Suplica um homem de aparência mais velha.

-é... vai ter jeito não – fala o homem de kakarotto

Um disparo é ecoado naquele local seguido de um grito desesperado. Os pombos que estavam em seus ninhos voam provocando um grande barulho no armazém.

- Por favor... por favor eu já disse que não sei de nada!

-trás o estagiário – fala o homem com as mangas dobras para um outro que pega numa caixa de ferro uma marreta de mão.

Ossos são esmagados

-Meu deus.... vocês vão me matar, por favor.... eu não posso... vocês não entendem...

Mais ossos são esmagados

- Está bom... eu falo... eu falo. – Dizia o velho chorando de dor, o suor o sangue, as lágrimas e a baba se misturavam em sua face que tinha os lábios tremendo. -  Eu vou contar tudo...

uma longa conversa e iniciada e após todas as cartas estarem na mesa finalmente o pega o celular novamente e faz uma ligação

-Chefe o velho Gohan disse tudo que precisamos. Já sabemos quem é o mandante. É o bastardo do Broly.

- Ótimo... aquele filho da puta não sabe o que o aguarda. - Kakarotto fala

-o que eu faço com o velhote? – questiona o homem

-Faz o que quiser...use a imaginação...sei lá...talvez uma um entretenimento para os garotos – kakarotto responde displicente

A ligação é encerrada e o homem se volta para Gohan o encarando

- O chefe agradece toda a sua amigável colaboração e manda seus comprimentos – ele puxa a arma rapidamente do coldre 

Mais um disparo é ouvido. E o silencio agora reinava no lugar.

- O que eu faço com o corpo? – pergunta um homem de semblante frio –

- Pique e dê aos cães. - O outro responde de forma fria.

 

Aquele era um dos edifícios mais prestigiados do centro. Uma imponente construção completamente voltada ao entretenimento, o Royal Cassino’s era sem dúvidas um hotel extravagante e tinha um alto volume de clientes em seu bar e cassino todos os dias...No alto daquele edifício, precisamente na cobertura do lugar ficava o escritório do dono daquele extravagante hotel e cassino, em uma das salas de maior tamanho haviam mobiliários requintados, em que tudo remetia o status e o dinheiro de um homem que estava sentado atrás de uma mesa feita de ébano puro. Tudo perfeitamente alinhado. Tudo reluzia luxo. Ele tinha um semblante tranquilo estampado em seu rosto e um sorriso cruel em seus lábios. Ele tomava uma dose de Whisky Macallan. Gostava de coisas caras... mais tinha uma queda por putas baratas... ele não temia ninguém, ele era temido. Ele era o poder. O dinheiro e a ostentação.

As ultimas notícias o deixaram inquieto naquela semana...odiava deixar as coisas inacabadas, era um hábito que seria bem visto a qualquer um, mas em se tratando dele, era terrível...nada sobrava em seu caminho...

Ele estava distraído se levanta e caminha até a imensa janela de vidro observando a cidade de cima, amava e odiava aquele lugar... era o lugar certo para extravasar e ele fazia isso mais do que a média das pessoas normais fariam...mas nada nele era muito certo...

( ...) – senhor kakarotto, ele está aqui. – Uma voz feminina fala no telefone.

Ele caminha de volta a mesa e aperta o botão do telefone

- Deixe entrar Valery – Responde calmamente.

As portas ricamente trabalhadas em madeira e ferro entalhados se abrem e um homem igualmente imponente entra. Ele tinha um semblante sério, cenhos fechados. Os cabelos rebeldes espetados em chamas o terno perfeitamente alinhado, ao caminhar ele exibia imponência... provocava medo... intimidava.

Talvez até mais que kakarotto...tolas aparências as vezes... nem sempre os mais cruéis são os que menos sorriem...

- Como vai vegeta? – fala kakarotto estendendo a mão e cumprimento o outro com um sorriso cordial

- Muito bem obrigada – vegeta fala finalizando com um aperto de mão firme

- Sente-se temos muito que conversar – kakarotto fala, voltando ao seu lugar- Aceita um copo? – oferece levantando o seu copo de whisky

-Claro, por que não? – vegeta fala arqueando a sobrancelha – afinal a noite será longa, preciso de algo forte. – Termina estendendo a mão e pegando o copo recém servido. A garrafa permanecia ali na mesa...

- Estou pensando agora em como me divertir...confesso que quando me mandou aquele pequeno dossiê eu tive minhas dúvidas quanto a fonte original, não que eu duvide de você, mas...sabe como gosto de ser... meticuloso...- kakarotto fala voltando a beber o liquido âmbar do copo.

- E então? Aposto que achou um meio de confirmar tudo...afinal mandou me chamar aqui não foi? – vegeta fala dando um curto sorriso de lado

- É... vegeta devo admitir que tinha toda a razão em confiar no dossiê... bom, sem enrolação. Aquela filha da puta tá brincando no meu território e não posso perdoar alguém cantando de galo...não aqui...não na minha área, temos uma hierarquia e parece que não se respeitam mais as coisas como antigamente...eles precisam aprender que as coisas de antigamente funcionavam bem porque a única regra que existia nesse mundo era o respeito à hierarquia. Ele teve a audácia de fechar contratos e manipular meus compradores... como se não fosse fácil descobri-lo... hehehe! , um serviço porco, com uma fachada terrível, se eu não o pegasse a polícia o faria...

- Tudo que ele fez era insignificante – vegeta pondera – não nos afeta em nada

-não importa! O território é meu, ele tinha que vir a mim, ele demostrou a falta de respeito dele ao seu mestre... sabe como sou, não importa a gravidade do ato, e punição será enorme – kakarotto fala com um sorriso diabólico

-como sempre...- vegeta suspira – não sei porque ainda espero algo novo... pra quando quer?

- Mais breve possível. – Kakarotto fala voltando a servir o copo de whisky

- Considere feito – finaliza vegeta com um sorriso sádico nos lábios. - Agora vamos aos negócios... tenho algo interessante para você...

 Vamos então aos negócios meu caro- kakarotto fala em quanto cruza as mãos sobre a mesa após liberta o copo o repousando. Os olhos eram analíticos e estava compenetrado no que estava acontecendo.

-Finalmente consegui chegar ao kaos... aquele maldito albino bastardo! Foi uma questão de muito tempo e muito dinheiro..., mas se quer saber valeu cada centavo. - Vegeta fala com visível orgulho e desprezo.

-Temos um contato finalmente? - pergunta kakarotto com visível interesse

- Tá feito, nossa reunião será marcada para próxima semana. Eu sugiro o clube do Yamcha. O local é o menos visado e será mais segura uma transação desse nível. - Vegeta sugere

-Hehehe vegeta, você não brinca em serviço mesmo não é irmão? - kakarotto fala.

- é perda de tempo... e tempo é dinheiro. Não gosto de brincar com dinheiro. - Vegeta declara sério.

- Falando nisso, já achou alguém para ocupar o lugar da Mayura?- kakarotto pergunta um pouco mais relaxado

- ainda não. Está difícil achar alguém tão qualificada ao cargo... se é que me entende – vegeta fala com visível escarnio

- Então cuidarei disso. Se deixar em suas mãos isso vai demorar.- kakarotto fala pensativo -Você confia nesse contato do kaos?

- Nunca podemos ficar seguros, mas o contato tem nome... o material com certeza vai aumentar e muito nossos lucros... apesar de arriscada é uma boa aposta como sempre. - Vegeta pondera

- ótimo! agora quanto ao Broly, eu sugiro usarmos nossa garotinha o que acha? – kakarotto fala meticuloso

- Sem dúvidas... se tem alguém capaz de chegar nele desapercebida, esse alguém é ela...- vegeta fala

Eles começam a traçar alguns planos e acertos horas a dentro...

Oct. 25, 2018, 10:45 p.m. 2 Report Embed Follow story
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eren kusteristewkezs eren kusteristewkezs
Estou acompanhando aqui nick
October 26, 2018, 20:42

  • L_Rell NL L_Rell NL
    mt obrigada, to atualizando os capítulos e colocando nos sites já :) breve sai o novo cap October 27, 2018, 03:42
~

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