Estigma - Imagine Jungkook Follow story

melindaclemente Melinda Clemente

“Por fim não pode evitar. Havia passado dos limites, todo aquele sentimento corrupto que o sufocara durante tanto tempo havia extravasado. Sem se quer perceber já tocava no corpo alheio, deslizando a palma de seus dedos sobre aquela pele macia, e, foi naquele momento que Jungkook sabia que não poderia negar-se a mais nada. ” |imagine bts| |imagine jungkook| |drama| |universo alternativo| |amor platônico| |incesto| |imagine sem s/n| Epílogo de "Irmão Carinhoso"


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

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Capitulo Único

N/A: antes de lerem a história quero que saibam que isto é um EPILÓGO da fanfiction “Irmão Carinhoso”, e sendo assim, caso queira entender realmente seu contexto recomendo que leiam a história base desta fanfic, podendo encontra-la no meu perfil.
Caso você já tenha lido a história base (ou queira arriscar a ler mesmo assim) tenho alguns AVISOS IMPORTANTES: está história contem incesto, que da forma como é retratado pode deixar algum de vocês desconfortável tanto pelo seus indícios de abuso. A história retrata fatos soltou e alternativos da fanfic “Irmão Carinhoso” então caso queira uma história suave, não será essa, porém ela é necessária.
Tenham uma boa leitura e caso se interessem por mais saibam que isto faz parte de uma sequência de sete história interligadas de uma saga, me acompanhem para ler mais.

(***)

Havia passado dos limites. Desde que pusera os olhos nela depois de tantos dias sabia que poderia acabar fazendo alguma idiotice. A irmã havia chegado na noite anterior para uma visita, como o de costume – se bem que havia algum tempo que esse costume acabou se perdendo – e Jungkook pensou que talvez fosse por isso, talvez, assim como a irmã, seu pudor deixou de visita-lo menos vezes que o usual e em resultado teve tempo de sobra para que seu pior lado divagasse ainda mais asneiras que o de costume também.

Quando foi vê-la na manhã seguinte e se deu conta que ficaria sozinho com ela devido a viagem previamente planejada dos pais, presumiu como o destino estava lentamente o induzindo a cometer alguma besteira.

Naquela tarde, quando tentavam aproveitar o máximo possível daquele dia ensolarado numa partida de basquete, Jungkook até mesmo pode, por alguns instantes, aproveitar aquele momento como algo genuinamente fraternal, mas ele sentia, em – absolutamente – todas as vezes que a irmã sorria em sua direção, aquela pontada no coração indicando que nutria um sentimento diferente. Então durante o restante daquele jogo o lado depravado da mente do garoto passou a guia-lo novamente.

Enquanto a irmã ia em direção a cesta, ele com o pretexto de bloqueá-la – como também para omitir o fato de que se quer prestava muita atenção ao jogo – posiciona-se junto a sua retaguarda, apoiava uma das mãos em sua cintura e fingindo censurá-la por segurar a bola tempo demais, aproveitava a distração alheia para deslizar levemente seu próprio quadril no traseiro que a contra vontade ficava pressionado contra seu corpo.

Logo após o jogo voltaram para casa. A cabeça do rapaz ainda estava zonza, não pelo seu esforço durante a partida, mas por tentar – e de forma regulamente eficaz – reprimir toda a sua gana em frente a irmã, não contando o fato de como os suspiros cansados da mesma o deixavam totalmente desnorteado, não conseguindo assim, evitar seus malditos pensamentos impróprios.

A viu se jogar no sofá enquanto ele tinha a difícil missão de esconder o quanto ficara excitado durante o jogo e cobrir a frente volumosa de seu short de nylon, felizmente a irmã estava cansada demais para se quer olhar para ele que com muito esforço não se permitiu espiar no momento em que a mais velha checava o quanto havia suado sua camiseta. Tratou de logo subir as escadas, para que assim não pudesse ter a chance de ser pego em algum tipo de deslize, como também para enfim aliviar o incômodo latente dentre suas pernas.

A água morna corria sobre seu corpo quando ele mordia seus lábios, tentando reprimir os gemidos que ansiavam escapar de sua garganta, estava no segundo andar, porém não queria dar oportunidade ao acaso para criar qualquer suspeita de que desejava murmurar o nome da irmã enquanto se masturbava no banheiro.

Algumas horas depois os irmãos estavam novamente juntos na sala de estar assistindo televisão, o rosto pacifico de Jungkook observava a expressão relaxada da irmã que estava vidrada no televisor e era completamente alheia ao olhar felino do irmão que insistia em fazer caricias pretensiosas sob suas pernas. Estavam assistindo um canal esportivo, o jogo narrado na tela era entediante e consequentemente a garota acabou pegando no sono. Não demorou para que Jungkook percebe-se, mil coisas se passaram na mente do rapaz, cenários, formas e cheiros fartos de luxuria, ideias tão depravadas que sua consciência despertou de súbito por alguns instantes e o irmão mais novo logo se afastou da companheira adormecida na tentativa de pôr seus pensamentos em ordem.

Voltou novamente a sala somente momentos depois, carregando consigo um amontoado de cobertores. Decidira – por bem ou por mal – controla-se, tanto pelo bem da pessoa que mais – erroneamente – amava neste mundo como pelo seu resquício de bom senso e decência que permanecia consigo. Esticou a extensão do sofá-cama logo que desligara o televisor, cobriu cuidadosamente sua única companhia na casa com um grosso cobertor, deitou-se ao seu lado, porém obrigando-se a manter – não uma distância segura, pois ainda não conseguia obrigar-se a tanto – distância o suficiente para não ter contato direto com o corpo próximo ao seu.

Todavia, não fora surpresa nenhuma o fato de que não conseguia pregar os olhos! Como ele queria simplesmente fazer desaparecer aqueles sentimentos intrusos e pensamentos depravados que ele se quer sabia como haviam surgido! Desde criança pensava ser completamente normal admira-la, – dizia ser ela a pessoa mais bonita e inteligente que já conhecera – nunca passara sob sua cabeça nutrir algo semelhante nem pelas garotas mais populares ou próximas que declarava seus sentimentos para ele no colegial – situação que Jungkook se quer demostrava o mínimo interesse. Tinha prazer em lhe distribuir abraços e beijos carinhosos, deixava extremante claro que a amava mais que tudo na vida e se mostrava disposto a protege-la de igual forma quando a via em situação inusual. Porém, foi na adolescência que aquele sentimento tão intenso começara a evoluir para algo além; via-se questionando: desde quando a irmã se mostrava tão atraente? Sua silhueta era – em sua concepção – infinitamente mais desejável do que todas as modelos sensuais que seus colegas mostravam em revistas e em sites adultos. Por que se sentia tão possesso quando a via dando atenção a outra pessoa que não fosse a ele? Por que ele sentia aquelas sensações estranhas sempre que estava muito próximo a ela? Jungkook procurou se justificar a sua confusa e culpada consciência – que graças as suas aulas de biologia – convenceu-se ser somente causa de sua puberdade e seus hormônios descontrolados que perverteram seus pensamentos, mas que isso logo passaria, quando amadurecesse o suficiente. Não passou. Na verdade, ficara ainda pior com o tempo e agora lá estava ele a milímetros de distância daquela que infelizmente ainda inundava seus pensamentos impuros. Sem se quer notar, Jungkook já permitia-se ultrapassar aquela invisível barreira que a momentos atrás jurou manter.

Suas mãos passearam delicadamente até a cintura delineada da irmã e como por necessidade logo aproximou suas narinas do pescoço desprotegido pelos cabelos da mulher, deslizando suavemente a ponta do nariz sobre toda a extensão entre a clavícula e sua mandíbula, anestesiando-se pelo aroma quanto pelo contato que ele tanto desejou sentir naquela intima forma.

Porém, um movimento repentino o obrigou se afastar – minimamente – de súbito, olhou para o rosto sonolento, procurando por algum indicio de repreensão ou suspeita, entretanto, a irmã parecia tão indiferente como sempre.

“ – Te acordei?” Sussurrou de forma despretensiosa no ouvido da outra, já tendo como intuito distraí-la sobre o modo invasivo que estava sobre ela. O método dera certo e não houve qualquer indicação de desconforto da parte dela – mesmo quando Jungkook obviamente a acariciava de forma sugestivamente imprópria e com uma sutileza inacreditável explicitamente encaixou seu quadril rente ao traseiro feminino. Sua voz transparecia estar tão calma, tão inocente como igualmente manipulável que a irmã voltara a dormir não fazendo ideia como aquele carinhoso irmão induzia-se a ela.

As mãos de Jungkook que já estavam a acariciar suas coxas logo passaram a passear por toda a extensão superior de suas pernas. O quadril que antes somente deslizava levemente no traseiro recostado a ele, já se esfregava com mais avidez. Com seu braço livre apertava novamente a cintura da garota fazendo com que o quadril da mesma se vinculasse ainda mais contra ao dele. Em poucos instantes o que eram apenas uma insistente fricção passara a ser impulsos firmes, o tecido fino do short de Jungkook acabou por ser extremamente conveniente para o membro rígido que ia quase sem restrição em contato com o corpo junto ao seu. O mais novo suspirava com seu rosto afundado ao vão do pescoço da irmã adormecida, exalando aquela fragrância natural de seu corpo – que mais parecia um afrodisíaco para ele que com intervalos cada vez menores sentia seu membro pulsar em antecedência ao clímax.

Em certo momento, não pode privasse pelo desejo de mais contato, uma de suas mãos que pousava quase que disciplinadamente abaixo daquele seio firme, deslizou até o vão interior da coxa da mulher, o rapaz que como um de seus desejos reprimidos ansiava ao menos tocar na intimidade da mulher mais velha e assim deslizou seus dedos até o centro feminino. Seus olhos giraram em deleite ao sentir o prazer daquele contato que somente desta última vez, somente esta, Jungkook assegurou a si mesmo firmemente, em não mais permitisse a aderir aquele estigma. Pressionou seu membro com mais avidez naquele volume altivo de carne, seus quadris rebolavam com tanto vigor que seu corpo estava cheio de adrenalina por imaginar a possibilidade de um possível flagra e isso por alguma razão o fazia impulsionar com ainda mais afinco.

Já não conseguia conter os gemidos roucos que escapavam de seus lábios entre abertos, Jungkook já sentia o pré-gozo entrar em contato com suas roupas, foi quando sentiu sobre seus dedos intrusos uma leve umidade por conta das prováveis caricias constantes que fazia a mais velha, soltou um baixo ronronar ao sentir aquele fluido sobre seus dedos quando de súbito ouviu aquele baixo suspiro dos lábios que tanto desejava que finalmente chegou ao êxtase.

Sentiu o tremor de suas pernas junto com o pressionar involuntário de suas nádegas e temeu que seu gemido fosse ouvido por mais alguém. Se deixou cair ao lado da irmã que dormia profundamente, totalmente abstraída do que acabara de acontecer. Passou alguns segundos enquanto Jungkook se ocupasse a somente encarar o teto, pensando sobre o que prometera, sentindo-se – depois de um bom tempo – claramente lúcido. Virou-se de lado, depositando um beijo casto na irmã adormecida.

Depois de tamanho pecado, renunciaria tal estigma e enfim se forçaria de fato a ter a suposta relação fraternal que originalmente deveria a ela nutrir.

(***)

N/A: espero que tenham entendido o intuito da história, sendo que não a escrevi com a intenção dela ser genericamente romântica, mas deixei a narrativa ampla para que possam imaginar o que acharem conveniente, alias, por favor, após ler está sequência o que acharam da história? Para os leitores novos, o que pensam da irmã?

Me acompanhem para ver qual será a próxima história da sequência. Espero vê-los novamente.

~ MelindaClemente  

Sept. 16, 2018, 6:06 p.m. 4 Report Embed 3
The End

Meet the author

Melinda Clemente | multifandom| |pt / eng| "escrevendo coisas aleatórias, mas tentando fazer o melhor possível mesmo que seja perda de tempo." /+/ twitter ; wattpad ; spiritfanfics ; picsart

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sk sawa ko
eu to perplexa com sua forma de escrever... estou arrepiada. é tão errado admirar esse desejo, mas é ao mesmo tempo tão genuíno. De qualquer forma, é meio assustador. Eu amei o texto!
April 10, 2019, 9:10 p.m.
Isabelle Cristina Isabelle Cristina
oiii
Feb. 9, 2019, 11:12 a.m.

  • Melinda Clemente Melinda Clemente
    oi, fico feliz que tenha lido a fanfic, fique a vontade para ler mais historias da saga que estou publicando :) Feb. 9, 2019, 11:18 a.m.
Isabelle Cristina Isabelle Cristina
Feb. 9, 2019, 11:11 a.m.
~