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Contos de Arcádia - Livro 1 - A aberração e o Ninguém Follow story

ronnan Ronnan

Os aplausos diminuem a medida que o bardo realiza movimentos com os braços, indicando para que seu público acalme-se. Quando os bêbados param de rir, o músico começou a falar. — A história por trás desta próxima canção é tão antiga quanto a criação de Vallen e os feitos heroicos de Mikhail... O bardo pigarreou, a plateia fez silencio total. O dedilhado do bardo em seu alaúde preencheu o ambiente e então, ele cantou. "Uma menina me ensinou... Quase tudo que eu s—" O instrumento se incendiou, diante dos olhos de todos que estavam ali. O músico se jogou para trás, gritando de surpresa e se arrastando para longe do alaúde. Todos na taverna ficaram de pé, alguns sacaram suas armas. Outros, apenas estavam tentando achar uma explicação para aquilo. Um pequeno saco de moedas voa no colo do bardo. A plateia acompanhou com o olhar a trajetória do saquinho. O que todos viram foi a porta da taverna se fechar. Os mais ousados saíram para fora a procura de alguém. Porém, não encontraram ninguém lá.


Fantasy Medieval Not for children under 13.

#romance #drama #medieval #aventura #universo-alternativo #332 #328 #ação
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A GUERREIRA E SEU ESCUDEIRO

📷 

— Ozires? Ozires!

Alguém chacoalha Ozires que, antes, estava atordoado e caído em meio a grama. Ele se levanta e leva a mão a uma das orelhas, sentindo algo viscoso, decidindo não olhar. O jovem olha fixamente para a pessoa que o segura. 

— Quem é você? O quê... 

O mundo começa a girar e ele sente as pernas fraquejarem. A pessoa o segura.

— Está tudo bem — Ozires escutou a voz abafada, como se ele estivesse debaixo d’água. — Vamos sair daqui.

— Não... Espere...

— Ozires, olha para mim.

Ela o segura deixando o rosto do jovem a alguns centímetros do dela. Só então Ozires percebe que é uma mulher.

— Quem é você? O quê sou eu?

— Ozires, você...?

O jovem desmaia.


***


Ozires acorda no meio da noite. Ele se senta e olha para frente. Na entrada, a mulher permaneceu sentada, abraçada ao que parecia ser uma espada. Só agora ele nota que está em uma espécie de cabana improvisada que foi escorada em uma grande árvore.

— Quem é você? — ele pergunta.

A mulher suspira espantada e olha para trás. Quando o olhar dela encontra o dele, a mulher deita a arma no chão e engatinha até Ozires.

— Você salvou minha vida... — ela diz, abraçando fortemente o jovem — obrigada…

Relutante, Ozires retribui o abraço.

— O que está acontecendo? Por que você parece tão estranha e familiar?

A mulher desfaz o abraço.

— Meu nome é Valavë. Você não se lembra de nada?

Ozires faz uma careta, num esforço para se lembrar de algo. No fim, ele deixa os ombros caírem e balança a cabeça.

— De nada até acordar com você me balançando.

Valavë senta-se de costas para a árvore.

— Você é... Meu escudeiro, Ozi. Fomos atacados por humanos hoje de manhã.

— Humanos...?

Vários flashes começam a passar pela mente do jovem. Humanos, Elfos, Anões, Ogros, Dragões e muitas outras criaturas. Ozires nota as orelhas pontudas de Valavë. Mais do que isso, os olhos prateados, o cabelo branco e liso, pele pálida e rosto pontudo.

Ela é uma elfa.

Ele leva a mão às suas orelhas e sente o formato pontudo delas. Logo, ele também é um elfo.

— Entendi. Eu acabei de lembrar das outras raças...

— Que bom. Você era esquecido mas nem tanto.

— O que aconteceu hoje de manhã, Valavë?

— Essa história pode ficar para outro dia — a elfa pousa a mão na cabeça do escudeiro acariciando levemente. — Você precisa descansar.

Ozires percebe que realmente está cansado, porém a vontade de acabar com as dúvidas eram maiores do que o cansaço.

— Antes, me diga uma coisa — Valavë senta em posição de lótus de frente para o garoto. — Como eu salvei sua vida? Quantos sobreviveram?

— Tivemos uma luta muito intensa. Eles atacaram de repente. Eu fui... Uma das sentinelas da cidade. Era esse meu cargo e você foi meu escudeiro. Lutamos lado a lado contra vários inimigos. Porém, não foi o bastante. Quando... Você aparentemente percebeu que não iríamos conseguir. Então, teletransportou a gente para longe.

— Eu sei usar magia!? — o jovem diz espantado olhando as próprias mãos. Então, uma pergunta se formou em sua mente: "O que é magia, exatamente?"

A guerreira faz uma de suas pausas analisando Ozires. Era muito estranho ele não se lembra de absolutamente nada.

— Sim, foram seus pais que lhe ensinaram. Mas você nunca foi bom. Por isso, se tornou meu aprendiz.

— Ah… — o jovem diz meio decepcionado.

— Quanto aos sobreviventes, não sei ao certo.

Ozires passa a refletir por um tempo. Enfim, ele dá de ombros e deita. A elfa vira-se e apanha sua arma.

— O que é um escudeiro?

— Amanhã, Ozires — Valavë fala num tom ríspido. Isso deixou evidente que ela tinha autoridade sobre ele.

— Por que você não vai dormir?

— Deixa de ser criança.

— Tudo bem.


***


Algumas horas se passam desde que Ozires adormeceu. Valavë permaneceu o tempo todo sentada sobre os calcanhares, com sua espada repousada a sua frente. Ela aparenta estar dormindo ou até mesmo rezando. Mas todos os sentidos da guerreira estão afiados. A guerreira escuta o movimento das árvores, a correnteza calma de um rio, pássaros despertando alguns minutos antes do amanhecer, o cheiro de algum animal e de suas fezes. Este último tirou a concentração dela.

Valavë levanta, pega a espada e caminha em direção a um rio que está há uma breve caminhada de distância. Ela agacha em sua margem e retira da cintura, embaixo de sua vestimenta, um recipiente em formato de copo, feito de bambu. Ela o enche e bebe a água do rio. 

Só uma criatura com os sentidos tão apurados quanto aos de um elfo teria escutado o som produzido por algo se arrastando pela grama. E só um guerreiro bem treinado iria reprimir os instintos de se virar em direção ao som. Valavë era mais do que os dois.

A elfa enche seu copo, tampa e o amarra novamente na cintura. Em seguida, começa a lavar o rosto. Dessa vez ela escuta leves estalos e o conhecido som de uma corda sendo tensionada.

"São pelo menos três" A guerreira conclui.

Num único movimento, Valavë agacha, apanha sua arma, e desvia-se da flecha que passa a centímetros de sua nuca, entre seus cabelos. Ela se levanta, girando e correndo em zigue-zague, desviando de novas flechas enquanto aparentou dançar. A elfa corre para atrás de uma árvore, protegendo-se do arqueiro e ficando de frente para um novo agressor.

O inimigo encapuzado vinha correndo empunhando dois sabres. Antes que o agressor pudesse realizar o primeiro ataque, Valavë desfere um golpe lateral, tão rápido que pega seu inimigo de surpresa. Ele utiliza as duas lâminas para se defender, exatamente o que a guerreira queria. Sua arma, que a elfa chama de Isil, ainda era desconhecida por outras pessoas. Descrevendo de forma simples, a lâmina começa reta nos primeiros cinco centímetros e toma o formato de um grande anzol logo em seguida. Tal forma era ideal para "fisgar" as armas da mão dos inimigos. O agressor fica surpreso com a velocidade que tudo aconteceu. Num instante, ele tinha suas armas em mão. No outro, a arma de formato estranho passa deslizando pelo seu pescoço.

Após decapitar a primeiro inimigo, Valavë fica de frente para o segundo enquanto o terceiro vinha pelas suas costas.

O inimigo da frente veio correndo, girando uma espécie de lança. Ele desfere uma sequência de estocadas veloz seguida de golpes laterais pela esquerda e direita. A guerreira rebate cada golpe, girando sua arma pelo corpo, alternando entre os dois atacantes e desferindo golpes em formato de arco.

Arma e guerreira pareciam uma só.

Enquanto a elfa gira seu corpo, ela desvia dos golpes de espada do inimigo que tenta atingi-la pelas costas. Quase que em sincronia, os dois inimigos se afastam dela e param de atacar. Analisando-a ofegantes.

Valavë não aparenta cansaço. Ela respira regularmente e observa seus oponentes, com um sorriso no rosto.

— Aberração... — um dos encapuzados diz.

O sorriso da guerreira se desfaz em fúria. Ela corre na direção dele e realiza um golpe de sua lâmina com um salto, de cima para baixo. O agressor que empunha a lança da alguns passos para o lado saindo da trajetória da espada.

Valavë já havia previsto que seu inimigo iria desviar desse ataque. Ela pousa sobre a perna esquerda flexionada e gira o corpo com a perna direita estendida. Emendando o ataque que vinha de cima em um golpe lateral no inimigo que veio por trás. A Isil cortou lateralmente a barriga do guerreiro de trás que caiu num grito engasgado. 

O guerreiro da lança hesita por alguns segundos. Um erro fatal. Valavë levanta-se e desfere uma sequência de golpes de cima para baixo girando sua lâmina da direita para esquerda de seu corpo. O homem encapuzado rebate cada golpe soltando arfadas pesadas deixando evidente seu pânico. Em um momento de vacilo, a lâmina da elfa corta os dedos que segura a lança. O guerreiro larga a arma e ergue o braço num sinal de rendição.

Antes que ele pudesse pronunciar qualquer coisa, a lâmina de Valavë desce sobre a cabeça dele, rachando seu crânio.

Ela retira a espada da cabeça de seu inimigo e a limpa. Permitindo relaxar um pouco. Em meio ao silêncio, a elfa escuta alguém correndo. Ela olha em direção a cabana e vê mais um encapuzado se aproximando.

— Ozires...! 

Ela começa a correr, mas logo percebe que não iria dar tempo. A elfa para e concentra-se no inimigo. Linhas brilhantes surgem de suas mãos e vão até os olhos. Era possível notar o mesmo brilho vindo por de baixo de sua roupa. Num instante, Valavë surge de frente para o inimigo.

Antes que o encapuzado pudesse pensar em algo, a elfa o segura pelo pescoço erguendo ele do chão com apenas uma mão. Ele segura o braço de Valavë e começa se debater tentando gritar e se soltar.

“ABERRAÇÃO!!!”, as vozes ecoaram em sua mente.

A pressão no pescoço do guerreiro aumenta e ele para de lutar. Por fim, um estalo, que pode ser ouvido por quem estivesse próximo o suficiente, anunciou a morte dele. A elfa pousa o corpo do guerreiro no chão e senta-se, ofegante, segurando sua mão.

Aberração...

Valavë sabia, mas queria ter certeza de quem era seus agressores. Ela retira o capuz do cadáver e vê às orelhas pontudas e o rosto da elfa que ela acabou de matar. Todos os inimigos eram menores do que a guerreira, magros, rápidos e ágeis, porém, não o suficiente.

Todos eram elfos.

— Ainda é cedo... — ela sussurra satisfeita em ver que não acordou o garoto na cabana.


***


Os primeiros raios de sol começaram a surgir e a iluminar o bosque. Ozires desperta olhando os arredores ainda meio confuso. Ele se senta e vê a elfa encostada na árvore, aparentemente dormindo.

— Valavë...?

A elfa abre os olhos e vira a cabeça em direção ao jovem. Ela sorri levemente.

— Pode me chamar de "Val", se quiser.

— Certo... Val, o que faremos agora?

Ozires sentia-se sem rumo. Completamente a mercê da guerreira. Mas isso não era ruim. De alguma forma é bom estar ao lado dela.

— Eu tenho um plano. Vamos, temos que ir andando.

— Para onde?

Valavë não responde. Assim que Ozires sai da cabana, ela derruba os galhos e os espalha pelo chão. Em seguida, começa a andar e Ozires a segue.

— Toma... — a guerreira empurra sua espada para o jovem. — Você queria saber o que é ser um escudeiro? Vamos ver se você se lembra.

Ozires para de andar e segura arma percebendo o quanto ela é grande e pesada. Era quase um palmo maior do que ele. O escudeiro olha para a elfa e percebe o quão alta ela é. Pelo menos, vinte centímetros maior.

"Ou será que eu sou pequeno?" O garoto refletiu consigo mesmo.

— Algum problema? — ela pergunta.

— Não, eu só estou com cede — a elfa apanha o copo de sua Cintura e retira a tampa, oferecendo para o jovem. — Você tem um plano? — ele diz bebendo a água.

— Sim...

— Para onde estamos indo?

— Não sei...

— Sabe onde estamos?

— Oz, se continuar perguntando, eu faço você carregar umas pedras!

Eles caminham em silêncio por vários metros.

— Sabe de uma coisa, Val — ele espera até que ela olhe para ele para ter total atenção. O que não acontece. — Eu não lembro como é meu rosto.

Isso fez Valavë parar de andar. Ela olha para Ozires e ele olha para ela.

— O que foi? — ele diz.

— Tem... um rio a nossa esquerda. Passamos lá daqui a pouco e você vê seu reflexo nele. Pode ser?

— Pode...

Eles continuam a andar. Quanto mais tempo demorasse para ir até o rio, mais tempo Valavë teria para falar sobre Ozires quando ele fosse ver seu próprio reflexo.

Sept. 13, 2018, 12:34 a.m. 12 Report Embed 3
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Spooky boogie Spooky boogie
Aaaaaah vc sabe. eu não quero dar SPOILERS..... Ozires tem poderes curativos que a Valavë usa para buffar ela para que ela fique fodona e possa chutar a bunda de todo mundo. Porra, mas a Val agiu como se fosse a mãe de Ozires. só que antes disso, ela tentou seduzir ele. É por isso que eu estou confusa >_< Acho que vai ser aquelas histórias que o carinha descobre que foi sequestrado e vai ter que decidir entre a malvadona legal ou a familha dele. Mas, tem uma coisa. Vc disse que a idade do Ozires seria contada no final... Só depois de 20 capitulos?? :O
Oct. 6, 2018, 10:34 a.m.

  • Ronnan Ronnan
    Kkkkkkkk. E se na verdade, ela é uma heroína que sequestrou o filho de um cara malvadão e está fugindo com ele para impedir que o pai use esses poderes para o mal? Mas não, não é nem um dos dois. Você esqueceu de uma peça do quebra cabeça. Respondendo sobre a idade de Ozires, não terá mais 20 cap. Serão apenas 5... Irei fazer uma mudança radical, mas vai ficar legal. Da próxima, pergunte no meu blog. Aqui já tem diálogos de mais. Oct. 6, 2018, 4:30 p.m.
Spooky boogie Spooky boogie
Vc não tem nem um desenho ou imagem do Ozires só para eu ver como ele é?
Oct. 5, 2018, 9:42 a.m.

  • Ronnan Ronnan
    Oi, que bom que você reconheceu a capa. Eu sou fã de Log Horizon. ;) Será que ela realmente o sequestrou? Pq ela faria isso? Era isso que eu queria que vocês se perguntassem. Assim, vocês ficam com um pé atrás e ao mesmo tempo um a frente para gostar do personagem. O que te leva a pensar que ela o sequestrou? A idade do Ozires, só no último capítulo. E você ainda vai ter que fazer umas continhas para descobrir quantos anos ele tem Já a imagem, eu não tive a grana para pagar a desenhista. Mas eu tenho uma imagem que se assemelha a ele. Irei postar no blog depois. Oct. 5, 2018, 6:57 p.m.
  • Ronnan Ronnan
    Oi, que bom que você reconheceu a capa. Eu sou fã de Log Horizon. ;) Será que ela realmente o sequestrou? Pq ela faria isso? Era isso que eu queria que vocês se perguntassem. Assim, vocês ficam com um pé atrás e ao mesmo tempo um a frente para gostar do personagem. O que te leva a pensar que ela o sequestrou? A idade do Ozires, só no último capítulo. E você ainda vai ter que fazer umas continhas para descobrir quantos anos ele tem Já a imagem, eu não tive a grana para pagar a desenhista. Mas eu tenho uma imagem que se assemelha a ele. Irei postar no blog depois. Oct. 5, 2018, 6:57 p.m.
Spooky boogie Spooky boogie
Olá. primeiramente, eu vim aqui mais por causa da capa do Log Horizon. Eu achei que era uma fanfic do universo dele. Mas não fiquei triste por causa disso, pelo contrário. Primeiro capitulo eu pensei: Ok, a elfa esta mentindo para o carinha por que ela precisa dele para alguma coisa. Agora que eu li 3 capitulos, estou dividida em "Certeza que ela sequestrou ele" e "Que merda que esta acontecendo?" Val é muito legal mas parece estar sempre mentindo. Ela disse que foram atacados por humanos. Daí, tem elfos perceguindo eles... Fora o sonho do Ozires. Ozires é muito inocente, pqp, qual a idade dele? Achei muito foda como você descreveu a luta da elfa com os outros elfos. Deu para imaginar certinho
Oct. 5, 2018, 9:39 a.m.
Alice Alamo Alice Alamo
Olá, eu sou a Alice e venho pelo sistema de Verificação do Inkspired. Sua história foi colocada "Em Revisão" pelos seguintes apontamentos: 1) Falta acentuação na sinopse; 2) Há mudança de tempo verbal ao longo do texto. A narrativa começa senso narrada com verbos no presente e logo mais troca para verbos no passado; a condução do texto precisa ser feita apenas por um tempo verbal, tendo o autor que escolher entre eles. 3) Há uso equivocado de vírgulas, principalmente após o "mas", a construção "mas, nem tanto", por exemplo, deveria ser ", mas nem tanto" (isso ocorre em outros trechos também). 4) Uso de hífen no lugar de travessão. 5) Erros em algumas falas, como no caso de "Sabe de uma coisa Val.", que deveria ser "Sabe de uma coisa, Val?". Para que a história seja posta como"Verificada", é preciso que a história seja revisado pelo autor e que esses apontamentos sejam verificados. Atenciosamente, Alice Alamo
Sept. 15, 2018, 8:15 p.m.

  • Ronnan Ronnan
    Humm, esse negocio de "Mas," eu não tinha percebido. Quando você ressaltou, deixou claro que estava colocado de forma beeeem errada. E olha que eu fiz isso umas 15 vezes! Eu corrigi algumas falas e acho que também corrigi o tempo verbal (o meu ponto mais fraco). Agradeço muito pela agilidade. MAS como eu não tenho mais tempo para mecher no texto. Irei reve-lo amanhã, junto com os outros. Se você quiser, pode revisar o cpítulo 1 novamente amanhã. Sept. 15, 2018, 8:44 p.m.
  • Alice Alamo Alice Alamo
    Olá, a história ainda contém alguns erros. 1) "Ozires despertar no meio da noite". 2) "abraçada a o que" 3) Continua com erro de tempo verbal na terceira parte do texto: "horas se passaram" "Valavë estava sentada" "ela aparentava" "guerreira estava" dentro outros a diante. Quando esses apontamentos forem corrigidos, basta responder esse comentário. Atenciosamente, Alice, Sistema de Verificação do Inkspired Sept. 17, 2018, 8:29 p.m.
  • Ronnan Ronnan
    Alice, acho que agora está tudo certo. Eu li, li novamente, quebrei a cabeça e estudei. PS.: Dê uma passadinha rápida no cap 3 do blog da história ;) Sept. 19, 2018, 8:01 a.m.
  • Alice Alamo Alice Alamo
    Boa tarde, Ronnan. Ainda há erros de tempo verbal na história como "não precisou" e outros. Aconselho ao autor revisar com calma, não há pressa para corrigir, ok? Atenciosamente, Sistema de Verificação do Inkspired. Sept. 22, 2018, 12:24 p.m.
Ronnan Ronnan
Publicarei imagens no blog logo a baixo
Sept. 12, 2018, 7:54 p.m.
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