Indictee Follow story

nguyen Jinro '

Ainda que Hyungwon houvesse admitido culpa pelo crime de Shownu, ele continuaria a ditar seu amor da mesma forma; perpetuamente. ❛ hyungnu, showki ~ pwp ~ prison!au❜


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#gay #sad #lemon #showki #porn #pwp #boyxboy #yaoi #prison #hyungwon #shownu #hyungnu #kinu #monstax #monsta-x #mx
Short tale
0
4801 VIEWS
Completed
reading time
AA Share

;perpetual

Eu estava ansioso por sua chegada, que, com certeza deixaria-me embriagado, embargado e doente por espera.

Há semanas, havia ligado, pedindo por uma visita privativa, e logo que aceita, arranhei os dias passageiros, com as sujas unhas, sobre as paredes da cela de prisão.

Preparei-me o quanto pude, mas o rosto continuava suado, o corpo imundo, e os cabelos desgrenhados. Entretanto, eu sabia que ele não se importaria com nada disso, desde que estivéssemos juntos — mesmo sem os colchões dos beliches, estaríamos bem, 6.

— Hyungwon. — Ouvi meu nome ser chamado, onde meu peito se comprimiu, enquanto os lábios secaram, dilatando as pupilas.

Era ele.

— S-Shownie… — estremeci, virando apenas o rosto, para mirar o lado de fora da cela, apertando os dedos nas grades. — Você demorou! — Os policiais abriram a portinhola, permitindo-o entrar naquela jaula.

— Senti sua falta. — Suas mãos firmes alcançaram meus ombros rapidamente, relaxando-me. Toquei seus dedos, sentindo-o recostar o nariz em minha nuca. — Você continua tão impecável.

— Não me faça rir, — os lábios cheinhos roçaram em meu pescoço despudoradamente, fazendo os guardas apressarem-se em sair do corredor reservado para nosso encontro privativo. — Continua gastando tanto comigo… Quanto fora dessa vez, só para que viesse aqui? — Joguei o corpo na parede, puxando sua gravata bem gomada para perto, aproximando seu semblante do meu.

— Um pequeno preço a se pagar para te ter novamente — Suspirou, enquanto eu tratava de arrancar sua camisa social, depressa. — Só de sentir seu cheiro, compensa toda aquela grana. — Fincou os dentes em minha clavícula, sentindo minha reação abaixo de si.

— E como andam os negócios? — Gemi com a garganta sendo segurada por seus firmes dígitos.

— O governo continua me perseguindo… — bradou irritadiço, puxando violentamente o velcro de minha roupa alaranjada de presidiário, deixando à mostra meu tronco nu.

— Não é para menos, já que tive um trabalho imenso ao tirar as manchas de sangue do chão da sala daquele militar. — Prensou-me na parede com seu peitoral, enquanto Hyunwoo contornava seu nariz em meus ombros, arrepiando-me com a respiração ofegante, perante a excitação. — Hhng, faça menos bagunça Shownie…! — Virou-me com brutalidade, encostando em minhas coxas sua ereção desperta.

— Chae… — Manhou — Você me deixa excitado, droga! Vamos logo com isso. — Ajoelhei-me à sua frente, desafivelando seu cinto. — Mas, como você está? — Apoiei as mãos em suas pernas bem desenhadas, alvoroçado para libertá--lo das roupas íntimas.

— Com saudades! Isso aqui é um inferno; eles ficam me observando, querendo me tocar… E eu… Só quero você! — Abocanhei seu membro raspando a língua pela extensão, observando-o jogar o pescoço para trás de prazer. — Quando é que vai conseguir me tirar daqui!? — Levantei os olhos para si.

— Estou fazendo meu melhor… — concluiu.

E então, nossas bocas encontravam-se ocupadas demais para falar.

Com o toque delicado, Shownu emaranhou os dígitos em meus fios quase loiros, bagunçando-os ao puxá-los, ditando meus movimentos indiretamente. Foquei toda minha atenção em sua extensão, que cobria todo o espaço entre minhas bochechas, puxando meu fôlego. Pousei a canhota na base do membro, pressionando levemente com a ponta dos dedos, estagnando o músculo da língua sobre a glânde; já prevendo o que aconteceria dali em diante.

Ele iria ficar ansioso.

Nervoso.

Sedento por mais.

Ainda em meu tempo lento de fazer as coisas, ordenhei os dedos pelo pênis que insistia em crescer, mesmo coberto por minha garganta. Os sons poderiam ser censurados, assim como a cena do moreno levantando o pescoço, salivando pelo tesão que eu estava proporcionando-o. Ele poderia até ficar contendo-se, mas estava disposto a fazê-lo perder o controle, como de costumeiro, durante nossas transas.

Meu Hyunwonnie perdeu a paciência comigo.

Cansou-se de minhas pequenas chupadas em suas bolas, ou as lambidas sensuais ao redor de sua ereção. Ele queria que o mantivesse dentro de minha boca, tratando então, de empurrar minha cabeça contra seu membro. O engoli inteiro, sentindo a garganta ser invadida brutalmente, e os ouvidos extasiarem com seus gemidos loucos.

— Sua boquinha é a melhor. — Corei ao ouvi-lo.

Comecei a dar ainda mais o melhor de mim, inclinando-me para uma sucção que ele jamais esqueceria. Terminando de abaixar suas calças, solucei ao sentir o gosto de seu gozo escorrer pelo meu esôfago a dentro, queimando durante o trajeto. Observei-o de baixo, olhando-o nos orbes enquanto passava a língua para limpar o restinho de orgasmo que havia escapado.

Fiz questão de arranhar suas coxas enquanto me levantava vagarosamente, mordendo seu quadril no caminho. Contorceu o corpo para frente, puxando meu braço para que o colocasse em volta de seu pescoço, o mais ágil o possível. Estranhamente ele parecia apressado com seus movimentos.

Usando a parede gélida da cela como apoio, prendi as pernas em sua cintura, sendo segurado com força, logo abaixo da bunda. Correu-me um arrepio de frio e ansiedade, quando o Son decidiu passar a língua em minha nuca, ao pousar a testa em seu ombro. Ele se sentia excitado, e para que pudesse cooperar com seu estado, toquei-lhe o ventre, iniciando uma masturbação pequena e morosa.

— Por quê está correndo se temos tempo? — Resmunguei, tensionando o torso magro para frente, soltando uma lufada de ar, quando seu indicador invadiu meu reto.

— Continua apertado, — sorriu sacana. — aguardou tanto assim por mim?

Gemi com seus movimentos bruscos com os dedos dentro de meu ânus, fazendo-me contorcer o corpo. Fazia um longo período de tempo que não transava, nem brincava comigo mesmo, então, minhas dimensões poderiam muito bem terem voltado ao normal.

— Eu sou alguém fieeeeel... Hung.— Penetrou o segundo dedo em meu interior.

Voltei a segurar seu pênis enquanto Hyunwoo ainda movimentava os dígitos, me empurrando para frente minimamente. Se ele podia se divertir, por que eu não? Puxei devagar sua extensão, vendo-o soltar lufadas de ar pela boca, que ousei cobrir com meus lábios, abafando seus espasmos.

Com um beijo molhado, demorado e desejado, puxei seus fios negros da nuca, sem deixar de estimulá-lo com a destra. Ele palpitava em minha mão, latejando de tão rígido. Eu só conseguia rir de sua situação, abrindo e fechando a boca, interrompendo nossa troca de saliva.

— Hmn, me parece que você quer atenção, Shownie-Ah... — Provoquei o moreno, que como resposta, juntou todos os dedos da canhota para estocá-los em mim. — T-tenha cuidado comigo! — Marejei os olhos, surpreso pela invasão.

— Você precisa estar preparado para mim, achei que já soubesse. — Raspou a língua nos lábios, fitando-me como uma presa.

Quicando sobre seus dedos, apertei mais as pernas em sua cintura, impulsionando a espinha para frente, onde ele aproveitou para abusar de meus mamilos. Com os botões já duros de excitação, soltei seu membro, tremendo com tanto estímulo vindo do mais velho. Era maravilhoso, vê-lo se dedicando tanto a mim.

— Vai logo! Não quero mais esperar... — Puxei seu lábio numa mordida, desejado.

— Huh, você quem manda, Chae.

Sem me soltar, cambaleamos até a cama sem colchão, sobre o concreto da cela, onde ele sentou-se, me repousando sobre seu colo rígido, aprumando o membro sobre minha entrada. Virei-me para a grade, agarrando-a sem força, sentindo-o penetrar. Ao me ver juntando as pernas, Hyunwoo fungou meu pescoço, soltando palavras firmes sobre meu ouvido.

— Mova-se.

Acatando a ordem, rebolei sobre seu membro, sentindo todo o ventre queimar por dentro. Abri a boca, sendo segurado no quadril com suas mãos quentes. Somente com um toque, ele me machucava, apertando, arranhando e marcando minha pele, mostrando propriedade. Eu ainda me mexia sobre sua virilha, sem ao menos ter tempo para que acostumasse consigo em minha bunda.

Subi e desci, agora, com as mãos apoiadas no chão, deixando-o ter a visão de minhas costas alvas, e meu esforço para satisfazê-lo. Sem velocidade alguma, torturava meu amor despudoradamente, tocando seus testículos volumosos, acariciando a região para ditar prazer a si. Desceu, de meu quadril, para meu membro, apertando-o para que me sentisse ainda mais fraco e subordinado. Deitei a cabeça sobre seu ombro, vendo-o massagear os meus, e distribuir beijinhos por minha pele.

Devotado de amor, gemi, embriagado consigo.

Assim como meu corpo, minha alma sentia sua falta, e ser coberto por sua presença daquela forma, fazia não só minha boca salivar, como compensava o crime que havia cometido em seu nome. Seus arranhões se tornariam pequenos hematomas mais tarde, que me deixariam fantasiando por semanas; sentiria sua luxúria me invadir, como seu êxtase estava fazendo.

Eu me sentia envolvido, amado, e apaixonado por ele.

Ajudá-lo com seus serviços não deveria me mandar para a cadeia, não se o tivesse feito por amor.

A lei estava errada.

Sua mordida sob meu pescoço, marcado por um pequeno chupão, deveria ser vista como a evidência de que nos amávamos. E a morte daqueles policiais também. Eles estavam indo fundo demais, procurando coisas demais, e estavam deixando meu Hyunwoonie estressado, por este motivo, atendi seu pedido.

A parte mais trabalhosa de tudo, havia sido limpar a sujeira que os corpos sem vidaa deixaram. Mas eu já estava me acostumando a limpar essas sujeiras. Toda a bagunça que estávamos fazendo naquele momento, teria de ser limpa por mim também.

— Hyunn... — comecei, arfando ao sentir desconforto pela nossa posição.

— Vire-se, — disse para mim. — quero te ver por inteiro.

Ele me empurrou minimamente para frente, para que apoiasse as mãos no chão de volta, junto dos cotovelos e joelhos. Empinando a cintura para cima, espasmos me recorreram quando suas mãos separaram minhas pernas, abrindo minhas nádegas com os polegares grossos.

— Isso é constrangedor! — Escondi o rosto dentre os braços, sendo invadido com violência.

Agora, com ele ditando o nosso ritmo, meus gemidos começaram a tornarem-se mais agudos e frequentes, junto ao som de nossas peles chocando fervorosamente. Decidindo me tocar à mesma velocidade em que Shownu me fodia, passei a destra por de baixo do corpo, tocando-me. Agitado e dolorido, meu pênis doía pela falta de atenção que estava dando a ele.

De quatro, ele puxava meus cabelos para cima, em sua direção. Apoiando-se em minhas costas fracas e trêmulas, firmemente estocava, dando tapas em minha bunda. Os dígitos ficariam expostos em vergões vermelhos em minha pele, mas, eu não me importava. Fazia questão de sentir tudo o que ele proporcionaria a mim.

Rouco, prensou meus ombros, atingindo minha próstata.

Estremecendo, encostei o peitoral no chão, em busca de todo apoio que conseguisse. Pude sentir sua textura inteira me atravessar rigorosamente, buscando o choque intenso com o canal que me faria mais prazer, gemendo mais alto e pedindo por mais contato. Sem controle, tremia, ansioso pela próxima estocada, quando retirava-se de meu reto. Saindo por inteiro, para entrar de novo, travava, com seu membro, elasticidade às minhas paredes anais, que contraíam para recebe-lo.

Já despejando um pouco de seu líquido em meu ventre, virou-me de costas para o chão, tendo a visão safada do meu encolher sobre a sujeira, com os arrepios do frio que estava sentindo. Suado, com os fios da nuca colando na pele, Hyunwoo me puxou, debruçando seu peso sobre mim, retirando meu ar com um beijo.

Necessitado, pedi que voltasse a estocar, passando os braços por sua nuca, e os pés por suas costas. Envergado, arqueou as costas, comigo arranhando sua barriga, e me esforçando para termos um contato mais rápido, com os meus dedos, ajudei-o a entrar, empurrando seu pênis dentro.

Vendo-me, gemeu, quase que desesperado.

Além de grande, ele sabia como enlouquecer alguém na cama. Contudo, eu sabia como enlouquece-lo.

Colei nossos lábios, sugando sua boca com vontade, misturando o gosto de sua porra com nossas salivas. Ele era delicioso.

— Eu sou bom?

— Melhor do que qualquer um. — Terminou, tomando conta da minha masturbação e fazendo-a por si só.

Cuspiu nas mãos, deslizando-as até meu membro, enquanto eu dava conta de continuar com nosso ritmo. Apertou-me, pressionando as bolas, seguindo o caminho até onde nossos órgãos se encontravam, brincando com o dígito em minha entrada, ameaçando juntá-lo com seu pênis.

Sendo mais que o suficiente, ele pingava suor sobre mim, usando as mãos com maestria, para me fazer gozar. Tremendo, sorri, olhando para seus orbes negros, e seus braços fortes, e como os movimentava para me satisfazer.

— Eu amo... — Antes que terminasse, ele se desfez em meu interior, queimando meu canal com o líquido, sem sair de dentro de mim.

Com a respiração alta, me soltou sobre o chão, suspirando alto.

Levantei-me, buscando o apego de seu peito, com as pernas jogadas, e o reto ainda expelindo seu amor.

— Você... — continuei, murmurando baixo, olhando-o catar suas roupas do chão.

Ainda duro, vestiu as calças, onde engatinhei para encontrar a roupa de presidiário, observando-o engomar-se com seu terno, tendo inúmeros problemas para colocar a gravata de volta. Ri nasal, dando o nó que Hyunwoo não sabia como aprumar, sorrindo para si.

— Nunca vai apreender como pôr isso?

— Bem, eu tenho você para me ajudar. — Concluiu, me dando um selo nas bochechas, junto à um tapa na bunda.

Bateu uma moeda nas grades da cela, anunciando que já havíamos terminado.

— Quando você volta? — Questionei, com um bico nos lábios.

— Acho que irá demorar um pouco, Hyungwoonie. — Roeu a boca. — Custa caro estas visitas.

— Mas... Você irá voltar, mesmo assim né? — Ele concordou.

— Ah, nosso segredo continua intacto não é? — Questionou, — Não pode contar para ninguém o que te pedi para fazer. — pousando o indicador sobre minha boca. — Nem mesmo para os advogados, sim? — Deu-me a mão ao sair da cela, acompanhado dos guardas que nos tornearam de risadinhas até Shownu que sumisse da minha vista.

Com os dedos cruzados num “eu te amo”, subi sobre o concreto da cama para vê-lo do estacionamento, já que era a visão de minha pequena janela. Ele ultrapassou os portões logo depois, colocando óculos de sol sobre o rosto, impedindo os raios solares de atingir-lhe os olhos, acionando o alarme de um dos carros estacionados. Um que havia comprado depois que me acusaram de assassinato.

Eu não me importava que ele houvesse me mandado matar.

Eu fiz por amor.

Sorri, vendo-o entrar no carro, estando na ponta dos pés, ouvindo o que os guardas diziam.

— Porra, que carro era aquele? — Voltaram para me trancafiar na cela.

— Ele estava acompanhado? — ouvi um deles concordar.

Descreditado, apertei o olhar para dentro do carro chique que ele havia entrado. No banco de carona, um garoto bonito, dono de um cabelo platinado rosado, sorria constrangido, arrumando os óculos de leitura redondos sobre o nariz, cobrindo o rosto parcialmente com as mãos. Olhava com destreza para meu Hyunwoonie, observando cada detalhe de suas feições.

Então, o rosado puxou seu pescoço, depositando um selar pequeno e ousado na boca do moreno. Constrangido, olhou para baixo, sendo puxado de volta para um beijo demorado pela mão de Shownu.

Apesar de meu rosto corar pela vontade de chorar, seria sem motivos.

As marcas que havia deixado em meu corpo demonstravam seu amor por mim, e somente por mim. Eram minhas lembranças, minhas fantasias, minha paixão, e todo o meu amor.

Apertei meus braços, vendo-os irem embora pelos portões da prisão a fora. Meu peito doía por sua saudade, e com toda certeza, aquele moleque não passava de diversão para meu Hyunwoo.

Sim, era mim que ele amava. E eu esperaria por seu amor de volta, mesmo estando encarcerado.

Meu amor seria perpétuo.


Aug. 4, 2018, 9:45 p.m. 0 Report Embed 1
The End

Meet the author

Jinro ' .life is colorful.

Comment something

Post!
No comments yet. Be the first to say something!
~