Obsessão Follow story

lumii Lumii U.

Obsessão. Algo que pode ser caracterizado como uma ideia fixa, uma neurose obsessiva em torno de algo ou alguém. Sasuke se vê enredado nessa situação e não consegue enxergar nenhuma saída. É algo profundamente ligado ao seu passado e que tende a estender-se até o fim de seus dias. E o medo o impede de contrariar esse fatídico prelúdio. Até Naruto lhe dar um motivo para lutar. [SasuNaruSasu | UA]


Fanfiction Anime/Manga For over 21 (adults) only.

#narusasu #sasunaru #angst #final-feliz #sasunarunaru #cenas-gráficas-de-abuso #sasuke-possui-muitos-traumas #consumo-de-bebida-alcoólica-e-de-drogas-ilícitas #eles-estão-na-faculdade #de-amigos-para-amantes #naruto-bissexual
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00 - Prólogo

Boa noite!

Eu finalmente trago essa fic para cá. É uma long sasunarusasu que eu escrevo desde 2014 (e ainda não terminei), então estava receosa de trazê-la, justamente porque 4 anos se passaram e eu mudei, minha visão de mundo mudou e eu sei que hoje eu trataria de certas coisas de forma diferente.

Enfim, voltarei a atualizar a fanfic e justamente por isso vou postar todos os capítulos aqui.


TW: estupro, uso de drogas, violência, abuso infantil. por favor, não leiam se de alguma forma isso te afeta. cuidem da saúde mental de vocês. essa fanfic possui cenas bem gráficas.

fanfic levemente inspirada em alguns acontecimentos do filme Kill your darlings (2013)


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“Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço”

Oswaldo Montenegro

Estava preso de bruços, seu rosto contra a terra úmida raspando sem delicadeza alguma.

O maior estava sentado sobre seu quadril, com uma das mãos mantendo sua cabeça presa contra o chão. A outra apertava-lhe a cintura, de maneira possessiva.

Sentiu os lábios percorrerem seu pescoço, lhe causando um arrepio de asco. Ele não queria aquilo, não queria estar ali.

— Somos apenas um, lembra?

O mais velho passou a arrancar sua calça, com certa dificuldade. Ele tentava balançar as pernas e os braços, tentando dificultar e impedir o que estava prestes a acontecer. Porém a posição que se encontrava dava pouca mobilidade. Ele não conseguia se erguer de nenhuma maneira.

— Sasuke, pare de dificultar! – A voz irritada ecoou pelo lugar. O agressor colou seus corpos novamente e vendo que o menor não iria se acalmar, mordeu o pescoço alvo, fazendo com que soltasse um esgar de dor e parasse de se mexer. – Não dificulte as coisas, não quero te machucar. Quero que se lembre do que você disse que seria pra sempre.

A mão calejada voltou ao ato anterior e conseguiu abaixar as calças do moreno, por fim. Apertou as nádegas pálidas com força e tentou fazer com que o rapaz se empinasse, para facilitar.

O ato arrancou um soluço do Uchiha.

— Eu não vou lembrar de nada, não tem do que lembrar! – A voz embargada ecoava pelo terreno abandonado – Eu tenho 16 anos! Sou novo, as coisas MUDAM!

Ao sentir o dedo atrevido do homem passar pela sua entrada, ele voltou a se mexer tentando escapar a qualquer custo. Balançava os braços e as pernas, mas nada surtia efeito.

— SASUKE, PARA!

Com violência, ele usou a mão que mantinha o rosto do garoto na terra e puxou os fios negros, fazendo-o erguer a cabeça, para golpeá-la no chão, com força.

A batida fez com que um corte abrisse no supercílio e o sangue escorreu e manchou o rosto pálido com abundância. Porém o Uchiha não percebeu isso, pois o impacto o deixara tonto e a mercê das vontade do maior, que aproveitou para prostrar-se entre as pernas que ele adorava apertar e abrir a braguilha da própria calça, liberando o membro ereto.

Fez com que um dedo adentrasse Sasuke, ouvindo um silvar dolorido dele, que começou a tentar movimentar-se novamente. A resistência fez com que bufasse, retirando o dedo e guiando seu falo até a entrada.

A realidade do que aconteceria fez o menor entrar em desespero e, mesmo ligeiramente tonto, ele voltou as suas forças em tentar tirar a mão que prendia sua cabeça ao chão.

— Por favor, para.

O grito ecoou por todo o local.

O homem adentrou-o de uma vez, sem preparo algum. A sensação de estar sendo rasgado por dentro fez com que as lágrimas que tentava conter escorressem pelas bochechas sujas pela terra úmida e pelo sangue.

O maior gemeu, porém em deleite, com a sensação das paredes apertadas em volta do seu membro. Levou uma das mãos ao abdômen levemente definido do garoto, fazendo com que se erguesse minimamente. Agarrou o membro murcho e passou a bombeá-lo.

Forma longos minutos assim, sem se mover e esperando que ele se acostumasse com a invasão, até que gemidos quase inaudíveis passaram a sair da boca de Sasuke. E ao ouvir aquilo o mais velho sorriu e começou a estoca-lo, sem nunca parar a estimulação na frente.

O Uchiha mordeu os lábios. Ele sentia a resposta física do seu corpo às estocadas certeiras em seu canal e pela punheta, porém juntamente com os gemidos era possível escutar seus soluços. As lágrimas não paravam de descer pelo seu rosto.

Cada gemido que escapava fazia seu peito arder. A dor emocional de ser forçado e submetido a algo que ele não desejava sobrepujava qualquer sensação boa que o ato deveria lhe trazer.

A tortura durou por mais algum tempo, até ele sentir o líquido quente invadi-lo e seu corpo ser finalmente solto. Sentiu o homem deitar ao seu lado, ainda lhe masturbando, até que gozou com um gemido baixo. Enquanto o outro se espreguiçava, ele nem ao menos se mexia enquanto tentava conter as lágrimas.

Foram longos minutos em silêncio, até que ele finalmente recolocou a calça e levantou-se. Tirou o casaco que vestia e limpou o sangue e terra que lá havia, não tendo muito sucesso porque o líquido carmesim voltou a escorrer pelo corte. Ele não se importou.

Jogou a roupa no chão e passou a caminhar, rumo à saída do terreno que ficava há um quarteirão da sua recém-nova casa, em Fukushima. Moravam lá há apenas três semanas.

Ele não teve pressa, adentrou a residência que ele sabia que estaria vazia naquele horário. Adentrou o banheiro e observou a sujeira que havia em seu rosto. Ainda tinha um pouco de terra, muito sangue e aquela nojeira que ele provavelmente nunca conseguiria tirar de si mesmo.

Tirou as roupas e adentrou o boxe. Ligou o chuveiro, deixando a água cair e molhá-lo, livrando-o daquela imundice. Aproveitou e lavou as roupas também. Provavelmente aquele fora o banho mais longo que tomara na vida.

Saiu do banheiro, totalmente nu, e seguiu até seu quarto. Vestiu um moletom confortável antes de rumar até a cozinha.

Era um cômodo amplo, com inúmeras janelas. Ele, pacientemente, fechou todas elas. Fechou também a porta dos fundos e a que dava acesso à sala.

Ligou o gás do forno, sem acender o fogo, e esperou alguns minutos. Um cheiro leve de gás foi captado pelo seu olfato e ele abriu a porta do fogão, recebendo toda aquela substância direto em seu rosto.

Agachou-se e, sem hesitar, enfiou a cabeça na abertura do objeto. Respirou profundamente.

O cheiro forte do gás adentrou seus pulmões, causando-lhe uma pontada, mas ele não recuou. Continuou ali, mesmo quando a tontura passou a tomar conta de si e quando seus sentidos não mais respondiam aos seus impulsos.

Ele não aguentava mais, queria acabar com aquilo.

A última coisa que ouviu antes de tudo escurecer foi o grito do seu odiado padrasto.

— SASUKE!

July 29, 2018, 10:44 p.m. 0 Report Embed 3
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