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elcy-bento5909 Elcy Bento

"-Eu gosto de aprontar só para ser punido e ver essa face de velho bonzinho cair, Senhor Do." É o que sempre faço questão de o lembrar e todas as vezes acaba com meu Senhor quicando em meu colo, puxando minha coleira e ordenando que eu o fodesse direito. Meu velho é um homem mau!


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#kyungsoo #jongin #kai #kaisoo #exo
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Ele não se importa...

Meu velho é um homem mau Mas eu não posso negar 
O jeito que ele segura minha mão E ele me agarra 
Ele me tem pelo meu coração 
Ele não se importa que eu tenha
Um passado em Las Vegas
Ele não se importa que eu tenha Um jeito de Los Angeles em mim Ele me ama 
Em cada batida do seu coração de cocaína

Dois anos era o tempo de nosso relacionamento. Do Kyungsoo, um dos homens mais respeitados no mundo da tecnologia me dava o famoso "patrocínio" em troca de minha submissão. Sim, Do é meu Daddy!

Eu era um viciado em jogos de azar, conhecido em vários cassinos e em uma dessas encontrei Kyungsoo. Ele me perseguia com o olhar, ao abaixar para jogar os dados na mesa seu olhar ia diretamente para minha bunda, notei o que fazia e tenho certeza que essa foi sua intenção.

Passou tempo e em todos os lugares que ia, lá estava ele em seu esplendor! Eu, bem... Como todos os viciados em jogos, já estava sem dinheiro e dividas, muitas delas. Na saída, um dos caras ao qual devia uma boa quantidade de dinheiro veio com um soco no rosto. Começaram a agredir-me, até que ele apareceu.

-Quanto essa criança lhe deve? -Sua voz melodiosa e autoritária foi escutada.

Um frio enorme correu pelo corpo. Aquela voz totalmente sexy e dominante havia me deixado em alerta.

Se virou para dois de seus capangas.

-Levem-no para o carro e cuidem de seus machucados.

De dentro do automóvel o vi entregar uma mala preta na mão do líder da gangue e vir para o carro.

A viagem para um lugar do qual eu não fazia ideia foi terrivelmente silenciosa. Vez outra me pegava encarando o homem, até que nossos olhares se encontram...

-Não pense que a ajuda veio de graça, rapaz! -Depois de horas ouvi sua voz.

-E...-suspirei antes de continuar -Como eu poderia lhe pagar?

Pelo sorriso ladino, era isso que esperava que eu perguntasse.

-Conhece Daddy Kink, Jongin?

E aqui estou terminando de preparar a comida do meu senhor e colocando o que já estava pronto na mesa. Hoje é seu aniversário e, por mais que diga que não gosta de comemorar, adora quando preparo uma torta de morango com chocolate e avelã nessa data.

Estava terminando de passar a cobertura quando sinto um certo baixinho sarrar em mim.

Kyungsoo estava só de cueca e aquele corpo malhado a mostra... Céus, que Daddy gostoso! Para um ricasso de quarentena e sete anos, Kyung cuidava do corpo até melhor que eu sendo vinte anos mais novo. Adorava quando ele puxava meus cabelos, enquanto descia por esse peitoral esculpido pelos deuses e eu chupava cada gominho até chegar no maravilhoso cacete que ele carrega no meio das pernas. Com as lembranças até tremi na base, passando a língua nos lábios e o mordendo logo em seguida.

Daddy riu baixinho quando viu minha reação.

-Você é muito safado, Nini! Espero que meu baby se prepare, pois essa noite nós vamos trocar um pouquinho...

Eu poderia adorar meu senhor enterrando meu pau naquele cuzinho dele, mas com toda a certeza do mundo amo quando ele metia em mim e me fodia com toda a sua força.

Quando ele parou de me provocar e esfregar sua ereção matinal na minha bunda, terminei a torta e a levei a mesa para tomarmos café. Cortei seu pedaço e o servi, depois fiz o mesmo comigo.

-Sabe, Nini... Eu não vou conseguir comer com essa coisa dura no meio das pernas! Vem ajudar seu Daddy a resolver o problema.

Ah, caralho! Ele usou seu tom dominante e só assenti, indo em sua direção e me ajoelhando a sua frente para fazer o serviço.

Não gosto de confessar, mas era uma grande felicidade para mim quando meu senhor estava tão necessitado e implorando por mim, por minha boca.

Abaixei a boxer e comecei acariciando suas bolas. Puxava levemente cada uma, o vendo arfar. Com a outra mão passei a masturba-lo, seus ofegos foram ficando mais alto, quase virando gemidos. Passei a língua por toda sua extensão até a fenda, onde esfreguei a ponta da língua.

-Jongin, sua puta boqueteira! Está esperando o que para me chupar? -Rosnou impaciente.

Meu pau, ainda preso pelo short que usava para dormir, latejou. Desci gostoso aquele cacete na minha boca, chupando e me deliciando com aquela parte de seu corpo. Descia a boca, masturbando o que não conseguia encaixar nela e subia, sugando a glande como um pirulito. Do agarrou meu cabelo e passou a foder forte minha boca.

-Oh, Nini sweetie! Que delícia de boquinha, hum? -E assim ele deu um gemido mais alto, gozando.
Parei de chupar e passei a masturba-lo para prolongar o prazer e também levar uma boa quantidade de porra em meu rosto. Quando ele acabou, batia aquele caralho na minha cara, enquanto lambia a goza que me escorria pelos cantos da boca.
Levantei-me, sentando em seu colo e deixando um breve selar em seus lábios de coração.

-Feliz aniversário, Soo Daddy!

-Mas é uma puta boqueteira mesmo, né Jongin?! -Disse rindo. -Agora precisamos resolver esse seu problema, não acha?

Seu olhar desceu para meu shortinho de pôneis e eu segui. Meu pênis estava bem marcado. Daddy abaixou o short, levantei um pouco o quadril para ajuda-lo e ele começou a masturbação enquanto chupava meu pescoço, sua mão desce e sobe no meu pau.

-Ah, Soo D-daddy! -gemi quando senti sua mão livre brincar com os meus mamilos.

-Mas é manhoso, meu baby. -Falou subindo do meu pescoço até a orelha, mordendo-a.
Gozei em suas mãos.

-Agora vamos tomar café! -Disse depois que nos ajeitamos. Ainda estava sentada em seu colo. -Depois daqui, vá se arrumar, que hoje vou comprar alguns mimos novos.

∆∆∆

Estávamos no shopping e Soo parecia um pouco mais meloso. Atuamos como um verdadeiro casal! Ele me roubava beijinhos, comprava tudo o que eu botasse os olhos nas lojas. Não que antes não fizesse isso, mas hoje ele parecia mais engajado em me agradar.

Meus olhos brilharam quando vi o cartaz de Pantera Negra e como um ótimo observador, Daddy me puxou para fila. Chegou a nossa vez e Oh Sehun -pelo o que li no seu crachá- nos atendeu. Pedi duas entradas para o 3D e ele me entregou.

Kyungsoo do meu lado faltou cuspir fogo, quando o atendente relutou um pouquinho para entregar o ingresso e piscou para mim. Segurei nos braços fortes do meu homem, olhei bem sério para aquele cara de porta e...

-Vamos, Soo Amor! Temos que comprar as comidas antes do filme. -Dei ênfase no "amor" e sai o puxando para a fila da pipoca.

Estava com medo de encara-lo, mas quando o fiz ele carregava um sorriso de coração no rosto.

-Amor, Jongin?-me olhou arqueando a sombrancelha -Ganhei meu dia! -Deu-me um selinho.

Meu rosto ficou todo vermelho e, sinceramente, estou sem palavras. Ele gostou! CHUPA SOCIEDADE!

∆∆∆

Mesmo nesses dois anos, não tinha ciência que meu senhor gostava de super heróis. Estou pasmo!

-Apesar de gostar bastante dos vingadores, ainda prefiro os personagens da DC. Eles são, no meu ponto de vista, mais complexos. Gosto disso!

Além de gato, rico e velhote gostoso ele era fã de super heróis. Foi o que eu pedi a deusa!

Continuamos caminhando. Depois do grande dias estávamos, finalmente, voltando para casa. Fomos para o estacionamento e, como o rei dos meus sonhos, Kyungie abriu a porta para que eu entrasse. Entrei, mas não sem levar um apertão no bumbum antes.

-Você fica uma delícia com essas roupas! Quero que compre mais delas. Meu bebê tem que andar sempre muito bem!

Daddy não está nem aí para o meu passado em Los Angeles ou Las Vegas! Ele ama seu baby, eu sei disso... E ele sabe que eu sei.

July 12, 2018, 12:59 a.m. 0 Report Embed 0
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