Jonhsons Baby Follow story

callmetrouxiane Larissa Gabrielli

Jeon Jeongguk + provocações de seu hyung + uma loção da Jonhson's = hormônios sendo liberados de uma forma muito normal — mas nada pura.


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#yaoi #bts #lgbt+ #yoonkook #jjk #min-yoongi #bangtan-boys #jeon-jungkook #Hyung #Punhetaau #Masturbação #menção-sexting #Jonhson's-Baby-não-arde #Burn-The-Stage
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Jeongguk's Baby

Estávamos todos já no hotel e meu humor não andava dos melhores, cara, cada um tinha um maldito quarto pois, como estávamos com os diversos staffs, produtores e managers — mas esses últimos sabiam de nossos gostos, segredos e ninguém se opunha a isso. O foda era que havia muita gente ali, que não fazia a mínima ideia de como a banda tocava e para tudo andar dentro dos conformes tínhamos que agir como agiríamos se não houvessem casais dentro do bangtan. Tínhamos companhia na viagem e decerto, seria perigoso agir normalmente e acabar algo vazando por puro descuido nosso, não, nós não queríamos isso de maneira alguma. Então, evitaremos fazer toda e qualquer coisa muito fora do normal durante toda a tour.

Era a minha primeira tour estando em um relacionamento com o hyung, e eu estava me sentindo estranho com isso, porque em pouquíssimo tempo me acostumei de uma maneira muito rápida dormi agarradinho com o hyung, me acostumei com quase toda noite sentir ou o hyung me fodendo fundo e forte ou eu o fodia e sentia ele quente, molhado — graças ao lubrificante, obviamente — e pulsante, ah… Só de pensar já sentia uma puta saudade, iria fazer um mês, mais ou menos, que não transavamos e, poxa, eu ainda tenho meus hormônios à flor da pele. Eu mal saí da adolescência, sentia a vontade de liberar aquilo mais constantemente que o hyung, ele devia tentar entender! Oras, ele já teve minha idade, afinal de contas.

Também, com toda a tour em si mal teríamos tempo para respirar, que dirá pensar nisso, estávamos cansados, ficaríamos muito focados na tour e em dar nosso melhor, mas isso não impedia meus hormônios de falar um “oi” para mim no meio de uma dessas noites, como estava acontecendo agora.

Ah, entretanto, vamos ser mais sinceros também. O hyung me provocou, a culpa não é toda minha — e da vontade louca de gozar loucamente que me possui —, vamos ser maduros e dividir isso corretamente essa culpa. 50% é o correto. Olhei de relance para o computador e não conseguir não focar meus olhos ali novamente, olhando o motivo de todo meu eriçamento.

Era uma foto, enviada à mim pelo kakaotalk e como eu já estava no computador editando alguns vídeos dos meninos meu kakao estava aberto lá, me dando a visão da belíssima foto do pau do meu hyung, assim que eu abri o aplicativo.

A foto pegava de seu umbigo até seus testículos inchados, que estavam prontinhos para liberar toda porra guardada; sua base estava toda marcada com suas veias saltadas mostrando o quão duro e cheio de tensão hyung estava; o prepúcio estava todo para baixo, deixando a glande roxa em foco na foto e; minha boca chegou a salivar ao ver a fenda um pouco brilhante por causa do pré gozo que escorria um pouco pela glande, tão inchada quanto seus testículos.

— Ca… ralho, hyung. — suspirei pensando no que deveria responder, nunca havíamos feito sexting, o quê vinha agora? Eu mandaria um “nossa que rola linda” ou uma foto da minha rola?

Um tanto confuso sobre o quê fazer, olhei para meu pau que apenas com aquela foto já estava todo marcado na calça de moletom que eu usava. Um mês único sem gozar e apenas uma foto me deixou em ponto de bala, que situação, Jeon Jeongguk. Eu estava endurecendo a cada segundo olhando o computador analisando aquele caralho, pensando numa resposta que fosse deixar meu hyung tão necessitado de mim quanto eu estava dele, talvez, uma foto daquele jeito mesmo já fosse uma boa resposta, mas se eu escrevesse algo junto fosse mais certeiro. Não queria continuar aquele sexting, mas eu queria provocar meu hyung, fazer ele gozar pensando em mim… Comecei a procurar meu celular — pois, já havia decidido responder com uma foto tão boa quanto à do meu hyung — em cima da mesa do notebook, não o encontrando ali, tsc, deveria estar na cama.

Resmunguei algo que nem eu mesmo entendi de fato o que foi, enquanto levantava e continuava procurando o aparelho e quando olhei para a mala aberta do lado da cama, o vi no chão. Corri para apanhá-lo, quase escutando um coral num cântico de aleluias — afinal, minha ereção já começava a doer pelo aperto da box — quando finalmente estava com ele em mãos e antes de eu voltar para o computador algo dentro da mala me chamou a atenção. Era uma loção de criança que não me lembrava de a ter colocado ali, mas pensando bem, foi muito útil tê-la achado, a peguei rapidamente e voltei para a mesa onde havia posto o notebook, abaixando do jeito que conseguia minha calça seguida da box. Suspirei quando meu membro saltou da box assim que eu a abaixei, liberto de todos aqueles panos, e o segurei pela base.

Sem perder mais tempo sentei na cadeira onde estava anteriormente e colocando as coisas na mesa, do lado do computador, com minha mão ainda imóvel sob a base de meu membro a subi para o prepúcio, apenas para levá-lo junto no movimento para baixo, revelando minha glande vermelhinha um pouco inchada e um tanto molhada pelo pouco de pré gozo que expeliu. Eu estava excitado, isso era claro, mas não era ao ponto de doer de tão ereto — havia doído sim, mas foi por estar apertado junto à box —, minhas veias não estavam saltadas ainda, minhas bolas estavam começando a inchar. Olhei para a conversa ainda aberta e percebi que o hyung me mandou umas mensagens, devido minha demora para responder sua foto.

Hyung:

“Gukie… O hyung precisa tanto de você.”

“Não me ignore, eu já estou ficando envergonhado de ter começado isso”

Dei risada de sua última mensagem, tinha uma pitada de timidez que nem em um momento como esse ele deixava de ter. Subi novamente minha mão, consequentemente suspirando e sentindo um formigamento de em meu baixo ventre, estiquei meu braço pegando meu celular para finalmente respondê-lo, abri a câmera, me arrumando em seguida na cadeira.

Escorreguei um pouco na cadeira, deixando meu pênis encostado em minha barriga, e ao que minha glande encostou — já que eu estava sem camiseta — em minha própria pele quente, meu membro pulsou, acabei gemendo baixinho sem nem conseguir segurar o som vibrado de minha boca. Eu estava sensível, repito, a um mês sem nem me tocar, não me julguem.

Toquei a base de meu membro com certa firmeza, movimentando — pela segunda vez — minha mão para cima e para baixo, grunhindo levemente, pois, estava seco, minha mão estava seca. O atrito estava longe de ser algo ruim mas, eu sabia que precisava de algo mais molhado para ficar gostoso de verdade. Antes de pensar em fazer o que eu já havia pensado momentos antes, posicionei — finalmente — meu celular, fazendo com que o ângulo da câmera pegasse de meu umbigo até certa parte de minhas coxas, coloquei o foco em minha glande inchadinha e avermelhada que começava a clamar por atenção — essa negligenciada até agora —, e tirei a foto.

Conectei meu celular ao computador para passar à foto. Sei que seria mais prático conversar pelo próprio celular mas eu estava nervoso, e de certa forma, tímido, pois aquele seria o primeiro nude que eu enviava ao meu hyung, então, estava realmente enrolando um pouquinho. Quando finalmente criei coragem e fui enviar a foto à analisei: meu pau estava inchadinho, não com as veias marcadas e sim porque estava ereto, a glande estava avermelhada como de costume, com um pouquinho à mais de pré gozo saindo da fenda e escorrendo pela mesma se comparada à de hyung. Mandei a foto, escrevendo logo em seguida.

Eu:

“Hyung, eu demorei muito pois estava me controlando e controlando minha vergonha.”

“Você foi muito aleatório e eu estava muito distraído, de toda forma, fui pego de surpresa… Me desculpe pela demora, de qualquer jeito.”

“E… Hyungie, eu não sei brincar assim, mas eu fiquei duro e nem me toquei ainda, você me deixou duro só de olhar para a foto.”

“Minha boca enche d'Água de ver você assim, ai que saudade que eu to de sentir seu gosto, hyung…”

“Eu não sei como continuar um sexting, me desculpe, eu só vou me tocar pensando em você, pois eu realmente não sei como continuar com isso.”

“E hyung…”

“Goza bem gostoso pensando no seu Gukie, tá?”

Terminei de enviar aquilo, sentindo certa vergonha — que eu sabia que logo, logo passaria —, fechei meus olhos e relaxei na cadeira, pensando no meu hyung…

Se fossemos realmente transar de verdade, eu tinha a plena certeza de que imploraria para que o hyung me fodesse, eu sentia tanta vontade, eu sentia tanto sua falta. Falta dele me preenchendo com todo aquele volume, sentia falta dele me estocando fundo e forte, falta dele gemendo com a voz rouquinha de tanto tensão sempre próximo aos meus ouvidos, falta dele sendo carinhoso me mimando e falando de como ama quando minha entrada fica vermelhinha depois dele judia-lá… Ah, tudo isso estava me deixando mais duro a cada segundo, eu nem percebi quando fui verbalizar toda falta de meu hyung.

— Ah, como eu queria você aqui comigo, hyung. — meu pau pulsou assim que eu terminei minha sentença, eu já deveria ter voltado minha mão para ele e iniciando os movimentos começado a mexê-la, já havia começado a doer de tão tenso que estava, entretanto, lá estava eu me torturando com todo aquele tesão gostoso que eu sentia no meu corpo, todo o tesão que eu sentia pelo meu hyung.

Voltei a segurar minha excitação pensando em como meu hyung deveria estar em situação parecida — movimento minha mão para cima, e sinto meu prepúcio cobrindo toda minha glande — na cama, talvez até mesmo no banheiro segurando o pau — desço a mão devagar, sentindo toda minha extensão esquentar pelo atrito, um tanto seco — pronto para começar a se masturbar, ou até mesmo já estava se masturbando…

Abri meus olhos num rompante, me lembrando da loção para crianças que estava em cima da mesa, parei novamente com meus movimentos, que mal haviam começados — se é que dois movimentos de vai e vem sejam considerados um começo de punheta digno — na verdade, e peguei o creme, o abri e coloquei uma boa quantidade em minha mão esquerda, sentido o leve cheirinho de neném se espalhando por ali, me constrangendo um pouco — afinal, o quê eu estava fazendo estava longe da pureza de um neném —, colocando em seguida o frasco mediano de volta em seu lugar, ali na mesa.

Guiei minha mão direita até meu membro novamente, fechando os olhos e, com o indicador fui dedilhando minha glande me fazendo arrepiar instantaneamente pela mínima atenção no local que estava mais sensível e negligenciado em mim, para logo em seguida envolver de vez a palma de minha mão na mesma. Gemendo baixinho ao mesmo tempo em que eu sentia aquela fricção gostosinha. Enquanto dava atenção a minha glande um tanto molhada pelo meu próprio líquido — que estava realmente lubrificando aquela área por não ser pouco —, levei minha mão esquerda com a loção até minha base, apertando o local sentindo-o — agora — molhado. Um arrepio tomou conta de todo meu corpo assim como um gemido um tanto alto demais, ecoou pelo quarto com aquele contato.

A loção gelada em contato com minha ereção que parecia pegar fogo de tão quente, causou um choque térmico ali gostoso para um caralho. Subi minha mão pela base espalhando todo creme pela mesma, eu grunhia baixinho pela facilidade de como minha mão apenas deslizou até chegar na outra mão que cobria a cabecinha. Arfei ao remover minha mão direita da glande e passar a palma da esquerda toda molhada sob a pele sensível daquela área e a senti pulsar, um tanto dolorida em minha palma. Gemi alto mais uma vez, sem conseguir me controlar, movimentando lentamente minha mão numa tortura deveras deliciosa.

Eu estava quente, estava sentindo gotas de suor em minha pele — tanto tronco, braços, como no rosto também —, ofegante, além de ter a certeza que estava corado — e posso dizer que a última coisa causaria esse rubor em mim naquele momento seria vergonha, meus amigos —, pois o calor não estava só no meu baixo ventre, sentia minhas bochechas ardendo levemente pelo tesão que se espalhava cada segundo pelo meu corpo. Levei a mão desocupada aos meus mamilos, esfregando levemente sobre meu bico — que também estava durinho —, sentindo mais um arrepio tomar conta de meu corpo e um gemido — que mais pareceu um ofego de tão baixo — se desprendeu de minha garganta sem permissão — assim como todos os sons impuros que deixavam minha boca. Cada vez que esfregava meu indicador em meu mamilo, sentia cada veia de meu membro latejar em minha mão junto de uma pressão que sentia sobre a glande aumentar.

Desci pelo meu comprimento, minha mão esquerda que estava perto da glande, sentindo cada veia existente — que agora estava muito bem aparente — pulsar em minha extensão, todas saltadas até a base, subia novamente pelo meu membro pressionando o polegar sob uma veia que estava ao meu alcance, sentindo todo meu membro vibrar de prazer e ao chegar na glande que latejou ao ser apertada entre meu indicador e meu polegar, estremeci, me fazendo arfar alto. Voltei a mão para baixo lentamente apenas para subir de novo na mesma velocidade, apertando vez ou outra, para chegar na glande e repetir todo o processo com o polegar e indicador apertando. Gemi arrastado com toda aquela lentidão querendo mais, clamando por mais desci a mão mais rápido que antes, logo subindo de novo, dessa vez mantendo certo ritmo, escutando o som molhado completamente erótico que se dava aquela fricção, me fazendo tombar a cabeça para trás mordendo meu lábio inferior tentando conter mais um som impróprio de deixar meus lábios.

Estava a tanto tempo sem um contato íntimo, estava mais sensível do que nunca estive, era apenas um mês sem sexo mas aquilo me afetou como ninguém. E sem parar os movimentos de vai e vem, e brincando com meus mamilos comecei a imaginar meu hyung, ali comigo, suas mãos no lugar de minhas mãos. Apertei com certa firmeza minha glande, sentindo logo em seguida todo o meu baixo ventre formigar, parando com os movimentos, eu queria brincar um pouco comigo, e assim iria fazer. Iria fazer o que falei para meu hyung fazer… Gozar bem, mas bem gostoso mesmo pensando nele.

Me endireitei na cadeira para pegar a loção de neném novamente, voltando a mão que estava em meu membro à base deste, o segurando para que ficasse levemente inclinado, num ângulo de 90º — mas vamos ser sinceros, eu estava duro, louquinho de tesão então infelizmente essa dos 90º graus, foi caô — e despejei o creme ali, tremendo e gemendo um tanto alto demais quando senti o líquido viscoso gelado em contato com a pele sensível da cabecinha. Voltei a fechar os olhos imaginando literalmente meu hyung ali.

— Hyu… Ah, hyung. — arfei sentindo minha mão contornar cada veia e no fim esfregar a palma na glande espalhando todo o creme por ali para depois descer rapidamente.

Visualizar meu hyung ali era fácil, com. uma de suas mãos no lugar da minha, a boca rosada próxima a minha glande que a cada movimento parecia me provocar insinuando que colocaria minha glande inchada e avermelhada na boca, para chupar com gosto e jeitinho que só ele sabia fazer. Passei o indicador na fenda esfregando o local levemente, sentindo todo meu interior revirar e a glande pulsar, sem pressa levei minha mão desocupada ao meus testículos, arfando ofegante pelo primeiro contato naquela área, vi sua mão descendo e levando o prepúcio junto de si, apertando a base, voltando e cobrindo toda minha glande com aquela pele novamente… Repetindo isso uma, duas, três vezes, e eu me sentia sufocar de tanto tesão.

Eu não sabia em qual movimento focar, estava perdido, perdido de tanto desejo eu estava sentindo como se fosse explodir, não havia como minha libido subir mais, disso eu achava que tinha certeza. Minha mão direita massageava minhas bolas — até então esquecidas — e vez ou outra meu dedo indicador resvalava sob meu períneo, me fazendo ir ao céu por um breve momento. A cada vez que movimento de minha mão eu sentia ainda mais meu baixo ventre formigar, sentia minha barriga se contrair levemente, sentia minhas bolas pesadas e inchadas querendo mais do que nunca expulsar toda porra que estava armazenada ali.

— Ah, hyungie… — gemi sem perceber ao que minha mão se fechou na glande e apertou um pouco, de modo rude, igualzinho o hyung fazia constantemente comigo. Eu queria ele, eu latejava e pulsava em todos os sentidos por ele, minha entrada intocada — já que não havia feito a chuca por esses dias — por mim, piscava tamanha excitação que eu sentia, eu a sentia clamar pelo pau do hyung, querendo que ele fosse forte, fundo, intenso… Ela piscava por estar tão esquecida também, porém não podia fazer nada a respeito, apenas relaxar e gozar apenas do jeito que estava — o que não seria nada ruim.

Estremeci por tudo e sentia meus músculos abdominais tensos, eu estava quase gozando para o meu hyungie, faltava tão pouco. Estava suado, ofegante, quente, molhado, latejante… eu estava vindo, e pensando só em como o rostinho do meu hyung ficava lindo sujo de porra. Com a minha porra. Bombei com toda minha vontade, imaginando a mão de meu hyung subindo, descendo e ora apertando a base ora a glande raspando o dedo na fenda espalhando todo o pré gozo por ela, se misturando com a loção. Sentia por um momento minha glande formigar ainda mais, sentindo mais líquido saindo de minha fenda e cada veia bombear o sangue para aquela área muito rápido, fazendo-a pulsar muitas vezes em minha mão.

Gemi arrastado e baixinho o nome de meu hyung, eu não iria aguentar mais tempo, já havia segurado por tempo demais aquele orgasmo. Movi ainda mais rápido minha mão ali, sentindo o frio tão conhecido por mim no pé de minha barriga. Contornava minha glande à sentindo pulsar com certa frequência em minha mão, descia puxando o prepúcio da mesma a deixando livre e formigando, para com a mesma velocidade voltar a cobri-la com o mesmo.

— Hy… Hyung-ah — gemia repetidamente sentindo todo meu interior revirar, um gemido ficar preso em minha garganta e logo a eletricidade tomar conta de todos meus membros em espasmos. Meu membro pulsou, pulsou forte começando a expelir toda porra guardada a um mês em mim, me causando um frenesi intenso, me fazendo tremelicar um pouco e contorcer até os dedos dos pés. Não segurando, e na verdade, nem querendo ou tentando segurar o nome do meu hyung saído gemido de minha boca em alto e bom som — Yoon... gi-ah! Hm… Yoonie. — gemi alto ainda sentindo todo aquele orgasmo que havia sido potente, e por incrível que pareça estava zonzo e ainda com porra saindo de mim. Continuava a mover minha mão, tanto para prolongar toda aquela delícia quanto para terminar de expelir aquele líquido grosso, viscoso e esbranquiçado que há tempos não via.

Acabei por jogar a cabeça para trás abrindo a boca gemendo mudo, estava sensível, minha glande latejava e qualquer contato ali me fazia delirar ainda mais… estava relaxado, em puro êxtase, deixei um sorriso exausto tomar conta de meus lábios. Abri os olhos, ofegante e trêmulo analisando, toda aquela bagunça que fiz; meu pau ainda um tanto duro em minha mão, envoltos de muita porra, o líquido escorria por entre meus dedos se destacando realmente na glande em contraste com a vermelhidão sensível que ela se encontrava. Havia porra em minha barriga, virilha e a sentia escorrer por entre meus testículos — me fazendo arrepiar, por sentir o líquido quentinha em contato com a região também sensível —, passando por minha entrada.

Meu hyung iria adorar ver aquilo. Adoraria me ver todo banhado de porra unicamente por sua causa. Me mexendo para pegar o celular, ri um pouco desse meu pensamento, afinal, se ele estivesse aqui eu estaria mais cansado do que já estava, com mais porra, ele teria me fodido tanto… Ah… Mas antes de pensar merda e acabar duro de novo, achei melhor abrir a câmera e fotografar aquilo apenas para lhe provocar um pouquinho e mostrar o que me causou.

Tirei e repeti o mesmo processo de mais cedo quando fui mandar a primeira foto, colocando o celular conectado ao notebook para passá-la pra ele, analisei-a, vendo todo meu corpo — parte dele, que aparecia ali, no caso — sujo de porra, meu membro, agora, um tanto flácido em destaque inteirinho coberto pelo líquido. Não duvidava nada que, Jimin hyung, fosse capaz de colocar aquela foto de lockscreen. Notei que o mesmo havia me respondido logo depois do que eu havia mandado, mas eu nem havia lhe dado o luxo de respondê-lo, afinal, eu queria muito gozar.

Hyung:

“Ah, Gukie… queria tanto brincar contigo aqui, mas entendo de qualquer formac você deve estar com vergonha por ser algo novo.”

“Talvez pudéssemos treinar depois, hm?”

“E Gukie, toda porra que o hyung liberar vai ser por você.”

“Ah! E geme bem rouquinho meu nome enquanto você se toca… Enquanto goza, hm?”

Ah… Hyung deveria querer brincar inteiramente com minha sanidade, não era possível, tsc, balancei a cabeça negativamente — tentando expulsar qualquer resquício novo de tesão, eu não teria pique e estava sensível demais para bater outra —, notando algo que havia esquecido completamente com toda aquela euforia, ri fraquinho enquanto enviava a foto para o hyung, agora teria de resolver uma outra coisa.

Eu:

“Ah hyung, olha como você me deixou!”

“Eu estou tão acabado. Gozei muito… e dessa vez nem tive ajuda de sua língua. Tsc! Tanto leitinho jogado em mim, que desperdício, hyung…”

“Ah hyungie… Foi tão gostoso, eu imaginei você aqui, me tocando, tentei até fazer do mesmo jeito que você faz em mim… Estou com tanta saudade de você, deve ser por isso que foi tão gostoso.”

“Mas nada supera gozar com você me estocando, com você me surrando. Fundo e forte… Ah, preciso parar de pensar nisso, se não vou voltar a ficar duro estou sensível demais para isso. Hahaha.”

“E Yoonie hyung, antes que eu me esqueça, fala para produção que eu apaguei toda a filmagem de hoje do meu quarto porque mexi sem querer na câmera, tá?”

June 30, 2018, 7:55 p.m. 0 Report Embed 3
The End

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Larissa Gabrielli Eu sou cinza. Amo absolutamente todos os shipps dentro do Bangtan, eu vejo intera��o e amor exalando em todos os sete. otp's: Yoonmin, 2seok, Hopekook, Minjoon e Vmin.

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