Filhos do sol Follow story

tayfofanms Taynã Silva

KyungSoo sempre gostou de invadir sistemas e encontrar segredos em computadores alheios - até ser descoberto enquanto invadia o sistema interno da NASA. Para fugir da punição, aceita acompanhar os mais jovens astronautas da agência americana numa viagem suicida que pode mudar para sempre a vida na terra. Então descobre coisas que o fazem repensar esse acordo. Apaixonado por JongIn, um dos astronautas, deve morrer ao seu lado ou desistir da missão e tentar evitar que aquela nave atinja seu destino e leve para sempre a vida dele? HISTÓRIA POSTADA POR MIM TAMBÉM NO NYAH! E NO SPIRIT FANFICS.



Fanfiction Bands/Singers For over 18 only. © Alguns personagens são baseados em pessoas reais, o restante do conteúdo imaginativo me pertence.

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Prólogo

“A Ascensão humana está em descobrir o fogo e evoluir, mas o erro está em descobrir a vida e regredir”.


Tudo começou com o sucesso das sondas Voyager Um e Dois, ambas lançadas ao espaço em 1977, que mostraram à humanidade grande parte do que hoje chamam de vastidão do espaço. Deram a eles fotos e gravações em imagens e sons que os permitiram especular um pouco mais sobre o que haveria fora do planeta, ao mesmo tempo em que a certeza de serem tão insignificantes no universo quantos grãos de areia era real, mas que poderiam facilmente ser contados.

As sondas Voyager também carregavam pelas estrelas imagens e sons do planeta Terra: o choro de um bebê, a nona sinfonia de Beethoven e uma mensagem de paz, anexada a um convite para algum tipo de possível contato.

Isso nunca aconteceu, de fato; e os cientistas se ocuparam em vasculhar a imensidão afora e analisar o material que as sondas enviavam com frequência.

Num desses preciosos registros fotográficos, astrônomos da NASA descobriram o que parecia ser uma anomalia em Saturno: indícios que trouxeram à tona a hipótese de que ele poderia não ser completamente gasoso como se pensava e que o planeta Terra poderia não ser o único a propiciar a vida.

A descoberta levou Cha Do Hyeok, um cientista coreano que trabalhava para a NASA, a desenvolver um projeto que visava o pouso de uma nave tripulada em Saturno, já que com isso poderiam desvendar o mistério de estarem ou não sozinhos no universo.

A missão, nomeada como Discovery Saturn, colocada em prática em 1985, deu à NASA as provas mais significativas até então: Saturno era gasoso, mas não de todo. Quando a nave da missão de reconhecimento atravessou sua atmosfera com certa dificuldade, essa espessa camada gasosa e de pouca visibilidade deu lugar a um horizonte repleto com muito mais do que se podia esperar: montanhas e mares que, para ainda mais surpresa dos cientistas, não estavam congelados como na maioria de planetas e luas nos quais já haviam sido encontrados até então.

Depois de pousada num ponto razoavelmente plano próximo a um protótipo de rio, os astronautas demoraram cerca de setenta e duas horas dentro da nave esperando por uma combustão nos equipamentos terrestres. Durante esse tempo, o grupo trabalhou em pesquisas a fim de testar, reunir e enviar o maior número de informações possíveis enquanto ainda estivessem vivos.

Entre as principais análises, estava um bebê-cobaia de dois anos de idade, levado na missão em meio a um debate político, religioso e ético sobre as consequências de ser exposto à radiação do espaço – embora esse fosse o real propósito de tê-lo levado.

Ao não ser registrada nenhum tipo de falha mecânica e os níveis de oxigênio, temperatura e radioatividade continuarem normais dentro e fora da nave, a equipe realizou todos os protocolos e tomaram a decisão, após a autorização tardia da Central de Controle na Terra, que poderiam sair e investigar o planeta a pé.

Vestiram seus trajes espaciais e tomaram coragem para sair da nave, sendo chocados pelo fato de que o planeta tinha uma gravidade semelhante à da Terra. Distanciaram-se poucos metros por vez e, no fim do passeio, haviam se deslocado quase cem metros, ligados à nave por cabos de aço e tubos que transportavam oxigênio.

Foi nesse instante, ao olharem para o horizonte, que encontraram os primeiros vestígios de uma possível civilização. O lugar parecia ter sido abandonado, embora não pudessem especular o motivo ou há quanto tempo havia acontecido. Ao analisarem alguns objetos encontrados, descobriram ruínas do que poderiam ser moradias, um material semelhante ao tecido e alguns escritos entalhados em rochas, como faziam os homens das cavernas no Planeta Terra.

Quando finalmente entenderam o que haviam descoberto, tomaram consciência de que a humanidade é recém-nascida, se comparada aos vestígios de uma civilização encontrada em Saturno.

A descoberta acabou por motivar a NASA cada vez mais a se empenhar em pesquisas e desenvolver equipamentos cada vez mais dotados de medidores e microfones, capazes de capitar qualquer coisa que viesse de fora.

A partir daí, Cha Do Hyeok começou a formar pequenos grupos de crianças, que passaram a realizar diversos tipos de testes psicológicos e físicos. Começaram a ser treinadas a partir dos cinco anos para serem astronautas desde cedo, aprendendo o máximo que a NASA tinha para oferecer, além do básico, que aprendiam com professores particulares que os visitavam semanalmente.

Claro que o programa de treinamento não foi cem por cento aceito pela população mundial, mas a polêmica acabou quando o então presidente dos EUA disse publicamente que as crianças apenas recebiam conhecimento. Também nem todas elas mostraram os resultados que a organização buscava – por anos, a NASA apenas gastou com o projeto, afinal eram apenas crianças –, mas duas delas, BaekHyun e ChanYeol, começaram a apresentar bons resultados assim que aderiram ao programa, o que bastou para que continuasse.

Mais tarde, Kai e Sehun, mais duas crianças, também começaram a apresentar bons resultados e formaram assim um grupo, que começou a progredir razoavelmente, cada vez mais rápido e de forma qualitativa.

Quando os astronautas da missão de reconhecimento finalmente voltaram à Terra, trouxeram com eles alguns dos vestígios encontrados. Entre eles, um artefato em formato de cilindro, feito de um material que lembrava aço e que os sensores de atividade magnética registravam altos índices.

Com o tempo, os estudos apontaram que aquele artefato era um tipo de HD externo que tecnologia alguma da Terra poderia criar. Conseguiram abri-lo ao expô-lo a certas frequências sonoras que revelaram sua natureza: um aparelho holográfico que continha variada informações sobre Saturno, outros planetas do sistema solar e, principalmente, do Sol, que era exibido em grandes ilustrações em posições e gráficos variados.

Nas ilustrações, todas as camadas do Sol eram habitadas e os cientistas tomaram como entendimento a ideia de que o “povo” de Saturno havia “se mudado” do planeta. A partir dessas mesmas ilustrações, descobriu-se que o Sol poderia ser habitado se pudessem atravessar a superfície. Deu-se início, assim, a novas pesquisas para testar essa teoria, do mesmo modo que as amostras tecnológicas serviram para variados avanços em todos os campos da ciência.

Ao estudar a tecnologia do aparelho, conseguiu-se fazer cópias dos arquivos e separá-los em pequenos grupos. Uma equipe da NASA foi formada e encarregada de descodificá-lo e traduzi-lo para o inglês.

Ninguém conseguiu.

Em 2014, os arquivos continuavam sem tradução e a equipe que fora incumbida desta tarefa, mesmo depois de haver várias mudanças em seus integrantes, não trouxe resultados satisfatórios. No entanto, a ciência avançava cada vez mais rápido e assim, novos equipamentos, sistemas, formas de sobrevivência e viagem no espaço foram criados, favorecendo o menor tempo e economia nos gastos de projetos.

Não demorou até finalmente ser comprovada a hipótese de que seria possível, tanto atravessar a superfície do Sol com a atual tecnologia, como também adentrar seu núcleo que, na teoria, ainda era habitável mesmo por humanos em trajes especiais. A prova trouxe com ela a missão, liderada por Kris, filho de Cha Do Hyeok, que visava o pouso não na superfície, mas num local previamente estudado no núcleo do Sol através dos arquivos encontrados em Saturno.

Só que o que parecia ser apenas melhorias e avanços no conhecimento humano, era, na verdade, uma viagem que traria sérios danos à humanidade e à todas as demais formas de vida. Ao saber disso, Kris abafou o caso e iniciou pesquisas por baixo dos panos no intuito de evitar um desastre e assédio da imprensa sobre os perigos da missão.

A partir daí, Kris passou a trabalhar em segredo para um político poderoso que conhecia bem os riscos e o convenceu, através de ameaças, que ele devia evitar que isso acontecesse. Para isso, o cientista elaborou pesquisas que tinham como objetivo criar uma área reservada que, na teoria, seria resistente o bastante para não ser atingida pelos danos da missão no Sol.

O projeto secreto foi chamado de Projeto Redoma.

July 19, 2019, 7:33 p.m. 0 Report Embed 1
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