Androide J095 Follow story

jeonggvk ggvkie ¡lui!

Era fato: Yoongi não estava sabendo se cuidar direito e tanto Namjoon quanto Hoseok estavam preocupados. Pensando no bem estar do amigo, Namjoon sugere que o Min adquira um androide para o ajudar a cuidar da casa e, quem sabe, para o distrair um pouco. Sem mais esperanças, Yoongi compra o androide de código J095, que se apresenta por Jimin. A partir daí, Yoongi passa a se ver mais animado com a vida ao conviver com Jimin, um garoto curioso até dizer chega. — futurista!ua; yoonmin; androide!jimin


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#yaoi #381 #sugamin #minsuga #futuristaua #androidejimin #sidetaekook #bangtanboys #bts #yoonmin
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Prólogo;

Yoongi bufou alto ao ouvir o som do maldito telefone tocando. Já era a quinta vez. Quinta! Conseguia ignorar o som até o quarto toque, mas, no quinto? Quem diabos era o maldito insistente que queria tanto o acordar em plenas 9 horas da manhã?

Apertou o botão de bloqueio do smartphone e suspirou em alívio ao selecionar o “Estou ocupado” naquelas mensagens prontas para quem negava ligações. Não admitiria, pelo menos em voz alta, que sempre fazia aquilo quando se via em uma atividade importante demais para ser atrapalhada por uma conversa.

Como dormir, por exemplo.

Depois de dez minutos — em que passou se revirando na cama, tentando dormir sem conseguir —, o moreno finalmente resmungou, se virando para que desse um objetivo aos xingamentos que se passavam em sua mente.

4 chamadas perdidas de Hoseok-ah.

Respirou fundo. Yoongi sabia o que ele queria, estava preocupado consigo; estava preocupado porque fazia exatamente dois meses que Yoongi não parecia “cuidar de sua própria vida”, como o ruivo gostava de dizer.

Tudo bem, era compreensível. A última vez que fez uma faxina em casa, foi depois daquela festa que fez com Hoseok e Namjoon, em comemoração ao novo álbum. Ah, aquele álbum… Era tudo culpa dele, daquele malditinho.

Yoongi tinha uma grande paixão em sua vida: compor. Junto dela, vinha a quase-grande-paixão: fazer rap. Uniu-se o útil ao agradável, um amigo com a voz esganiçada e um colega que era ótimo com poesia — respectivamente, Hoseok e Namjoon — e formou-se o grupo Cypher, um conjunto de rap completamente independente, sem empresa, nem nada.

Isso porque Namjoon e Yoongi tinham as manhas da sabedoria, enquanto Hoseok era ótimo com marketing (além de ser carismático). Foi infalível. Para um negócio indie, eles estavam indo muito bem.

Até aquele álbum, Hope World, que deixaram Hoseok controlar um pouco mais o nível das músicas. Os fãs gostaram, claro. Mas nem todos. A visibilidade de novos fãs também não foi lá muito boa. Equilibrou-se: nem cresceram, nem diminuíram. Mas, para o Min, aquilo era um baita de um declínio.

Após isso, enlouqueceu; Yoongi passou a escrever músicas sem parar, sobre todos os assuntos possíveis. Esqueceu-se de comer, de lavar a roupa, vez ou outra lembrava de tomar banho e recusava qualquer saída. Ele precisava se sentir realizado. Precisava que dessem “moral” para seu trabalho. Era obcecado por isso e, jamais gostaria de admitir, mas necessitava de aprovação.

Seu celular tocou mais uma vez. Dessa vez era Namjoon.

Infelizmente, Namjoon era um cara mais sério. A primeira vez que recusou uma ligação dele “por não estar com vontade de atender”, levou uma bronca enorme com direito a “estou decepcionado com o seu comportamento, Yoongi”.

E, sinceramente? Já bastava o desapontamento próprio. Não queria o dos outros.

— Alô? — O tom rouco de Yoongi se fez presente assim que a ligação foi aceita.

Oi, Yoons. O que aconteceu, que o Hoseok está desesperado achando que você está cometendo algum tipo de crime de ódio a si próprio, ou algo assim…? Eu não entendi o que ele disse nos áudios, ele tava chorando. — Namjoon jogou a informação, bem na lata.

— Ah… — Desanimou-se. — Eu só queria dormir e recusei as ligações do Seok. Só isso.

Nós já conversamos sobre “só isso”.

— Eu sei que sim. — Suspirou. A culpa estava amarga na garganta. — Eu só não tava no clima.

Você foi ao psiquiatra essa semana? — O Kim questionou, preocupado. — Se você disser que não, Yoongi…

O Min não disse nada. O silêncio disse por ele.

Certo, você não foi. Ok. — E assim escapou um suspiro irritado do mais novo. — Escuta, Yoons, eu entendo que você está desmotivado e tal, mas você precisa ir ao menos ao psiquiatra. Quanta poeira tem na sua escrivaninha?

— Ahn… Muita?

Ok, você precisa de uma faxina. — Namjoon fez uma pausa. Parecia pensar. — Você já pensou em comprar um, sei lá, androide? Eu não vou deixar o Hoseok limpar a sua casa, você sabe que ele faria isso.

— Hoseok é um otário.

Ele te ama, é diferente. Você é como um irmão pra ele. — Constatou. — Agora, pense sobre o androide. Seu aniversário tá vindo, eu e o Hoseok podemos rachar a metade do preço. Vai, por favor? Pelo Seok, por mim, mas principalmente por você. Você precisa chacoalhar a sua vida. E acho que o primeiro passo é chacoalhar essa sua cortina amarrotada.

— Tudo bem, eu vou ver isso. — Yoongi, com muito esforço, se sentou na cama. — Vou mandar uma mensagem pro Hoseok, vou abrir o meu notebook, comprar um androide e… Pera, eles não demoram um tempo pra chegar?

Namjoon suspirou.

Eu e o Hoseok vamos aí às seis. E não pense que você não vai fazer nada, quem vai lavar o banheiro é você.

— Merda…

Tchau, Yoons. — Se despediu. — Fica bem. Eu te amo.

— Também. — Murmurou, jogando o aparelho telefônico na cama, suspirando em seguida. Com isso, resmungou: — Merda de Namjoon convencedor… Algum dia esse porra vai dominar o mundo.

O Min calçou seus chinelos e se arrastou pelo piso de madeira até seu escritório, empurrando a porta entreaberta até que esta se encostasse na parede. Seguiu até sua mesa, puxou a cadeira giratória, ligou o computador. Abriu o navegador. Digitou o site daquela empresa que sempre estava nos jornais.

Quando adentrou o site, rolou pela página até que encontrasse o ícone “Adquirir um Androide”. Acessou-o e leu parte das informações de contrato — o restante era sobre cuidar do androide e, provavelmente, viria junto com ele, no manual de instruções, então pouco se importou.

Enquanto cadastrava a si e ao seu cartão, pensava sobre que androide compraria. Homem? Mulher? Asiático? Que tal um estrangeiro?

Todas as suas dúvidas, porém, foram para os ares quando viu o tamanho da ficha que havia quando se requisitava um androide mais… Específico. Portanto, ao dar de ombros e realmente não se importar, escolheu a opção “aleatório”, passando para a parte dos serviços do contrato.

Finalizada a compra, Yoongi caminhou até seu quarto mais uma vez e buscou seu celular, abrindo, no aplicativo de mensagens, o chat em grupo que tinha com seus colegas de conjunto.


Eu: oi, comprei o androide
conversamos sobre o quanto cês vão me pagar depois
e foi mal, seok
não quis te assustar
eu tô bem :)


Não demorou muito para que o moreno bloqueasse o celular, o deixasse sobre a cômoda e voltasse a deitar, procurando dormir mais um pouco.


(...)


Havia comprado seu androide há uma semana. Nessa uma semana, mesmo após a limpeza — pesada — que fizeram em seu apartamento, Yoongi não conseguiu evitar o sujar mais um pouco, principalmente a cozinha, quando conseguiu explodir uma panela cheia de sopa.

O interfone tocou e, por mais que não estivesse assim tão animado, sentiu o estômago revirar. Estava ansioso. Permitiu a entrega e passou a andar de um lado para o outro, nervoso.

Talvez estivesse arrependido de não ter especificado como queria seu androide. E se ele tivesse uma personalidade esquisita?

Quando a campainha soou, Yoongi tomou um susto. Repensou duas vezes na ideia de adquirir um androide e, colocando tudo nas mãos do destino, abriu a porta, cumprimentou os entregadores, assinou a encomenda. Agora estava sozinho com aquela caixa.

Era quadrada, grande. Personalizada com o logotipo e as cores da empresa. Ao canto havia alguns furos, o que fez Yoongi se lembrar daquelas caixinhas onde enviavam hamsters em petshops.

Mesmo assim, abriu.

Lá dentro havia um homem. Era jovem, tinha a pele clara, os cabelos castanhos; usava uma blusa branca, uma calça preta, meias cinzas. O androide o encarava com os olhos curiosos, quase que brilhantes. O desconhecido abriu a boca e falou:

— Olá, eu sou Jimin. Qual é o código de acesso, por favor?

Yoongi gaguejou. Lembrava-se, estava na nota fiscal. Só não sabia de cor.

— Ahn… Espera um momento, por favor.

— Tudo bem.

O Min se afastou e foi em direção ao seu escritório, mexendo entre os papéis para que achasse o comprovante da compra. Depois de alguns instantes, acabou se sentindo mal por deixar o tal de Jimin esperando por si, sentado naquela caixa. Parecia desconfortável.

Quando encontrou a papelada, retornou à sala e proferiu:

— É… PJ095-13206…?

Jimin se levantou devagarinho, como se estivesse com os músculos dormentes. Sorriu um sorriso bonito e o entregou um envelope, o reverenciando em seguida.

— Oi, Min Yoongi. Meu nome código é J095, mas você pode me chamar de Jimin. Agora você é o meu dono. Aí está o manual para saber como cuidar de mim. — Ele olhou ao redor. — Eu posso sair da caixa, Min Yoongi?

— Pode. — Riu, debochado. Era uma pergunta idiota. — Pode me chamar só de Yoongi, também…

Os dedos ossudos abriram a carta, passeando os olhos por seu conteúdo.

— Na minha programação está dizendo que você me comprou para: lavar a louça, arrumar as camas, aspirar o pó, lavar os banheiros… — Yoongi o interrompeu, simplificando:

Arrumar a casa.

— Sim, Yoongi. — Jimin assentiu. — Quando posso começar?

— Agora, eu acho. — Deu de ombros, umedecendo os lábios, ainda concentrado no manual. Já havia passado das informações básicas (aquelas que falavam sobre levar à manutenção caso qualquer dano ocorresse).

O Min franziu o cenho com os tópicos ali presentes. Segundo eles, era necessário deixar o androide tomar banho, alimentar o androide, fornecer água ao androide e permitir que ele dormisse, ao menos, 9 horas por dia. Que coisa, eles haviam realmente criado um robô tão parecido com os humanos?

De qualquer forma, deu de ombros; parecia fácil. Só tinha de dobrar as compras de supermercado, comprar um travesseiro para que Jimin dormisse no sofá e… E só.

— Jimin? — Yoongi o chamou, abaixando a carta.

— Sim, Yoongi? — O androide colocou a cabeça para fora da porta da cozinha, o olhar interessado. — Como posso ajudá-lo?

— Você sabe cozinhar? — Arriscou a pergunta.

— Sim, Yoongi.

Bom, talvez ter comprado um androide não tivesse sido uma ideia tão ruim assim.

June 27, 2018, 6:16 p.m. 2 Report Embed 4
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lore (na) lore (na)
ai que lindo lui *~ só daqui a trinta dias o próximo? mas eu quero saber agr na minha mesa como esse pjm-androide vai se comportar
June 27, 2018, 7:57 p.m.

  • ggvkie ¡lui! ggvkie ¡lui!
    Iti brigada lor *~ Daqui 30 dias pq você sabe né, a vida de escritor tá uma merlim esses dias~ June 28, 2018, 1:37 p.m.
~