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rk Raíssa Kreppel

Após algum tempo afastados, Donghae e Hyukjae finalmente puderam se encontrar, levando embora toda aquela saudade que assolavam os corações. No entanto, servindo também para lembrá-los do que o sentimento que compartilhavam era feito. [EUNHAE][FLUFFY]


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

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Capítulo Único

Um suspiro acompanhado de risos. Os orbes castanhos fitavam com alegria o mais novo, que corria em sua direção como se dependesse daquilo para viver. De certa forma ele dependia, queria abraça-lo e repetir centenas de vezes que amá-lo era maravilhoso.

Largou as malas ao lado da pequena cômoda perto da porta, abrindo os braços para acomodá-lo em um abraço gostoso demais para que pudesse dispensar.

O mais velho segurou as lágrimas enquanto enfiava o rosto no pescoço do outro, ele precisava sentir o cheiro de Donghae. Precisava senti-lo, grudá-lo se fosse preciso para que matasse aquela saudade.

Dois meses, três semanas e quatro dias de separação.

Estavam loucos de saudades, todos os dias ligavam um para o outro e passavam horas numa ligação — só saíam quando forçados. Por diversas vezes Donghae chorou pela noite, abraçando a única peça que detinha o cheiro de Hyukjae. Nos pensamentos mais profundos almejava que o mais velho voltasse logo, que o abraçasse, beijasse e dissesse que estava tudo bem.

Os braços do menor passaram pelo pescoço do namorado, colando-o mais em si, pois tinha medo que ele fosse embora. Não suportaria ficar tanto tempo afastado novamente. O choro que até então estava contido se libertou, molhando a gola da blusa que o maior usava, arrancando mais uma risada cheia de saudade.

— Donghae — sussurrou contra a pele do pescoço do menor, vendo-a se arrepiar. — Que saudade, meu amor — as costas se encostaram na parede enquanto quase se transformavam em um. Donghae completamente entregue à medida que sentia protegido pelos braços do namorado.

Os dígitos do mais novo deslizavam pelo cabelo bagunçado do mais velho, deixando uma carícia boa.

O castanho não conseguiu enunciar qualquer palavra coerente, muito menos alguma frase por completo. Ele estava com tanta saudade, com tanta vontade de amar Hyukjae que as dispensava.

— ‘Tá tudo bem — murmurinhou de encontro a orelha esquerda de Donghae, sentindo-o encolher em seus braços. — Ah, — soprou, divertido. — Às vezes me esqueço que é sensível — mordeu o lóbulo, escutando um gemido de satisfação abandonar os lábios finos do namorado. — Ei — atraiu a atenção do castanho. — Eu não vou embora, não mais.

Eu sei — sussurrou, voltando a chorar. Os olhos límpidos de Hyukjae vislumbravam as caretinhas fofas que Donghae fazia enquanto chorava, não facilitando para que a preocupação fosse embora tão cedo, já que imaginava que seu menino estivesse angustiado com toda aquela espera. — Eu sei, Hyukkie — falou contra o ombro do mais velho.

Em um murmúrio tão sofrido quanto que o menor dava, ele passou a caminhar devagar até o quarto de ambos. Não detinha pressa para amá-lo nem para distribuir os carinhos guardados há tanto tempo. Hyukjae sentia falta, sim. Contava todos os segundos para que pudesse retornar aos braços do amado, mas as circunstâncias os mantinham afastados.

Tudo por algum preconceito enraizado na família do mais velho, aquela não aceitação de algo que era tão natural. No entanto, aquilo era passado naquele instante. Não importava mais, uma vez que conseguira resolver e demonstrar o quão enganado seu pai estava. E, mesmo que tivesse alguma razão infundada para o amor que possuía por Donghae, Hyukjae lutaria até o fim para voltar ao pequeno e — talvez — única razão de felicidade.

Jogaram-se contra o colchão macio, amaçando os lençóis e as mantas que estavam sobre a cama. O mais novo levou os dígitos até as bochechas do mais velho, cariciando a região, atraindo mais um olhar apaixonado para si. Um pequeno sorriso abandonara os lábios, colando-os outra vez aos do amante.

Começaram com pequenos toques, partindo para os beijos cálidos e capturando todo o ar que detinham até então. O loiro moveu as mãos ainda para as nádegas do castanho, arrancando um gemido e uma exclamação de surpresa, fazendo-o rir abertamente.

Ei — Falou Donghae. — Não aja como um “velho taradão” — resmungou, pondo um biquinho extremamente fofo nos lábios. — Vamos com calma.

— A última coisa que eu quero nesse momento é calma, neném — sussurrou, mordendo o lóbulo da orelha esquerda do pequeno. — O “velho taradão” está com saudade — levou a boca até o pescoço alvo, mordendo-o devagar.

— Eu também estou — disse, fechando os olhos. — Estou com tanta saudade que trancaria você em casa e jamais o deixaria sair dessa cama — declarou, escondendo-se no peito do amado enquanto o escutava rir. — Não ria! — clamou, sorridente.

— Hae — chamou a atenção daquele que se encolhia entre seus braços, suplicando silenciosamente por mais carinho e alguns selos sobre a testa. Quando os orbes igualmente castanhos o fitaram, eles apresentavam algum brilho fantástico cada vez que se atentavam travessamente a boca violeta. — Hae — ousou incitá-lo novamente, mas exibindo o repuxar que detinha nos beiços.

— Hm? — grunhiu, arrastando levemente os próprios lábios contra o queixo do outro. Os olhos — naquele instante — ficaram fechados ao mesmo tempo que os dedos trabalhavam para deixa-lo perto. Necessitava inclusive do ar que Hyukjae respirava para se acalmar e concluir que realmente estava lá.

— Por quanto tempo ficaremos assim? — indagou, movendo morosamente os dedos pelos fios macios. Sentia-o se arrepiar à medida que afagava os pelos da nuca, impelindo que se encolhesse mais.

Ah, tão bom — murmurinhou, esfregando o rosto contra a camiseta tenra que trajava. — Continua, Hyukkie.

— Está bom assim? — falou, pressionando-o contra si ao passo que o cafuné surtia mais efeito. Hyukjae se permitiu exprimir um singelo riso, pois era aquela sensação gostosa que sentia falta, daquele amor palpável que sentiam um pelo outro. — Hm?

Sim — disse mais baixo que anteriormente. Donghae finalmente se rendia ao mundo dos sonhos, para que assim detivesse o melhor sono depois de tantos meses sem tê-lo. — Hyukkie.

— Shh — soprou perto da orelha do mais novo. — Durma, depois conversamos.

— Hyukkie — apelou, fomentando o nariz pela clavícula do mais velho.

— O que foi?

— ‘Pra sempre — respondeu à pergunta de minutos mais cedo, obtendo mais um selar na cabeça enquanto fechava os olhos.

— ‘Pra sempre.

FIM

June 25, 2018, 4:07 p.m. 0 Report Embed 2
The End

Meet the author

Raíssa Kreppel Ficwriter floppada. Ativista do só sei que nada sei. #SuperJunior.

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