Little Cat Follow story

shixun Yohan 勋鹿

Tudo começou quando Oh Sehun cruzou com um lindo gatinho de pelagem marrom e acabou sentindo-se cativado pelo bichano, levando-o para casa no mesmo instante. Mal sabia ele que estava adotando muito mais do que apenas um gatinho para si. [HUNHAN | FLUFFY | LUHAN!CAT]


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#hibrido #LuHanCat #metamorfo #Selu #hunhan #luhan #sehun #exo
14
4851 VIEWS
Completed
reading time
AA Share

Do you want to be my little cat?

LuHan nasceu em Pequim, capital da China. Até os seus 6 anos de idade o chinês teve uma vida normal, sua família embora fosse humilde o tratava bem e mesmo que não tivesse pais muito carinhosos, LuHan sabia que não poderia exigir muito. Seus pais trabalhavam ambos praticamente o dia inteiro, eles não tinham muitos recursos e viviam uma vida simples, porém era o suficiente. Era isso o que o mais novo da família Lu achava pelo menos.


Porém foi exatamente no natal do ano em que completara 6 aninhos de idade que tudo mudou.


Estava frio do lado de fora e LuHan encarava o chão coberto pela camada branca e fofinha de neve com os olhinhos brilhando. Ele simplesmente amava o natal. Seu corpinho pequeno e esguio era coberto por uma touca vermelha, cachecol, algumas muitas blusas, luvas, uma calça bem quente e botinhas propícias para dias de neve. Sua mãe havia mandado o chinesinho se arrumar e disse que aquele seria um dia especial, que a partir daquele dia ele viveria uma vida melhor. O pequeno Lu se sentiu feliz em ouvir aquilo, mas notou algo estranho. Sua mãe chorava. Ela tentava esconder e conter as lágrimas com um sorriso no rosto, mas o garotinho observador percebeu. Por que ela choraria em um dia feliz como aquele? – Era o que ele se questionava mentalmente.


O pequeno Han fazia desenhos abstratos na neve enquanto esperava seu pai chegar do trabalho. Ele havia prometido sair mais cedo do emprego para levá-lo em um lugar especial e o chinesinho não poderia estar mais animado!


Passado poucos minutos, LuHan ouviu a voz grave de seu pai o chamar. Ele se levantou rapidamente e foi correndo em direção ao Sr Lu, envolvendo suas pernas em um abraço desajeitado. O mais velho retribuiu o abraço e pegou o seu filho no colo, abraçando fortemente o corpinho magro.
LuHan sentiu que seu pai também estava estranho assim como sua mãe. Eles pareciam tristes e aquilo não fazia o mínimo sentido na cabecinha inocente do chinesinho.


Alguns segundos depois, a mãe de LuHan saiu de casa e foi em direção aos dois carregando uma mochila. O olhar da Sra Lu estava opaco e sem vida. Ela entregou a mochila para o pai do garoto que prontamente a pendurou no ombro e logo após virou-se de costas seguindo para dentro de casa rapidamente e sem falar nada. LuHan fitou sua mãe antes que ela adentrasse o casebre humilde e percebeu que o corpo de sua progenitora tremia. Estaria ela chorando?


- Vamos Han, nós temos que ir antes que fique tarde. – A voz de seu pai se fez presente, despertando o pequeno de seus pensamentos. LuHan apenas assentiu e seu pai passou a caminhar em direção ao ponto de ônibus com seu filho ainda em seus braços.


Foram necessários 2 ônibus e um metrô para chegarem ao destino final. LuHan agora caminhava de mãos dadas com seu pai enquanto ambos se dirigiam para o interior de um prédio muito alto, tão alto que os olhinhos do pequeno mal enxergavam o último andar.


- O senhor é o Sr Lu? – Assim que adentraram o prédio, uma moça alta e de cabelos negros e compridos se dirigiu ao pai do baixinho, perguntando com um sorriso gentil nos lábios. O Sr Lu apenas assentiu um pouco desgostoso e então ela pediu para que ambos a seguissem para uma salinha que ficava ao fim de um corredor à esquerda.


Han estava estranhando muito tudo aquilo e volta e meia olhava para seu pai como se indagasse de forma muda o que era tudo aquilo. O Sr Lu percebia o olhar confuso de seu pequeno, mas com dor no coração simplesmente ignorava, ele teria que fazer aquilo pelo bem de LuHan.


Mas naquele dia, o pesadelo do pequeno Han começaria e como se pressentisse o que viria, os olhinhos começavam lentamente a lagrimejar.


Naquele dia o mais novo da família Lu foi deixado por seu pai naquele prédio luxuoso. Seu pai prometeu que voltaria para buscá-lo e disse que aquele era um lugar especial, que ali ele seria bem cuidado e feliz. O pequeno Han realmente fora bem cuidado, mas ele não se sentia feliz e mesmo dias, semanas, meses e anos após ter sido deixado naquele lugar, o Sr Lu nunca mais voltou, fazendo com que todas as noites antes de dormir, o chinesinho chorasse e chamasse baixinho pelo seu pai, mesmo que no fundo ele soubesse ser inútil.


Nos primeiros anos dentro daquele prédio, LuHan descobriu que não era a única criança lá dentro. Outros garotinhos e garotinhas também moravam naquele mesmo edifício e aparentemente tinham a mesma faixa etária do chinesinho de cabelos castanhos.


Todos os dias o pequeno Lu assim como todas as crianças de sua idade eram levadas até uma sala em um dos andares superiores daquele prédio, onde tinham aula. Eles passavam boa parte do tempo estudando e com o passar dos dias, aquelas mulheres vestidas de branco começaram a dar àquelas crianças algumas pílulas azuis. Eles deveriam tomar uma após acordar, outra durante a tarde e mais outra antes de dormir, todos os dias sem exceção.


Apesar de no começo aquelas pílulas deixarem LuHan um pouco enjoado e tonto, coincidentemente os rendimentos do pequeno chinês durante as aulas aumentaram consideravelmente. Ele passou a aprender mais rápido, aos 10 anos já podia ler perfeitamente, tanto em chinês quando em coreano, inglês e japonês. Mas algo também chamou a atenção do baixinho. Na mesma época em que começou a tomar aquelas pílulas, muitos de seus coleguinhas de classe desapareceram. – Será que seus pais os levaram para casa? – Era o que ele se perguntava enquanto via a cada dia sua sala de aula mais vazia, ao passo que alguns de seus colegas de classe restantes pareciam estar mais apáticos e até doentes.


Mais dois anos se passaram e a cota de coisas estranhas que mandavam LuHan fazer naquele lugar apenas aumentou. Depois das pílulas azuis, o chinês foi mandado para outro lugar, dessa vez na Coréia do Sul. Era um prédio bem parecido com o que ele morava na China, mas de certa forma o ambiente era mais hostil e estranho. Naquele lugar LuHan foi submetido a experiências muito esquisitas, muitas das vezes ele simplesmente acordava em seu quarto, em sua cama, sem se lembrar de absolutamente nada das horas passadas, tendo como única lembrança do que acontecera uma dor aguda e incomoda em seus braços, causados provavelmente por agulhadas.


Naquele novo lugar tudo era mais rígido. Eles deveriam ter postura ao se sentar, as regras de etiqueta eram obrigatórias e a carga de estudos foi dobrada. O chinês já havia perdido as esperanças de ver os seus pais, por algum motivo ele se sentia acomodado, como se tivesse aceitado tudo aquilo como o certo.


Mas no fundo, algo dentro de si gritava que aquilo não estava certo e que ele deveria despertar, deveria fugir daquele lugar.


Mas certo dia, aos seus 12 anos de idade, após mais uma sessão de uma daquelas experiências que faziam em seu corpo, LuHan acordou em sua cama sentindo-se estranho. Sentia como se sua capacidade auditiva e visual estivessem mais aguçadas que o normal, algo dentro de si havia mudado.


O adolescente sentou-se em sua cama e fitou a porta branca de seu quarto que ficava sempre fechada e trancada pelo lado de fora. Foi subindo o seu olhar lentamente até o teto e ali ele percebeu que havia uma câmera. Como nunca havia percebido aquilo ali antes?


De alguma forma, aquela natureza submissa outrora implantada em LuHan havia desaparecido. Além de sentir-se fisicamente diferente, algo em sua mente gritava e implorava para que ele saísse daquele lugar, para que ele se livrasse daquele pesadelo e de súbito ele se recordou de seus pais como não fazia há muito tempo. Recordou-se de sua mãe chorando e do olhar pesaroso de seu pai ao deixá-lo naquele lugar. E foi então que ele se decidiu:


- Eu vou sair desse lugar, nem que seja a última coisa que eu faça na vida. – Sussurrou de forma inaudível enquanto voltava a se deitar e fechou os olhos. Qualquer um que o visse poderia achar que o chinesinho estava apenas descansando, mas naquele momento sua mente trabalhava de forma maquiavélica planejando o momento certo e a forma como sairia daquele lugar.


Os dias foram passando e o pequeno Han fingia ainda ter a sua personalidade submissa de antes para não levantar suspeitas. Em testes audiovisuais ele mentia, mesmo que pudesse ouvir um som de 45000hz – o que é humanamente impossível – ele dizia não ouvir, fazendo a mesma coisa com todos os demais testes.


Tudo estava como deveria ser e os “médicos” pareciam um tanto desanimados. Haviam falhado mais uma vez.


Através de sua audição desenvolvida, LuHan ouviu uma das enfermeiras dizendo o horário exato em que os turnos acabavam e as pessoas que trabalhavam deixavam o seu posto para serem substituídos. Sua mente à essa altura já trabalhava freneticamente a fim de encontrar uma saída daquele lugar.


O relógio marcava exatamente 22h da noite. O chinês só sabia disso por ter conhecimento do horário em que as luzes de todos os quartos se apagavam, deixando todos os jovens em um completo breu. Coincidentemente esse era o mesmo horário em que os turnos seriam trocados e LuHan presumiu que a pessoa que trabalhava o vigiando na sala das câmeras de segurança também trocaria de turno. Essa seria sua chance, alguns minutos ou talvez segundos de distração para que ele colocasse seu plano em prática.


Assim que as luzes se apagaram, o de cabelos castanhos empurrou com agilidade sua cama até ficar rente a parede, bem abaixo da câmera de segurança. Ele subiu na cama para que pudesse alcançá-la e assim que o fez, forçou a câmera para baixo, tornando a visão da mesma focada apenas para o chão. Assim que terminou, voltou sua cama para o centro do quarto como anteriormente e esperou.


Agora ele só teria que esperar.


Naquela noite, após o responsável pelas câmeras de segurança notar que havia algo errado com a do quarto do pequeno Han, se dirigiu rapidamente até o mesmo. LuHan fingia dormir e alguns segundos após a entrada do rapaz no quarto do chinês, o adolescente o atacou pelas costas e o estrangulou até que o corpo maior que o seu caísse no chão e parasse de se debater. Os alarmes soaram por todo o prédio e antes que pudesse se desesperar, LuHan saiu apressado pela porta de seu quarto que havia sido deixada aberta.


Ele correu até uma sala isolada e se trancou na mesma sentindo o desespero tomar conta de si. Olhou ao redor e tudo o que viu de relevante foi uma janela. Uma janela no décimo andar. Enquanto tentava arquitetar um plano de como sairia dali, a maçaneta da porta foi forçada bruscamente, seguido de passos e mais passos no lado de fora daquela sala.


Logo após, um tilintar de chaves.


Tudo estava perdido agora, o desespero reinou no pequeno corpo fazendo um formigamento estranho ser sentido. A adrenalina estava o dominando e suas mãos tremiam.


LuHan sentiu seus olhos saltarem das órbitas ao ouvir um som de sirenes a uma certa distância e então sem nem pensar mais ele abriu a janela e se pôs de pé no parapeito. O chinesinho iria se jogar, mesmo que morresse seria melhor do que ficar ali.


Ele respirou fundo três vezes e se preparou mentalmente, estava quase saltando quando de repente, seu corpinho já pequeno tomou uma forma ainda mais pequena. Suas roupas que antes já eram grandes ficaram ainda maiores e aquele parapeito não parecia tão pequeno para si. Seu corpo era permeado de uma pelagem marrom fofinha e seus olhos podiam enxergar perfeitamente tudo o que estava no escuro.


Ele havia se transformado em um pequeno gatinho.


As roupas que outrora cobriam o corpo magrinho agora caiam dez andares abaixo até a rua. O gatinho hábil como era não perdeu tempo e foi pulando de parapeito em parapeito se equilibrando sem dificuldade em uma pequena sobra contida em todas as janelas.


E foi naquela noite que LuHan se viu finalmente livre daquele pesadelo.


A princípio o chinesinho achou que ficaria como gatinho para sempre, mas ele percebeu que quando relaxava e se concentrava conseguia facilmente mudar para seu corpo humano. O único problema era que suas roupas se perdiam completamente quando ele se transformava, então teria que tomar cuidado para não aparecer totalmente nu por aí.


Alguns meses após a fuga do pequeno Lu daquele lugar, a instituição Phantoville - como descobriu se chamar o lugar onde era mantido preso - foi à falência. A morte de um dos rapazes responsável pela segurança estampou a primeira página dos jornais, a família do mesmo exigiu uma investigação e então descobriram que o local era na verdade um acervo clandestino de teste em humanos. Eles misturavam DNA animal com DNA humano a fim de criar "super-humanos". Tudo era camuflado pelas companhias Phantoville, conhecidas exclusivamente por seus muitos orfanatos espalhados pelo mundo. Os responsáveis foram condenados e presos, enquanto os jovens e crianças foram libertos e receberam auxílio psicológico.


Foi o fim daquele pesadelo, não só para o pequeno Han como para todos.


Cinco anos se passaram desde então e o gatinho já tinha 17 anos. LuHan havia se tornado um gatinho de rua, ficava na maior parte do dia em sua forma animal, mas sempre voltava a ser humano quando estava sozinho.


Sua vida estava longe de ser fácil, mas mesmo assim ele podia ser livre, mesmo passando frio e fome durante alguns dias, além de passar por alguns apuros, ele não se arrependia de nada.


Seu passatempo favorito era ir como gatinho em um dos parques do centro da cidade de Seul. Durante o verão, muitos pais levavam os seus filhos para brincarem e se divertirem e LuHan sempre aparecia por lá. Os pequeninos se aproximavam do gatinho fofo de pelos escuros e encantados pela fofura do animalzinho não se continham em acariciá-lo com as mãos pequenas e desajeitadas. O chinesinho adorava aquilo e seu ronronar alto se fazia presente sempre. Toda a sua vida ele fora privado de carinho, então acabou se tornando alguém carente de atenção e carinho.


Mas assim como os dias bons, dias ruins também eram uma realidade, uma dura e triste realidade. LuHan descobriu que as pessoas podem ser terrivelmente maldosas, seja com um animal indefeso ou com um humano necessitado de ajuda. Não foram poucas as vezes em que ele foi agredido, apedrejado ou propositalmente assustado enquanto estava em sua forma animal. Já em sua forma humana, as pessoas simplesmente o ignoravam por completo como se fosse um nada, um inválido.


E foi em mais um dia ruim, que LuHan o conheceu.


Já era tarde da noite e chovia o dia inteiro. LuHan não havia conseguido comer e nem encontrar um lugar quente para passar a noite gelada. O pequeno gatinho tinha a sua pelagem úmida pela chuva que o banhou e naquele momento tentava dormir embaixo da cobertura de um hotel de classe média no centro de Seul. Seu corpinho levemente trêmulo estava completamente encolhido enquanto ele tentava manter-se ao menos seco pelo resto da noite. Não fez questão de voltar a sua forma humana, pois sabia que como gato ao menos teria mais resistência contra o frio cortante daquela noite.


Tudo estava "bem", até que alguns passos começaram a ecoar pela rua vazia, fazendo o pequeno se despertar e olhar em direção a figura que caminhava em sua direção. Era um homem adulto e alto, andava rapidamente pela calçada tentando se proteger na chuva com uma jaqueta de couro.


Mesmo com um pouco de medo, o chinesinho decidiu ignorar e voltou a se encolher. Ele estava prestes a fechar os olhinhos novamente, quando percebeu um par de sapatos sociais pretos parados bem em sua frente. Seus orbes castanhos se arregalaram e poucos segundos depois ele sentiu um carinho gostoso e gentil em sua cabeça, fazendo-o levantar seu rostinho para ver quem era.


- Está perdido amiguinho? - A voz rouquinha e levemente falha soou. Era o mesmo rapaz que vinha em sua direção antes. Seu tom de voz era gentil e doce, assim como o toque da mão grande na pelagem fofinha do pequeno gato.


LuHan por algum motivo não sentiu medo daquele humano. Levantou-se do chão e começou a esfregar sua cabecinha por entre as pernas do rapaz, fazendo-o sorrir com aquilo. Talvez seja verdade que animais tenham a habilidade de “farejar” a índole das pessoas e mesmo que não fosse um gato por completo, o pequeno chinês se sentiu de certa forma seguro perto daquele homem.


O jovem rapaz respirou fundo e mordeu seu lábio inferior como se pensasse sobre algo. Por fim decidiu pegar o pequeno felino em seus braços e olhar seu rostinho de perto, encantando-se com a pelagem castanha e olhinhos de mesma cor do bichano.


LuHan quase recuou quando sentiu as mãos fortes pegarem gentilmente seu corpinho e o levantar até a altura dos olhos do estranho. Naquele momento ele pôde ver melhor as feições do rapaz, notou o cabelo negro, os olhos puxadinhos, o rosto bonito e agradável além daquele sorrisinho sutil estampado nos lábios cheinhos. O chinesinho se sentiu diferente, não sabia explicar aquela sensação estranha, mas não era algo ruim.


- Hum... Eu estava mesmo pensando em adotar um gatinho. Você quer seu meu gatinho? – O silêncio foi quebrado pela voz rouquinha e falha do coreano que dirigiu a palavra a LuHan como se ele fosse realmente respondê-lo, como se esperasse por uma aprovação por parte do pequenino.


- Miau – Foi tudo o que o pequeno Lu pôde dizer naquele momento, como se aceitasse o pedido do aparentemente mais velho.


O homem não deixou de sorrir com aquilo e ajeitou o felino em seus braços. Enrolou seu corpinho na jaqueta de couro para tentar protegê-lo da chuva e mantê-lo aquecido, rumando a passos largos em direção ao seu apartamento no momento seguinte.


~~~~~~~


Assim que adentraram o apartamento luxuoso, o pequeno Lu observou tudo com os olhinhos atentos e curiosos, enquanto o coreano o colocava em cima do sofá e rumava em direção ao cômodo que o gatinho achava ser a cozinha.


- Só um minuto gatinho. Você deve estar com fome, não? – Perguntou retoricamente enquanto preparava alguma coisa na cozinha. LuHan estava sim faminto, mas também se sentia cansado, então se aconchegou sob uma das almofadas do sofá e encolheu seu pequeno corpo enquanto esperava pelo outro.


Logo mais o rapaz voltou com uma tigela cheia de leite, o que automaticamente despertou LuHan e o fez pular em direção ao chão, esperando ansiosamente para poder matar sua fome com aquele líquido que tanto amava, mas que era tão raro de conseguir beber.


O moreno colocou a tigela no chão e sentou-se no sofá enquanto observava seu gatinho tomar o líquido como se não comesse há dias. Suspirou devido ao cansaço de um dia inteiro dividido entre a faculdade de engenharia civil e a outra metade trabalhando meio período como assistente de fiscalização de obras. Era cansativo, mas ele adorava o que fazia.


- Bom, agora que você é o meu gatinho acho que eu tenho que dar um nome à você, certo? – Sorriu e inclinou um pouco o seu corpo, afagando a cabeça do animalzinho que começou a ronronar em aprovação. – Olha, criatividade não é o meu ponto forte, então o que acha de gatinho mesmo?


LuHan miou novamente como se aprovasse a decisão e subiu no sofá, direcionando-se para o colo de seu “dono” em busca de mais carinho, o que foi prontamente atendido.


- Ah, eu esqueci de falar. Meu nome é Sehun, Oh Sehun. – Disse o rapaz após uma sessão de alguns minutos de carinho no pequeno gatinho. O chinês achava engraçado e peculiar o fato de o mais alto conversar consigo de uma forma que apenas crianças costumam a fazer. Era realmente diferente.

June 6, 2018, 6:59 p.m. 0 Report Embed 1
Read next chapter Are you my little cat?

Comment something

Post!
No comments yet. Be the first to say something!
~

Are you enjoying the reading?

Hey! There are still 2 chapters left on this story.
To continue reading, please sign up or log in. For free!