O Castigo Follow story

kawa-chans2 Kawa-chan Santos

Oikawa Tooru estava querendo morrer. Isso era um fato para Iwaizumi Hajime constatou ao ser ignorado, trocado e ter isso jogado na sua cara por vídeos que o dito cujo o mandou. OBS.1: A arte não me pertence. OBS. 2: Os personagens são do anime Haikyuu!!


Fanfiction Anime/Manga For over 18 only.

#Iwaizumi #Oikawa #haikyuu #iwaoi #yaoi
Short tale
3
5.2k VIEWS
Completed
reading time
AA Share

Único

- Trashkawa vem pra casa agora. – Iwa-chan me disse por telefone naquela tarde. Ele estava extremamente puto e talvez eu soubesse o motivo.

Claro que não fui correndo pra casa, só pra provocar ainda mais o gênio do meu amado passei na casa de Lev e passei o restante da tarde flertando com ele e claro sem deixar de registrar cada momento. A minha relação com Lev era de pura amizade e o jovem russo era meu cúmplice todas as vezes que queria provocar Iwa-chan.

Já eram meia-noite quando cheguei em casa e quando cheguei no meu quarto me surpreendi em não ver Iwa-chan deitado na minha cama com a cara extremamente irritada. Meu quarto estava completamente organizado e meus preciosos aliens em miniatura intactos. Tudo bem que estranhei a situação mas não dei muita importância e apenas tirei meus tênis e fui dormir de calça jeans e blusa de flanela.

Acordo sentindo uma pressão nos meus pulsos e tornozelos além de uma brisa gelada em meu peito e pernas sentindo apenas minha cueca pressionar minha pele. Franzi as sobrancelhas mesmo de olhos fechados e com curiosidade abri meus olhos para conferir o que diabos estava acontecendo. A primeira coisa que vi foi Iwa-chan sentado em uma cadeira ao lado da minha cama com expressões calmas, a segunda foi as cordas que amarravam meus pulsos à cabeceira da cama. Arregalei os olhos e tentei puxar meus braços pra me soltar, o que foi uma péssima ideia pois a corda era grossa e machucou meus pulsos. E Iwa-chan apenas me observava com uma cara indiferente.

- Iwa-chan o que é isso? – Pergunto indignado.

- Você foi um menino muito, muito mau Oikawa, me ignorando o dia todo e pior flertando com aquele meio russo idiota e me mandando os vídeos. Com certeza eu vou te punir e acredite que mesmo que eu seja seu namorado eu não vou te perdoar.

Drogaaaaaaaaa.

- Mas Iwa-chan eu só flertei. – Apelei para a cara de cachorrinho e a voz manhosa que sempre funcionava com ele. Infelizmente não funcionou, seu olhar continuou duro e implacável ele estava puto demais.

- Oikawa não adianta, eu estou irritado com você.

Puta merda, eu to muito fudido.

- Hoje você vai aprender a nunca mais me ignorar e nem flertar estando comprometido.

Então ele se levantou e todo meu corpo ficou tenso, a aura de Iwa-chan estava muito intensa estava muito parecido comigo quando entrava de cabeça num jogo. Eu preciso ficar calmo, em passos lentos ele foi findando a distância entra a cadeira de madeira e a cama. Ao chegar próximo a minha cama Iwa-chan acariciou meu abdômen até chegar ao meu membro coberto pela cueca azul bebê.

- Iwa-chan tira a mão daí. – Disse indignado para disfarçar meu desespero, Iwa-chan era um sádico muito filha da puta quando queria mas rara foram as vezes que ele mostrou esse lado pra mim.

- Iwa-chan você me deixou flertar e se você ficasse mais comigo eu não presaria flertar com Lev. Você só me magoa Iwa-chan. – Apelei para o psicológico torcendo para dar certo. Confirmei a falha do meu plano quando senti o forte aperto de sua mão em meu membro.

Mordi meu lábio inferior e apertei meus olhos. Filho da puta ele estava puto demais para me dar atenção.

- Aaaa, mas eu estava com você, eu sempre estou contigo mas você continua me provocando, por isso está sendo castigado. – Então ele abaixou minha cueca até meus joelhos com um sorriso maldoso.

- IWA-CHANNNN!!!! -gritei, ignorando a grande possibilidade de não estarmos sozinhos em casa. Senti meu rosto corar por estar exposto e indefeso dessa forma estava me dando muita vergonha, eu não estava me sentindo o grande e confiante Oikawa Tooru, estava me sentindo o jantar de Iwa-chan principalmente quando ele me olhava irritado.

-Shhhh, fica quietinho Oikawa, não queremos que seus pais acordem, ou quer?

Neguei com a cabeça e suas mãos começaram a passear pelo meu corpo, estimulando meu membro a ficar duro e minha respiração pesada, quando finalmente Iwa-chan chegou no meu membro, ele o apertou forte e começou uma masturbação lenta e ficou me observando gemer baixo com o lábio inferior entre os dentes e possivelmente muito corado. Em meio a isso, um pensamento masoquista me ocorreu e logo eu acabei soltando a minha sentença de morte.

-Iwa-chan isso não era pra ser um castigo? -Irritado ele parou a masturbação e olhou no fundo dos meus olhos.

-Isso é um castigo Trashkawa.

-Não parece, tá sendo bom demais. -Disse com um ar desafiador.

-A é mesmo? Então você vai sofrer. -Disse abandonando meu membro e abrindo a gaveta do criado-mudo ao lado da minha cama que da posição que eu estava não conseguia enxergar o que ele estava tirando de lá. A primeira coisa que ele fez depois de fechar a gaveta foi me vendar.

-Iwa-chan, não me venda por favor, eu quero te ver.

-Problema é seu. -Disse dando um tapa, que ardeu na minha alma, na minha coxa direita.

Depois eu senti algo apertar a base do meu pênis, não entendi muito bem mas deixei que Iwa-chan fizesse o que ele queria. Não demorou muito para eu sentir os dedos de Iwa-chan lambuzados por seja lá que fosse brincando com minha entrada mas sem penetrar. Seu toque era provocativo, as pequenas e rápidas invasões me faziam contorcer e as cordas que me prendiam começaram a atritar com a pele aumentando com a dor a sensação de prazer.

-Iwa-chan...

-Calado Tooru.

Mais um tapa adente foi dado na minha coxa, no mesmo local, mordidas e chupões foram dados no meu pescoço, Iwa-chan estava sendo ciumento, ele estava deixando aquelas marcas para dizer ao mundo que eu pertencia a ele, que eu era seu cachorrinho. Respirando fundo, segurando as lágrimas de dor, excitado e necessitado era como eu me encontrava.

-Iwa-chan você não se esqueceu que eu sinto mais dor que as outras pessoas né? -Ele riu colado ao meu pescoço e respondeu com uma mordida forte na minha bochecha esquerda.

-SEU ANIMAL. -Gritei deixando as lágrimas mancharem a venda.

-Não reclame vadia, hoje você vai ficar sem andar. -Ele me disse roucamente ao pé do meu ouvido.

Sem aviso fui invadido por três dos seus dedos, eu gritei seu nome, contorci meus pés e mãos causando assim mais feridas em mim mesmo. Enquanto isso Iwa-chan estava lambendo um dos meus mamilos e apertando o outro. Tentando amenizar a dor comecei a me contorcer, coisa que Iwa-chan não pareceu gostar pois ele começou a me estocar com brutalidade, ele ia fundo e num certo momento ele acertou em cheio minha próstata, nesse momento meu corpo pegou fogo, os lugares que antes ardiam pela dor de machucados agora ardiam de prazer e pela primeira vez naquela noite senti meu ventre se contorcer. Sabia que iria gozar, senti o gozo vir, mas ele simplesmente não veio. A única coisa que sentir ser liberado foi uma gotinha que escorregava meu pau abaixo, Iwa-chan riu e foi então que eu entendi o que o dito cujo colocou na base do meu pênis. Era a porra de um anel peniano.

-Iwa-chan tira isso de mim, eu quero gozar. -Disse pausadamente pela falta de fôlego.

- Não. -Disse retirando seus dedos de mim e me virando de quatro, fazendo meus braços se cruzarem. -Quer dizer alguma coisa antes de começar a ver estrelas?

-Eu te odeio seu abusado. -O xinguei quase sem forças para me manter n posição.

-Eu também te amo seu desbocado. -Disse dando um tapa na minha bunda.

Ele tomou minha entrada em uma estocada só, estocada que acertou em cheio minha próstata me fazendo gritar com um misto de dor e prazer. Ele ficou um tempo parado, de início minha cabeça que mal pensava direito não entendeu.

-Desgraçado. -Resmunguei mordendo os lábios e apertando meus olhos por baixo da venda. -Iwa-cha me solta por favor. -Pedi manhoso torcendo para que ele se esquecesse da história de castigo.

Ele me respondeu tirando seu membro de mim e me tomando novamente com toda a sua brutalidade. Parece que não vai rolar ser solto. Iwa-chan ficou nessa por um bom tempo e a cada estocada minha cabeça batia mais na cabeceira, a cada estocada eu sentia que se não gozasse eu morreria, a cada estocada meu membro pulsava cada vez mais.

Repentinamente senti as cordas que prendiam meus braços serem soltas e meu cabelo foi puxado até que eu estivesse sentado sobre Iwa-chan, suas estocadas nessa posição ficaram mais rápidas.

-Espero que você esteja aprendendo a não me provocar mais Tooru. -Rosnou ao pé do meu ouvido. Mais uma vez meu ventre se contorceu e outra gota solitária saiu de meu membro.

Aquilo era tortura demais. Não poder gozar estava acabando comigo. Num ato impensado girei no colo de Iwa-chan e comecei a quicar em seu colo colocando meus braços em seus ombros e os usando como suporte para me ajudar a subir e descer. Como eu queria ver o rosto dele agora, pensei enquanto rebolava. Uma mão de Iwa-chan estava na minha cintura e a outra estava em meu membro subindo e descendo, mas que merda de dor que eu estava sentindo.

-Tooru seu rabo é maravilhoso. -Ele disse puxando meu cabelo e mordendo meu pescoço.

Ouvi um click e a base do meu pênis ficou livre, quase gozei, ao me liberar Iwa-chan me colocou pra cavalgar com selvageria como se o mundo fosse acabar naquele momento, não demorou muito pra virmos e viemos em jatos fortes e longos, eu na barriga de Iwa-chan e ele dentro de mim.

Caí ofegante sobre Iwa-chan, minha cabeça estava turva, meu corpo sensível e o cansaço me atingindo aos poucos cada vez mais forte. Iwa-chan começou a acariciar minhas costas com uma mão e com a outra tirou minha venda. Depois de se livrar da venda, ele me tomou para um beijo calmo e apaixonado.

- Me desculpa por te machucar.

Não tinha forças pra responder então apenas voltei a deitar sobre o mesmo. Estava quase dormindo quando ouvi uma batida na porta.

- Meninos tudo bem aí? -Minha mãe perguntou do outro lado, arregalei os olhos e tensionei o corpo.

-Sim mãe está tudo bem. -Gritei de volta.

-Tem certeza? Eu ouvi vocês gritando e barulho de tapas. -Senti o rosto queimar.

-MÃE ESTÁ TUDO BEM SIM.

-Tudo bem, daqui a pouco desçam para jantar.

Eu estava mortificado e Iwa-chan gargalhava. Emburrei e comecei a dar tapas no peito de Iwa-chan o xingando de tudo o que eu lembrava até que ele segurou meus pulsos e olhando nos meus olhos disse:

-Eu te amo baka.

-Eu te amo seu idiota. -Disse emburrado.

Ao som de suas risadas sinto ele se retirando de mim e assim liberando todo o gozo ali acumulado. Vi ele arregalar os olhos.

-Me desculpe eu exagerei. -Nesse momento soube que provavelmente havia sangue misturado ao gozo.

-EU PERCEBI SEU IDIOTA. -Grito sentindo meu interior arder fortemente.

-Que pelo menos sirva de lição pra você não sair flertando por aí. -Disse beijando minha testa.

-Sim senhor. -Disse sentindo o sono voltar.

Aos poucos fomos relaxando e não pude deixar de notar o quão bom era estar com ele, eu me sentia completo e amado, em momentos como esse eu não precisava ser o grande Oikawa que sofre pressão de todos, que não foi capaz de derrotar Ushijima, que está perdendo seu posto para seu kouhai prodígio. Ali ele era apenas o Trashkawa de Iwa-chan que tinha a mentalidade de um bebê e que acreditava que aliens iriam invadir e dominar o mundo. 

May 31, 2018, 6:51 a.m. 0 Report Embed 2
The End

Meet the author

Comment something

Post!
No comments yet. Be the first to say something!
~