O Hétero de Taubaté Follow story

ariane-munhoz Ariane Munhoz

Tudo o que Kiba queria era um fim de semana perfeito na casa da mãe e da irmã junto com Shino. Mas tinha um pequeno detalhe: elas não sabiam sobre o namorado! E agora, escondido por trás dessa faixada de hétero de Taubaté, Kiba teria que reverter de algum modo aquela situação. - Continuação de Operação Cupido - Para Yue-chan, que merece todos os presentes sim!


Fanfiction Anime/Manga All public.

#yaoi #lgbt #naruto #fns #comédia #Shiba #Shino #kiba #Akamaru #shinokiba #diadasmães
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Acho que o Shino perdeu a bolinha!

- Naruto é um mangá que se tornou anime e não me pertence;
- Fanfic feita para o desafio ShinoKiba de Maio, cujo tema era Dia das Mães, e o item obrigatório: reação ao descobrir sobre o namoro;
- Capa feita pela linda da minha nee-chan, Hasashi Akemi;
- Presente para a Yue-chan, porque ela merece todo amor do mundo. Parabéns, mamãe linda!
- A leitura de Operação Cãopido não é obrigatória, mas deixo o link aqui: https://getinkspired.com/pt/story/37811/operacao-caopido/

Você pode até não comemorar a data, mas merece todos os presentes do mundo, lindona. Pela amizade maravilhosa e por tudo!

***



Shino havia tirado alguns dias do trabalho, suas tão merecidas férias após defender a dissertação da pós.

Com isso, contava um ano e meio de namoro com Kiba, muita atribulação por parte de Akamaru, e os persistentes telefonemas de Tsume para que o caçula fosse visitá-lo.

Por fim, nos seus dias de folga, Shino decidiu que iria com ele.

E Kiba pareceu muito feliz com a ideia! Extasiante! Completamente fora de si.

Exceto que ele era Kiba. E Shino o conhecia. Aquele excesso de alegria só podia significar uma coisa: que Kiba estava nervoso.

Completamente fora de si!

Estavam no carro, Shino dirigindo enquanto seguia as coordenadas no GPS. Akamaru vinha alegre no banco de trás, usando seu cinto de segurança bem preso ao peitoral. Graças ao adestramento, e já quase adulto, o filhote ia bem comportado na medida do possível. O que significava que os chinelos de Shino já haviam sido mastigados na viagem de quase três horas que faziam!

− Ok, Kiba, me conte qual é a pegadinha. – Shino disse, entrando na estrada de terra. Pois Konoha escondia-se completamente da civilização. E Shino imaginou que seu carro precisaria de uma boa lavagem assim que chegassem à propriedade dos Inuzuka.

Shino, que sabia do jeito energético da sogra que ainda não conhecia, esperava o pior: perguntas cabulosas, talvez uma prensada feia. Coisas do tipo.

Kiba, por outro lado, parecia nervoso demais, com as palmas das mãos suadas e aquele jeito elétrico todo estranho, meio que ao contrário. Como se toda a energia que sempre gastava estivesse se acumulando a prestes a implodi-lo.

− Eu... eu talvez tenha esquecido de mencionar para a minha mãe que somos... você sabe...

− Namorados? – A sobrancelha de Shino se arqueou. Mantendo a concentração no volante, pois era uma pessoa consciente.

Kiba, um tomate maduro ao seu lado, anuiu fracamente com a cabeça.

− Hm. – Foi toda a resposta que recebeu. – E o que somos então, Kiba?

Akamaru escondeu a cabeça entre as patas e ganiu. Parecia que seu humano favorito tinha deixado a bolinha cair atrás do sofá!

X

Assim que chegaram à fazenda dos Inuzuka, Shino estacionou no local indicado por Hana. E era inegável que fosse a irmã de Kiba, pois as semelhanças eram incríveis! Ela tinha o rosto pintado com marcas vermelhas e quando Shino questionou a respeito, ela dizia que era um tipo de proteção contra o sol forte.

− Maninho! – Hana o abraçou com força, quase quebrando-lhe no meio no processo. Shino ouviu todas as juntas do corpo do namorado estalarem. Mas estava ocupado demais desafivelando o cinto de Akamaru que, no minuto em que foi solto, começou a correr alegre ao redor de Kiba e Hana como quem diz “eu estou aqui! Sou mais importante que ele! Me dê atenção! – E você deve ser Akamaru, certo?

Deu-lhe um afago leve na cabeça, o sorriso no rosto trigueiro tão parecido com o de Kiba. Shino aproximou-se em seguida.

− Shino, certo? O colega de quarto do Kiba! O veterinário! – Hana exclamou.

− Sim, é exatamente isso. – Sua voz era carregada de uma seriedade que combinava com o casaco pesado e os óculos escuros que usava. – Prazer em conhece-la, Inuzuka-san.

− Oras, sem formalidades! – Hana o abraçou em seguida, não lhe poupando dos ossos estalados de tal maneira que Shino sentiu que talvez sua coluna vertebral tivesse passado por um processo parecido ao dos X-ray de Mortal Kombat, um jogo que Kiba costumava jogar no videogame que havia adquirido. – Pode me chamar de Hana. Mamãe está lá dentro terminando o almoço!

Akamaru latiu, feliz. Ela havia falado em almoço?

− Nada de comida para você. Trouxemos sua ração. – Shino o alertou. Akamaru latiu para ele, ofendido. Não era sua culpa se Kiba havia perdido sua bolinha!

X

Kiba e Shino deixaram as coisas em seus respectivos quartos. Enquanto Shino ficou com um quarto de hóspedes com uma cama de casal, Kiba ficou com o velho quarto que já lhe pertencia, onde Akamaru também ficaria instalado.

Lá, havia pôsteres de uma série de caras machões, bandas e DJ’s famosos que para Shino não significavam nada. Havia também pôsteres de mulheres peladas que fizeram com que Shino arqueasse uma das sobrancelhas enquanto o namorado se jogava na cama.

Akamaru havia decidido correr atrás das vacas enquanto não era chamado para almoçar.

− Desculpa por não podermos dividir o quarto. – Colocou as mãos atrás da cabeça, despojado e relaxado.

Shino notou que havia uma certa arrumação ali, provavelmente porque Kiba estava a tempo demais fora. Porque o namorado era a personificação do caos e da desordem.

− Eu não me importaria de não dividir o quarto com você em respeito à sua mãe e irmã. – Shino disse, daquela maneira séria de sempre. Mas aquele era o sério magoado. A nuance de sério que Kiba mais odiava. Sobretudo quando a culpa era sua. – Mas está nos escondendo por trás dessa faixada de hétero de Taubaté.

− O-oe! Não seja injusto, Shino. É só...

− O almoço está pronto! – A voz de Tsume envolveu o ar, junto com o cheiro da carne assada que Kiba adorava!

− Vamos. O almoço está servido. Não quero que sua mãe ache que sou um péssimo colega de quarto. – Shino limitou-se a dizer, deixando Kiba sozinho e reflexivo sobre as próprias ideias.

Mas a verdade é que ele não fazia ideia do que significava ser um hetero de Taubaté!

X

Shino ficou surpreso com a quantidade de comida à mesa, mas pediu licença para servir a ração de Akamaru, que já estava ao lado de Tsume, abanando o rabinho e fazendo carinha de pena.

− Akamaru, aqui. – Shino o chamou com a postura séria. Akamaru não queria ir, pois a costelinha de porco cheirava tão bem! Queria apenas um pedacinho! – Akamaru...

Ele sabia o que aquele tom significava! Que se não fosse, não ganharia seu biscoito depois! Então, como o bom canino que era para seu humano que estava magoado por ter perdido sua bolinha, foi até o próprio pote de ração, começando a comer.

Somente naquele momento, sentou-se à mesa, no lugar vago diante de Tsume, que o encarava com um interesse quase clínico.

− Ele é treinado? – perguntou apenas. Kiba já havia tomado um tapa ou dois na mão por ter tentado se servir antes de Shino se sentar.

− Sim, adestrado. – Shino respondeu. – Mas possui vontade própria na maioria das vezes. Não é, Akamaru?

O cão latiu em resposta, feliz.

− Muito bem. – Tsume abriu um sorriso. – Estou muito feliz que tenha resolvido visitar sua velha mãe antes que ela padecesse aqui, moleque!

− Mãe! Não exagera! – Kiba ralhou, as bochechas levemente coradas. Shino não pôde evitar um sorriso leve, pois pelo visto a veia dramática pertencia aos Inuzuka em geral.

Serviram-se, começando a comer devagar. Conversaram trivialidades sobre a fazenda, Shino apenas escutando enquanto comia um pouco de cada vez, não querendo parecer ser mal educado por recusar alguma coisa. Mas, diferente de Kiba que já estava no segundo prato, terminou logo a própria refeição. Pois não era acostumado a comer muito, sobretudo carnes pesadas como a de porco.

− Não vai querer mais? – Tsume perguntou, com aquele ar de mãe mandona ao qual Shino não estava acostumado. – Vamos, coma!

E antes que pudesse se recusar, seu prato já estava cheio novamente.

− Vamos, Kiba, conte-me tudo. Quais as novidades da cidade que prenderam o meu bebê lá?

− É Kiba, conte tudo. – Hana provocou, um sorrisinho maldoso no rosto.

− A-ah... – O garoto coçou a nuca, tentando se esconder atrás do purê de batatas. – Finalmente terminei o curso e já estou meio engatilhado no trabalho de DJ em um bar que eu trabalho durante a noite. As coisas na cidade são bastante divertidas, você sempre acha um lugar aberto pra comer!

− Sei. – Tsume cortou um pedaço do próprio bife, comendo-o. Ficou em silêncio por um momento, enquanto Hana olhava na direção do irmão caçula. Akamaru, que já havia terminado a própria refeição, apenas esperava por seus humanos. Foi então, que em meio àquele silêncio tranquilo, a pergunta que Kiba tanto temia caiu como uma pedra sobre o almoço. – E quando vou conhecer sua misteriosa namorada?

X

E foi assim, num passe de mágica, que todo o clima bom acabou.

Porque até aquele momento, Kiba sabia que Shino estava chateado. Mas que se eles conversassem, as coisas se resolveriam. Mas quando o namorado pediu licença para se levantar, sendo seguido por Akamaru para o lado de fora, ele soube que havia feito merda.

Akamaru!

Que lhe lançara um olhar repreendedor como se dissesse “devolva a bolinha do Shino, seu salafrário!”

Kiba se sentia péssimo! Mas o que podia fazer? A mãe sempre fora o tipo extremamente autoritária, que o via como seu garotinho, nunca lhe dando brechas para demonstrar seu outro lado. E a verdade é que não sabia que gostava de garotos até beijar o amigo, Naruto, no ensino médio! Foi então que as coisas desandaram por completo!

Pois Kiba havia gostado daquilo. E mesmo que tivesse tentado ficar com garotas, as experiências nunca lhe traziam o mesmo sabor que o beijo do amigo de infância. Então, longe dos olhos da mãe, quando havia conhecido Shino, tudo havia sido tão natural! Ele não precisava se prender! Podia ser quem quisesse!

E agora o havia magoado... talvez ele nem quisesse mais ficar consigo. E com razão!

− Kiba, seu burro! Mil vezes burro! – bradou para si mesmo, escondendo o rosto sob os lençóis de carrinho que ainda tinha no quarto. Como se Tsume ainda o visse como seu garotinho, mesmo que Kiba já tivesse seus 22 anos.

X

Shino foi até o estábulo das vacas, acompanhado de Akamaru que o seguia como um escudeiro fiel. Akamaru havia procurado em todas as suas coisas, até finalmente achar o que queria! Sua bolinha favorita! Vermelha, grande e gostosa de apertar! Não fazia barulho, mas mesmo assim Akamaru a amava. E agora, pelo bem da relação de seus donos, estava disposto a entregar ela para Shino!

Por isso, quando seu segundo humano favorito parou de caminhar ao notá-lo, Akamaru soltou a bolinha no chão e a rolou com o focinho até os pés de Shino.

− Hey, amigão. – Coçou de leve sua orelha, em um ponto específico que Akamaru adorava! E pegou a bolinha do chão, observando-a. – Não estou muito no clima, tudo bem? Mas aí vai.

Jogou a bolinha o mais longe que pôde. Akamaru latiu, resignado com o fato de que ele lançava tão distante seu presente. E saiu correndo atrás dela.

Shino debruçou-se sobre a cerca do estábulo, observando um bezerrinho que mamava nas tetas da mãe. Era uma grande criação de vacas holandesas que os Inuzuka possuíam, conhecidas por serem um rebanho leiteiro. Não era muito comum a sua criação no Japão, país onde esses animais costumavam ser exportados. Mas de alguma forma havia dado certo naquela pequena cidadezinha do interior, onde o clima favorecia sua criação.

− Problemas no Paraíso? – Hana perguntou olhando para Shino, que apenas dedicou-lhe um fraco sorriso. – O meu irmãozinho é um tapado mesmo, não é? Morre de medo da nossa mãe. Há tempos que já cansei de dizer a ele pra parar com essas bobagens. Mas sabe como o Kiba é.

− Sei sim. – Shino respondeu, vendo que Hana carregava alguns baldes vazios indo na direção da outra cocheira do estábulo e acompanhou-a. – Será que posso te ajudar?

− Claro. – Entregou a ele um dos baldes. – Kiba é uma boa pessoa, sabe? Sei que você também é, porque o faz muito feliz. Eventualmente, ele vai perder esse medo tolo de achar que magoará a nossa mãe. E se magoar, bem, qual o problema? Não podemos ser filhos perfeitos para os nossos pais, não é? Afinal, não somos bonecos.

Foi nesse momento que Akamaru chegou disparado. Latindo desesperadamente e sem sua bolinha.

Shino arqueou as sobrancelhas, pensando que talvez tivesse feito um lançamento forte demais. Mas Akamaru o puxava pela calça, ato incomum para o jovem cão.

− O que houve, Akamaru? – perguntou.

Mas os humanos eram muito tapados mesmo! Akamaru latiu, como se quisesse lhe chamar atenção. E puxou com mais força sua calça.

− Acho que ele quer que você o siga. – Hana deduziu. Shino anuiu com a cabeça. Pelo menos um humano esperto ali!

− Tudo bem, vamos. – disse Shino, que passou a correr para seguir o passo apertado de Akamaru.

X

Quando chegaram ao pasto, uma vaca estava caída no chão, mugindo de dor.

− Chame o Kiba e peça minha maleta. Rápido. – Ele pediu para Hana, que anuiu com a cabeça. Observando a vaca com calma, pelo tamanho de seu abdômen, era óbvio que estava em trabalho de parto. E que algo havia dado muito errado. – Muito bom, Akamaru. Muito bom.

O cão latiu em resposta, enquanto Kiba vinha correndo à toda velocidade, acompanhado da mãe e trazendo a maleta de Shino. Bendita maleta sem a qual ele nunca viajava!

− O que houve, Shino?! – O rapaz perguntou, ajoelhando-se ao lado do namorado.

− Ela entrou em trabalho de parto, mas o filhote deve estar na posição errada. Vou ajeitá-lo lá dentro. Precisarei de ajuda.

Kiba anuiu. Ele e Hana já haviam performado muitos partos na fazenda com o auxílio de Tsume, mas também já haviam perdido muitas vacas no processo.

Shino pegou um par de luvas, calçando-os e introduziu um dos braços até o interior da vaca, sentindo o filhote.

− A cabeça está para o lado oposto. Se puxarmos ele pelas patas traseiras, corremos o risco de matá-lo. Acho que é um único filhote, então consigo virá-lo. – disse Shino, a postura séria de veterinário que sempre possuía durante um procedimento. – Quando eu fizer isso, esteja a posto para pegá-lo, Kiba. Precisamos de toalhas limpas.

− Eu cuido disso. – Tsume se voluntariou, correndo para o interior da casa, enquanto Hana parou diante da vaca, acariciando-lhe o muflo.

− Hey, tudo bem, o doutor vai cuidar de você, certo? – Havia uma empatia quase calmante em sua voz. A vaca ganiu baixinho.

Shino começou a trabalhar, sem sequer ter percebido quando Tsume chegou. A posição em que o filhote estava não era adequada, e ele sentiu que o cordão umbilical passava em torno de seu pescoço.

Em certo momento, Kiba acendeu uma lanterna de cabeça para ajudá-lo a iluminar melhor a região. Foi difícil girar o filhote com cuidado, tirando o cordão umbilical de seu pescoço, mas Shino conseguiu sem maiores danos.

− Vou puxá-lo! – anunciou, começando a puxar o filhote devagar. Kiba estava ajoelhado, pronto para recebê-lo, e assim o fez. Era um lindo bezerrinho!

− Não está mugindo! – Kiba exclamou.

− Espere... – Shino pediu, colocando-o perto da mãe, que começou a lambê-lo. Em questão de segundos, o chorinho foi ouvido. Akamaru uivou de felicidade!

− Você conseguiu, Shino! Você é incrível! – Kiba pulou nos braços do namorado, derrubando-o no chão, sujando-se de sangue e placenta junto dele. Mas rindo, feliz. Só então se deu conta de que a mãe e a irmã observavam a cena e corou até a raiz dos cabelos! – Mãe... Hana... preciso contar uma coisa pra vocês.

− Que esse moleque é seu namorado? – Tsume adivinhou. – O que está achando que eu sou, seu descarado? – Tsume puxou sua orelha até que ficasse de pé. Kiba choramingou. – Por que não me contou que eu tenho um genro tão maravilhoso?!

− Eh? Só isso? Não vai me deserdar? – Kiba arregalou os olhos, tomando um cascudo em resposta.

− Eu não te criei pra ser burro ou infeliz! Muito menos um hétero de Taubaté! Parece que pelo menos uma das coisas está resolvida. – Tsume bufou. – Bem-vindo à família, filho. E obrigada por salvar Gertrudes.

Shino abriu um sorriso singelo, observando Tsume. Hana apenas pousou uma das mãos em sua cabeça.

− Bem-vindo à família, besourinho! E pare de usar esses casacos sufocantes por aqui!

− Agora vão, vão tomar um banho! Moleque sujo não entra assim na minha casa pra sobremesa, entenderam?! – Tsume ralhou com os dois.

− O último a chegar é a mulher do padre! – Kiba anunciou. Ao que todos saíram correndo, inclusive Tsume!

Shino apenas seguiu a maré e Akamaru os olhando com seu senso de dever cumprido. Pois havia juntado seus humanos mais uma vez!

X

Extra:

Kiba estava com Hana ordenhando as vacas quando aquele pensamento o assomou. Sobre o que a mãe e Shino haviam dito no dia anterior.

− Oe, Hana. – chamou-a. A irmã mais velha ergueu o rosto da tarefa, parando de ordenhar a vaca por um momento. Ela reclamou, mas apenas porque ela havia parado de tocar Beethoven para ouvir Kiba. – O que é um hétero de Taubaté?

Ela encolheu um pouco os ombros, pensativa.

− Acho que é alguém que finge ser o que não é. – concluiu. – Hetero topzera, pagando de machão na frente dos amigos, com pôsteres de mulher pelada no quarto, mas que na verdade curte uma briga de espadas.

Kiba corou até a raiz dos cabelos. Talvez fosse melhor ter ficado sem essa informação!

Notas:

Mais um mês, mais um desafio! Fica aqui meu feliz dia das mães para todas as mamães do fandom! E para mãe de cães, pássaros, gatinhos e tudo o mais!

Espero que tenham gostado desse pequeno pedaço de amor!

May 13, 2018, 1:05 p.m. 2 Report Embed 9
The End

Meet the author

Ariane Munhoz Dona de mim, escritora, louca dos pássaros, veterinária e mãe dos Inuzuka. Já ouviram a palavra Shiba hoje?

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Hasashi Rafaela Hasashi Rafaela
EU AMO UMA FANFIC E VOU DEFENDER! MDS QUE AMOR! Eu amei tudo, cada coisinha. Quando o Shino chegou no quarto com os pôsteres de mulher pelada euri demais! E A REFERÊNCIA A MK?! TE AMO, MDS! Miga, que estória maravilhosa! Só sei te enaltecer por ela é porque né: ARIANE MAMA DE SHIBA SIM. Te amo!
May 13, 2018, 11:28 a.m.

  • Ariane Munhoz Ariane Munhoz
    AAAAA OLHA ESSA FODIDA CHEIA DE AMOR PRA DAR! COMO PODERIA EU, RELES MORTAL, DEIXAR DE CITAR A LINDEZA DE MK? AAAAA EU TE AMO, RAFA! May 13, 2018, 12:38 p.m.
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