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bdamas Bárbara Maria

Que se encontra escondido, oculto; assim como o amor de Julien e Capitão. [Fanfic para o desafio #VemproCrack do grupo Inkspired Brasil]


Fanfiction Cartoons For over 18 only. © Os personagens não me pertencem, mas o enredo sim.

#vemprocrack #Capitão #King-Julien #CapiJulien #Madagascar
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Capítulo Único

Olha eu nos 45' do segundo tempo com o desafio do crack, EU CONSEGUI SKDKJDSJ, não tô nem acreditando.

Pois bem, antes de tudo, quero fazer alguns apontamentos pra que vocês não fiquem confusos.

1) Não escrevi a história com eles animais, ou Furry, e sim com uma base nas artes do CrazyTom (TE AMO), que faz umas imagens de personagens de animação na sua versão "humanizada". Antes de ler, sugiro que acessem os seguintes links >>>1, 2, 3, 4, 5<<< e vejam como é a aparência de King Julien e Capitão (Madagascar).

2) Eu sou completamente leiga em relação às forças armadas (principalmente dos EUA) e como sou uma procrastinadora miserável, não fiz uma pesquisa muito aprofundada. Então não me matem se tiver alguma informação que não condiz totalmente com a época que se passa a história skjdjskd

3) Essa é a primeira vez que escrevo um lemon de verdade, então se tiver ficado uma bosta, já peço perdão de antemão.

É só isso mesmo. Quero agradecer à minha gêmea Brandy (sempre ela <3), pela capa e BC lindas, e pela betagem supimpa de sempre! Amo-te fada, essa é pra você também!

Boa leitura!


Capitão conheceu King Julien num dia peculiar.

Depois de um longo período navegando na costa dos EUA, o fuzileiro naval estava finalmente de volta à terra firme para alguns dias de folga. Bebeu com os amigos que tinha na cidade naquela noite de quinta-feira, foram em uma discoteca que havia inaugurado recentemente, mas acabou se perdendo deles em algum momento. Vagou pelas ruas, praguejando e se lamentando pela má sorte – mas sem vontade alguma de retornar ao alojamento –, até encontrar um bar que ainda estava aberto às 3:30AM.

Bêbado, o moreno se sentou pesadamente ao lado de um rapaz de pele bronzeada. Reparou em suas roupas peculiarmente femininas, nos brincos de argola, nos cabelos platinados, no seu jeito excêntrico ao zombar de Maurice, o senhor que cuidava do balcão do bar, e na forma como sua postura era nobre, ainda que o vocabulário fosse um tanto chulo.

Achou divertida a forma como ele gesticulava, o curvar gracioso de seus lábios ao rir de suas próprias piadas.

— Tá olhando o quê?

Se assustou ao perceber que seu escrutínio tinha sido flagrado. Voltou o olhar para o senhor do balcão, que parecia aliviado de estar livre da atenção daquele rapaz.

— Hm... Me desculpe. – respondeu, sentindo as palavras deslizarem por sua língua de forma pastosa, evidenciando seu estado.

— Tudo bem. Eu sei que sou irresistível. – e sorriu.

Capitão não soube muito bem como o papo fluiu a partir dali. Sentia seus lábios se mexendo e respostas sendo dadas, mas tudo o que passava em sua mente eram mãos que seguravam um copo de forma cuidadosa, lábios pintados de um tom levemente vermelho e a pele bronzeada daquele homem se contraindo ao redor dos olhos a cada sorriso que ele dava.


Acordou no dia seguinte com a mesma sensação de quando passava meses em conflito com um país inimigo. A cabeça doía, os músculos pareciam protestar somente com o ato de respirar e a luz quente que batia contra seu rosto o incomodava. Abriu os olhos, tentando se situar.

Estava em um cômodo com forro de madeira, deitado em uma cama de casal macia coberta por lençóis extravagantemente dourados. Ainda um pouco entorpecido, observava de maneira débil os pequenos grãos de pó que rodopiavam no ar do ambiente. O que tinha feito na noite passada? Agradecia aos céus por não ter saído com nenhum de seus companheiros da marinha, certamente o repreenderiam dizendo que aquele não era o comportamento adequado para um homem que protegia o país. Dane-se.

Lembrava-se de chegar naquele bar de madrugada, e nada mais que isso. Onde estava? Teria encontrado alguma mulher e passado a noite com ela? Os lençóis embaixo de si pareciam desprender uma fragrância de notas florais. Seus olhos vagaram lentamente pelo quarto, indo em direção à luz que entrava e que denunciava a posição que o sol ocupava no céu. Congelou com a visão que teve.

— Finalmente acordou.

Flashes daquele homem de voz mezzo-soprano passaram em sua cabeça, recordando-se de tê-lo conhecido na noite anterior. Ele estava sentado no batente da janela, trajando apenas uma calça de algodão branca e segurando um cigarro aceso entre seus dedos magros e longos. Só naquele momento Capitão percebeu que também se encontrava com o tronco desnudo, trajando roupas que não eram suas. Oh céus, o que poderia ter acontecido?

— Quem é você, e o que eu estou fazendo aqui? – questionou Capitão, na defensiva.

— Não se lembra? Parecia saber bem o meu nome enquanto o gemia ontem à noite. – a mandíbula do fuzileiro pendeu em descrença.

— Quê?

— E eu fiquei por cima, só pra constar.

Tinha se deitado com um homem? Pelos céus! Aquilo só podia ser uma conspiração de seus amigos! Tinham pagado aquele homem para “seduzi-lo” e leva-lo para cama. Ninguém poderia saber daquilo, ou sua carreira na Marinha estaria arruinada. Começou a pensar em todos os tipos de tortura aos quais submeteria aqueles traidores. Com sua visão periférica, captou o “desconhecido” virando de costas para si, com os ombros balançando levemente. Ao levantar os olhos de volta para o platinado, percebeu que ele lutava para controlar o riso.

— Qual é a graça? – perguntou, se sentindo perdido e se preparando para mais algum relato vergonhoso.

— Eu estou brincando com você. – o outro respondeu, se virando para lhe encarar e lhe dando um sorriso ladino.

— Você está falando sério?

— Sobre termos transado, ou sobre estar brincando?

— Ah! – Capitão exclamou, exasperado. – Onde estão minhas roupas? Como vim parar aqui?

— Você estava bêbado demais para voltar para o alojamento, então te trouxe para minha casa. Vomitou em suas roupas no caminho, por isso te dei outras, e lavei as sujas. Já devem estar quase secas à essa altura. – respondeu, voltando o rosto em direção à janela e deixando que fumaça saísse por suas narinas. Depois apagou o cigarro num cinzeiro de metal que tinha ali perto. O moreno se sentia culpado por dar tanto trabalho àquele homem.

— Então nós não fizemos nada? – murmurou, aliviado.

— Está decepcionado? Para tocar em um rei você precisaria de mais do que contar sobre seus sonhos de subir de patente, Capitão.

O rapaz se chamava King Julien – por isso suas piadas sobre realeza. Tinha 25 anos, 5 a menos que o Capitão, e trabalhava de garçom naquele bar onde se viram pela primeira vez. Gostava de dançar, de festas animadas e de beber destilados. Seu gosto por roupas em maioria com toques femininos se dava por achar que sua essência não era demonstrada totalmente com todo o cinza e preto dos ternos dos homens da época. Capitão concordava. Como descobriu aquilo tudo?

Naquele primeiro dia, tomaram café juntos e se conheceram, o que de certa forma era inesperado do moreno. Ele vivia sempre em alerta, desconfiado. Se abrir com uma pessoa que acabara de conhecer – levando também em consideração ter acordado sem suas roupas e memórias – e ainda assim se sentir seguro era, de fato, inédito.

O mais novo ignorou o nome que lhe foi informado, só chamava o moreno dessa forma: Capitão. Por mais que o homem o corrigisse, e dissesse que não havia necessidade de chama-lo por uma patente que sequer tinha conquistado, o rapaz não dava ouvidos. Aquele era seu apelido.

A folga de Capitão acabou e ele voltou ao serviço. Suas vidas seguiram tranquilamente, e de forma gradativa, Julien foi sendo inserido na vida do fuzileiro. Sempre que podia, usava um telefone público em alguma cidade que atracava para entrar em contato com o rapaz e lhe contar sobre as novidades. Não percebeu a partir de quando aquela comunicação passou a ser algo essencial para seguir em frente nos dias mais árduos. Só se deu conta que algo mudava dentro de si quando, ao finalmente realizar seu sonho de ser promovido a capitão, a primeira pessoa que desejou contar a boa nova fora o platinado.

Pensava nele todos os dias, mas tentava não passar muito tempo ao telefone, ou aparentar estar muito animado em receber a ligação de um homem. A sociedade dos anos 90 ainda não era muito amigável com pessoas homossexuais, especialmente dentro das Forças Armadas. Homens abertamente gays eram dispensados, como se fossem menos capazes que os demais, ou tivessem alguma doença que pudesse contaminar quem estivesse por perto. O moreno manteve aquilo para si por meses, sem saber se deveria contar a Julien ou não. Nem ele sabia direito o que estava sentindo, era tudo muito novo. Acreditava só sentir atração por mulheres até então, e naquele momento se via bobamente apaixonado por alguém do mesmo sexo.

Quando voltou àquela cidade onde se conheceram, não resistiu – se confessou; obviamente que depois de beber algumas doses de um whiskey que o rapaz lhe serviu, por conta da casa. Julien pareceu chocado de início, mas não recuou quando Capitão, num gesto de coragem que acreditava ultrapassar qualquer outro que tenha feito em nome do país, tocou os lábios finos com os seus próprios, numa carícia terna e hesitante. O platinado correspondeu – e como não poderia? –, guiando o mais velho naquele primeiro beijo que marcava o início de muitos outros. Depois de se amarem naquela noite, o moreno chorou; ainda um pouco bêbado, mas por medo do que aconteceria se descobrissem. Julien disse que poderiam manter aquilo em segredo.

Os anos foram se passando, e junto com eles, o que tinham perdurou. Alguns dias eram melhores que os outros naquela relação à distância e sigilosa. A saudade era companhia constante, e ainda que não tivessem se dado um rótulo, a fidelidade era mantida. Capitão se aliviava quando podia, se lembrando dos sorrisos calorosos, da voz enérgica e dos momentos bons que passaram juntos. Os reencontros eram os melhores. A falta e necessidade um do outro era tanta que deixava marcas, principalmente nas costas alvas de Capitão.

— Essa mulher misteriosa está acabando com você, hein? – disse um de seus companheiros da Marinha durante o banho, observando furtivamente as marcas vermelhas e arroxeadas em sua pele.

Capitão apenas sorriu e acenou, sem graça. A partir daquele episódio, passou a esperar que todos já tivessem feito suas higienes antes de usar os banheiros coletivos nos dias em que se encontrava com Julien.


Três meses. 90 dias sem aquele sorriso, olhos sagazes e toques que o deixava cada vez mais apaixonado. Talvez com o passar dos anos, Capitão devesse se tornar um homem mais endurecido, calejado por tudo o que vira; mas o que acontecia era exatamente o contrário. Com 35 anos, parecia viver toda a euforia e paixão que não pôde quando mais jovem. Sempre focado na carreira militar, não se importava em firmar laços com ninguém, ainda que sua mãe insistisse que ele deveria arrumar uma boa moça para casar. Mais velho, se via apaixonado e entregue à outra pessoa de uma maneira que nunca imaginou, e não apenas por essa pessoa em questão ser um homem.

Julien o esperava à algumas esquinas do alojamento da Marinha, como sempre fazia quando o moreno estava na cidade. Com as mãos enfiadas profundamente nos bolsos da calça que usava, caminhava apressadamente pelas ruas que já começavam a cair na monotonia de um fim de tarde de domingo. O ar cheirava à maresia, e embora o fuzileiro fosse apaixonado por tal odor, desejava mais que tudo ter outra fragrância entrando por suas narinas. Queria o cheiro de seu amado, distante por muitos dias, mas ainda assim, vivo em sua memória.

Quando finalmente o avistou, não conseguiu se conter. Correu e o abraçou, sentindo seu corpo esguio e alto novamente, entrelaçando os dedos nos fios finos de seu cabelo e afundando o rosto em seu pescoço, inspirando profundamente.

— Capi... – o platinado o chamou por mais um dos apelidos carinhosos que costumava usar, limpando a garganta e deixando um beijo casto nos cabelos negros. – Eu também estou morrendo de saudade, mas alguém pode nos ver e...

Capitão se afastou com as bochechas coradas e um sorriso tímido nos lábios. Chegava a ser uma cena um pouco engraçada. Era um homem robusto, de aparência bruta e severa, mas se desmanchava quando perto do mais novo. Era seu ponto fraco, e ao mesmo tempo, o que o fazia mais forte.

— Como você está? – perguntou, caminhando ao lado dele de volta para a casa do platinado. Como não podia segurar uma de suas mãos, voltou a colocar as suas próprias dentro dos bolsos.

O fuzileiro não costumava falar muito quando na companhia de Julien. Gostava de escutar sua voz alta e bonita, de observar o vento bagunçando seu cabelo peculiar e de afirmar para si mesmo mais algumas milhares de vezes o quanto seu companheiro era belo, e da sorte que tinha de tê-lo consigo, suportando toda a distância e o preconceito que os forçava a se amarem em segredo.

Enquanto o homem gesticulava animadamente, reclamando sobre Maurice e o novo funcionário do bar, um garoto chamado Mort, Capitão reparou nas roupas que King usava. O vento que soprava vindo do mar estava um pouquinho frio, mas ainda assim não justificava as vestes de seu amado. O sobretudo marrom de gola alta cobria o corpo dele até os joelhos, deixando a mostra suas mãos cobertas por luvas cor-de-rosa. Ele também usava brincos de argola dourados que o deixavam muito charmoso, além da maquiagem nos olhos e batom vermelho na boca.

— Capi? – o moreno voltou a si e percebeu que tinha deixado Julien falando sozinho. –Está há minutos me encarando. Gosta do que vê? – e riu, arrancando um sorriso do mais velho.

— Você sabe que eu gosto. Por que usa tantas roupas? Está resfriado?

— Está incomodado por eu estar com roupas demais? Logo eu vou tirá-las para você. – murmurou, piscando um olho de cílios longos da mesma cor que seu cabelo. Capitão se sentia quente.

— Não é isso! – respondeu rindo – Quer dizer... Eu vou amar ver o que você esconde aí.

Não demoraram a chegar a seu destino, e mal a porta fora fechada, capitão já prensava o corpo esguio de Julien contra a madeira, atacando sua boca de forma desejosa. O platinado amava a forma como a barba do moreno arranhava seus lábios de leve, suas mãos grandes e de dedos grossos apertavam sua cintura e bunda de um jeito que o levava quase à ebulição.

As roupas deixaram seus corpos rapidamente no curto caminho da sala até o quarto precariamente iluminado pelos raios de sol que entravam pela janela, as mãos de ambos tratando de explorar e mapear cada centímetro de pele que conheciam tão bem. Seus corpos eram como a extensão um do outro; Julien sabia exatamente o que fazer para que Capitão tremesse de prazer, assim como o moreno sabia onde tocar para ter o mais novo gemendo seu nome como se fosse uma prece milagrosa.

O fuzileiro travou seus movimentos apenas quando descia com os lábios pelo pescoço do platinado e sentiu uma textura áspera com a língua. Se afastou, e a visão que teve enviou uma descarga de energia diretamente para o seu pau. Então ele realmente estava escondendo algo.

Uma gargantilha de couro vermelho enfeitava o pescoço do mais novo, combinando com as meias 7/8 rendadas e luvas na cor rosa, assim como a minúscula calcinha que começava a falhar em cobrir seu pênis duro. Em seus mamilos, os irresistíveis piercings de metal brilhavam, e pelos céus, a combinação daquilo tudo com a expressão que adornava o rosto de Julien, como se já soubesse do efeito que causava no parceiro e amasse isso, fez Capitão tremer de tanto tesão acumulado e agarrá-lo, agilmente içando o corpo esguio para seu colo e tomando uma das auréolas castanhas na boca.

O platinado gemia e apertava ainda mais as coxas ao redor da cintura do moreno, arranhando suas costas e sussurrando seu nome a cada vez que a língua quente dele brincava com os piercings em seus mamilos, mal suportando a delícia que era suas ereções se tocando por cima da cueca de Capitão. Queria abaixar aquela peça com os dentes e chupar aquele homem como se fosse a última vez que o faria; matar toda a saudade que sentia daquele gosto, daquele cheiro, da porra dele escorrendo por sua garganta enquanto o corpo dele se retorcia nos lençóis, e as mãos grandes agarravam seus cabelos como se os fios fossem o que ele segurava para ainda se manter preso naquele plano.

Mas antes que pudesse concluir seus pensamentos, já tinha sido jogado na cama. Os dedos ásperos do fuzileiro desciam pelas pernas bronzeadas, levando junto consigo as meias e a sanidade de Julien, que sentia cada pêlo de seu corpo arrepiar com os beijos quentes que o amado lhe dava a cada pedaço de pele que se revelava. Curvou as costas ao receber uma mordida consideravelmente forte na parte interior de uma das coxas; seu pau latejava, carente de atenção, mas as carícias estavam tão boas que ele não sabia se pedia para que Capitão o fodesse de uma vez ou que continuasse naquela tortura.

— Capi... Ah...

Os gemidos saiam de forma sôfrega da garganta do platinado, e ele não se esforçava para segurá-los. O tecido fino da calcinha se partiu facilmente com apenas um puxão, deixando o pênis inchado e úmido na ponta finalmente livre. O moreno levantou as pernas de Julien, levando os pés dele até seu rosto, e se pôs a beijá-los. Sabia que o parceiro era extremamente sensível naquela parte, e não demorou muito até que ouvisse as risadas um pouco desesperadas e tivesse que segurar os tornozelos dele com mais firmeza para que não se soltasse.

— Não toque os pés reais! – o platinado disse de forma manhosa, finalmente encontrando algum fôlego para protestar. O mais velho riu.

— Onde eu posso tocar, então? Aqui? – Capitão percorreu com os lábios e língua a parte interna da panturrilha de Julien, parando apenas ao chegar no joelho, onde deixou uma leve mordida. Assistia maravilhado a pele bronzeada se arrepiando, dando a ele reações que mostravam o quanto era desejado pelo homem que amava.

— Mais para baixo... – respondeu em um gemido; mal conseguia controlar os próprios quadris, que se contorciam e se projetavam na direção do rosto do fuzileiro.

— Na coxa real? – O moreno tentava segurar o riso enquanto ia cada vez mais baixo, mais próximo de onde o platinado desejava ser tocado.

— No pau real, Capi... – os dedos longos de Julien se embrenharam nos cabelos pretos e trouxeram a cabeça do parceiro para baixo, mal lhe dando tempo de rir de verdade antes de colocar o pênis em sua boca.

E o homem o chupava como se fosse o doce favorito que há muito tempo não provava. Alternava os movimentos entre sucções fortes na glande e momentos em que o engolia até onde podia, usando as mãos para estimular os testículos e o ânus que já pulsava com seu toque.

— Capi, eu preciso de você, agora. – e como Julien precisava... ansiava por tê-lo dentro de si, toda a extensão do seu pau o alargando e atingindo sua próstata, levando-o a sentir sensações que dificilmente teve com qualquer outro parceiro em sua vida.

O moreno se levantou e pegou o lubrificante que estava em cima da mesinha de cabeceira, mas antes que pudesse começar a preparar o platinado para recebê-lo, teve o tubo tomado de suas mãos e foi empurrado no colchão, recebendo o homem em seu colo.

— Eu quero fazer isso. – disse o mais novo, despindo as luvas e molhando os dedos com a substância viscosa.

Levou os dígitos até o ânus e jogou a cabeça para trás assim que inseriu o primeiro dedo, sentindo aquela ardência um pouco incômoda, mas ainda assim deliciosa. Capitão apenas assistia e apertava firmemente a cintura bronzeada, se maravilhando com as expressões, desejando chupar o que ainda sobrava de batom dos lábios do platinado e bagunçar aqueles cabelos ainda mais enquanto metia nele com força. Quando Julien estava pronto, se inclinou sobre o mais velho e o beijou, enquanto o ajudava a tirar cueca e lambuzar o pênis de lubrificante.

King Julien sentou devagar, abrindo a boca para arfar e fechando os olhos a medida que sua bunda engolia cada centímetro do pau de seu homem. Amava aquela sensação, os arrepios que percorriam seu corpo e o faziam quase perder a consciência antes mesmo de se mexer. E aquelas expressões deliciosas que Capitão fazia quando ele começava a quicar devagar? O mais velho prendia o lábio inferior entre os dentes levemente tortos e soltava um gemido grave que levava o platinado a beira do abismo do prazer, cobrando dele muito auto controle para não gozar como um adolescente quando aqueles mesmos dentes se fincavam na pele de seu pescoço.

As mãos grandes e quentes agarraram seu pênis e o estimularam no mesmo ritmo de seus quadris, e aquilo era quase demais para suportar. Lágrimas de prazer se formaram nos cantos de seus olhos delineados, e elas escorreram, borrando um pouco sua maquiagem, mas logo sendo lambidas pela língua quente de Capitão. Os beijos eram profundos, dando poucas brechas para as respirações ofegantes. Seus gemidos morriam na boca um do outro, e era quase animalesca a forma como se devoravam, matando toda a necessidade e saudade que tinham dentro de seus corpos.

Quando gozaram, Capitão um pouco antes que Julien, se enroscaram na cama, sujos de sêmen, mas sem ânimo nenhum de levantarem para um banho. Com a cabeça em seu ombro e os dedos finos e longos brincando com os pelos escuros de seu peito, o platinado suspirou.

— Está tudo bem, King? – perguntou o moreno, virando um pouco a cabeça para deixar um beijinho na ponta do nariz afilado do mais novo.

— Estou me perguntando até quando teremos que viver assim, Capitão. Eu continuo porque eu... gosto muito de você, mas não por estar satisfeito.

— E eu valorizo muito isso, Julien. Mas o que eu posso fazer? As forças armadas...

— Eu sei que nós vivemos em uma sociedade homofóbica, e não vamos mudar isso de uma hora para outra. Mas eu preciso de você aqui. Eu sinto sua falta o tempo inteiro...

— Você quer que eu escolha entre você e a Marinha? – Julien se calou, seus olhos castanho-mel brilhando de um jeito diferente enquanto encarava o rosto de Capitão.

— Eu nunca seria capaz de me colocar acima do seu sonho, do que você sempre quis. Mas talvez você devesse ponderar se um lugar que não te aceita como é, onde você precisa se esconder, é realmente o que você quer para sua vida. – uma lágrima umedeceu os cílios cor de prata e rolou pela bochecha bronzeada, e o platinado desviou o olhar.

— King... – O moreno puxou o queixo de Julien em sua direção, mas o homem afastou sua mão com delicadeza.

— Esquece isso. Temos que aproveitar enquanto você está aqui, não é? – Capitão sorriu triste e concordou, recebendo o amado novamente em seus braços e sentindo seu coração rasgar no meio a cada lágrima quente do platinado que molhava seu pescoço antes de cair no sono.


Capitão acordou já na madrugada, se levantando e começando a catar suas roupas espalhadas pela casa. Julien dormia tranquilo, apenas um cobertor fino cobrindo sua nudez. Ao terminar de se vestir, encontrou o companheiro apoiado em um dos cotovelos e com os olhos fixos em si. Era tão exoticamente belo que chegava a doer.

— Eu tenho que ir. – sussurrou, se inclinando para beijá-lo de leve nos lábios.

— Nos vemos hoje de novo?

— Claro. Você vai me encontrar no lugar de sempre?

— Estarei lá.

O platinado o acompanhou até a porta enrolado em um lençol e se despediu, lhe dando um abraço apertado e cheio de um sentimento que Capitão só entenderia horas mais tarde daquele mesmo dia.


Durante o dia, tinha a impressão de que tinha olhos espreitando seus movimentos em todos os instantes.

Rico e Recruta eram novatos com ideias bem extremistas e conservadoras, Capitão soube disso nas noites em que passavam em claro e jogavam conversa fora para se distrair. Não gostava da expressão um tanto lunática do tal Rico, muito menos da facilidade que Recruta apresentava em seguir tudo que o outro dissesse, mas de forma geral, se davam bem.

Toda aquela observação poderia ser algum problema consigo, ou talvez admiração, mas preferiu deixar o confronto com eles para um outro momento; estava na hora de ir se encontrar com seu amado Julien para passar sua última noite na cidade junto com ele.

Caminhou calmamente, até que um fato chamou sua atenção.

Aquilo era no mínimo estranho. Capitão já tinha andando uns bons quarteirões e nada de se encontrar com Julien. Talvez daquela vez o platinado tenha preferido o esperar em casa. Apertou o passo, querendo mais uma vez encontra-lo e tê-lo em seus braços. Estava à poucos metros de seu destino quando começou a ouvir os gemidos de dor.

Alguém estava sendo espancado numa rua próxima, e o moreno se apressou para socorrer a vítima. Ao virar a esquina, congelou no lugar que estava.

Dois homens de porte físico jovem e grande desferiam socos em uma figura encolhida no canto de um muro. Eles usavam roupas escuras, mas Capitão os identificou por suas vozes que gritavam ofensas ao indivíduo, que parecia há muito ter desistido de se defender. Apenas cobria a cabeça com os braços para evitar que algo pior acontecesse. Aquela jaqueta rosa e os cabelos platinados da vítima faziam as pernas do moreno tremer em desespero.

— Ei! Parem com isso! – gritou, dando passos apressados em direção ao tumulto.

— Nós estávamos mesmo esperando a outra aberração! – rugiu Recruta.

— O quê? – o moreno parou onde estava.

— Capi... – Julien gemeu, apenas para levar outro soco e ser suspenso contra a parede.

— Você conhece essa bicha, Capitão?! – Rico perguntou. Sua mão ainda segurava firmemente a gola do casaco rosa de Julien, suspendendo-o como se fosse um saco de lixo. O moreno engoliu em seco antes de responder. Talvez se dissesse que o conhecia, eles batessem ainda mais no platinado. Pensando nisso, murmurou:

— Não conheço.

Julien sorriu, debochado, seus lábios manchados de vermelho. Agora, não do batom que o mais velho tinha beijado com tanta paixão na noite anterior, e sim de seu sangue, contrastando com seus dentes brancos e sujando as mãos do soldado; sujava também as mãos de Capitão, que não era capaz de se livrar do medo e vergonha para defender o homem que amava.

— Soltem ele e sumam daqui! Vou denunciá-los por agredirem um civil! – Rico sorriu em escárnio; ele sabia que não sofreria nenhuma punição, não do órgão que protegia o país, mas acobertava casos de assédio e homofobia internos.

O platinado foi atirado no chão com força, mal tendo tempo de esticar as mãos em frente ao corpo para amortecer a queda. Os dois homens passaram por si esbarrando em seus ombros propositalmente, e Rico sussurrou um “fique esperto, Capitão” em seu ouvido.

Assim que estavam a sós na rua, Capitão correu até Julien e o ajudou a se levantar. O mais novo aceitou sua ajuda, mas o moreno não foi capaz de sustentar o olhar decepcionado que o platinado lhe dirigiu. Quando chegaram na casa de King, o fuzileiro o levou direto para o banheiro, onde lavou as feridas de seu rosto e mãos, reparando nos inúmeros hematomas espalhados por sua pele.

Ao terminar, Julien se sentou no sofá da sala, seu olhar perdido na paisagem da janela. O moreno se sentou ao lado dele.

— King, olha para mim. – Capitão suplicou, mas desejou que não tivesse feito. Olhar para os lábios machucados, o olho esquerdo inchado e o pescoço com hematomas de enforcamento, somado ao olhar de completo desprezo que recebeu, era demais para si. – Me perdoe, por favor. – levantou uma mão para tocar na do platinado, mas foi repelido com um tapa audível.

— Já chega, Capitão. Já chega. – sussurrou, se encolhendo no sofá. Parecia extremamente frágil naquele momento, nada como o homem forte com quem esteve nos últimos 5 anos.

— Eu não sou culpado...

— Você não é culpado diretamente, mas sente vergonha de mim! – sua voz agora estava alta, e seus olhos arregalados mostravam o quanto ele estava quebrado; disso sim, Capitão era culpado. Tudo que queria era toma-lo em um abraço apertado, arrancar dele toda a dor. – Eu gosto muito... eu amo você, mas não posso continuar nisso, só está me destruindo!

— Não sinto vergonha de você! Eu tentei te proteger lá, você não entende?

— Eu preferiria que você me reconhecesse como seu. Eles me contaram que nos viram ontem, que já desconfiavam de você. E você me negou, na frente daqueles dois pedaços de merda. Foi a coisa mais covarde que eu já vi em toda a minha vida, e eu não posso ficar com um homem assim. Me desculpe...

Julien se levantou, rumando em direção ao quarto, mas foi impedido. Capitão prensou seu corpo contra a parede e pressionou os lábios contra os seus, tomando cuidado para não machuca-lo ainda mais. Não podia ficar, viver sem Julien, não depois de tudo o que tinham passado. O platinado crispou os lábios, respirando pesadamente e impedindo que a língua do moreno adentrasse sua boca. Suas mãos estavam em punhos fechados na frente do peito, criando espaço entre os dois. Ao ver lágrimas grossas escorrendo pelas bochechas de seu amado, desistiu, e o assistiu enquanto chorava silenciosamente, soluçando em seus braços; sentia seus próprios olhos marejarem.

— Por favor... – suplicou Capitão, por mais uma chance de estar em sua vida, por perdão, por um último beijo... ele não sabia definir o quê.

— Não, Capitão. Por favor – o platinado se desvencilhou dos braços do moreno e entrou no quarto – quando eu sair daqui, não quero mais te ver. – e trancou a porta, deixando o fuzileiro desolado na sala.

Capitão gritou em desespero, socou a porta e chutou o sofá, mas parou quando se deu conta de que estava agindo da mesma forma agressiva que aqueles filhos da puta intolerantes. Antes de ir embora, encostou a testa na porta do quarto; podia ouvir Julien soluçando lá dentro.

— Eu... Eu sempre te amei, Julien. Espero que você possa me perdoar um dia.


Os anos se passaram e Capitão continuou só.

Rico e Recruta ameaçaram o moreno no início, dizendo que o exporiam como “a bicha que é”. O homem não tinha nada mais a perder, então esperou para ver até onde eles iam. Como não se relacionava mais com ninguém, o assunto foi deixado de lado.

Nos primeiros semestres, ainda ligava ocasionalmente no telefone do bar, tentando falar com Julien, mas Maurice sempre inventava alguma desculpa. Até que um dia o senhor disse que o platinado pediu que ele não ligasse mais, pois isso o fazia sofrer; o que o moreno menos queria era ver a pessoa que mais amou na vida, superando até mesmo seu amor pelo país, sofrendo por sua causa novamente.

Se contentava com uma foto – roubada da estante de King no dia do término – que envelhecia em sua carteira. Olhava para ela todas as noites, mas nas últimas, não chorava mais. Imaginava se ele tinha conhecido outro homem, um que lhe desse valor e não tivesse medo de gritar para o mundo o quanto o amava.

Capitão se arrependia de não ter largado tudo por ele. Tudo na verdade é uma palavra forte, pois sem Julien, percebeu que não tinha muita coisa. Voltou àquela vida vazia, sem graça, preso à monocromia dos navios e ao balanço enjoativo do oceano.

Seu coração ainda carregava um pouco do otimismo que adquiriu estando com ele. Esperava que um dia o telefone da cabine da embarcação tocasse; do outro lado da linha, ouviria aquela voz alegre dizendo que o aceitava de volta, e aí sim ele mostraria que tinha coragem, que não era mais o covarde que deixou que ele se machucasse no passado. Deixaria sua patente, a Marinha, o oceano, o sofrimento de estar longe, e seu amor seria visível, público; não mais escuso.


Estava esperando.




May 2, 2018, 1:15 a.m. 13 Report Embed 7
The End

Meet the author

Bárbara Maria Estudante de odontologia, beta reader, escritora amadora, cantora de chuveiro e violonista dentro do meu quarto. Kvetha fricai! RoyAi, Kiribaku, ShikaTema e SaiIno. bdamas no ff.net e Spirit; Barbie no Nyah!

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Camy <3 Camy <3
Oláááá 0// Então, eu preciso dizer que tava ansiosa pra esse casal, haha. Eu sou muito fã de Madagascar e acabei deixando a sua fanfic pro final. Preciso dizer que estamos terminando o desafio com chave de ouro. Que lemon foi esse mulher? Me arrepiei toda aqui, amei! Você trata de temas bem pesados na história, o que eu achei bacana pra caramba. Essa questão toda do exército é bem foda mesmo, e você mostrou bem o quanto as pessoas podem ser merda. Fiquei um pouco incomodada só com os personagens que você escolheu para representar isso. Eu amo a relação do Capitão com o Recruta, o Rico e o Kowalski e admito que me incomodou eles não serem próximos. O que eu mais amo nos pinguins de madagascar é que eles se dispõem a ajudar qualquer um, sabe? Eles são maravilhosos e não julgam ninguém porque são bem estranhos mesmo. E eu não consigo ver, em nenhum universo, mesmo com o Rico sendo tão insano quanto ele é, eles agredindo uma pessoa assim. Ainda mais o Recruta, esse bebê! Eu achei o Capitão um tanto OOC também, porque eu o vejo como um cara muito corajoso e vê-lo negar o Julien pra depois não ir atrás dele me quebrou o coração. O Julien ficou muito dentro do canon na hora do sexo, hahaha! Sério, na hora do lemon eles tavam muito dentro das personalidades, eu amei demais! Mas ele ser tão sensato e aceitar esse relacionamento à distância não me parecem condizentes com a personalidade dele. Pra ser sincera, eu senti que faltou a arrogância que você mostrou na hora do vamos ver. Mas a sua escrita...! Ah, eu preciso elogiar a sua escrita! Você me envolveu muito na história e esse plot daria uma original incrível (de certa forma, deu). Eu amei a parte do Julien se distanciando dele (foi muito merecido) e esse angst no final... O Capitão ficou preso nesse relacionamento porque foi o único que se permitiu ter e eu tô muito feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz porque amo um angst e cê conseguiu introduzir este sem diminuir os personagens e nem tirar eles da personalidade que você criou na história. E triste porque a situação é terrível, coitados dos meus meninos! Mas parabéns pela fanfic, sério mesmo. Eu tô muito contente com ela, fiquei lendo com um sorriso bobo no rosto. E, de novo: que lemon, mulher! Uma dica de escrita seria tentar evitar o "moreno", que você repetiu bastante. Um beijo no coração <3
May 10, 2018, 7:38 p.m.

  • Bárbara Maria Bárbara Maria
    Oi, Camy! Que honra você por aqui, precisei até desativar por uns minutos pra me recuperar kskdjskdd Como eu tinha dito, acabei deixando a pesquisa um pouco a desejar, pois deixei as coisas pra última hora kkkkkk Foi realmente um pecado meu se eles tiverem ficado OOC, eu não gosto quando isso acontece :( Quanto Rico e Recruta, eu quis inserir personagens que estivessem dentro do círculo de Capitão e Julien na história, por isso os coloquei. Amo eles dois demais também, até shipo AHISHAISHAIHS, e concordo com o que você disse sobre doer ver eles em um lugar que não seja ao lado de Capitão. Na pressa de finalizar a história nas horas finais do desafio, acabei não pesando esse "detalhe". Muito obrigada pelos elogios, fiquei muito feliz! Esse lemon me exigiu alguns dias batendo a cabeça na parede, então fico aliviada que tenha ficado bom! kaksskdksk Foi muito gostoso participar deste desafio, aguardo ansiosamente pelos próximos! <3 May 10, 2018, 9:01 p.m.
  • Bárbara Maria Bárbara Maria
    E muito obrigada pela dica, ficarei atenta nos próximos textos! <3 May 10, 2018, 9:04 p.m.
E C E C
Por que faz isso comigo? Eu sei que faço os angst, mas MENINE DO CÉU eu tava achando tudo tão fofo e tão fluffyzinho e tu taca isso em mim sem só nem preparação!! Mas eu perdoo porque eu amei o limão, mesmo que seja muito triste que a vida e sua sociedade separaram o casal, eu sei que eles se amam, mas não acho justo que agora de certo depois de tanta coisa no meio. Sou masoquista e adorei sofrer <3
May 7, 2018, 1:16 p.m.

  • Bárbara Maria Bárbara Maria
    O bom de deixar finais em aberto é que dá possibilidade de diferentes interpretações. As sonhadoras vão esperar por uma futura reconciliação, enquanto as realistas já vão logo descartar isso kkkkkk Fico muito feliz que tenha gostado, EC! Muito obrigada pelo comentário e pelo apoio! <3 May 7, 2018, 8:09 p.m.
Sr.  Artie Sr. Artie
VAI SE FODER BARBIE TU FAZ UM SHIPP ABSURDO DESSE ME FAZ SHIPPAR ELES ME FAZ AMAR A IDEIA DE ELES ESTAREM JUNTOS ME FAZ TORCER PARA ELES FICAREM JUNTOS E DEPOIS VOCÊ ME MATA COM ESSE FINAL PQP Eu vim ler essa Fic bem desconfiado e indeciso porque na minha cabeça era inconcebível a ideia de Rei Julian e Capitão serem um casal Kkkk, mas cá estou shippando eles perdidamente AAA Eu amo a sua escrita e a facilidade com que você narra uma história, o começo da Fic que conta como o amor deles nasceu me deu uma paz de espírito tão grande que você nem imagina e que não eu não sou capaz de descrever. Morri de pena do Rei Julian, mas fez certíssimo em largar o Capitão, amor quando faz mais mal que vem deve ser deixado de lado (ironia uma SasuSaku fã tá dizendo isso kk), mas apesar de tudo, Não condenar o Capitão, se assumir nunca é algo fácil. Enfim, vou me despedir desses dois lindos com o coração triste por eles e puto com você. É isto. Beijos
May 5, 2018, 10:47 p.m.

  • Bárbara Maria Bárbara Maria
    VOCÊ É UM ANJO AAAAA Que comentário lindo, não consigo parar de sorrir olhando pra ele sksjsjkd Eu também não imaginava o ship, mas depois que Brandy me mostrou as artes de Tom, não sai mais da minha cabeça ksskjdks Peço perdão pelo final triste, mas nada melhor pra marcar um ship que um angst, né? KSKJDAKDJKJDJ Muito obrigada por todo o carinho e pelo comentário, Artie, gosto muito de você! <3 May 6, 2018, 12:21 p.m.
Mary Olosko Mary Olosko
Só estou sendo destruída hj. Só teve Angst nesse desafio? Meu coração pede clemencia. Quero abraçar meu namorado depois dessa, mas isso não é ruim, é bom. A fic é incrível, que shipp, que enredo, que escrita. Arrasou apenas. Da leitora esperando com o Capi kisses sabor Maresia
May 2, 2018, 2:25 a.m.

  • Bárbara Maria Bárbara Maria
    Aaaaa fico muito feliz que tenha gostado e dado uma chance a esse shipzão inusitado sksjdjskdj Muito obrigada pelo comentário e pelo carinho! <3 May 2, 2018, 11:32 p.m.
Mary Olosko Mary Olosko
Só estou sendo destruída hj. Só teve Angst nesse desafio? Meu coração pede clemencia. Quero abraçar meu namorado depois dessa, mas isso não é ruim, é bom. A fic é incrível, que shipp, que enredo, que escrita. Arrasou apenas. Da leitora esperando com o Capi kisses sabor Maresia
May 2, 2018, 2:25 a.m.
Brenda Monarquies Brenda Monarquies
Eu disse que iria transcrever aqui, e cá estou eu. BARBIE, PORQUE ME MATOU??? Lembro como se fosse ontem o dia que descobrimos essas fanarts, olha os frutos aqui que lindos. E tristes. E lindos de novo, é isto. Essa limonada, minha irmã, tá do jeitinho que é gosto, forte e sem açúcar rsrsrsrs aí tava eu toda feliz depois dela e tomo um tiro na cara, mas são ossos do ofício. Esse final me acabou, e justamente por isso que meu mãos masoquista literário vem aqui te dar os parabéns mais uma vez. Impecável como sempre, fada, um ahazo de fic do nosso capijulien cheiroso (que por hoje não ficaram juntos, mas nada que outras fics não resolvam rsrsrs) 💜
May 1, 2018, 8:23 p.m.

  • Brenda Monarquies Brenda Monarquies
    Odeio não poder editar os comentários aqui, mas você entendeu hskshsksj ainda estou emocionalmente abalada com a fic, por isso os erros de digitação kkkkkkkkkk May 1, 2018, 8:26 p.m.
  • Bárbara Maria Bárbara Maria
    Você é maravilhosa demais, e eu nem sei o que dizer além de um monte de "obrigadas" que você já deve estar cansada de ouvir! kkkkkkkk Nosso Capijulien tá aí e tem que ser enaltecido, já estou atenta aguardando sua contribuição rsrsrs Obrigada por tudo, hime! <3 May 1, 2018, 10:32 p.m.
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