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sr.-artie Sr. Artie

Korn bancou o despreocupado, jogando para o alto suas dúvidas e receios. Sempre soube que era um péssimo mentiroso, a genuinidade dos sentimentos que escondia dentro de si não podia ser mais contida. O que ele mais desejava era dançar com verdade que carregava consigo. Por essa razão, aproximou o rosto de Knock, beijando-lhe os lábios de maneira doce.


Fanfiction Series/Doramas/Soap Operas For over 18 only.

#MLEpisódio1- #romance #dorama #boyslove #lemon #yaoi #drama #Korn #Knock #Together-With-Me #Korn7Knock #erótico
Short tale
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Capítulo Único: Sober

Notas da História:

Os personagem de Together With Me não me pertencem.

Capa criada pela Fellurian

História Baseada na música Sober da Lorde (também conhecida como Deus)

História betada pela Bdamas

História postada no Nyah e Wattpad

*Korn7Knock*

Notas Iniciais do Capítulo:

Oi, gente! 

Eu voltei hoje com mais uma fic do meu OTP supremo amores da minha vida Korn e Knock. Dessa vez, a história foi feita para participar da Maratona Literária do subgrupo Seriados, organizada pela Camy. A primeira edição tinha como tema "Mentiras". 

Para se situarem, o enredo da história gira em torno da primeira vez de Korn e Knock no dorama, logo no primeiro episódio. 

Espero que gostemm!


Sober

By: Sr. Artie

Capítulo Único


Parecia uma piada de mal gosto. Talvez realmente fosse. O destino estava brincando com ele de forma tão imprudente e imatura que se perguntava onde aquilo tudo terminaria.

Aquele dia, apesar de atípico, não teve acontecimentos anormais. Os eventos ocorridos se desdobraram ao longo tempo sem que Korn desconfiasse de absolutamente nada, até o momento em que se viu preso em um impasse – indeciso sobre dar ou não um passo adiante na oportunidade que surgiu para si.

Estavam Knock e ele sentados na mesa do bar, e seriam apenas os dois a noite toda ali, bebendo e comendo, despreocupados quanto ao que acontecia ao entorno, não fossem aquelas duas meninas que pediram para se juntarem a eles. O seu amigo de infância, afoito, não pensou duas vezes antes de afirmar positivamente.

A dupla de amigos tornou-se então um quarteto. Mais bebida, mais comida. Em alguma hora, o dono do estabelecimento os expulsou para fechar o local. Contudo, aquele grupo não queria parar com a diversão. Korn sugeriu que continuassem na casa dele.

Foi ali, na casa dele, que tudo começou a sair dos eixos. Os quatro alcoolizados estavam brincando com cartas de baralho: aquele que tirasse o Reis deveria decidir uma prenda para que dois números sorteados cumprissem.

Numa certa rodada, Korn pegou o reis. “Número 2 e número 3, beijo!”. Essa foi a sua ordem. Os números escolhidos pertenciam às duas amigas que tinham se juntado a eles. As meninas relutaram, fizeram um pouco de encenação, mas no fim beijaram-se.

Carma é uma vadia, e ninguém poderia dizer que não. Exatamente na rodada seguinte, uma das garotas tirou o reis, e imitando o jogador da parada anterior, disse: “Número 2 e número 3, beijo!”. Entretanto, dessa vez os números tinham como donos os dois garotos.

Aquele era o impasse de Korn.

Estava indeciso sobre beijar o rapaz ao seu lado ou apenas manter a pose de hétero. Ele não possuía dúvidas sobre a sua sexualidade, longe disso; sabia que era gay. Contudo, ainda não assumido. Sua família extremamente rígida não o aceitaria. Apesar disso, Korn desejava beijar Knock desde o momento que o reencontrou.

Só que ele sabia a orientação sexual do seu amigo de infância. O rapaz não sentia atração por homens, e o desgosto explícito no rosto dele ao perceber que teria que beijar um homem deixava isso bem claro.

Korn manteve-se calado, observando aquele que deveria beijar resistir fervorosamente em pagar a prenda. Em contrapartida, as meninas eufóricas gritavam pedindo para que se beijassem logo.

Divagou um pouco mais o sobre beco sem saída em que estava preso e chegou a uma decisão. Colocou a sua melhor máscara de mentiroso, e fazendo pouco caso – embora não estivesse –, puxou o rapaz pelo pescoço, selando seus lábios. As bocas ficaram unidas por poucos segundos, até que o outro afastou-se, fazendo careta. Como se desejasse lavar o gosto que o beijo deixou em sua boca, Knock virou uma dose de vodca, enquanto Korn mantinha um sorriso leve nos lábios.

A noite e a bebedeira decorreram depois desse momento ímpar sem mais nenhuma ocasião de significância.

Em alguma hora caíram no sono, lado a lado, tão alheios ao mundo à sua volta que não perceberam que as duas garotas com quem beberam alegremente os roubavam dinheiro.

Korn, por um motivo desconhecido, acordou desejando mais bebida e arrastando o homem ao seu lado para mais algumas doses. Knock resistiu, alegando que ainda estava bêbado demais.

Relutar foi inútil, porque Korn não parou até que eles estivessem sentados no chão de seu quarto, escorados na cama e virando mais um shot.

Fitou o homem ao seu lado por alguns segundos, analisando cuidadosamente cada detalhe do seu rosto, e por mais que ele soluçasse ininterruptamente devido à bebida ingerida, não conseguiu imaginar nada mais belo naquele momento.

Qualquer pessoa que assistisse àquela cena de fora, poderia enxergar no olhar de Korn o amor transbordando. Ele definitivamente estava apaixonado por Knock.

Sozinhos e regados a álcool, enquanto observava os olhos do amigo, Korn notou que a decisão tomada mais cedo naquela noite fora um grande erro. Permitir-se beijá-lo aproveitando da oportunidade que apareceu diante de si foi um equívoco.

Knock era o centro das atenções, da sua atenção; a ribalta de um teatro, enquanto Korn não era ninguém além de alguém que acabara de perder a cabeça. A visão daquele homem tão próximo de si fez com que o ar faltasse em seu pulmão, e foi nessa hora que chutou o balde.

Ele bancou o despreocupado, jogando para o alto suas dúvidas e receios. Sempre soube que era um péssimo mentiroso, a genuinidade dos sentimentos que escondia dentro de si não podia ser mais contida. O que ele mais desejava era dançar com verdade que carregava consigo. Por essa razão, aproximou o rosto de Knock, beijando-lhe os lábios de maneira doce.

Afastou-se depois, esperando uma reação indignada do amigo, mas nada veio. Manteve-se sentado no chão, com os olhos presos no outro. Mais uma vez o beijou, enquanto sua mão repousava gentilmente na face dele.

Korn sempre fingiu não perceber os laços que Knock amarrava em si ao longos dos anos. Desde a infância, os fios que os prendiam juntos foram amarrados um a um, até estarem completamente entrelaçados. Entretanto, no dia que o amigo o avisou que partiria para fora de Amphawa, ele viu aquele laços se desfazerem, até não sobrar mais nenhum os mantendo atados.

Manter uma relação é análogo a uma dança de salão. É uma atividade em dupla, que exige confiança e comunicação entre ambas as partes. Korn viu os seus quadris perderem os quadris de Knock; a dança apresentada por eles acabou sendo interrompida. Aquilo o machucou. No entanto, ao ter seu beijo retribuído, ele notou novos fios sendo amarrados em sua cintura, os prendendo novamente. Lembrou-se da lenda de Akai Ito.

Perguntou-se se aquela retribuição era um indicativo de que voltariam a dançar juntos outra vez. Knock queira dançar com ele? A mão que repousou sobre a sua perna, subindo despreocupadamente em direção a sua virilha, foi uma clara confirmação.

Korn desejava apenas saber até onde aquele homem por quem possuía tanto afeto estava disposto a ir.

“Vai perder o rumo comigo?”, quis perguntar.

O toque gentil e o beijo doce logo se tornaram vorazes. Estavam famintos e desejosos pelo contato entre seus corpos. Não notaram a proporção dos seus atos até que Korn jogou Knock contra a parede, derrubando os objetos que estavam ali, o mantendo sentado numa mesinha no canto do seu quarto.

Seu amigo pareceu não sentir dor alguma por aquela ação violenta. Em vez disso, pôs as mãos na barra de sua camisa, buscando desesperadamente o toque de sua pele. Korn o ajudou a retirá-la, jogando no chão. Knock também teve sua peça de roupa removida com rapidez.

Quando enfim o contato entre as peles quentes aconteceu, sem a barreira física de tecido algum, o choque que os percorreu foi intenso. Não existia pílula capaz de imitar a adrenalina que sentiram.

Korn avançou sobre o pescoço de Knock, deixando a região molhada com marcas de beijos e chupões. O rapaz não ficou por muito tempo submisso àquele contato, pondo a mão no peito do outro, afastando-o de si e descendo da mesa que estava sentado, reivindicando os lábios dele em seguida.

Sem noção do espaço em sua volta, deram passos trôpegos com as bocas ainda unidas em direção à cama.

Deitado com as costas contra o colchão macio, Korn percebeu-se prensado pelo corpo forte de Knock, mas aquilo ainda parecia tão pouco. Envolveu-o com os braços, mantendo-o mais unido a si, beijando-lhe em desespero.

Contudo, o contato ansiado logo foi quebrado. Knock saiu do abraço que o envolvia, e seguiu em direção às suas partes íntimas, deixando uma trilha molhada de beijos enquanto descia pelo tronco do rapaz. Viu a barriga definida, lambeu cada gominho de músculo do abdômen rígido, os arranhando com os dentes.

Apressou-se em remover a calça jeans de cor escura, ficando somente com visão do membro duro aprisionado pela cueca box. Sem pensar duas vezes, abaixou a peça íntima, libertando o pênis endurecido.

O movimento seguinte de Knock foi abocanhar a intimidade de Korn, a envolvendo com os lábios úmidos de desejo, o ouvindo gemer a cada milímetro de pele coberto pela boca, vez ou outra roçando não intencionalmente os dentes contra a pele sensível.

Assim que chegou ao seu limite, não conseguindo engolir mais nada, Knock começou a chupar o membro, agora molhado pela sua saliva. Iniciou um vai e vem com a boca, hora ou outra lambendo a cabeça vermelha do pênis melada com o pré-gozo, atento à cada reação de Korn às suas ações. Passou a usar a sua mão para mexer com os testículos dele e o ouviu gemer em resposta.

Korn ficou refém daquele toque aprazível por alguns minutos, deixando escapar entre dentes sua respiração pesada. Não aguentando mais, sentou-se sobre o colchão, retirando o garoto que estava entre as suas pernas de lá, puxando-o para cima e o beijando, sentindo o seu próprio gosto na boca dele.

Com um movimento rápido, inverteu as posições em que estavam, sendo ele a ficar por cima de Knock.

Não perdeu tempo e cuidou em remover a calça jeans cor de cáqui e a cueca que ele vestia. Viu o membro rígido em toda a sua glória e maravilhou-se com a visão, salivando de desejo. Colocou o pênis da boca e o engoliu com destreza. Molhou-o bem com sua saliva, facilitando o que fazia.

O rapaz parou somente quando sentiu a cabeça do pênis roçar contra a sua garganta, os olhos deixando escapar algumas lágrimas pelo esforço. Knock, ao sentir a sua glande tocar o fundo daquela boca, soltou um muxoxo excitado.

Divertindo-se com as caras e bocas do amigo, Korn distribuiu a sua atenção entre o membro duro e os testículos pesados, até então intocados. Sugou a pele sensível da região, continuando a estimular o pênis lubrificado por sua saliva. Knock parecia indeciso entre gemer e soltar sua respiração em lufadas sôfregas, incapaz de manter para si todo o prazer que sentia.

Korn abriu as penas de Knock, apoiando suas coxas contra o peito e deixando-o o mais exposto possível. Naquela posição, tinha acesso à entrada rosada do amigo, e não tardou em tocar-lhe ali com a língua, massageando e relaxando-o para o que estava por vir. Knock mordeu o lençol da cama, tentando em vão abafar a expressão de seu prazer; estava cada vez mais difícil.

Usando a lubrificação da sua saliva, Korn empurrou um dedo contra a resistência do ânus de Knock. Era apertado, e a invasão era incômoda para o rapaz, que gemeu de dor, mas estava ciente que a pior parte ainda estaria por vir. Esperou pelo segundo dedo e ele logo veio.

Não demorou e Korn começou um vai e vem vagaroso, vendo-o se desfazer ao seu toque. Oh céus, como ele adorou vê-lo tão suscetível ao seu toque, quase frágil. Curvava os dedos, os abria e massageava o interior, e o corpo de Knock parecia imitar cada movimento seu. Ele se contorcia de prazer e Korn estava maravilhado com aquela visão.

Permaneceu daquela maneira, até que cansou-se de esperar; seu próprio membro já doía, carente de atenção. Voltou pelo mesmo caminho, marcando a pele do abdômen de Knock, até voltar a beijá-lo na boca desejosamente, o apertando contra si.

O beijo delicado que começou tudo aquilo não se encaixava mais naquele cenário. O apetite sexual deles queimava a favor da cobiça que sentiam. A questão entre eles parecia se resumir em quem ficaria por baixo. Knock se desvencilhou do corpo acima do seu, conseguindo ficar por cima, tomando os lábios de Korn com avidez. Cada toque os fazia queimar em volúpia, lascivos.

Com agilidade, Korn derrubou o amigo que estava por cima, fazendo-o cair no colchão de bruços. Uma tapa audível foi desferido contra a sua bunda, fazendo-o soltar um gemido alto.

Korn pegou seu pênis e o posicionou perto da entrada de Knock. Então, ele forçou contra a barreira de pele rugosa, sendo repelido de entrar ali. Com mais força, tentou novamente, conseguindo vencê-la.

Knock gritou de dor, a sensação de ardência fazendo-o se remexer em agonia. Korn deitou-se sobre suas costas, beijando-lhe o pescoço. Não havia muito o que fazer, aquela era a primeira vez dele, com certeza iria doer. Esperou que ele se acalmasse e o incômodo de ser penetrado passasse.

Somente quando ele balançou a cabeça cedendo-o permissão foi que Korn começou a estocar vagarosamente, pois sabia que Knock ainda sentia alguma dor, mesmo que pequena. Os movimentos rítmicos aos poucos foram perdendo a timidez, tornando-se mais velozes.

Virando o rosto para trás, Knock observou de esguelha o rosto que descansava em seu pescoço. Korn sorriu para ele e beijou-lhe, carente do sabor de sua boca que ainda carregava resquícios de todo álcool que haviam consumido.

“Oh Deus, fecho minha boca em torno deste licor molhado”, pensou.

Eles eram os reis daquele final de semana. Ninguém poderia ficar tão embriagado como estavam naquele momento, bêbados por causa da vodca e do desejo que inundava seus corpos.

Korn deitou de lado, trazendo consigo o corpo de Knock, apreciando a sensação da pele das costas dele contra seu peito. Alcançou o seu membro amolecido por causa da dor da penetração e estimulou com sua mão, mantendo as investidas contra o interior úmido e quente de do outro.

Os gemidos de ambos eram a trilha sonora daquele cômodo parcialmente escuro, não existia outro ruído.

Em um momento específico, numa estocada mais forte, Knock urrou em puro prazer. Não foi preciso dizer a Korn que ele havia descoberto o próstata do amigo. Sorriu manhoso e investiu outra vez, masturbando o pênis rígido em sua mão, olhando para baixo e o vendo se contorcer em puro prazer.

Manteve a estocadas firmes por um certo tempo, até que sentiu o líquido espesso e quente molhando-lhe os dedos. Knock finalmente chegou ao seu limite e só então Korn permitiu-se derramar dentro dele.

Knock caiu sobre a cama, exausto, seu corpo ainda em contato com o de Korn, que lhe deu um beijo carinhoso no pescoço.

Todas as vezes que sonhou com seus corpos febris prensados indelicadamente um no outro, Korn nunca chegou a pensar que chegaria a tocar naquele nível de adrenalina e desejo.

Era apenas um jogo de final de semana que acabou de maneira inesperada. Ele fingia que não se importava com nada, mas óbvio que se importava. Notou que Knock também estava sentindo o mesmo que ele.

Saiu de cima do corpo quase adormecido do seu amigo, ficando deitado ao seu lado no colchão. Observou-o dormir, despreocupado.

Com calor do desejo passando, Korn pensou que já tinha assistido filmes demais com aquela temática. Amigos que transam bêbados e no dia seguinte fingiam que nada tinha acontecido. Conhecia essa história de cor, mas desejava ser mais que apenas uma noite de sexo na vida de Knock.

Queria um relacionamento. Não sabia dizer se o sentimento que tinha por ele era certo ou errado, mas o amava, tinha certeza disso.

“Podemos seguir as regras e sermos um casal?”

Droga, estavam banhados de suor. Até que fosse dia, que não tardaria a chegar, estariam cansados e cientes que toda aquela aventura acabou.

“Mas o que vamos fazer quando estivermos sóbrios?”.

Korn sabia mais que tudo. Na parte da manhã, Knock estaria dançando com toda a mágoa que sentiria depois daquela noite. A traição e as fantasias sobre a amizades deles caindo por terra. Novamente, eles deixariam de dançar juntos.

Por um milésimo de segundo, arrependeu-se, mas logo pensou que seria melhor ser verdadeiro com seu amigo sobre o que realmente sentia.

“De manhã você estará dançando comigo, Knock”.

Contudo, sabia que aquilo era apenas outra mentira que contava para si próprio. Por isso, colocou a máscara de mentiroso mais uma vez naquela mesma noite. Olhou para Knock novamente e fechou os olhos, deixando o sono apoderar-se de si.

April 15, 2018, 11:46 p.m. 2 Report Embed 3
The End

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Lady Salieri Lady Salieri
Olá, companheiro de desafio. Gostei muito da sua escrita, mesmo nao conhecendo o fandom. Acheio ofinal maravilhoso, quando Korns vai toma do consciência daquelas atitudes. Engraçado que tb escrevi minha fic se passando num bar hahah. Bar e álcool sempre os melhores pretextos. Parabéns pela história 😀
April 18, 2018, 7:04 p.m.

  • Sr.  Artie Sr. Artie
    Eu publiquei essa fic e desapareci do Inks, peguei período de prova e tal. No fim, esqueci da interação e nem sei que fim ela teve. Eu quero realmente me desculpar com você por esse vácuo enorme, mds. Obrigado por ler a história, mesmo que você não faça parte do fandom e por comentá-la. Ps.: álcool sempre tirando pessoas do armários kk June 4, 2018, 9:28 p.m.
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