Quando o sol toca o mar Follow story

emily-christine8811 Emily C Souza

"Seus olhos me lembram estrelas, são duas estrelas brilhando ao redor da lua". Essa fanfic faz parte do desafio #vemprocrack do grupo Inkspired Brasil Capa feita pela linda Akuma_Lia


Fanfiction Anime/Manga For over 18 only.

#yaoi #naruto #itachi #minato #crackshipp #vemprocrack #MinaIta
Short tale
22
6.4k VIEWS
Completed
reading time
AA Share

Estrelas

Eu sou patético”.

Foi isso que eu disse a mim mesmo enquanto me olhava no espelho.

Não acredito em toda a merda que eu tinha feito. Em todas as decisões erradas que tomei e nas atitudes impensadas que eu fui capaz de fazer.

Quer dizer, onde mais um adolescente de dezessete anos arruinaria a amizade mais sincera do seu pai só porque seu coração decidiu se apaixonar pelo amigo dele?

Eu só posso ser louco da cabeça mesmo.

Abri um sorriso debochado. Me ver daquela forma; olhos inchados e vermelhos, cabelos cheio de falhas, rosto roxo e dentes vermelhos pelo sangue, me causava ânsia de vômito e alívio.

Pus, com uma calma que não existia em mim, pasta de dente na escova e passei a lavar minha boca. O contato da escova em minha gengiva ferida ardia e incomodava. Mas eu merecia. Merecia o corpo dolorido pelas sequência de chutes e socos. Merecia o supercílio cortado, por onde saia um filete de sangue. Merecia o olho roxo, os lábios cortados e o sangue impregnado nos meus cabelos. Eu merecia tudo aquilo por ter me deixado levar.

Voltei a me olhar no espelho. A última vez que meus olhos brilharam estava em algum lugar esquecido da minha memória. Bom, não era importante de qualquer forma.

Parando pra pensar, meu fim estava decretado no momento em que olhei naqueles olhos azuis. Não que eu me lembre a primeira vez que eu realmente olhei nos olhos dele. Afinal, ele e meu pai eram amigos de longas datas e eu fui apresentado a ele quando ainda estava na barriga da minha mãe.

Eu nem queria pensar na minha mãe agora. Ela deve me odiar com todas as forças, porém não tem como eu saber com certeza, já que ela não olha na minha cara desde que a bomba estourou.

Cuspi a espuma causada pela pasta e enxaguei minha boca; o sangue descendo pelo ralo.

Joguei a água gelada (inverno, não sei se detesto ou amo) no rosto e sequei de leve para os machucados não doer.

Retirei a roupa, e abri o chuveiro. Sentindo a água quentinha cair nos meus não-tão-bonitos-cabelos, me sentei no chão e abracei minhas pernas. Não sei se me escolhi pelo frio atingindo o que a água não tocava, ou se me encolhi pela dor em meu peito.

Eu nem sei como começar a contar o inferno que minha vida se tornou. Mas, como todos dizem, vamos começar pelo começo.

A primeira coisa que tenho que dizer é que eu não fiz o que fiz por mal. Não é culpa minha ter me apaixonado por quem me apaixonei.

Tendo dito, vamos aos acontecimentos.

Como eu disse, a primeira vez que eu me lembro de ver os olhos azuis foi aos meus cinco anos. Lembro perfeitamente do sorriso aberto e o olhar carinhoso. Ele trouxe para mim um gato todo negro e de olhos verdes. Eu gostei do gato, Susano'o era arredio e só gostava de mim.

Na verdade, ele me enchia de presentes e, na época, eu não entendia o porque (mais tarde eu descobri que era o primeiro “sobrinho” dele e que eu também era seu primeiro afilhado). Poucas coisas eu guardei. Eu só tinha cinco anos, pelo amor de deus!

Susano'o morreu de velhice a três anos atrás. E eu ainda tenho o dango* de pelúcia que ele me deu (meu doce preferido) e uma caveira que ele me deu assim que eu entrei na fase “rebelde”.

Acontece que o melhor amigo do papai era o meu herói. Tudo o que acontecia na minha vida eu compartilhava com ele. Minha primeira namoradinha, quando eu perdi a virgindade e quando eu percebi minha atração por homens também. Foi só uma questão de tempo ao perceber meus sentimentos diferentes por ele.

Eu meio que tava me masturbando assistindo um pornô gay e, sem nem ao menos perceber, eu estava imaginando como seria estar embaixo do corpo bronzeado e bem trabalhado do meu “tio”.

Foi um choque. Isso tudo aconteceu porque eu fiquei uns dias na casa dele e da tia Kushina quando eu escutei eles transando. Eu jurei de pé junto que isso era nojento. Eca, seus tios transando, Deus me livre imaginar tal cena.

No final, eu imaginei sim, mas eu estava no lugar da tia Kushina.

O segundo choque foi quando eles se separaram (eu já tava com meus quinze anos). Houve uma discussão, porque o tio Minato tinha se separado da tia Kushina pelo simples fato de ser um gay dentro do armário.

Meu pai bateu nele e disse que não queria mais ele perto de mim, ou de qualquer outro da nossa família.

Foi horrível pra mim, que já tava mais que apaixonado por ele e pro Sasuke, meu irmão mais novo, que era obviamente caidinho pelo Naruto, filho deles.

Isso, claro, não durou muito. Minato era como um irmão pro meu pai. Eles se conheceram com sete anos, pirralhos, e não se desgrudaram até então. Sem falar que ambos são sócios de uma pequena empresa de construtora e imobiliária.

Minha alegria estava de volta e meu desespero também. Minato não ia me ver com tanta frequência mais. Ele não tinha tempo pra um garotinho de cabelo grande e rosto andrógino. Não. Ele tava ocupado de mais transando com quantos homens pudesse.

Então eu simplesmente larguei de mão meus sentimentos, assumi minha bissexualidade pro meus pais e decidi arrumar um namorado (ou namorada).

Foi tenso porque ele não estava lá. E ele tinha prometido, quando eu contei chorando em meus treze anos, que gostava de garotos, que ele iria estar lá pra me dar forças quando eu decidisse contar aos meus pais.

Quando ele ficou sabendo, ele me procurou. Eu não quis ouvir e deixei claro minha mágoa com ele.

Para se redimir, ele convenceu meu pai a deixar com que eu e os meninos, Naruto e Sasuke, viajasse para praia com ele.

Eu detestava sol e mar e areia, Sasuke também. Mas aceitamos, eu porque queria ficar um tempo com ele e Sasuke por causa do Naruto.

Não era longe de nossa cidade e, quatro horas depois, estávamos na casa de praia.

Eu nunca vou esquecer como seu rosto ficava iluminado no momento em que o sol tocava o mar, enquanto se punha.

Os tons alaranjados e amarelados, um pouco rosa perto do mar, que o pôr-do-sol tinha, combinava com perfeição com sua tez bronzeada, olhos azuis e cabelos loiros.

Era a visão mais bela que eu já tive o prazer de observar.

Eu fiquei encantado. Não consiga tirar meus olhos dele e, naquele momento, eu só pensei no quanto eu queria aquele corpo, aquela boca, aqueles olhos, me amando.

No dia seguinte, eu levei a câmera fotográfica. Eu pode fotografar e eternizar a visão mais bonita e especial pra mim.

Quando voltamos, eu decidi que iria ser amado pelo menos uma noite por ele.

O problema foi esse. Eu esqueci toda a história por trás da nossa relação. Esqueci a amizade dele com meu pai e que ele, provavelmente, me via somente como um sobrinho.

Passei dias tentando seduzir ele, mas nada parecia ter efeito.

E teria desistido, se a oportunidade perfeita não tivesse aparecido.

Ele tinha brigado com o namorado (fiquei um bom tempo sem falar quando ele contou que estava em um relacionamento) e bebeu mais do que o costume.

Com muita vergonha eu admito que aproveitei esse momento e me insinuei pra ele. Não rolou nada pesado, somente alguns beijos.

No dia seguinte, ele me chamou e pediu perdão chorando. “Eu nunca vou me perdoar por ter abusado de você, meu pequeno sobrinho”.

Eu me senti um lixo. Prometi a mim mesmo que não iria pra frente com aquela ideia maluca de ter ele pra mim. Tentei expulsar o sentimento que pulsava em meu peito e as lembras cálidas dos seus lábios no meu.

Não, nem tudo era carnal. O sexo com certeza seria ótimo (visto que beijar ele já era bom de mais), mas eu queria que ele me amasse, que ele me quisesse, que ele me tomasse pra si. Eu queria ele de corpo e alma.

Foi difícil, mas passou um ano e não tocamos mais no assunto, ele tão pouco bebeu de novo.

Mas eu não aguentava mais. Ver ele com o namorado, ver ele o tocando, ver ele e não poder tê-lo estava me jogando em um estado de loucura que consumia minha lucidez.

Então cheguei no auge e encurrala-lo no jardim da minha casa.

Contei como me sentia e Minato se afastou. “Nunca haverá nada entre nós”, falou baixo. Meus olhos já estavam molhados, mas eu me negava a chorar. “Você é meu afilhado, eu jamais tocaria em você.”

Me recusei a acreditar naquelas palavras e me joguei em seus braços. “Não faz assim, eu sei que sente algo por mim. Eu senti através de seus lábios”.

Ele parecia perdido, me apertando em seus braços e balançando a cabeça em negativa. Pra mim, ele estava guerreando contra si mesmo.

Eu puxei ele para meu quarto, estávamos sozinhos em casa. E, naquela noite, eu consegui que ele deixasse toda a moral porta fora e me tomasse pra si.

Eu me mantive virgem de trás pra ser dele. Foi a noite mais especial em toda minha vida. A forma com que ele me olhou, como me tocou. As palavras sussurradas, o carinho e a gentileza com que me penetrou. Eu realmente me senti amado.

E, depois que havíamos chegado no ápice de prazer, deitados em minha cama, ele acariciou meus cabelos. “Os seus olhos me lembram as estrelas”, Minato sussurrou. “São duas estrelas brilhando ao redor da lua”. E eu sorri feliz, me enrolando nele, não querendo que aquele momento importante terminasse.

No dia seguinte, eu acordei com a notícia de que ele viajaria a trabalho sem data pra retornar.

Eu corri para me despedir, mas Minato não olhou para mim.

Sai do banho e vesti somente um short. Deitei na cama de bruços. O choro começando a sair, mesmo sem permissão.

Uma semana depois, o seu namorado (ou seria ex?) Apareceu na minha escola. Ele me arrastou para um pequeno beco e gritou muitas palavras ofensivas e pesadas. Mas palavras não eram o suficiente. Me chamar de “putinho manipulador” ou “escoria humana” não era o suficiente. Ele passou a me bater, a puxar meus cabelos. No fim, ele cuspiu em mim me chamando de “lixo” e me largou a própria sorte.

Com muito custo, liguei pro Sasuke.

Envergonhado, contei aos meus pais o que tinha feito, tudo o que eu havia passado esses anos. Eu não fui perdoado, claro que eu não seria.

E agora eu estava ali.

Sem saber o que mais doía; meu coração ou as minhas costelas.

April 3, 2018, 1:59 a.m. 16 Report Embed 8
The End

Meet the author

Emily C Souza Não posso dizer que sou tudo aquilo que escrevo, mas tudo aquilo que escrevo tem um pedacinho de mim

Comment something

Post!
Enai lask Enai lask
Pra mim não tem essa de crackshipp não Eu leio Oq me interessa e gosto de quase tudo Amei minaita Adoraria uma cont, mas mesmo sem tiver eu ameiiiii d+
July 27, 2019, 5:11 p.m.
Camy <3 Camy <3
Oiê! Bom, eu vou começar falado sobre o ship em si: eu não esperava por ele, fiquei bem surpresa. Mas foi um surpresa bom, porque o objetivo aqui era pegar personagens bem diferentes e dar um jeito de juntá-los. Então eu acho que a sua escolha foi muito boa, MinaIta tem tudo pra ser um casal crack 10/10. Eu acho que o problema aqui foi a execução. Eu te conheço e sei que você não queria passar a ideia de pedofilia ou de relacionamento abusivo, mas foi o que predominou quando eu li. Até li de novo para ver se o problema não tinha sido a minha interpretação. Assim, você não deixa clara a idade do Itachi, mas ele parece ter algo entre 15-17 anos (tanto pela maneira como age quando pela passagem de tempo que você descreve). Eu não sei se ele já é mais velho nesta história, porém o Itachi ainda mora com os pais, você não comentou nada em relação à faculdade ou à formatura do Ensino Médio e ele age como um adolescente a história inteira, então foi essa a impressão que você passou. O Minato é amigo de infância do pai dele, é alguém que o viu crescer, trocou as fraldas do Itachi, ficou do lado dele quando o Ita se descobriu bissexual. Eu achei pesada a maneira como você abordou. O Itachi ser apaixonado pelo Minato eu entendo; ele era uma criança e agora é um adolescente e é normal adolescente se sentir atraído por uma figura mais velha. O Minato corresponder é que foi pesado para mim. Ele ter bebido parece uma desculpa; o que não me agrada, porque não é porque ele está bêbado que pode ficar com um adolescente. Mesmo que o Itachi seja mais velho, o Minato sabe tudo sobre ele. Relacionamentos abusivos são principalmente caracterizados por haver uma hierarquia; dentro do relacionamento dos dois, o Minato tem bem mais poder do que o Itachi. O Minato é mais velho, mais experiente e sabe todos os segredos do Ita, sabe o que ele passou na adolescência. Ele agiu como pai em vários momentos e eu senti uma quebra de confiança grande quando ele aceitou as investidas do Itachi porque ele para de ser o adulto responsável que protege o afilhado e está sempre ali para ele e essa nova relação surge. Eu gostei da ideia do ship, gostei de haver conflitos familiares, gostei do SasuNaru subentendido (capaz que não, né?), mas achei bem problemática a execução do romance dos dois. Eu te conheço e acredito que não era essa a imagem que você queria passar, mas foi como eu recebi a história. Falando em partes mais técnicas, eu gostei de te ver explorar a primeira pessoa, porque até agora só tinha lido textos seus em terceira. Pra mim é mais difícil, mas você pegou bem. Suas histórias estão mais fluidas e sinto um pouco de orgulho quando percebo que você quase não tem mais rimas ou repetições nas suas frases e parágrafos. Mas é isso, gata, você escreve bem e tem muito potencial e você sabe o quanto eu te adoro, mas acho que o conteúdo desta história aqui precisa ser revisto. Um beijo no teu core <3
May 9, 2018, 11:56 p.m.
Glory Neko Glory Neko
Olha só, irei lhe tacar um processo. Ferir o Itachi dessa maneira foi covardia, hahahahaha. Meu bebê criado a leite ninho! O desafio me rendeu várias histórias que eu jamais imaginei que leria, e a sua está entre elas. Porque, caramba, eu sequer havia imaginado a possibilidade de MinaIta existir até encontrar essa delicinha. Me doeu o coração, depois ele foi partido em mil pedaços e virou pó como a metade dos Vingadores. Ainda assim, elogio seu talento! Parabéns mesmo, permaneça escrevendo e obrigada pela história. S2 xoxo
May 9, 2018, 8:52 p.m.

  • Emily C Souza Emily C Souza
    Ownt, o Itachi nosso bebê sofrendo é sacanagem mesmo. Culpa do Minato que não cuidou dele u.u se vc gostou de MinaIta, tô escrevendo outra e essa é uma long-fic. Então já dá uma passadinha lá. De qualquer forma, eu lhe agradeço pelo comentário (e pelo elogio tbm). Beijocas May 9, 2018, 8:58 p.m.
Bárbara Maria Bárbara Maria
Meu deus, que pesado klllsskdlsdk Senti a angústia de Itachi, o bebê não merece isso. Toma aqui um Kisame, Ita, seja feliz <3 Parabéns pela fic!
May 3, 2018, 11:59 p.m.

  • Emily C Souza Emily C Souza
    Olá, hahahahahaha Eu já estou trabalhando em fanfics MinaIta, então logo mais você pode ver ele sendo feliz hahahahahaah Obrigado pelo comentário ^^ May 7, 2018, 11:08 p.m.
Mori Katsu Mori Katsu
Me perdi na leitura, foi maravilhoso!!!
April 22, 2018, 3:51 p.m.

  • Emily C Souza Emily C Souza
    Nossa, fico tão feliz por isso. Eu amei escrever e minha felicidade é que vocês gostem tanto quanto eu. Obrigada por ler e comentar. Beijocas April 23, 2018, 6:41 p.m.
Way Borges Way Borges
Meu gzuz cristin, tu não tem coração não mulher? Como você faz essa maldade com o Tachi? Sou Itachissexual e vê meu amor sofrer parte o meu coração </3
April 20, 2018, 7:55 p.m.

  • Emily C Souza Emily C Souza
    olha, eu tenho coração sim. Inclusive, sofri juntinho com o Itachi. Não foi maldade, juro kkkkkk obrigada pelo comentario <3 April 23, 2018, 6:41 p.m.
Neeca Ashcar Neeca Ashcar
Ain meu senhor, nunca havia parado para pensar em Minaita, mas cara agora ficou tipo um "bumm" de como é perfeito. Ainda bem acompanhado com um plot maravilhoso desses, meu deus que história, merece até mesmo uma continuação, quero de verdade saber o que vai acontecer quando o Minato voltar, estou a explodir, hahaha. Tadinho do Itachi esses lances de amor é um problemão quando é lance de família, ou de amigos próximos, pelamor. Maravilhoso 😍♥️
April 13, 2018, 7:09 p.m.

  • Emily C Souza Emily C Souza
    Continuação não será possível (a menos que bata uma inspiração), mas outras histórias com esse casal já estão na minha mente. Por enquanto não teremos (tô sufocada de tanta coisa pra escrever), mas logo mais sai. Obrigada pelo comentário e fico muito feliz por ter agradado com o plot é a narrativa. Beijocas April 17, 2018, 7:25 p.m.
Cammis Silva Cammis Silva
Gente que babado. Nunca tinha pensando nesse Shipp. Gostei muito da narração e da escrita. O final me deixou triste e com dúvida pelo Itachi. Tadinho 💔
April 6, 2018, 12:23 a.m.

  • Emily C Souza Emily C Souza
    Eu sempre quis escrever esse shippe. Estava entre as minhas opiniões de Crack, mas não era minha primeira opção. E então, bum, veio a inspiração e aqui está kkkkkkkkkk mas confesso q não era pra ser tão triste. Fazer o q ne? Quando a inspiração bate... Brigada por comentar. Beijocas April 17, 2018, 7:22 p.m.
Ayzu Saki Ayzu Saki
Se o objetivo era me deixar muito triste conseguiu :( Gostei muito do seu estilo de escrita também, e terminei a estória sentindo um aperto no coração. Nunca tinha lido nenhuma fic com esse casal também! Parabéns por finalizar o desafio :)
April 3, 2018, 10:03 p.m.

  • Emily C Souza Emily C Souza
    Ola minha linda. Esse titulo estava na minha cabeça, e eu queria mesmo escrever um fluffy, mas quando eu fui escrever o rumo que a fic tomou foi esse kkkkkkkkkkk Realmente, a fic é mais melancolica e triste, que bom que consegui transpassar direitinho o que eu queria Obriga por ler e comentar Beijocas April 5, 2018, 4:13 p.m.
~