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thammirb Thammi RB

Hashirama era conceituado como o Deus Shinobe, não sabia bem que havia lhe dado esse título e francamente pouco importa. Não se sentia melhor ou mais poderoso que ninguém em travar batalhas. Apenas uma pessoa o fazia se sentir verdadeiramente um Deus. ✷HashiMada✷ ✷MangaUniverse+divegênciacanonica✷ ✷+18✷ STATUS [1/1]


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##Mangauniverse ##Romance ##HashiMada ##Madara ##Hashirama ##Lemon ##Yaoi ##Naruto
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Único

Essa é a minha primeira HashiMada, tenho muito carinho por ela e espero que gostem.


Atualizada e revisada no dia 31/03/2019


~*~


A era dos Estados em Guerra foi um pesadelo que por muito tempo pareceu não ter fim. Tantas vidas desperdiçadas por ignorância. Tantas crianças que tiveram seus futuros arrancados e destruídos sem nem saberem o por que. Foi um período tão triste, tão inútil e sem sentido que era surpreendente que ninguém nunca tenha se imposto e dito NÃO aquela violência sem sentido.

Ele mesmo foi tragado por aquela cultura insossa por algum tempo. Depois que seu amigo, seu melhor amigo e alma gêmea (coisa que ele descobriria alguns anos mais tarde), despertou o sharingan e afirmou que a partir daquele dia, eles eram inimigos, parte de suas convicções caíram.

E eles se enfrentaram como inimigos...

Muitas vezes...

Como lamentava as inúmeras vezes que teve que feri-lo, quando tudo o que queria era abraçá-lo, tocar os fios crescidos rebeldes e pesados e que pareciam ter o objetivo de acentuar a personalidade selvagem de Madara.

Reconhecia nos olhos negros a mesma dor de estar lutando por nada. Mas o orgulho, a tal coisa chamada "vontade shinobe" não os deixava enxergar com clareza. Ainda mais para um Uchiha, onde a soberba era tão presente quanto à determinação. Aquele clã poderia enlouquecer qualquer um.

Até que aquele dia chegou...

Em uma batalha intensa, onde praticamente todos os membros do clã Senju e Clã Uchiha estavam envolvidos. Hashirama e Madara ficaram na linha de frente para se enfrentarem como os jovens lideres que eram. Para os expectadores era magnífico de ver todo o poder dos dois homens mais poderosos de sua geração. O "querer" de vencer chegava a ser palpável.

Entretanto.

Isso não era verdade.

Tanto Hashirama quanto Madara nunca davam tudo de si quando tinham que lutar um contra o outro, não podiam. Não conseguiam. Era uma afronta as crianças que tinham sido e que sonhavam com um futuro onde ser shinobe não significava ser uma arma de assassinatos, sem sentimentos e sem vontade, capaz de roubar vidas inocentes.

Foram horas de conflito. Ambos já estavam beirando a exaustão. Seus olhos se encontraram pela primeira vez de verdade em muito tempo. E Hashirama viu, sentiu que Madara só queria que aquilo parasse. Que dessem um fim em toda aquela agonia.

"Fica comigo."

Os olhos escarlates o encaravam estarrecido com a fala, quase deu para rir da expressão chocada. De rubis vividos, os olhos do antigo amigo, voltaram ao ônix profundo, perdidos e confusos. Tudo o que queria era envolvê-lo com seus braços.

Infelizmente essa conexão foi feita poucos segundos antes de Tobirama ferir gravemente o último irmão de Madara, Izuna. Toda a fraqueza do Uchiha mais velho se esvaiu e uma raiva agressiva encheu a expressão austera. Hashirama sentiu que ele estava lhe escapando entre os dedos e quando os guerreiros de fogo recuaram, ele implorou aos céus que Izuna sobrevivesse, se Madara perdesse seu pequeno irmão, ele provavelmente, se perderia para sempre e nada no mundo poderia concertar isso.

Foram longos dias em agonia, até que um emissário de paz veio com uma mensagem. Madara queria lhe encontrar pessoalmente e sozinho. Tobirama foi terminantemente contra afirmando que aquilo não passava de uma armadilha e Hashirama, delicadamente, lembrou ao albino quem era o líder do clã Senju. Tinha ciência de que seu irmão só temia pela sua segurança, mas também sabia que era desnecessário. Apesar de tudo, confiava em Madara e uma armadilha daquele tipo era definitivamente contra os princípios do moreno.

"Esteja lá."

Não precisava de instruções mais especificas, sabia exatamente onde era "lá".

Uma centelha de esperança encheu seu peito, se o Uchiha queria se encontrar com ele na clareia onde sonhavam com um futuro melhor, certamente não seria para reiniciar os conflitos. E foi essa esperança que guiou cada um dos seus passos.

Não foi difícil avistá-lo, a postura do homem estava significativamente relaxada e sua expressão era pensativa como poucas vezes o castanho vira na vida.

- Meu otouto... - Hashirama segurou a respiração. - Sobreviveu.

O Senju sentiu como se uma rocha gigantesca saísse das suas costas e mentalmente agradeceu a todos os deuses que pode lembrar.

- Eu fico realmente feliz em saber disso - não havia como negar a sinceridade em sua voz. Ele sabia como era dolorido perder um irmão e não deseja aquele sofrimento para ninguém, muito menos para Madara, cujo amor fraterno rivalizava com o tamanho dos oceanos.

- Chega.

Os olhos amarronzados se fixaram no perfil pálido e altivo com medo e ansiedade.

- Isso é sério?

- Eu vou ser considerado fraco, mas não me importa mais. Izuna quase morreu e eu não vou passar por isso de novo, não sabendo que posso fazer algo para mudar as coisas.

Sem pensar, Hashirama agarrou a mão do moreno que inicialmente pareceu surpreso e chocado. Incomodo inflou dentro dele, mas o Uchiha não fez nenhum movimento para se soltar.

- Obrigado.

Aquele foi provavelmente um dos dias mais felizes de sua vida. Os dois, finalmente, estariam juntos e poderiam começar a construir o futuro que tanto sonharam quando eram jovens.

Com a fusão dos dois clãs mais poderosos da época, outros logo começaram a se aproximar, visando estabilidade e segurança. Foi assim que Konoha nasceu.

E seu primeiro embate: quem seria o rosto da nação?

Hashirama ofereceu o cargo a Madara com o objetivo de deixar claro o quanto os Uchihas eram importantes naquela empreitada; mas a resposta que teve foi:

"Consegue imaginar algo mais enfadonho do que ficar trancado em uma sala o dia inteiro? Divirta-se você com essa função!"

De fato, o líder Uchiha não tinha muita paciência para burocracia e o jogo político, invés disso preferiu se tornar o Comandante Geral das Forças Ninjas de Konoha, controlando o exército e protegendo Konoha de atuais e futuros ataques.

Diante desse voto cego de confiança mutua um para o outro, Hashirama decidiu manter Izuna como seu braço direito, firmando o clã Uchiha na hierarquia de Konoha e Tobirama optou por fazer parte da força militar, ficando perigosamente perto de Madara, não era segredo para ninguém que os dois não se suportavam, mas pareciam estar trabalhando bem juntos e mantendo suas opiniões pessoais para si mesmos.

E assim todas as outras vilas foram sendo fundadas uma por uma, embora nenhuma se comparasse em tamanho e poder a Konoha, cuja influência era empilhada pelos dois clãs ninjas mais poderosos que se conhecia, separados Senju e Uchiha eram muito fortes, mas juntos eram praticamente invencíveis.

Mas nem mesmo esse grau de poder pode conter o tempo e assim alguns anos se passaram.

º

- Isso é ridículo - Hashirama grunhiu tendo a sua enorme paciência seriamente abalada. - Quem esses velhotes metidos a besta pensam que são?

- O conselho dos anciões - Izuna respondeu divertido encarando o Shodai Hokage com conhecimento. - Eles insistem que você se case, pois segundo a concepção deles apenas um herdeiro seu pode manter a paz da aldeia - deu os ombros com descaso. - Eu confesso que não entendo esse raciocínio, afinal nunca foi da sua vontade impor uma monarquia no sistema de liderança de Konoha e você sempre deixou isso tão claro.

O castanho fez um barulho impaciente com a língua. Aqueles malditos velhos, de tempos em tempos tentando enfiar uma noiva na sua goela abaixo. Como se alguém pudesse dizer a ele o que fazer... Bem havia uma pessoa que tinha um grande poder de influência sobre si, tinha que admitir, mas jamais casaria obrigado.

- Você conhece a minha resposta - voltou a olhar os papéis dispersos na mesa com tédio. - Não vou me casar com ninguém.

- A menos que o meu nii-sama aceite, certo?

A expressão do Senju foi extremamente cômica, seu queixo pendeu aberto e os olhos bonitos se arregalaram a ponto de parecem pratos e se Izuna não estivesse vendo demais à tez de cor amadeirada empalideceu de leve. Não era mistério para ninguém a profundidade do relacionamento de Hashirama e Madara, aqueles dois há muito tempo haviam deixado de ser realmente discretos, apenas eles pareciam não ter se dado conta disso. Não duvidava que aquela fosse à principal razão dos conselhos exigirem que Hashirama se casasse logo, como se isso fosse o suficiente para afastá-los.

- Não tenho a menor idéia do que essa insinuação significa Uchiha Izuna - ajeitou as folhas de maneira tensa.

- Uhum, certooo - o moreno reprimiu a vontade de rir. - A noticia do seu suposto noivado já se espalhou - viu pânico no rosto do Hokage. - Você é o Deus dos Shinobes Hashirama-san e ainda tem tanto medo do meu irmão?

- Não é medo é auto preservação - ditou baixinho imaginando os aborrecimentos que teria por causa daquilo.

Izuna abriu a boca para replicar, mas o som da porta sendo aberta o interrompeu e Tobirama entrou com uma expressão carregada, como sempre. O Uchiha crispou os lábios e fez apenas um sutil aceno com a cabeça indicando que reconhecia a presença do albino que só ergueu as sobrancelhas em retorno.

Do outro lado da sala, Hashirama suspirou de frustração. Até quando aqueles dois iam fazer aquele teatrinho para mascarar seus verdadeiros sentimentos? O orgulho de Tobirama rivalizava com o de Madara e ele melhor que ninguém sabia o quanto isso era ruim. Sentia por Izuna que era bem mais maleável que o irmão mais velho.

Levantou da cadeira desistindo de tentar trabalhar o restante daquele dia, estava cansado, com sono, com fome e preocupado com o que Madara estava pensando daquele boato bobo e não queria perder minutos do seu preciso tempo testemunhando mais uma briga infantil daqueles dois.

- Deem um jeito nisso crianças - orientou já na porta. - Toda essa tensão vai acabar com vocês algum dia.

Os dois o olharam indignados, mas sumiu antes que pudessem expressar verbalmente suas reações nada amigáveis. Com sua velocidade não demorou para chegar ao quartel general da força de Konoha, contudo pode perceber imediatamente que seu objeto de desejo não estava lá.

Estreitou os olhos ativando seu modo sennin por alguns segundos e com mais do que uma pitada de desgosto percebeu que Madara não estava na vila. Não recordava do Uchiha ter nenhuma missão que o ausentasse por aqueles dias... A menos que. Compreensão o encheu imediatamente e novamente usou sua velocidade sobre humana para se locomover.

O lago era lindo e secreto. Cercado por rochas que formavam muitas cavernas subterrâneas que serviam de berço para vida e beleza, como poucos lugares no mundo eram capazes de ser. Foi ali que Madara estendeu a bandeira branca de paz e eles selaram sua união, não a dos clãs, mas a deles. Foi naquele lugar que se tornaram um do outo pela primeira vez. Era o lugar seguro deles, o refúgio para quando o mundo parecia prestes a ruir.

- Não devia estar na vila Hokage-sama? - sorriu de lado com o timbre rouco.

- Tudo esta sobre controle, meu segundo no comando que é seu irmão por sinal, faz um excelente trabalho. Estou começando a ficar seriamente mal acostumado.

Finalmente Madara entrou no seu campo de visão. Estava apenas com uma calça de tecido simples, os longos cabelos negros pesavam contra as costas por causa da água e a pele branca reluzia com a ajuda de pequenas gotículas, era uma visão primordial para Hashirama.

- Bom saber que está deixando todo o trabalho pesado para Izuna - desdenhou tirando o excesso de água dos fios com as mãos. - Pena que ele não pode ser casar por você também.

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- Então você já ouviu falar sobre isso - coçou a cabeça sem graça.

Os olhos negros faiscaram em sua direção e o castanho engoliu a seco tentado a dar um passo para trás. Quem era o Deus Shinobe mesmo? Das primeiras vezes que o conselho tentou lhe casar Madara não fez muito alarde e tratou o assunto com indiferença, mas ultimamente o Uchiha parecia estar ficando mais sensível sobre aquela questão.

- Sabe a minha resposta para isso - aproximou-se cauteloso.

- Eu sei a sua resposta para isso - ignorou o arrepio que subiu pela sua coluna quando o sentiu afastar seu cabelo e sua nuca ficar exposta.

- Então porque está tão zangado - beijou a pele gélida pelo nado recente.

- Porque esta chegando o dia em que você não vai mais poder dizer não - virou para o castanho tocando o rosto dele de leve. - Isso me irrita.

Arriscando muito a sua segurança pessoal, Hashirama pegou o outro de surpresas e o empurrou em direção ao lado fazendo ambos caírem dentro d'água e nem se importou em ter as roupas encharcadas e já voltou à superfície gargalhando.

- Que merda foi essa seu idiota? - Grunhiu Madara abismado com aquele comportamento.

- Você com ciúme me deixa tão feliz - murmurou de forma abestada.

O rosto do Uchiha esquentou em sete tons diferentes de vermelho e reagiu afundando a cabeça do Senju na água. Hashirama se afastou mergulhando para longe e reapareceu atrás da Madara que sabia muito bem cada um de seus movimentos. Abraçou as costas dele prendendo seus braços e colou a boca no ouvido alheio.

- Peguei você - ouviu-o bufar em resposta. - Eu sou só seu e você é só meu nada e nem ninguém no mundo tem o poder de mudar isso, além de você.

O moreno pareceu irritado, contudo sua postura relaxou visivelmente e Hashirama usou essa oportunidade para tomar os lábios bem desenhados. Como sempre o gosto de Madara lembrava menta, era único e forte, com a habilidade de tirar todo seu controle em poucos segundos. Uma pessoa mais inteligente temeria tanta intensidade, mas tudo o que conseguia sentir, era êxtase.

De frente um para o outro, suas mãos começaram o trabalho de exploração com delicadeza, o que contrastava muito com suas naturezas shinobes. Os dedos de Hashirama apertavam os fios revoltos e se deliciava com os pequenos e tímidos gemidos que o parceiro soltava, aqueles sons eram combustível para seu desejo.

Em retribuição aos cuidados que recebia Madara usava suas unhas curtas para arranhar com carinho as costas definidas porque sabia o quanto aquilo excitava o castanho. Suas línguas permaneciam travando uma pequena batalha, se acariciando em meio ao hálito quente.

A água gélida do lago tornou-se completamente supérflua e os shinobes mal a sentiam. Separaram-se e em uma comunicação silenciosa, movimentaram-se conjuntamente usando suas velocidades e chegaram rapidamente a uma pequena cabana escondida na relva.

Com o olhar fixo em seus corpos, retiraram as roupas com certo desespero, Madara, que estava muito menos vestido, terminou primeiro, e tratou de ir ajudar Hashirama a se livrar da camisa que usava por baixo e por fim da bandana. O castanho mordiscou o lóbulo da orelha e o pescoço branco em agradecimento e colou seus corpos, fazendo com que cada pedaço de pele exposto roçasse.

O som das respirações entrecortadas deixava claro que aqueles pequenos toques não bastariam para satisfazer a gama de sentimentos que crescia entre eles. O Uchiha sentiu seu corpo ser manipulado para trás, na direção do simples, mas confortável futon e relaxou sob a superfície macia, degustando dos lábios do Senju que acariciavam seu pescoço e peito com desejo cru.

- Como você quer fazer isso? - Hashirama indagou em um tom de voz baixo.

Madara trouxe a mão bronzeada até a própria boca e olhando dentro dos olhos mogno lambeu e chupou dois dedos dele com vontade, deixando-os bem úmidos com sua saliva. O Hokage mal piscava diante daquela cena absurdamente erótica, havia tanta entrega ali e sua pélvis latejou dolorida.

Levou os dedos molhados a entrada que pulsava de ansiedade e beijou o moreno com paixão para distraí-lo do desconforto inicial. Não demorou muito para encontrar o ponto sensível pressioná-lo suavemente.

- Hashirama... - Os olhos negros mal conseguiam ficar entre abertos e o ar em volta deles parecia denso e quente. - Por favor...

O castanho assentiu e esticou o braço para pegar um pequeno frasco de óleo que foi estrategicamente colocado perto do futon, ele acima de qualquer pessoa nesse mundo, jamais causaria nenhum tipo de dor ao parceiro. Embora Madara, como agora, sempre apressasse as coisas, ele nunca permitiria que a dor superasse o prazer. Derramou o conteúdo sobre o pênis ereto e o bombeou rapidamente apenas para espalhar pela pele. Quando todo o falo brilhava de leve pelo pré-gozo e óleo, encaixou a cabeça inchada e com um movimento firme e lento penetrou a carne apertada, mordendo o lábio inferior com força pela constrição violenta no membro sensível.

Madara tinha cerrado os dentes para se impedir de soltar sons que mais tarde ele negaria com toda sua alma que saíram de sua boca, mas nem toda aquela determinação foi o suficiente para parar os pequenos ofegos de dor e prazer diante da entrada brusca no seu corpo. Envolveu as pernas no quadril estreito do Hokage que começou a estocar com força e precisão sem dar muito tempo para que se recuperasse.

O pequeno ambiente foi preenchido pelo som de pele contra pele, dos grunhidos de prazer e gemidos incrivelmente sensuais que os amantes soltavam. Por trás das pálpebras semicerradas o Uchiha via pequenos pontos brancos explodirem cada vez que sua próstata era acertada pelo membro excitado que o violava de forma desenfreada. Sentia seus músculos contraírem e agarrou as nádegas firmes do castanho, sentindo o movimento ondulante dos músculos em cada estocada. Grudou seus lábios nos dele em um beijo desesperado, estava chegando ao ponto de não conseguir mais controlar os sons e preferia ficar a língua entrelaçada á dele.

- Madara... Madara... Madara - Hashirama ofegava o nome do amante, porque não conseguia pensar mais nada para dizer, o aperto em volta do seu pênis estava ficando cada vez mais insuportável, sentia seu baixo ventre contrair com força indicando aproximação do orgasmo. - Te amo, eu te amo...

O Uchiha engoliu a seco a verdade crua no rosto carvalho o desconsertava e apenas assentiu, escondendo o rosto na curva do ombro moreno, permitiu-se gemer e anunciar que estava preste a gozar rente ao ouvido do outro.

Foi o suficiente para empurrá-los ao um orgasmo agressivo que paralisou suas respirações. Hashirama enfiou os dedos nos cabelos negros do homem para poder puxar o rosto á altura de seus olhos a apreciar as feições coradas contraídas em prazer brusco. Sentia a essência dele em seu abdômen e o inundou com seu sêmen também em longos jatos que faziam seus testículos tensos ficarem doloridos pelo esforço. Tudo que envolvia Madara era assim... Exorbitante.

Desabou sobre o peito dele em real cansaço e satisfação. Seus corações pareciam sincronizados e batiam de forma acelerada e o Senju se sentiu no céu quando os dedos pálidos começaram a acariciar com delicadeza seu couro cabeludo.

Era ali, naquele momento, nos braços da pessoa que amava que ele se sentia realmente um Deus. Não por ser um grande Shinobe ou por ter ajudado a acabar com a Era dos Estados em Guerra, mas sim por ser amado de volta com tamanha intensidade.

- Se um dia você se casar eu vou te matar de forma lenta e dolorosa - a voz de Madara era falha, mas a ameaça parecia bastante real.

Um risinho bobo escapou da garganta de Hashirama que ergueu a cabeça para olhar no rosto austero que para sua sorte ainda conservava um pouco da vermelhidão do prazer sentido a pouco tempo.

- Mesmo se o noivo for você? - Provocou com um pequeno selo.

O moreno lhe lançou um olhar indignado mais se recusou a rebater aquela frase e só apertou de leve seus cabelos em repreensão relaxando o pescoço e fechando os olhos com sono. Hashirama voltou a se acomodar no peito alheio, tiraria apenas alguns minutos para apreciar aquele calor e cheiro de homem que o enfeitiçava. Ninguém viria procurá-lo e caso alguém se aproximasse demais suas habilidades ninjas o alertariam imediatamente.

Era naquelas horas que agradecia por ser um shinobe, por ser o Deus dos Shinobes.

March 4, 2018, 1:50 a.m. 0 Report Embed 3
The End

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