A Ordem do Caos Follow story

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COMPLETO Na última tarefa pela Taça Tribuxo, Harry é levado pela chave de portal para qualquer lugar que não era Hogwarts. Ele estava dentro de uma casa, provavelmente, especificamente na sala de estar da casa. Os móveis bonitos e muito bem organizados no ambiente. O garoto nunca havia estado naquele lugar, e Cedrico Diggory não estava ali. Harry descobre quem é o dono daquele lugar, e também muitas outras informações que o fará repensar qual o lado que ele lutará naquela guerra.


Fanfiction Books For over 18 only. © Os personagens pertencem a J. K. Rowling.

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Um.

   Eu só preciso chegar na taça! - Pensava Harry. - Eu e Diggory apenas precisamos pegar junto aquela chave de portal e estaremos livre desse labirinto assassino!

   Os dois garotos estavam a poucos passos de alcançar a taça. E quando finalmente a tocaram juntos, a chave de portal se ativou e foram tirados daquele labirinto.

   O jovem Potter caiu sentado no chão, esperando ver o mesmo lugar que haviam começado a tarefa. Mas não, ele não estava no gramado em frente ao labirinto. Ele estava em uma sala de estar, uma que nunca havia visto na vida. E estava sozinho. Diggory não estava ali com ele. Provavelmente a chave de portal apenas tinha levado-o para aquele lugar.

   O garoto se levantou com calma olhando melhor o ambiente. Era grande e espaçoso, as paredes eram pintadas em um tom claro de verde, com grandes janelas para o lado de fora.Os móveis eram de uma paleta escura, variando entre preto e marrom claro. Uma grande lareira no meio do ambiente, além de um três de sofás pretos e um tapete marrom claro. Uma mesa de centro de vidro, e alguns poucos quadros que enfeitavam a parede.

   Entre todos os quadros, o jovem havia reconheci um, Salazar Slytherin. Ele não fazia ideia de quem era a casa, mas com certeza pertencia a um Sonserino. Porque, sinceramente, ninguém de outra casa teria um quadro do homem na parede da sala de estar.

   Potter não deveria ficar ali admirando o ambiente, precisava conseguir voltar para o colégio antes que as coisas ficassem pior. Seguiu direto para a porta da frente, que por sorte não tinha nenhum feitiço que o impedia de abrí-la. Mas assim que colocou os pés para fora do lugar seu coração gelou.

   Parecia que a casa estava no meio da clareira de uma floresta. Havia aparentemente cinquenta metros de grama para então haver uma floresta densa, como a Floresta Proibida. Provavelmente mais densa ainda do que a mesma.

   Não haveria como eu sair por ali. Aparentemente não havia nenhuma trilha para que ele andasse para fora do lugar. E ele ainda não havia aprendido a aparatar. O garoto então decidiu que o melhor seria tentar usar a lareira para tentar sair do lugar e ir para algum lugar em Hogsmeade.

   Infelizmente sua tentativa de sair da mansão foram frustradas quando não encontrou Pó de Flu nas proximidades da lareira.

   O jovem não sabia se realmente alguém estava na casa. Poderia estar em uma casa isolada e que ninguém vivesse nela. Mas descartou completamente a hipótese quando passou para o cômodo ao lado. Que aparentemente era a sala de jantar.

   Assim como a sala de estar, as paredes eram pintadas em um tom claro, mas desta vez era prateado quase branco. Com janelas bem grandes, uma mesa de jantar que facilmente acomodaria doze pessoas, a mesa era de uma madeira escura, e as cadeiras com o mesmo tom, mas com um estofado verde escuro. Em um dos lados do cômodo havia um grande balcão encostado na parede, com alguns poucos retratos.

   Decidiu se aproximar e ver melhor as fotos, talvez elas dessem uma pista de quem vivia no lugar. A maioria não lhe dizia nada, pessoas que eu não fazia ideia de quem eram. Mas uma em específico lhe chamou muito a atenção, Tom Riddle com o uniforme da sonserina, provavelmente em seu último ano. Já que ele parecia estar mais velho do que a imagem que o garoto havia visto se materializar por conta da memória do diário.

   - Quem ousa? - Harry escutou uma voz se aproximando dele. - Eu não me lembro de ter te chamado ninguém!

   Harry pretendia me esconder, mas ele não conhecia a casa, provavelmente seria pior se lhe encontrassem depois. Então decidiu seguir para a sala, onde havia a escada para o segundo piso de onde provavelmente vinha a voz.

   - Desculpe senhor. Eu apenas gostaria de ir embora. - Disse o garoto quando chegou ao pé da escada. De forma extremamente respeitosa. - Eu não sei como… - O olhar dele congelou quando viu quem estava na metade da escada.

   Voldemort! - Pensou Harry. - Eu sou um homem morto.

   Mas diferente de tudo o que o jovem imaginou, Voldemort não era um homem velho. Ou tinha aparência de um lagarto, como muitos diziam. Não. Ele era exatamente como Tom Riddle que eu havia visto no diário, um pouco mais velho, talvez com uma aparência de vinte anos.

   - Harry Potter?! - Voldemort disse, com um tom de estranheza na voz. - Como chegou aqui?! Esse não é um local conhecido! - A voz do Lord das Trevas passou de estranheza para ameça.

   E o corpo do jovem automaticamente começou a caminhar para trás. Com passos lentos, a cada passo que o Lord se aproximava dele. A mão do mais novo estava em sua varinha, no bolso de trás da calça esportiva. Ele provavelmente morreria, mas não sem lutar antes.

   - Eu não sei exatamente como cheguei. - Disse o menor tentando não demonstrar muito pânico em minha voz. - A chave de portal deveria me levar para algum lugar em Hogwarts.

   - Como?! Fora eu, apenas uma pessoa conhece esse lugar! Não tem como uma chave de… - Então a voz de Voldemort parou parou no meio. E um olhar de ódio começou a se formar. Enquanto o medo começou a devastar o outro por dentro.

   O Lord das Trevas sabia quem havia feito aquilo. E não estava nenhum pouco feliz pelo jovem Potter estar em sua casa sem ter sido consultado.

   Voldemort estava a apenas alguns passos de Potter.O jovem não tinha muito para onde fugir. Suas costas já estavam contra a parede da sala. E mesmo que ele tentasse correr para a floresta, não fazia ideia do que lhe esperava naquele lugar.

   - Você é um homem morto! - Voldemort disse com ódio. Enquanto falava para o homem que havia causado aquilo, através da Marca Negra.

   Harry estava morrendo de medo. Sabia que em algum momento eles iriam se enfrentar. Mas até alguns minutos atrás ele acreditava que o Lord ainda estava morto, depois de tentar lhe matar. O Lord suspirou antes de voltar seu olhar para Harry, um olhar menos mortal do que o jovem imaginava.

   - Venha meu garoto. Eu não planejo te matar. - Voldemort disse com uma voz calma. - Se eu quisesse você já estaria morto. Nós dois sabemos disto.

   O olhar do menor se desviou, porque era a mais pura verdade. Mesmo que ele tentasse lutar ele já estaria morto. E apenas agora que o medo não estava em cada poro do seu ser, era que o jovem podia observar com mais calma o Lord. Riddle estava usando uma roupa bem formal. Mesmo estando descalço. Uma camisa social vinho, com um colete preto por cima, e uma calça social preta.

   Harry se aproximou um pouco dele, mantendo ainda uma distância socialmente aceitável. Antes de olhar seus olhos vermelhos, para começar a falar.

   - Se você não planeja me matar. Por que estou aqui? - Perguntou o jovem com o máximo de calma que ele poderia ter. - Eu adoraria voltar para Hogwarts.

   - Infelizmente não posso te mandar de volta. - O maior disse com calma, uma calma que o jovem não esperava. - Você está sujando a casa coberto de terra desta forma. - O olhar de Riddle se desviou de Potter, juntamente de sua atenção. - Rooth! - O Lord gritou e um elfo doméstico apareceu próximo a eles.

   - Sim, mestre. - O elfo prontamente atendeu.

   - Prepare um banho para o senhor Potter. E de a ele uma muda de roupa também. - Disse o maior, e dispensou o elfo. - Vá com ele, Potter.

March 1, 2018, 5:29 p.m. 1 Report Embed 6
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Ana Nikiforov Ana Nikiforov
mistérios e mais mistérios
March 28, 2018, 6:02 p.m.
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