O Crocitar Melancólico Follow story

vanychan734 Vany-chan 734

O sombrio renegado da Folha, Itachi Uchiha, era dono de uma ave negra possuidora do Sharingan, a qual representava o fardo que devia carregar: manter-se um assassino desonrado enquanto passava informações confidenciais para Konoha. O corvo nada mais era do que um lembrete da missão que estava sobre suas costas, missão pela qual seu melhor amigo e amante morreu e pela qual o homenagearia em vida.


Fanfiction For over 18 only.

#Drama #Naruto #Itachi #Uchihacest #ShiIta #UN #Universo Natural #Akatsuki
Short tale
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Capítulo Único - O Crocitar Melancólico.

~ Capa editada pela Ana Paula Pereira (Nyah). No entanto, as imagens da capa e cap não são de minha autoria, créditos aos artistas. 

~ AESTHIC FEITA PELA RAY

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Deidara nunca havia visto o corvo separado de seu dono. Normalmente, o bicho ficava empoleirado no ombro do akatsuki mais velho, e quando não, apenas ficava voando ao entorno dele, indo ao céu hora ou outra mas sempre retornando com aquele barulho agourento.

Por isso não quis desperdiçar a incrível chance que estava tendo. Finalmente poderia matar aquela criatura desprezível com um único golpe de sua kunai afiada, assim aproximou-se da ave negra com o objeto laminado em mãos, planejando o ataque certeiro que faria a cabeça do animal rolar. Abriu um sorriso satisfeito pensando na hipótese e deu mais um passo, mas antes que seu plano fosse finalizado, o corvo virou-se para ele e grasnou alto. Tão alto que o akatsuki achou que todos na instalação poderiam ouvi-lo.

- Maldito! – gritou ao atacá-lo.

Contudo, o corvo já havia levantado voo e desviado da lâmina. O loiro, por sua vez, muito concentrado, não percebeu o chakra encoberto próximo a si e assim que moveu o braço desferindo outro golpe no ar, sentiu um chute em suas costelas. Voou com o impacto do golpe, caindo metros adiante da saída do esconderijo.

Quando se levantou, ajeitando a longa franja que lhe cobria os olhos, avistou Itachi ereto, altivo e sombrio, parado no mesmo local em que estivera anteriormente. O corvo voava ao seu redor enquanto grasnava ruidosamente como se contasse ao dono o que se passara ali.

- Se você se aproximar dele novamente, eu vou te matar – avisou.

Não era uma ameaça boba ou um talvez ingênuo, Itachi tinha o timbre grave e as sobrancelhas franzidas, demonstrando – pela primeira vez desde que Deidara o conhecera – desagrado. Aquele era um claro aviso e vinha acompanhado de um lembrete que o homem nunca esqueceria: o Sharingan.

- Seu maldito, quem pensa que é?! – proferiu, sentindo o sangue ferver por causa do homem à frente.

- Sou quem já te derrotou e quem vai te matar caso o incomode novamente.

O corvo bateu as asas e grasnou em sua direção contente pelo dono estar lhe dando proteção.

- Ora seu... – ele preparou as bocas de suas mãos soltando pequenas bombas de argila delas.

Odiava Itachi com todas as suas forças, por isso desejava uma revanche, afinal, desse modo poderia finalmente tirar aquela expressão sem vida do rosto dele e no lugar extrair algo semelhante a surpresa da própria morte que o proporcionaria com sua arte.

Atacar o corvo do Uchiha era nada menos do que uma provocação, mas que com certeza surtiria efeito, como se mostrava agora.

A ave bateu as asas mais vezes e por fim pousou no ombro esquerdo do Uchiha, ganhando um carinho na base da cabeça, mas as íris vermelhas permaneciam focadas no outro renegado. Fitava-o com uma intensidade nunca antes vista, além dos tomoes girarem em um padrão desconhecido pelo loiro, dando forma a outra figura nas orbes do akatsuki.

- Quer mesmo fazer isso? – o timbre não transpassava nada além de tédio, o que só aumentou a ira do artista.

Ele já estava pronto para explodir o moreno e apreciar a visão de suas partes caindo em diferentes pontos do campo. Só a ideia fazia com que um sorriso sádico brotasse em seus lábios.

O corvo debateu-se e voou para o céu abandonando o homem de cabelos longos quando as aranhas explosivas de argila se aproximaram. Deidara começou a rir em seguida, concluindo que o animal era covarde por deixar Itachi sozinho naquela luta iminente. Tanta devoção ao animal para ser rejeitado num confronto qualquer... no fim, era uma avezinha tão desprezível quanto o próprio dono.

As pequenas aranhas de argila explosiva formaram um círculo ao redor de Itachi, que nem ao menos lançou algum olhar a elas. Ele manteve sua expressão indiferente de sempre até o momento em que não podia mais ser visto pelos destroços das explosões. O som no campo era alto o suficiente para deixar os tímpanos do próprio Deidara ruindo desagradavelmente e a onda de choque levantou a poeira da devastação, ocultando a visão que o renegado tinha da cena.

As gargalhadas sádicas reverberaram por todo campo, afugentando os poucos animais que ainda permaneciam nas árvores ao redor do esconderijo. A cratera à frente do akatsuki só demonstrava que não restara nada do portador do Sharingan, intensificando suas gargalhadas. No entanto, num piscar de olhos, Itachi se localizava a alguns metros da cratera, sem nenhum arranhão e o olhando tediosamente como se estivessem no salão principal do esconderijo.

Quando abriu a boca pra gritar com ele, o corpo do moreno se desfez em vários corvos, os quais voaram em sua direção e começaram a arranhá-lo. Nos membros, no rosto, no tronco, chegavam até a rasgar o manto da Akatsuki e suas vestimentas ninjas. Mesmo assim, Deidara tentou lutar contra os corvos ao sacar uma kunai de seu coldre, mas outras aves sempre surgiam para continuarem o bicando e arranhando. Aquela investida do Uchiha parecia não ter fim e ele já sentia o próprio sangue escorrer pelas feridas abertas.

O ataque cessou apenas quando Itachi retornou a sua forma humana, incorporando os corvos a si, fazendo com que Deidara percebe-se que tudo não passava de uma ilusão, que toda a dor e ardência eram frutos da sua imaginação ao acreditar na fantasia criada pelo Sharingan.

Genjutsu.

- Acho melhor parar por aqui, Deidara – Kisame falou divertido, mostrando os dentes pontiagudos ao passo que ajeitava a espada Samehada no ombro, ao lado de sua dupla.

Deidara grunhiu pela humilhação, pronto para atacar novamente o Uchiha.

- Eu e ele temos um missão, é melhor deixar o bichinho em paz. Pain não gostará de saber disso – o sorriso pontiagudo assim como a pose falsamente relaxada era um aviso para que ele não continuasse investindo no confronto, além da óbvia ameaça ao envolver o líder da organização.

- Suma com esse bicho – o loiro rosnou, observando o corvo retornar do céu.

O portador do Sharingan nem sequer lhe deu uma resposta, simplesmente se virou e começou a caminhar para a floresta ao redor, sendo acompanhado pela ave que voava em seu entorno – seguindo-o a cada passo – e Kisame que caminhou junto do parceiro achando graça pela careta mal-humorada de Deidara.

Andaram algumas centenas de metros em silêncio absoluto, dando abertura para o espadachim perscrutar o semblante de Itachi, o qual continha uma mísera ruga entre as sobrancelhas, denunciando que algo o incomodava.

- Não ligue para ele, garoto – falou, assim que subiu num tronco de árvore.

- Não me importo com Deidara – respondeu taciturno, sem olhá-lo.

- Sei – sorriu de modo provocativo – Por isso estava pronto para matá-lo?

O Uchiha olhou de esguelha para o companheiro, ainda concentrado em seu caminho, pulando os diversos galhos como se não se importasse com o que houvera anteriormente. O corvo permanecia voando entre eles, grasnando hora ou outra.

- Por que essa ave é tão importante? – o renegado perguntou – Afinal, você não liga para Deidara, mas se importa com esse bichinho barulhento.

Itachi saltou mais alguns galhos, observando o animal preto passar diante de si, vendo suas íris acinzentadas se agitarem assim que saiu de seu caminho.

- O aviso também serve para você – disse centrado, ciente de que o Hoshigaki o fitava.

Kisame gargalhou alto, sabendo que o moreno falava sério. Ainda que tivessem uma boa relação de cumplicidade e fossem leais às suas missões, seria tolice confiar nele, já que o próprio havia assinado a família inteira.

- Eu gostaria de saber qual o sabor que esse corvo teria numa fogueira – provocou, sabendo que Itachi o ouvia muito bem apesar da distância.

- Provavelmente seria o mesmo de tubarão assado – respondeu sombrio.

O akatsuki riu novamente. A língua afiada de Itachi sempre tinha uma boa resposta quando lhe era conveniente. Assim que sua risada morreu na floresta, ele e o Uchiha continuaram seguindo para a Folha a fim de completarem a missão de capturar o jinchuuriki do Nove Caudas.*

Pararam ao entardecer numa estrada deserta para comerem e fazerem suas necessidades. Kisame acabava de assar duas lebres previamente caçadas quando observou o corvo de Itachi rodeá-lo, trazendo consigo um cacho de uvas verdes. O moreno pegou o cacho com a mão direita e esperou que o animal pousasse em si para começar a alimentá-lo.

E foi quando Kisame observou que a íris esquerda do corvo transformava-se num padrão de Sharingan desconhecido por ele, diferente daquele desenho que os próprios olhos de Itachi faziam em confrontos.

- Então é por isso que ele é seu animalzinho de estimação – falou, observando o moreno estudar sua feição com o olhar analítico.

- É apenas um animal – respondeu, dando-lhe mais uma uva.

O corvo engoliu a fruta e grasnou para Kisame, como se o xingasse, provavelmente como o próprio Uchiha tinha vontade de fazê-lo.

- A Samehada sente um chakra diferente vindo dele – sorriu, descobrindo parte do segredo de Itachi – diga-me, a quem esse animal pertence?

O corvo bateu as asas e grasnou, descendo para o tronco de árvore em que o dono estava sentado, achando uma posição para se aninhar a ele e dormir com as carícias sobre suas penas.

- Ele é meu – respondeu, pegando um dos espetos com a lebre assada para morder a carne enquanto ainda mantinha a carícia no animal com a outra mão.

- Estou curioso – o Hoshigaki continuou – Por que ele tem seu Kekkei Genkai e ainda assim é diferente? – o azulado ganhou um olhar sério do mais novo e nem por isso se sentiu intimidado a terminar suas questões – Não me diga que colocou os olhos de alguém da sua família nele, isso seria repulsivo até para você – sorriu provocativo, observando o olhar do outro se tornar mais profundo, tão intenso que ele soube que aquela era a verdade por trás do animal.

- Estou orgulhoso – sorriu, arrancando com uma mordida a pata dianteira de sua lebre – De quem é esse olho? Pai? Mãe? Namorada? – falava enquanto mastigava.

Itachi o olhou sóbrio, mas não respondeu. Aquilo não dizia respeito a ele, nem a mais ninguém. Era um segredo que levaria consigo até o final de seus dias.

Fitou a fogueira à frente e se lembrou da única pessoa que traria junto a si por seu caminho tortuoso para lembrá-lo da missão que carregava, a morte capaz de lhe proporcionar o Mangekyou Sharingan, somente por... Shisui.

- Por que você olha tanto para o céu? – a voz brincalhona fora ouvida.

Não se deu ao trabalho de respondê-lo naquele momento, apenas se virou para atrás a fim de ver o primo. Shisui estava parado a aproximadamente um metro de si, segurava o quadril com ambas as mãos mantendo sua pose heroica característica, assim como o sorriso aberto, deixando os caninos pontiagudos à mostra.

- Não vai me dizer? – ele perguntou de novo, tombando a cabeça sutilmente para o lado, curioso com a mania há muito tempo observada no menor.

- Estou observando os corvos – respondeu por fim, sentindo-se derrotado por sempre atender aos pedidos dele.

Não precisou apontar, apenas observou as orbes cinzentas seguirem os sons das aves no céu.

- Hum – ele franziu o cenho – Isso é estranho, não é comum haver corvos em Konoha...

Itachi deu de ombros quanto àquele comentário, afinal, desde pequeno os corvos estavam ali, rodeando-o. Para ele, seria até estranho se não os visse com tanta frequência. Voltou a olhar o companheiro e sentiu-se estranho quando seus olharem se cruzaram, deixando o silêncio e a própria troca de olhar falar por si só.

Há cinco dias em um de seus muitos treinos seus lábios se roçaram e a partir de então ambos Uchiha’s ficavam desconcertados na presença um do outro, ainda que não admitissem nada. Aquilo era um segredo que mantinham e que não revelariam a ninguém.

Shisui pigarreou cortando o clima minimamente constrangedor com o intuito de retornar à conversa.

- Se você pudesse escolher: qual ave gostaria de ganhar? – indagou divertido, rolando os olhos pela floresta da Vila.

O mais novo arqueou uma sobrancelha estranhando tal questionamento e quando o primo viu sua expressão logo se justificou:

- Sabe, qualquer uma, um falcão talvez?

- Por que está perguntando isso? – respondeu com outra pergunta, perscrutando a face do outro.

O de cabelo cacheado bufou, revirando os olhos.

- Estou “puxando assunto”, Itachi – fez aspas com os dedos, ainda com a expressão insatisfeita – É isso que as pessoas fazem quando querem manter uma conversa – reforçou, se aproximando do primo até ficarem cara a cara.

Itachi retesou o corpo pela palma e meia que os distanciava. Desde o “beijo” trocado, sentia-se inseguro na presença do outro, ainda que não entendesse o porquê desse sentimento dúbio, afinal, confiava a sua vida à Shisui. Respirou fundo e lhe respondeu com falsa tranquilidade.

- Um corvo. Gostaria de ter um corvo.

Shisui sorriu, se aproximando mais e inclinou a cabeça.

- Algum dia eu vou te dar um corvo então... – o tom da voz diminuía assim como a distância entre seus lábios – Assim você não se esquecerá de mim...

O sussurro deu lugar ao encontro das bocas. Itachi nem respirava pelo choque súbito. Não achou que ele fosse de fato beijá-lo, mas também não sabia como reagir. A dúvida sobre se afastar ou retribuir era gritante em sua mente e decidiu-se pela reciprocidade apenas quando a mão esquerda do parceiro se entrelaçou a sua e a direita o puxou pela nuca, apertando-o ainda mais contra o mais velho.

Shisui arrastou a boca, moldando os lábios dele aos seus, enquanto unia seus corpos da melhor forma que conseguia – tentando descompensar a diferença de altura que nesse momento se fazia um problema – com extremo cuidado porque ele sabia que Itachi poderia repeli-lo quando bem quisesse, e ele com certeza não queria isso. Portanto, deixá-lo confortável era a melhor estratégia a se seguir.

Itachi abriu minimamente os olhos, receoso, mas quando viu parcialmente a face do primo se acalmou. Fez como ele, voltou a cerrar as pálpebras e abriu a boca, encaixando-a entre os lábios do companheiro, sentindo o estômago revirar pela ansiedade que o consumia. A questão moral que os transpassava não poderia ser esquecida já que eles eram primos e quase irmãos, isto é, aquilo seria prontamente considerado incesto dentro do clã e passível de punição.

Mas naquele momento ele não se importava com as regras da família, muito menos Shisui.

Demoraram-se mais alguns instantes naquela simples interação até a ponta das línguas se tocarem, dando início a outro tipo de beijo, um muito mais intenso, responsável por nublar a mente do mais novo e bloquear qualquer pensamento político naquele momento íntimo.

O primeiro a se distanciar foi Shisui, consciente de que Itachi ainda estava inebriado pela sensação, assim como ele próprio se sentia absorto. Mas era exatamente isso que queria ver, observou a expressão serena de Itachi contrastando com seus olhos luxuriosos e soltou um suspiro que muito revelava sobre seus sentimentos.

O gênio Uchiha o olhou analítico. A boca do mais velho estava vermelha, denunciando o que haviam feito, mas nada se comparava ao olhar que lhe era direcionado, capaz até mesmo de fazê-lo corar.

- Você beija muito bem para um primeiro beijo – ele disse, mostrando seu sorriso encantador.

Itachi arregalou os olhos, surpreso e – até mesmo – envergonhado. Certamente não era aquele tipo de comentário que esperava.

- Eu meio que já observava você, hehe – ele riu constrangido, coçando a bochecha com o indicador direito – Quer dizer, você nunca fica perto de alguma garota ou garoto...então, sabe? – riu novamente, fazendo o menor crispar os lábios desgostoso – Digo... você e eu...aquele dia...

- Shisui, calado – mandou, sentindo-se enrubescer.

O mais velho calou-se, obediente. Mas logo sorriu, daquele seu jeito bobo que fazia Itachi revirar os olhos pela idiotice que viria a seguir. Shisui sabia que somente o mais novo era capaz de fazê-lo finalmente ficar quieto.

- Você comeu uvas sem mim?

Ou quase.

- Quer dizer, eu senti gosto de uva! Eu quero uvas, também.

Itachi se virou, completamente envergonhado, e caminhou para longe do primo. Precisava de um tempo, aquele ser conseguia mexer com todo seu corpo e tirar completamente sua razão.

E naquele instante, soube que mataria e morreria por ele. **

- HEY! Você não pode fugir de mim! Eu estarei sempre aqui com você! – gritou, correndo para alcançar o menor já distante.

Continuou sem responder Kisame, mesmo com a repetição da pergunta.

Ajeitou seu saco de dormir enquanto via seu corvo crocitar melancólico, quase como se resmungasse por ter sido deixado de lado. Itachi o fitou por alguns instantes, analisando o quanto de Shisui aquela pequena ave tinha, talvez mais caraterísticas do outro Uchiha do que suas propriamente.

Acariciou uma última vez o corvo e enfim deu-lhe as costas. Deitou-se e se permitiu sonhar com o antigo amante. Os olhos acinzentados se faziam presentes em seus sonhos e, pelo menos neles, pode enfim relaxar e vivenciar uma vida na qual não precisaria carregar aquele fardo, sabendo que teria Shisui ao seu lado independente da missão a ser realizada... sem que fosse um corvo invocado. ***

O renegado só esperava que seu sonho não se tornasse um pesadelo em que o primo percebesse quem realmente era, um assassino capaz de aniquilar o clã e que usava os olhos do único amigo que teve para satisfazer uma ínfima carência social que ainda mantinha, porque a decepção nos olhos de Shisui doía como a decepção nos olhos de Sasuke direcionados a si.

Feb. 28, 2018, 9:17 p.m. 2 Report Embed 2
The End

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Vany-chan 734 Fada do Fluffy e maluca dos angst. Luto pelo fim dos leitores fantasmas, por SasuSaku e por ShiIta, meus OTPs! "KakaSaku - Uma Chance para Nós" não será repostada aqui até ter sido devidamente betada, assim como "O Caminho que Trilhamos".

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Patr�cia Soares Patr�cia Soares
Que triste, que lindo. Chorei... foi tão lindo e ao mesmo tempo tão triste. Foi muito bom.
April 4, 2018, 1:23 p.m.

  • Vany-chan 734 Vany-chan 734
    HAHAHAHAHA EU AMEI ESSE COMENT. Ain, era pra ser triste e lindo mesmo, queria tentar pegar um pouquinho do angst, mas tbm trazer meu shipp. Enfim, foi uma 'pegada mais sóbria' hahahaha Fico feliz que tenha gostado! Até as outras shiitas <3 April 4, 2018, 3:26 p.m.
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