Hanakotoba Follow story

whatapanda Políbio Manieri

Gaara não consegue dormir longe de casa, Lee o ajuda a passar o tempo...


Fanfiction Anime/Manga Not for children under 13.

#romance #gaara #naruto #fns #fluffy #comédia #gaalee #leegaa #Gaara-Lee #rock-lee
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Capítulo 1

N/A:

Boa noite!
A presente história foi escrita para o evento GaaLee Summertime of Love Fest no tumblr, por ghoste-catte, e o tema foi "linguagem das flores", por isso o título Hanakotoba.
A mim apenas foi dada permissão para traduzir e abrilhantar o fandom brasileiro com esse mimo.

Obrigado e boa leitura!

________________________


Capítulo 1


Para um shinobi, Lee sempre teve um sono bastante pesado, então surpreendeu-se por despertar com um pequeno ruído suspeito que estalou em direção à sua janela.

Havia alguém em seu quarto.

Instintivamente, seu corpo se moveu, a perna estendida em um forte chute que deveria desestabilizar qualquer inimigo pretensioso que estivesse tentando invadir. Mas, ao contrário do previsto, ele sentiu seu golpe atingir o chão e a tremenda reverberação do impacto seco subir pela extensão de sua perna. Sem os pesos, seus movimentos eram rápidos, embora ainda um pouco imprecisos, já que não avistara seu oponente.

Lee tentou posicionar-se para uma segunda investida, mas não conseguiu se mover do lugar. Estranho. Uma pequena sensação de raspagem se movia sobre a pele desnuda de seu pé, subindo pela perna de suas calças de pijama e prendendo-o onde estava.

Ah, ele pensou, esse sonho de novo.

Ainda que tenha passado alguns bons anos desde seu último sonho com areia, aquela textura sempre lhe seria bastante familiar. Lee recordava-se da sensação do arranhar dos grãos, da impressão de se afogar como que afundando em um atoleiro, da lentidão anormal de seus membros...

Ele se emergiu naquela luta prolongada, se debatendo contra a imensa pressão que o fazia sentir como se estivesse sendo enterrado vivo. Foi quando escutou:

- Lee.

Que estranho. Nunca houve vozes antes.

Normalmente os únicos sons daquele sonho seriam sua própria respiração acelerada, e, as vezes, gritos abafados por trás de dentes cerrados enquanto tentava escapar daquele terror. A única coisa que podia fazer era resistir contra aquilo.

Com as pálpebras ainda fechadas, Lee puxou a mão direita para preparar um golpe de palma aberta – em seus sonhos, era sempre a mão direita – e se moveu com essa intenção. Seu braço, previsivelmente, foi capturado pelo firme aperto da areia.

- Lee – ouviu, novamente, em um tom mais insistente, dessa vez – Acorde. Eu não quero machucar você.

É ainda mais estranho. Poderia não ser um sonho, mas um genjutsu?

De fato era vulnerável à ilusões e por isso, geralmente, confiava aos seus companheiros de time as habilidades para detectá-los e interrompê-los. Seria necessário um forte usuário de genjustu para replicar em perfeição seu pesadelo recorrente, mas, certamente não seria impossível. E, se um inimigo tentasse surpreendê-lo no meio da noite, Lee teve que admitir que essa seria a melhor estratégia.

Finalmente, esse pensamento é o que o faz decidir abrir os olhos. Se vai morrer em seu próprio quarto, em tempos de paz, para um adversário que conhece suas piores lembranças, queria, ao menos, encarar os olhos da pessoa que iria matá-lo. Ele morreria de pé e com os olhos bem abertos. Mas, quando o fez, o que viu o surpreendeu.

- Gaara?

Gaara permanecia agachado ao peitoral da janela, por trás de um escudo de areia. Uma extensão dos grãos que saíam da barreira envolviam a mão de Lee. A areia o segurava firme, mas não o esmagava. Nem, ao menos, o arranhava. Apenas mantinha seu braço parado para que não pudesse atravessar a proteção e acabar desferindo-lhe um golpe.

- Lee, você está acordado?

Iluminado pelo luar, a silhueta dele parecia efêmera. Como um fantasma, ou uma memória.

- Eu acho que sim. - Lee respondeu, finalmente, numa voz desgastada pelo sono. - O que você está fazendo aqui? - assim que pronunciou as palavras, cobriu a boca com a mão. Isso foi rude. - Quero dizer...! - e lutou para se corrigir – Não que eu não esteja feliz em vê-lo! Eu nem sabia que você estava na cidade. E, bem... - ele coçou a cabeça, olhando para seu antigo despertador analógico. Através das sombras, podia ver os números vermelhos marcarem 3:00 da manhã – Está um pouco tarde.

- Peço desculpas por acordá-lo. - No escuro do aposento, o tom rouco da voz dele soava próximo e íntimo. Aparentemente satisfeito com o estado desperto em que o encontrava, Gaara recolheu sua areia. O escudo se dissolveu e deslizou de volta para a cabaça em sua cintura. - Estou em Konoha para negócios com o Hokage. Eu vim aqui porque Kankuro me expulsou do nosso quarto de hotel.

- Ele o quê?! - Lee explodiu, muito alto. Claro que a relação entre irmãos era diferente da relação típica entre um Kage e seu conselheiro, mas, certamente esse comportamento não seria adequado. Lembrando-se de seus vizinhos e das paredes finas que os separava, abaixou a voz – Está tudo bem?

- Não há nada de errado. Ainda não durmo muito bem, e pior quando estou longe de casa. Eu acredito que suas exatas palavras foram "Se você não parar de se arrastar pelo quarto como uma maldita múmia depressiva, eu vou chutar sua bunda insone pra fora daqui" - completou, fazendo uma imitação passível do próprio irmão – Então eu saí por conta própria.

- Oh. - Lee respondeu, com calma – Mas você está bem? - porque "múmia depressiva" não soava nada bem, e ele se recordava de Naruto dizer, à alguns anos atrás, que Gaara nunca havia dormido até a besta de uma cauda ser extraída de seu corpo. Após uma vida inteira sem fechar os olhos não era, de forma alguma, saudável que Gaara ainda não conseguisse descansar plenamente.

- Estou bem. Geralmente passo o tempo com Naruto, quando estou aqui em visitas. Mas ele anda exausto.

Bom, não o impressionou ouvir isso. Ele tinha o visto frequentemente no encalço de Kakashi-sensei (ou melhor, Kakashi-sama, independente da frequência a qual persuadisse as pessoas a não se referir a ele por seu título formal) pela aldeia. Na ultima vez que se falaram, o loiro havia mencionado que o Hokage o estava tentando "ensinar a ter algum senso de responsabilidade e maturidade, ou algo do tipo".

Entre toda a nova montanha de trabalhos e sua nova namorada, não era de se espantar que não tivesse muita energia para percorrer a aldeia tarde da noite por conta da inquietude de um líder estrangeiro.

- Temari está dormindo com seu namorado, e Kankuro prefere manter um sono regular... - o outro rapaz continuava, interrompendo seus pensamentos – então você foi a próxima pessoa em que pensei.

Aquela revelação fez Lee sentir-se imediatamente comovido. Era maravilhoso que Gaara o escolhesse para passar algum tempo, logo após seu amigo mais próximo e irmãos! Ficou encantado com a ideia de que ele, com seu caráter impetuoso, pudesse gastar seu precioso tempo em procurá-lo, no meio da madrugada...

Lee só esperava poder provar ser digno de tal consideração. Ele impressionaria o kazekage esta noite ou teria que fazer 1000 flexões amanhã!

- Claro! - ele soltou, sem se preocupar com o volume – O que você tem em mente?

- Naruto geralmente quer sair pra comer ramen, mas acho que já visitei cada restaurante de macarrão da vila. - Gaara falava ainda por sussurros, o que o fez lembrar de manter seu próprio tom baixo. Os vizinhos ainda estavam dormindo! - Se não for tarde demais para você, poderíamos fazer outra coisa.

Lee sorriu largamente. Gaara era tão atencioso.

- Não é tarde demais. Eu despertaria em algumas horas, de qualquer maneira. - sim, acordava, religiosamente, às 5 horas todas as manhãs, para realizar um treinamento extra antes que o resto do mundo começasse seu dia. - O que você costuma fazer em casa, quando você está sozinho?

- Papelada, geralmente. Às vezes eu patrulho a aldeia... Se tiver tempo, eu cuido das minhas plantas.

Aquela era uma informação que não expressava muito bem algum tipo de sugestão. Eles não poderiam exatamente patrulhar por Konoha, e ele não tinha muito conhecimento sobre a flora local. Bem, se comida funciona para Naruto...

- Você está com fome? - perguntou, então, com sua mente correndo pelas possibilidades.

- Eu poderia comer.

- Ótimo! Eu conheço o lugar perfeito.

...

As portas automáticas rangeram em suas borrachas quando os dois adentraram juntos pela faxada fosforescente de uma loja de conveniência 24h.

- Boa noite, Hideki! - Lee cumprimentou, alegremente.

- Oi, Lee. - a expressão facial do adolescente por trás do balcão refletia aquele tédio da madrugada, comum a todos os trabalhadores do terceiro turno. - Está um pouco tarde para você, não…? - foi então que ele levantou os olhos, vendo a pessoa que o acompanhava e sua boca caiu aberta.

- Oh! - percebendo a situação, Lee começou a gesticular entre o caixa e Gaara - Hideki, este é Gaara. Gaara, este é Hideki. Nós frequentamos juntos à escola antes de entrar na academia ninja!

Os olhos de Hideki se tornavam cada vez mais largos.

- É um p-prazer em conhecê-lo, senhor… - gaguejou.

O ruivo não respondeu, em vez disso virou-se para Lee.

- Você me trouxe aqui para conhecer seu antigo colega de classe?

- Ah, não! Digo... sem ofensa, Hideki. - ele voltou-se para o amigo, sorrindo – Nós viemos para checar... vocês têm saba sushi?

- Uh, sim, está no refrigerador.

Apesar de gesticular por cima do ombro, apontando para a geladeira metálica ao fundo, Hideki não fez nenhum movimento para ir buscar o pedido, ainda atordoado pela presença do Kazekage em sua loja no meio do noite.

Lee aguardou por um momento, resolvendo se manifestar ao perceber que o rapaz ainda estava petrificado no lugar.

- ...Eu vou pegar, então, ok? - com isso, se inclinou sob o balcão para pegar dois pacotes do refrigerador.

Ele pegou sua carteira, retirando rapidamente o valor devido antes mesmo de Hideki conseguir se recompor para recolher o dinheiro e calcular a exata quantia de troco, pelo caixa.

- Obrigado, Hideki! Tenha uma ótima noite! - Lee exclamou num aceno, enquanto ele e Gaara se dirigiam para sair da loja.

- Obrigado, um... Voltem sempre! - o ouviu responder, ainda soando um tanto chocado, antes da porta se fechar atrás deles.

Soltou um profundo suspiro. Isso foi mais estranho do que esperava, mesmo tendo conhecimento prévio de que as habilidades sociais de Gaara eram um tanto "falhas" - isso sendo bem otimista a respeito. Ele sempre parecia esquecer que a pessoa que via como um amigo querido era tida como uma figura política intimidante por outras pessoas.

- Bem, devemos encontrar um lugar para comer? - perguntou à ele, oferecendo-lhe um recipiente.

Gaara recebeu o sushi, seus dedos escovando levemente aos dele no processo, e parou de andar ao seu lado. Se mantendo em silêncio por um longo momento.

- Você lembrou que eu gosto de cavala.

- Claro! - é verdade que reparara nas preferências dele quando dividiram refeições no passado, mas não é isso que os amigos faziam? - Você quase sempre escolhe algo salgado quando comemos. Cavala é o seu favorito?

- Não. - Lee sentiu-se levemente cabisbaixo com a resposta. - Eu prefiro língua salgada ou moela, mas nunca vi ninguém vender essas coisas em Konoha.

Lee engoliu em seco, suprimindo uma pequena careta com a ideia de comer moela.

- Hum, não. Não acho que muitas pessoas aqui comam esse tipo de coisa.

- Sim. Vocês tem acesso à abundantes fontes de água fresca e aos portos do País das Ondas, então é relativamente fácil a obtenção de frutos do mar. Konoha tem terras cultiváveis e a possibilidade de armazenamento frio, para que consigam manter uma variedade de carne fresca e comestível. Em Suna, temos que salgar a maior parte da nossa carne. Grandes animais, em sua maioria, não conseguem lidar com o calor do deserto, então, quando temos acesso à carne, nós comemos todas as partes do animal. Acabamos desenvolvendo um gosto por isso. Assim como você desenvolveu um gosto pelo curry.

- Ah – Lee refletia diante às palavras radiante, mas sem saber muito com o que contribuir. O admirava a ideia de que Gaara também se lembrava dos alimentos que ele gosta. Isso era sinal de uma amizade verdadeira e duradoura!

Esse tipo de conversa fazia parte dos motivos pelos quais gostava de passar tempo com ele, afinal, Gaara era um gênio, e seu cargo o dotava de um amplo conhecimento de política, cultura e economia. Toda vez que falavam, era compartilhado um pouco de informação que não sabia antes. Não havia como não se sentir edificado em sua presença, então tentava encontrá-lo sempre que estivesse na aldeia, mesmo que fosse apenas para uma xícara de chá ou uma breve refeição.

O ruivo é sempre elegante e acolhedor. Embora ele próprio não tenha muito a oferecer no tocante à assuntos interessantes, mesmo assim esperava que Gaara aproveitasse seu tempo juntos tanto quanto o fazia. E, talvez, esta noite fosse exatamente a prova de que Gaara realmente o valorizava tanto, para buscar por sua companhia às primeiras horas da manhã.

Lee pressionou seu ombro contra o do ruivo, cutucando-o ligeiramente para chamar atenção.

- Vamos subir – e gesticulou com a cabeça para um alto prédio municipal.

No telhado do edifício, eles mantiveram-se lado a lado numa borda estreita. O tamanho da escarpa exigia que se sentassem próximos o suficiente para que seus braços se mantivessem encostados.

Havia um pequeno farfalhar incomodando o estômago de Lee. Não parecia muito com borboletas, era mais algo como se pétalas de flores rodopiassem transportadas pelo vento. Ele o atribuiu, então, à altitude em que se encontravam, embora nunca tivesse tido medo de alturas antes. Lee decidiu que precisava treinar mais! Amanhã irá completar todo o seu treinamento no prédio mais alto de Konoha!

- Então, como foi sua reunião? - Lee congelou, lamentando as palavras no instante em que deixaram sua boca. Esse assunto provavelmente era sigiloso. Que presunção de sua parte assumir que Gaara gostaria de poder compartilhar esse tipo de informação com ele.

- Excessivamente tediosa. - salvo pela diplomacia e o tato do outro, Lee sorriu aliviado. - Embora a monotonia tenha sido interrompida pela intrusão de um homem em uma cadeira de rodas, que invadia, repetidamente, o escritório do Hokage, insistindo em o desafiar. - a declaração foi finalizada em um tom que parecia bastante sério, mas a leve cintilação perceptível em seus olhos entregava sua intenção.

- Gai-sensei é um forte defensor da postura de manter-se em sua melhor forma e crescimento constante, através do auto desafio. Um saudável sentimento de rivalidade é uma parte crucial de seu regime de aperfeiçoamento! - exclamou em resposta, erguendo um punho fechado em expressão da sua excitação - Gai-sensei tomou como sua missão pessoal garantir que o Hokage não fique enferrujado com o peso da burocracia. Ele tomou para si a obrigação de insistir que o Hokage tire um tempo todo dia, para se afastar de sua papelada e treinar com ele! "É muito importante manter o corpo tão forte quanto a mente", Gai-sensei sempre diz!

Gaara meramente grunhe em resposta. Lee o observa. A partir de seu ponto de vista, ele estava banhado pelo luar. O cabelo vermelho parecia escuro, quase molhado, e as pupilas verdes de seus olhos refletiam a luz como um cervo na escuridão de uma densa floresta.

Ele é incrivelmente bonito, pensou, sem querer.

Claro, todos os seus amigos eram muito bonitos! Ele se corrigiu. É só que, Gaara tinha uma aparência única, e ele o via tão raramente. Claro que gostaria de poder olhar para ele mais frequentemente do que para seus outros amigos.

- Realmente não parecia uma rivalidade para mim. Parecia quase como um casal estranho. – Gaara iniciou pausadamente, o surpreendendo em seus devaneios. Casal? Do que ele estava falando? Lee forçou seu cérebro, até retornar a conversa. Oh, certo, eles estavam falando sobre Gai-sensei! - Seu professor insistia em indicar ao Hokage para que comesse o bento que ele embalou e em fazer uma pausa para almoçar, para que pudessem apostar uma corrida.

- Claro! Gai-sensei acredita piamente nos laços que se formam entre companheiros no campo de batalha. Uma amizade forjada no calor da guerra é tão resistente quanto o mais forte aço. Mas, como amizade, também deve ser nutrida e cultivada!

A resposta que se seguiu fora outro gemido, e o ruivo não disse mais nada. Ele terminou seu sushi e recolheu ambas as caixas vazias, empilhando-as cuidadosamente ao seu lado. Lee pensou que sentiu, ou talvez imaginou, um pequeno aumento na pressão em seu braço, como se Gaara estivesse inclinando-se sobre ele, ligeiramente.

Eles ficam sentados em silêncio, por um longo tempo. O sentimento súbito em seu estômago deu lugar a um caloroso e relaxante conforto, que ele atribui à satisfação de uma boa refeição. Eles observavam a lua, quietamente.

Foi quando Gaara se pronunciou.

- O sol está nascendo. Eu acompanharei você até em casa.

E, embora fosse mais rápido pular pelos telhados, eles retornaram lado a lado, sem pressa, através das ruas iluminadas.

Ainda era muito cedo para haver algum movimento, mas Lee pôde reparar, ao longe, os típicos sons das donas de casa preparando as primeiras tarefas do dia, como o assobio do vapor de gás quando acendem o fogo debaixo de suas chaleiras. Ele também conseguia ouvir seus próprios batimentos cardíacos.

Estranhou, ele não costumava a isso. Geralmente precisava se concentrar em seu cardio, para conseguir!

Quando chegaram à porta do prédio, o ruivo parou, o aguardando chegar até a porta. Lee pretendeu agradecer alegremente, seguido de um adeus, mas a expressão facial que se deparou quando se virou o impediu. Gaara exibia um sorriso suave e quase imperceptível, apenas uma inclinação dos cantos de sua boca.

Parado e abobalhado, impressionantemente, Lee não conseguiu emitir um som sequer. Nunca o havia visto assim antes.

- Eu me diverti. – o ouviu dizer, calmamente – Vejo você novamente esta noite. - não era uma pergunta, mas Lee percebeu ou, talvez, apenas sentiu uma esperança ali.

- Definitivamente! - ele exclamou, novamente alto demais, rompendo o silêncio ao redor deles.

Embaraçado, Lee torcia para que não tivesse arruinado o momento. Com isso, Gaara simplesmente confirmou com a cabeça, aquele sorriso pequeno e estranho ainda moldado em seus lábios, enquanto se virava para voltar ao seu hotel.

Lee correu por suas escadas, decidido a fazer uma garrafa de café forte e se preparar para treinar.

Feb. 27, 2018, 1:12 a.m. 2 Report Embed 6
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Ariane Munhoz Ariane Munhoz
Conforme a Mama indicou, vim ler essa fic e achei o início dela um amorzinho! como não se apaixonar poresse bolinho de chocolate que é o Lee? achei os personagens muito bem caracterizados e adorei essa aula gastronômica que o Gaara deu sobre a região de Suna! Até o prezado momento, curtindo muito a fic!
April 17, 2018, 3:50 p.m.

  • Políbio Manieri Políbio Manieri
    AMIGA ESSA HISTÓRIA É O FLUFFY DO FLUFFY UN QUE O KISHIMOTO TEM QUE PAGAR OS DIREITOS AUTORAIS PRA UTILIZAR July 27, 2018, 8:12 p.m.
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