Hands On Me Follow story

kiratsuno Kira Tsuno

Eles começaram a amar um ao outro, mesmo não dizendo as palavras, mesmo escondendo seus sentimentos dentro do coração. Kyungsoo achava que Jongin ainda estava consigo apenas pelo prazer; e Jongin também. Mesmo dizendo o quanto amavam tocar o outro, não era o só esse amor que eles queriam; mas era só isso que os matinha juntos. Porque eles tinham medo de dizer o que sentiam e tudo acabasse. ~KAISOO


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#romance #yaoi #lemon #kpop #chanbaek #exo #kaisoo #jongin #kyungsoo #Sebaek #Chanhun
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Jongin encarava seu professor e "namorado" — como ele considerava Kyungsoo sem o mesmo saber —, enquanto o mesmo pegava um livro no chão. Não era culpa sua se Kyungsoo, mesmo negando, era lindo.

Pensou por um tempo — enquanto observando a mão delicada do professor esticar a barra do moletom cinza que usava — que seu professor era diferente de todos os outros que teve durante sua vida escolar e até os acadêmicos. Existia todo tipo de professor: o professor vida louca, o professor que tem ressaca todo dia, o professor filósofo, o professor chuveiro, o professor religioso, o professor garrancho, o professor nerd, o professor vingativo, o professor indiferente, o professor do "né", o professor que praticamente obriga você a repetir tudo o que fala, o professor sádico, o professor comunista, o professor leitor. E existe aquele professor que parece tímido na sala; mas quando pegava muita intimidade era o próprio diabo (principalmente quando estava na cama).

Do Kyung Soo era esse tipo de professor — satanás vestido de anjo.

Jongin se lembrava de como o conheceu. Era seu terceiro ano de faculdade, Kyungsoo era um professor substituto; já que o anterior estava com alguns problemas. Calmo, tímido, tipo de pessoa inocente que parecia acreditar que bebês vinham das cegonhas.

Jongin nunca pensou em ter nenhum tipo de relacionamento com ele, mas Kyungsoo parecia ter alguma coisa que lhe chamava atenção. Talvez fosse os lábios em formato de coração e úmidos, fazendo Jongin diariamente pensar como seria beija-los ou algo a mais. Ou quando via Do Kyung Soo por trás, e olhava descaradamente a bunda dele — era perfeita de mais para Jongin imaginar coisas.

Segurar a cintura de Kyungsoo quando o mesmo se debruça na mesa da sala, vê-lo morder o lábio para esconder a voz. Aaaah! Imaginar aquilo fazia Jongin contorcer o pescoço, morder a língua e gemer frustrado durante a aula, fazendo o Do olha-lo estranho e perguntar se estava bem. Ele sentia vontade de rir quando ouvia o tom preocupado. "Não seja educado comigo, senhor Do Kyung Soo. Eu quero foder você." Era isso que ele sempre pensava. Ele nunca ficou tão frustrado por não ter alguém; ele queria ouvir a voz carregada pelo sotaque francês (mesmo coreano, Kyungsoo morou quase sua vida inteira com os avós na capital da França) dizendo seu nome. Não como Kyungsoo dizia na sala, Jongin queria ouvir o professor dizer seu nome.

Ele realmente estava frustrado.

Quando vou ter aquele homem? É só o prender em uma sala, e toma-lo. Você está sendo tão devagar, Jongin.​ Ele iria esperar o momento certo.

Ele havia tido uma ideia quando Kyungsoo passou um seminário. Ele pediria ajuda ao Do e sabia que ele não negaria ou falaria que existia algo chamado internet para Jongin pesquisar, assim como também existia os amigos para ajuda-lo no trabalho. Por que pedir ajuda dele? Porque chegara o momento, Do Kyung Soo. Jongin já estava destruído.

- Se quiser, podemos nos encontrar na biblioteca ou em algum café. — disse Kyungsoo arrumando suas coisas da mesa.

- Não! — ele bateu na mesa assustando o professor que deixou suas canetas caírem. Jongin balançou a cabeça — Hum. Um lugar mais silencioso, por favor. Não quero me distrair com as vozes da biblioteca e do café.

- Tudo bem — Kyungsoo riu terminando de arrumar suas coisas e pegar a bolsa. — Se não tiver problema, pode ir ao meu apartamento. Ajudarei com o que for preciso.

- Tudo mesmo? — Kyungsoo concordou.

- Tudo!

- Tudo. — sussurrou quanto via o professor se distanciar. — Tudo.

Talvez o "tudo" seja o "sempre", deles. (sorry, não aguentei)

Seria idiotice pensar que Jongin queria mesmo estudar num sábado. Não que Kyung fosse idiota, ele apenas não sabia que assim que abrisse a porta para Jongin entrar seria prensado na mesma. Kyungsoo não sabia que Jongin o beijaria, e tiraria a própria camisa revelando o corpo escultural e grande.

- O que... — Jongin o calou quando o beijou outra vez. Kyungsoo tentou empurra-lo recebendo uma risada leve. — P-pare com isso. Por favor.

- Esse "por favor" falso não convence. — riu outra vez enquanto tirava a blusa de Kyungsoo sem muito esforço. —Lembre-se, professor você disse que me ajudaria com tudo. — Kyungsoo não pensou que aquilo fosse tudo. Jongin gemeu ao ver o corpo pouco definido. Ah, as pintinhas. Jongin havia visto uma vez (sem querer, claro). — Perfeito.

Kyungsoo tinha a respiração pesada e o rosto estava corado pela aproximação do outro. Sem contar que o corpo estava quente apenas por ter o tronco nu de Jongin colado ao seu. Podia ser estranho apenas deixar Jongin se aproximar assim sem terem nenhuma intimidade e apenas deixa-lo fazer o que quisesse até ali, mas Kyungsoo não estava ligando muito. Ele não disse nada e sabia que se dissesse, não seria para mandar Jongin sair de sua casa.

- Professor...

- Isso... — Kyungsoo respirou fundo antes de olhar fundo oceano negro de Jongin. — Vai ficar entre nós dois, Jongin.

E Jongin sorriu, ele finalmente havia conseguido.

Ele tinha que ser sincero, antes de pensar em transar com o professor, ele se considerava totalmente hétero. Não tinha nada contra os gays, seus melhores amigos Sehun, Chanyeol e Baekhyun eram gays. E eram um casal, um relacionamento engraçado Jongin diria. Ele apenas nunca teve nenhuma atração por homens, até chegar seu professor.

Depois de passar uma noite de prazer e delírios inexplicáveis. Kim Jongin e Do Kyung Soo voltaram para suas vidas simples de professor e aluno, ou quase. Kyung evitava Jongin a todo momento, sabia que ele não o atacaria na escola. Mas era difícil controlar seus sentimentos quando o via conversando com os amigos ou apenas distraído com algo. Ele sempre achou Kim Jongin bonito; não negaria isso para ninguém que perguntasse, era a verdade. Mas nunca pensou que um dia se envolveria com ele. Ele era apenas o aluno bonito que tirava notas boa e o elogiava como qualquer um da sala — elogiava muito até. O problema — Kyungsoo estava o considerando assim — era que Jongin havia deixado de ser apenas um aluno depois daquilo. Poderia fazer qualquer coisa, mas nada tiraria a imagem de Jongin sobre si dizendo o quanto era lindo e perfeito enquanto o fodia como ninguém havia feito. Kyungsoo poderia ficar louco apenas em pegar Jongin o observando de longe. E Kyung sabia quando Jongin o observava, longe ou perto. Ele sentia o olhar sobre si; o comendo bem ali no meio de todos da sala ou qualquer lugar que estiverem, e Kyungsoo suspirava fugindo daqueles castanhos que sempre se tornavam negros quando o olhava. Ele sabia que poderia a qualquer momento puxar Jongin e o levar para uma sala qualquer e deixar o ultimo pingo de consciência esvair-se por completo.

A consciência estava perfeita e controlada até o dia que Kyungsoo foi convidado pelos amigos do trabalho para ir ao pub que havia aberto aquela semana. Ele aceitou.

Encontrou Jongin juntamente com uma garota magra, estavam dançando, e se beijando.

Kyungsoo não sabia por quê, mas aquilo havia esquentado seu sangue e ficou furioso. Ele se perguntava por que não gostava de ver seu aluno agarrando outra pessoa. A vida era dele e Kyungsoo não tinha nada a ver com nada. Foi apenas uma noite, e aquilo estava escrito em todos os lugares de sua mente. Apenas um noite de sexo no meu apartamento. Ele acabou rindo mentalmente. Uma ótima noite de sexo forte e selvagem que só eu consigo fazer com ele. Ou eu apenas estou dizendo isso para me sentir melhor... não, eu sou bom mesmo. Ele queria rir, porque ele estava furioso. Ele ficou sentado observando Jongin e a garota de longe, bebia qualquer coisa que o barman havia lhe dado. Seus amigos haviam sumido e ele poderia ir embora. Ele não sabia se tinha sido a bebida ou apenas ele mesmo, mas Kyungsoo levantou-se indo até os dois jovens agarrando-se no meio da pista. Tocou o ombro largo do aluno, fazendo o mesmo virar para si. Jongin o olhou espantado.

-  Kyungsoo? — sua voz saiu um pouco rouca, e ele parecia um pouco bêbado — O que faz aqui?

-  Vim me divertir. E pelo visto você também. — dizia olhando para a garota que o encarava com uma carranca.

-  O que pensa que está fazendo vindo aqui? — perguntou ela, a voz era enjoada.

-  Não estou falando com você, querida. — rebateu Do, revirando os olhos. — Mas respondendo sua pergunta... Vim buscar o que me pertence esta noite. — olhou para Jongin que estava com o cenho franzido — Não sabia que você saia com puta magrela.

- O QUÊ? — a garota gritou tentando ir para cima de Kyungsoo; mas Jongin protegeu o professor que bufou e revirou os olhos outra vez.

Kyungsoo segurou o braço de Jongin e o puxou fazendo a garota magra quase escorregar; o moreno o olhava confuso, até Kyungsoo estava confuso. Por que caralhos estava puxando Kim Jongin? Jongin sentiu seu outro braço sendo puxado. Ele olhou para a garota magra.

- Você disse que passaria essa noite comigo. — quando foi que eu disse isso? Jongin pensou em dizer, mas ele apenas a olhou estranho, e de forma educada puxou seu braço do aperto da dela.

- Desculpe. — disse indo atrás do Kyungsoo.

Os dois já estavam fora do pub. Kyungsoo não sabia o que fazer, e Jongin muito menos. Ficaram lá, parados, enquanto pessoas entravam e saiam da do estabelecimento.

- O que você realmente veio fazer aqui? — perguntou Jongin depois de um tempo.

Do o olhou, os cabelos castanhos de Jongin estavam bagunçados, os lábios grossos vermelhos por conta de ter beijado a garota magra, suas roupas amaçadas

- Eu... — o que ele iria dizer? "Oh Jongin, eu vim aqui para esquecer você"? Não era mentira mas também não diria isso.

- Por que me puxou para cá?

- Eu não sei. — sussurrou.

Jongin o olhou confuso.

- Por que...

- Eu vim aqui por que queria esquecer você... — disse baixo. Não foi tão difícil, pensou — E puxei você por que não queria vê-lo agarrando aquela magrela.

Jongin continuou o encarando enquanto tentava entender e depois riu.

- Você está com ciúme? — perguntou por fim. Kyungsoo o olhou furioso.

- É claro que não. — sua voz falhou — Eu nunca teria ciúme de você. Meu... Meu próprio aluno.

Jongin sorriu malicioso.

- Hum... — começou andar até Do, e o mesmo andava para trás — Você veio aqui para me esquecer, e não gostou de ver minha boca beijando outra — bateu sua costa na parede do pub — Diga professor, diga que sentiu ciúme quando me viu com aquela garota.

- Não. — Jongin ficou em sua frente, sua respiração quente bateu no rosto do outro — Eu não sinto nada.

- Tão feio mentir professor. Tão feio. Lembra-se dos tapas que dei em sua bunda? — Jongin apertou as nádegas do outro — Eu dizia que se você mentisse 'pra mim eu continuaria batendo até você dizer a verdade, dizer que estava gostando, mas você insistia em dizer não. — a voz de Jongin pareceu triste, e um biquinho nasceu em sua boca. — Eu sabia que você estava mentindo, sabia que estava gostando. Você mentia por que queria que eu desse mais e mais tapas, até não aguentar.

Ele está brincando comigo, pensou Do.

- Ficou tão vermelhinha e parecia estar dolorida. Mas você não colaborou, e nem pediu para parar. E muito menos pediu pra parar quando já estava em você. Ainda lembro de sua voz dizendo "Não pare, não pare". — Jongin passou levemente o polegar pelo rosto de Kyungsoo — Não queria machucá-lo mas... Você estava tão entregue, e estava pedindo com tanto carinho 'pra não parar. Minha mãe sempre diz, "obedeça seus professores, as ordens deles sempre tem que ser cumpridas" — falou inocente — Tenho que obedecer suas ordens professor Kyungsoo. E a ordem que você gritou em alto e bom som para mim foi... — a voz fortemente rouca e sussurrada no ouvido de Kyungsoo — Não pare nunca.

Um arrepiou quente passou pelo corpo de Do Kyung Soo.

- P-Preciso ir para casa. — disse ele empurrando Jongin, mas foi em vão. Kim segurou os dois braços de Kyungsoo acima da cabeça, e aproximou os lábios do ouvido dele.

- Gostaria de repetir aquilo professor? — um arrepio passou pelo corpo do mais velho — Vou ser sincero, toda vez que olho você na sala, sinto uma puta vontade de repetir. Eu gostaria muito de joga-lo em minha cama, e fode-lo enquanto ouço seus lindos gemidos franceses. Eu gostaria muito de vê-lo quicar sem parar no meu pau. Ver a expressão de prazer sublime em seu rosto lindinho. Ver seus olhos lagrimando por causa do prazer que estou dando. — Kyungsoo sentia seu seu estômago embrulhar enquanto imaginava cada coisa dita. Jongin passou o polegar pelos lábios do professor, focado nos olhos grandes e castanhos. — Gostaria tanto de foder sua linda boquinha, enquanto encaro esses seus olhos que transbordam uma inocência, que me deixa louco. Sentir sua língua macia e quente deslizar. E ver seu rosto sujo da minha porra. Eu queria fazer tanta coisa Kyungsoo — Jongin mais uma vez aproximou os lábios do ouvido do mais baixo — Tanta coisa. Mas isso é o que eu quero. Você quer isso, professor?

Kyungsoo estremeceu. Fechou os olhos, e imaginou tudo. As mãos de Jongin passando por seu corpo, os lábios em sua pele, o prazer. Só havia uma resposta para aquela pergunta.

- Sim.

Aquela noite com certeza foi uma loucura.

Depois Jongin e Kyungsoo começaram a se encontrar. Passavam tempos juntos se conhecendo, falaram do que gostavam de fazer, dos livros que gostavam de ler, dos filmes e séries de TV que gostavam de assistir. O que antes era uma atração, transformou-se em paixão. O que antes era paixão, se tornou amor.

Eles começaram a amar um ao outro, mesmo não dizendo as palavras, mesmo escondendo seus sentimentos dentro do coração. Kyungsoo achava que Jongin ainda estava consigo apenas pelo prazer; e Thomas também. Mesmo dizendo o quanto amavam tocar o outro, não era o só esse amor que eles queriam; mas era só isso que os matinha juntos. Porque eles tinham medo de dizer o que sentiam e tudo acabasse. Eles agiam como namorados, mas não eram namorados. Era uma amizade colorida.

Agora, ali estavam eles, na sala de estar do apartamento do professor. Kyungsoo já havia pegado o bendito livro do chão, e Jongin encarava sua bunda; por que era muito difícil não olhar. O professor virou para olhá-lo. Um calafrio passou por seu corpo; era sempre assim, sempre que olhava para Jongin um choque, ou uma quentura passava por seu corpo.

- O que tanto olha, Jongin? — perguntou ele, andando até uma estante e organizando os livros que havia na mesa ao lado.

Jongin olhava cada movimento.

- Nada demais. — disse por fim.

- Parecia impressionado com algo que estava perto de mim. — o professor o olhando rapidamente. Jongin riu leve.

- Talvez.

O professor entortou a boca.

- E o que era? — perguntou tentando colocar os últimos livros na prateleira, mas era alto demais. Kim foi ajuda-lo, colocou o livro na prateleira ao mesmo tempo que segura a cintura de Kyungsoo.

- Sua bunda. — disse com a maior naturalidade.

Kyungsoo sentiu seu corpo inteiro esquentar, principalmente as bochechas. Jongin as vezes dizia algo daquele tipo para envergonhar o professor. Dizia na sala para todos ouvirem, ele não se importava, ninguém iria acreditar que os dois estavam tendo um caso, Kyungsoo não tinha cara de que se envolvia com pessoas mais novas que ele, e muito menos um aluno. E Thomas tinha fama de provocar todos os professores por diversão.

- Que inapropriado, Kim Jongin — disse Kyungsoo voltando a sua cor normal — Acabei de lembrar. Lembra-se da ultima vez em que falou isso na sala de aula. Você encarava minha bunda, o que disse mesmo? Já nos envolvíamos naquele tempo.

Jean era puxado pelo aluno até o sofá, Thomas sentou puxando o professor para ficar em seu colo.

- Eu... — Jongin começou a dizer, enquanto passava os braços pela cintura do mais velho — Eu disse que sua bunda era bonita e gostosa.

Kyungsoo riu.

- A bunda do seu amigo é bonita e gostosa. E... Você me deixou muito envergonhado, eu disse que se você repetisse iria para a coordenação. E o que você fez?

- Devo ser sincero, não estamos mais na escola, então dizer que iria me mandar pra coordenação fez eu me sentir um adolescente que pega o professor de Matemática. — Kyungsoo riu sendo apertado outra vez — Mas como bom aluno de faculdade repeti. Ela era muito bonita e gostosa. Eu não iria mentir, odeio mentiras, professor.

- Você foi pra coordenação. — Kyungsoo disse enquanto mexia o cabelo do outro.

- Não fomos pra lá. — Kyungsoo o olhou estranho, e sussurrou um "Não?", Kim apertou sua cintura — Não fomos. Se esqueceu que mudou o caminho para a biblioteca da faculdade? Você só queria uma desculpa pra sair da sala comigo. — Kyungsoo começou a lembrar — Estava trancado, e como você gostava de usar a biblioteca tinha as chaves. Não havia ninguém lá, as câmeras desligadas, eu acho. Você apoiado no balcão do bibliotecário. Seus olhos revirando, o corpo quente e suado.

- Nini pare... — o professor fechou os olhos, mordeu o lábio e Jongin riu baixo. Nini, ele sabia o que isso significava.

- Sabia que eu tinha um seminário depois da sua aula? Mas é impossível recusar ouvir sua voz aguda implorando por mais "Porra Jongin, isso, faça assim". O modo como mordia forte essa boca linda para repreender os gemidos baixos que saiam. Você impulsionando forte o quadril para trás. Aquele barulho gostoso de dois corpos batendo. Sua respiração rápida, sua...

- Jongin...

- E teve aquela outra vez na sala dos professores. — Não me lembre dessa vez pôr favor. Ele iria lembrar de tudo? — A palestra que estavam dando era tão entediante, quase cochilei mas... Você estava tão sexy observando o Coordenador falar que eu não resisti, puxei você pra fora daquele lugar sem ninguém ver. Fomos pro lugar mais perto "A sala dos professores" — Jongin riu da careta de Kyungsoo.

"Eram para ser apenas beijos, Kyungsoo, apenas beijos. Mas pelo visto você não queria assim. Prensei você na parede, agarrei suas adoráveis coxas e ia forte de acordo como pedia baixo; estava quase ouvindo sua mente dizer um "Não me faça andar essa semana". Ficamos tanto tempo lá dentro que perdemos a hora. Quase fomos descobertos quando a porta abriu; mas não estávamos na sala e sim, no banheiro. Ouvimos a voz do professor Zhang e do coordenador Junmyeon. Mesmo eles lá dentro, conversando sobre a palestra e outras coisas que não dávamos a mínima, mesmo outros professores entrando e saindo daquela sala, nós continuamos, e continuamos e não cansamos.

"Apenas paramos quando não tinha ninguém na sala, e sabe quanto tempo durou Soo? — Jongin o chamou pelo apelido e o professor negou ainda de olhos fechados, ele estava lembrando — Você está lembrando o que fizemos naquele banheiro apertado, Kyungsoo?"

- Sim...

- Então deve lembrar das varias posições que fizemos, apenas se ouvia nossas respirações lá dentro. Foi tão louco. Como nunca fomos pegos? Nunca vou esquecer dos dias que transamos pela universidade inteira, tudo por que você queria. Sala dos professores, biblioteca, até a própria sala de aula quando acabava.

"Sempre quis você debruçado naquela mesa, empinando pra mim. Enchendo você de porra, metendo com força. Fodendo você. Enquanto deixava vermelha sua cintura de tanto apertar. Eu perguntava se estava gostando, se queria mais, aguentava mesmo um cara grande com eu? "Sim, sim, sim. Jongin... Você fode tão bem, tão bem". Sempre cauteloso.

"Nossas rapidinhas na sala eram incríveis, Kyungsoo. Você cavalgando deliciosamente enquanto me beijava, sussurrando o quanto gostava de quicar, do quanto gostava de sentir minhas mãos apertando sua bunda. Do quando gostava de ser acertado todas as vezes, sem parar. Meu pai eu amo ouvir sua voz, eu amo foder você Kyungsoo, e sei o quanto gosta também. Gosta de alguém fodendo você. Nunca foi inocente, sempre escondendo quem era. Um puta ninfomaníaco. — Kyungsoo estava suspirando.

"Pensava que eu deveria me controlar para não agarra-lo em todos os lugares, Soo, mas era você que precisava de controle. Fazia questão de nos trancar na sala na hora do intervalo ou quando acabava a aula para me encostar naquela mesa me masturbar e dizer algo como “Eu queria tanto montar em você, Jongin”, e não se segurava quando eu dizia para ficar a vontade na sua sala, ou me chupar como só você sabe fazer. Não vou cansar de dizer o quão bem você sabe usar a língua, Kyungsoo e o quão satisfeito você ficava quando quando fodia sua boca. Você estava sempre lá, querendo que eu o tocasse, até mesmo na frente das pessoas, e isso me dava mais tesão para querer violenta-lo do jeito que você queria. Onde estavam as câmeras da porcaria daquela universidade, ou em todo lugar que estávamos? Eu queria assistir agora.

“Me lembro também de quando chegava na faculdade de manhã com a voz rouca, eu tinha vontade de rir, porque aquela voz rouca, era de tanto gritar meu nome. Oh, professor. E também tem aquela outra vez..."

- Por que você nunca cala a boca? — perguntou Kyungsoo — Seu desgraçado!

Nem havia percebido que estava se tocando, e Jongin riu por ver aquilo. Poderia brincar com Kyungsoo dizendo que ele era muito fraco para se segurar nas histórias deles, mas não conseguiu já que Kyungsoo o beijou. Jongin segurou o falo do outro, aumentando a velocidade de acordo com a voz de Kyung aumentava durante do beijo. Mas aquilo durou pouco. Jongin parou, recebendo um olhar reprovador.

- O-o que... Ah não. — Jongin não iria continuar. — Seu-

- Não vamos transar hoje. — Jongin vendo a cara emburrada do outro, riu.

- Vamos sim.

- Não.

- Você fica falando essas coisas no meu ouvido, me deixa excitado e ainda fala que não vai transar hoje? — Jongin concordou inocente soltando o membro de Kyungsoo — Me dá essa mão aqui, você vai continuar.

- Não.

-Você é mau.

- E você um ninfomaníaco.

- E?

- Sabia que você pode acabar morrendo por não parar? — recebeu uma careta. Jongin teve vontade de apertar a bochecha do professor. — Pinguim.

- Foda-se!

Kyungsoo já estava levantando quando Jongin prendeu seu corpo ao dele. Do tentou se soltar.

- Não vá embora professor. — choramingou Jongin. Kyungsoo resmungou conseguindo soltar-se e levanta ficando de frente para o aluno.

- Tudo bem. Sem sexo hoje. — Kyungsoo tirou sua blusa, revelando o corpo cheio de pintinhas, que Jongin achava adorável.

- O que está fazendo? — perguntou o aluno enquanto via seu professor desamarrar o laço da calça moletom. — Não tira a roupa, você sabe que eu-

- Vou dormir. Odeio dormir de roupa, é desconfortável. — e abaixou a calça, ficando apenas com a roupa de baixo.

- Isso...

- Bom. — Kyungsoo sorriu inocente — Se você não quer isso hoje — disse dando um tapa na própria bunda — Tudo bem. Boa noite, Kim Jongin.

Começou a andar até o corredor de seu quarto, enquanto rebolava. Jongin olhou para onde seu professor havia ido. Ele sabe que eu não me controlo, pensou ele, quando o vejo sem nada. Tocou os lábios e sorriu. Seu professor era mesmo muito lindo. Desgraçado.

Feb. 26, 2018, 10:18 p.m. 0 Report Embed 0
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