The Office Follow story

ohhtrakinas Sasah Trakinas

A arte de negociar, ganhar dinheiro com as desgraças dos outros, ficar rico e milionários de forma suja. Aperte sua gravata, arrume seu terno, puxe um cigarro e beba alguns drinks e se prepare para trapacear.


Fanfiction For over 21 (adults) only.

##ohhtrakinas ##the office ##humor negro ##mirasakubara ##midorima ##kagami ##kise ##kuroko ##KNB ##kuroko no basket
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one-shot

Todos, na vida adulta, sonham em trabalhar naquilo que realmente quer. Seja trabalhar em hospital, ser policial, cozinheiro, jornalista, ou então trabalhar em casa sendo um designer gráfico viciado em cafeína.

Para Kagami Taiga, o trabalho perfeito seria bombeiro. Sim, desde pivete o falso ruivo tinha o desejo de virar um homem das chamas, fetiche de várias mulheres que segura a mangueira e salva as vidas; forte, bonitão com roupas pesadas de segurança, bochechas sujas com pólvora e suor escorrendo pela testa. Um bombeiro.

Porém, como nem toda vida é doce e nem todo destino é justo, Kagami não passou no concurso público para seguir carreira como bombeiro, pelo simples fato de não ter comparecido no dia da prova. Motivo? Estava chapado, e com ressaca. Muita ressaca. Arrepende-se amargamente da noite que encheu a cara e fudeu loucamente o amigo de infância-quase-irmão. Pode ter perdido a prova, mas seu pau nunca entrou tão fundo numa bunda como entrou naquela noite.

Mas desventuras á parte, o falso ruivo não deixou de procurar emprego só por causa de uma prova perdida. Foi numa dessas tentativas em que o ser humano, para encontrar emprego, manda centenas de e-mails de seu currículo para várias empresas diferentes, que acabou encontrando o seu atual emprego. No final das contas, Taiga está numa área bem diferente da que realmente almejava, porém o satisfaz da mesma forma que o satisfaria se acaso estivesse no corpo de bombeiro.

O trabalho poderia ser chato para quem visse de fora, mas quem entrava na empresa e começasse a trabalhar no negócio, entenderia o real divertimento.

—PRESTEM ATENÇÃO, VASSALOS! –Gritou um certo ruivo baixinho, dono da companhia financeira onde Kagami trabalhava, em cima de uma mesa no centro do grande andar onde trabalhavam os funcionários. Todos ali, o que não eram muitos, olhavam para o ‘pequeno’ chefe.

—Vassalos? Agora somos vassalos? –Comentou um rapaz de cabelos verdes, sentado em sua mesa na frente do computador.

—Semana passada éramos plebeus, se lembra? O imperadorzinho de merda está aumentando o vocabulário. –Disse um outro de pele escura.

—Calem a boca, vocês dois, Shintarou, Daiki, e não me interrompa! –Apontou para os dois que estavam tendo conversas paralelas. –Estamos prestes a fechar negócio com uma filial de uma das maiores empresas automobilísticas do mercado internacional. Se conseguirmos, todos aqui poderão cagar rios de dinheiro!

—Quer dizer, VOCÊ que vai cagar rios de dinheiro, já que de todo o lucro, 40% vai para o capital da empresa, 55% vai para a sua conta da suíça e 5% ficam para os empregados repartirem, ou seja, nós. –Disse Aomine Daiki com sua genialidade em contabilidade.

—Não teria problema se fosse 5% para cada um, sabe? Mas é 5% PARA TODA EMPRESA! Quantos funcionários são? –Um certo loiro toma a dianteira, começando a reclamar sobre sua situação financeira naquela empresa.

—Vocês só sabem reclamar, sabiam? O único que não reclama é o Tetsuya. Olha como ele é lindo. Está quieto em seu canto, fazendo seu trabalho árduo em frente o computador.

E todos olham para o azulado que o ruivo fazia referencia.

—Na verdade ele está num site da Deep Web, percebi por causa da URL imensa. –Disse Aomine.

—E conversando num fórum com... –Kise força a vista e chega mais perto da mesa do azulado. –O nome dele é Dostoievsk? É russo?

—Caraca, quantas notificações, Kurocchin~ -Um outro rapaz que trabalhava na empresa de finanças comenta. Ele era alto, tinha cabelos roxos que batiam acima do ombro; uma graça.

—Oe! O que diabos estão fazendo!? –Kuroko percebe que grande parte de seus amigos estavam o observando. –Não posso resolver minhas responsabilidades em paz!?

—Responsabilidades? Não sabia que vender drogas online eram responsabilidades. –Debochou, Aomine.

—De todo modo, Akashi, tire o Kuroko dessa. Ele não faz parte do grupo de funcionários pobres que trabalha pra você. Ele é seu irmão! Do mesmo jeito que você é rico, ele é rico! –Midorima acaba dizendo o óbvio.

—Mas ele trabalha pra mim. –Rebateu o ruivo.

—Continua milionário do mesmo jeito...

Akashi e Midorima ficam se encarando por mais alguns segundos, como se um estivesse pensando em uma resposta para rebater a outra e vice versa, porém nada veio. O ruivo dono da empresa dá de ombros, pouco se importando para o que os seus funcionários medíocres achavam ou deixavam de achar.

—Quer saber? Danem-se. –Disse Seijuro, chamando a atenção de seus empregados. –Vocês têm que entender que esses 5% de todo o lucro que conseguiríamos com essa empresa, é muita grana. Sério, imaginem só, repartir milhões entre vocês.

—Milhões? –Todos disseram ao mesmo tempo.

—Ahá! Vocês são todos uns interesseiros, que é só falar de dinheiro e “bum”!

—Para uma sociedade consumista capitalista igual a nossa, querido Akashicchi, dinheiro é o mais importa. –Comentou com um sorriso interesseiro no rosto, o loiro que segurava alguns papeis.

—Foda-se a honestidade e companheirismo, e viva ao dinheiro. –Aomine.

—Eu realmente escolhi os piores funcionários para trabalhar pra mim. –Akashi pensava consigo mesmo, um tanto arrependido de ter contratado empregados mais interesseiros que ele próprio.

—Akacchin realmente não sabe escolher os funcionários. –Brincou, Murasakibara.

—Mas de toda forma –Midorima chama a atenção de todos, parando com as conversas paralelas. –Quando que iremos fechar negócio? Por que ainda não fechamos?

—Precisamos fazer uma ligação e fechar negócio, só isso. –Começou o ruivo menor. –Dois dias atrás eu fui numa reunião com os presidentes da filial e batemos um longo papo chato sobre as políticas da empresa e a divisão dos lucros, eu pouco me fodi para aquilo, sabe? Mas no final das contas, para fechar negócio, temos que falar com o dono e convencê-lo á comprar nossas ações.

—E por que você ainda não ligou para ele logo? Você é o mais ansioso pra ganhar dinheiro, Akashi!

—Eu sei, Shintarou, eu sei, mas é complicado! Eu não quero segurar essa responsabilidade de convencer aquele velho decrépito e acabar não conseguindo. Por isso vou passar para vocês, e se algum de vocês não conseguirem convencer aquele cara, serão demitidos.

Todos os rapazes de cabelos coloridos que estavam prestando atenção nas ordens do ruivo, menos Kuroko, fizeram uma cara de paisagem e logo todos entraram em indignação.

—O mais baixo dos baixos. –Disse Aomine, com raiva.

—Akacchin, vai se ferrar. –Murasakibara.

—Não quero ser despedido por esse motivo, Akashicchi!

—Quer empurrar suas responsabilidades para nós!? É um imbecil, mesmo!

—Calem a boca, idiotas! Ok, vamos fazer assim! –Akashi escolhia as palavras certas para dizer naquele momento. –Todos aqui são bom na conversa, bom de lábia, não é a toa que são corretores financeiros, então vai ser fácil convencer aquele velho fechar negócio com a empresa.

—Aominecchi é bom de conversa, ele já fechou vários negócios importantes. –Disse Kise, fazendo menção ao moreno.

—Eu nada! Estou ocupado, tenho uma lista de pessoas para ligar e fechar negócio ainda hoje. Arranjem outro. –Aomine vira sua cadeira giratória para frente de sua mesa, pegando o telefone e começando a ligar.

—Ok, ele nos abandonou. Quem mais se arrisca a ligar? –Perguntou Seijuro, entusiasmado.

Todos viram de costas e voltam a fazer seus trabalhos. Kuroko, que até então estava por fora da conversa, bate a mão na mesa e comemora com um grito, chamando a atenção de todos: -CONSEGUI FAZER ELE COMPRAR OS ÓRGÃOS, YEAH!

—Se ninguém aqui vai ligar, eu já sei quem vai.

—Quem? –Perguntou Midorima que estava assinando alguns papeis.

—Ele está atrasado.

Kagami corria o máximo que podia para chegar á tempo na empresa de finanças. Segurando sua maleta cheia de documentos e papeis inúteis, e vestido com sua roupa social de terno e gravata, corria atravessando a rua sem olhar para os lados e no sinal vermelho, sem medo de morrer. Ultimamente estava chegando tarde na maioria dos dias e isso estava irritando Akashi Seijuro.

—Tenho que dar uma pausa naquela série, não posso dormir tarde todos os dias! –Reclamou para si mesmo.

Finalmente conseguiu chegar na avenida que trabalhava, subindo alguns lances de escadas de mármore e passando o seu cartão ID na porta, abrindo a mesma e chegando na recepção. Com a respiração um pouco pesada, cumprimentou os seguranças e passou pela recepcionista da empresa, dando um leve aceno de mão.

—Atrasado de novo, Kagamin? –Disse a secretária de cabelos rosas.

—Culpa daquela série.

—Estou acompanhando a ultima temporada que lançou. Está sendo ótima!

—Nunca pensei que assistir presidiárias lésbicas se pegando seria tão interessante. –Sorriu, andando até o elevador e apertando o botão, entrando no mesmo assim que a porta se abriu.

Alguns segundos dentro do mesmo, foi ao ultimo andar, onde ficava. Quando finalmente pôs os pés no andar, percebeu todos seus companheiros sentados em seus lugares empenhados em seus deveres. Logo de inicio estranhou.

—Bom dia? –Disse com incerteza, chamando a atenção de todos.

—FINALMENTE O FILHO DA PUTA CHEGOU! –Gritou Daiki, apontando para o mesmo com um sorriso assustador no rosto.

—AKASHICCHI, ELE CHEGOU!!! –Kise gritou também, saindo de sua cadeira e correndo para a sala do ruivo chefe.

—Kagami-kun, sente-se, você hoje tem uma imensa responsabilidade. –Kuroko anda até si e pega sua maleta, e Murasakibara chega perto de si e vai empurrando-o até a frente de um telefone em cima de uma mesa.

—O-o que que tá acontecendo!? -Perguntou o falso ruivo, um tanto confuso com o que estava acontecendo.

Midorima, que estava sentado próximo á si, gira sua cadeira e começa á encará-lo. –Você é religioso? –Pergunta o esverdeado.

Taiga apenas balança a cabeça negativamente, com uma expressão confusa no rosto.

—Mas é bom rezar, viu?

—P-por que?

—AÍ ESTÁ VOCÊ, KAGAMI TAIGA!!! –O falso ruivo escuta seu nome completo ser gritado por uma voz muito conhecida e temida por si. Com os ombros encolhidos, lentamente vira o corpo até encarar Akashi.

Seijuro anda até o mesmo coloca suas mãos em cima dos ombros tensos de Kagami. –Parece tenso? Por que? Ainda é de manhã. Dormiu bem?

—M-mais ou menos, tive ataque de asma na madrugada. –Respondeu receoso, um tanto desconfiado das ações do verdadeiro ruivo traiçoeiro.

—É uma pena. Tomou café da manhã? Espero que esteja beeem relaxado, Taiga.

—O que quer de mim? –Estreitou os olhos. –Vou ser demitido?

—Será, se acaso não conseguir convencer o velho á fechar negócio comigo. –Akashi se aproxima do telefone e pega o mesmo, estendendo-o para Kagami.

—Hm? –Taiga não estava entendendo nada.

—Explique as circunstancias para ele, Akashi. –Aconselhou Shintarou. –Vejo que ele está quase se cagando nas calças.

—Tsc~ -O ruivo solta um estalo com a língua. –Se acalma, seu bosta, está tudo bem. Eu estou prestes a fechar um puta negócio que vai me render milhões, mais para mim do que para vocês, entende? Se conseguir convencer o dono de uma filial de empresas automobilísticas internacionais á comprar as ações da nossa empresa, você irá ganhar muito dinheiro. Muito.

Se Kagami estava se sentindo desconfortável no começo, imagine agora, que sentiu imensa responsabilidade ser jogado em suas mãos logo de manhã.

—Por que eu tenho que fazer isso? –Perguntou, ainda incerto.

—Ahh, para de reclamar, Kagami. –Aomine chama a atenção do falso ruivo. –Liga logo pra esse cara e o convença á fechar negócio com a gente, só isso! Todos daqui um dia já estiveram na mesma situação em que você está. É como perder a virgindade, só falta você.

—Não sou mais virgem, idiota.

—Ninguém perguntou. –Rebateu o moreno.

—Faz um seguinte, Taiga. –Akashi põe uma de suas mãos nos ombros do ruivo mais uma vez. –Olhe para este telefone como se fosse uma criança, e você, o padre, e faça o que tem que fazer.

Kagami frisou as sobrancelhas, um pouco surpreso com a comparativa um tanto errada entre ele e o telefone.

—É pra eu estuprar o telefone? –Perguntou receoso.

—O telefone, não...

Taiga estreita os olhos, estava com medo de levar aquela conversa adiante.

Decidido a fazer logo aquilo para acabar rápido, pega o telefone e coloca no ouvido, pedindo para que o ruivo menor dê o telefone do dono da filial. Akashi pega um papel e Kagami olha o número, começando á apertar os botões, logo escutando o barulho da chamada.

—Fique ciente que o velho é difícil de se convencer, Taiga. –Akashi disse baixinho perto do ouvido de Kagami, dando a tal dica. O falso ruivo balança a cabeça de forma positiva.

Depois de alguns segundos o telefone atende, e Kagami, para chamar a atenção de todos que estavam alheios, aperta o botão do viva voz.

Alô? –Uma voz de senhor começa a falar.

—Boa dia, senhor... –Taiga olha em volta, procurando o nome do velho. Akashi se apressa e logo escreve o nome do homem. –Clington. Senhor Clington, tudo bem? –O falso ruivo estreita os olhos, perguntando-se que diabos de nome era aquele.

Quem está falando?

—Aqui quem fala é Kagami Taiga, sou corretor da empresa de finanças Teiko. Tudo bem com o senhor? –O objetivo de Kagami era parecer simpático para conseguir a confiança do velho.

O que quer? –O velho pergunta sem muitos interesses, Kagami conhecia bem aquele tipinho de gente. Era o tipo que não dava o braço á torcer e dificilmente era convencido.

—Uns de seus subordinados, presidentes de sua empresa, fizeram uma reunião com o dono da empresa onde trabalho, e vocês estão prestes á fechar um imenso negócio onde ambos os lados sairá ganhando.

Eu estou sabendo disso, eu acho uma grande besteira se quiser saber. Não adiantaria nada eu comprar ações que agora no mercado não valem nada e que futuramente não me darão nenhum retorno.

Ao escutar aquilo no viva voz, a vontade de Akashi era pegar aquele telefone e massacrar verbalmente toda a sua arvore genealógica e fazer aquele velho maldito sentir-se um vegetal, porém faria aquilo apenas em seus pensamentos, pois confiava em Kagami para convencer á fechar negócio.

—Sei que a proposta de inicio pode não chamar sua atenção, senhor Clington, mas você tem que abrir sua visão para novos investimentos.

Eu sou filial das três grandes marcas de carro internacionais, e você me diz que não sei fazer novos investimentos?

—Os tempos estão mudando senhor Clington, a vida qualquer dia pode lhe derrubar com um mata leão, e você tem que estar preparado para isso. Suponhamos que o mundo inteiro entre em colapso financeiro, e que as grandes bolsas de valores importantes quebrem. O mercado automobilístico pode acabar se ferrando por causa disso, e se eles se ferrarem, você se ferra, senhor Clington.

Tenho vários estudiosos financeiros, depressões assim não irão acontecer mais.

—Tivemos em 29, outra em 2008; e olha que essa de 2008 ninguém achava que aconteceria, viu? E olha aí no que deu... A Grécia tá quebrada até hoje~ -O ruivo deu uma pausa, deixando que o velho pensasse um pouco melhor sobre isso. –Quem lhe garante não teremos uma próxima quebra?

Fala isso como se gostasse de ver as desgraças financeiras de outros países.

—Na verdade não, eu sou apenas um assalariado, empregado de uma empresa financeira que trabalha como uma mula, e que tem um chefe que não liga para direitos humanos. –Olha de relance para Akashi, e o mesmo lhe devolve o olhar com um estreitar de sobrancelhas, pronto para lhe dar um cascudo. –Em outras palavras, se entrássemos em uma depressão, eu iria me ferrar, muito, entende? Mas você? Você está tendo a oportunidade de conseguir um fundo de garantia para driblar uma possível depressão financeira.

E com isso, Kagami já estava com o velho na palma da mão. Todos os seus amigos de trabalhos com cabelos coloridos estavam olhando para si com certo entusiasmo, loucos para gargalhar de felicidade se acaso o ruivo conseguisse fechar negócio com o velho. Taiga escutava apenas o silêncio vindo do telefone, e dava para sentir a incerteza que o velho estava tendo, e isso era um bom sinal.

Como golpe final e para dar mais um empurrãozinho, Kagami resolve usar uma tática que aprendeu antes de entrar na empresa, quando estava sendo entrevistado para o emprego.

—Sabe senhor Clington... –Começou, ajeitando-se na cadeira, deixando o corpo mais relaxado e preparando-se para uma possível aceitação vindo do velho. -Para garantir um bom futuro para sua família durante várias gerações, é sempre bom garantir ações de diversos setores, não importando quais. Em uma possível depressão financeira, que tal usar as suas?

Eu não tenho ações.

—Pois então... Eu tenho.

E Kagami dá o golpe final, tudo que estava precisando para chamar a atenção do velho milionário á aceitar sua proposta de fechar negócio com a grande empresa. Com isso, um tanto surpreso com a ousadia do jovem rapaz que falava ao telefone, o velho dono da filial, acaba por aceitar a “derrota”, fechando negócio com a empresa.

—Foi muito bom conversar com o senhor, senhor Clington. Meu chefe, Akashi Seijuro entrará em contato. Tenha um bom dia. –E Kagami desliga o telefone.

—AAAAAEEEEEH PORRAAAAA!!!! –Gritou Akashi, comemorando com todos que estavam ali.

—Quem diria que Kagami teria uma lábia como essa, eim! –Dizia Midorima, entusiasmado com a ousadia do ruivo em conseguir fechar negócio com a grande empresa.

—Agora o Kagamicchi finalmente perdeu a virgindade na empresa. Já estava na hora!

—Naaah, grande merda! Kagami usou a minha tática, este filho da puta! –Aomine se aproxima com um sorriso beirando á raiva e orgulho com o parceiro de trabalho. Deu um tapa no ombro do mesmo, começando a bagunçar seus cabelos. –Ahhh, seu cuzão punheteiro, como ousa roubar minha tática? Achei que havia esquecido.

—Eu não roubei, só usei emprestado, idiota! –Respondeu Taiga, com o mesmo sorriso.

—Fez um ótimo trabalho, Kagami-kun. –Disse Kuroko.

—Obrigado, Kuroko.

—Hmmm, ele quer te comer, Tetsu –Daiki não perdeu a oportunidade de fazer uma piada.

—Vai se fuder, Aomine!

—É isso aí, vassalos, bom trabalho! Principalmente á você, Taiga, salvou meu dia, seu dia, e o dia de todos. Isso vai me render alguns milhões na conta bancaria da suíça.

—Me pergunto por que diabos tem conta na Suíça, Seijuro-nii... –Disse Kuroko.

—Se todo mundo tem, porque eu também não posso ter!?



~[...]~

Lembrava da sua primeira vez naquela empresa. Estava bem vestido, com os cabelos menos rebeldes do que costumavam á ser, e inclusive, nem havia tingido-o, deixando na sua cor natural; tudo para provocar uma boa impressão ao seu chefe... Que logo descobriu ser um baixinho ruivo, podre da grana, e um grande filho da puta que se dizia imperador.

Sua entrevista estava ocorrendo de forma normal, com todas aquelas perguntas idiotas e inclusive aquela, “que animal você seria”. O chefe, por sinal, não estava sozinho naquela sala. A o lado do ruivo estava sentado um cara moreno de cabelo azul que sempre mantinha uma expressão de poucos amigos, lhe observando de forma intimidadora.

Até que o seu futuro chefe quebra o silêncio: -Pois bem meu caro jovem, eu gostei do seu currículo, parece que me cai bem, porém, aqui é uma empresa de finanças e o que mais estamos precisando é de corretores bons de papo para vender nosso “lixo” e transformá-lo em grana. Sabe o que isso quer dizer?

—O que? –Perguntou um tanto curioso.

—Você tem que saber vender as coisas, não importa o que seja. Vejamos... –Akashi olha em volta de sua grande mesa, até pegar uma caneta qualquer. –Me venda essa caneta. –Entrega á Taiga.

Kagami pegou aquela caneta e ficou a encarando, pensando em como poderia “vendê-la”. Estava confuso, nunca havia feito aquilo, mas para passar naquela entrevista e ser contratado, teria de se sujeitar a fazer tal coisa.

—Eu tenho aqui uma caneta refinada-

—Tá, chega. –Akashi lhe interrompe, pegando a caneta de sua mão e entregando na mão de Aomine. –Daiki, me venda essa caneta.

O rapaz moreno, que até então estava apenas acompanhando a entrevista ao lado do ruivo, revira os olhos sem interesse e acaba pegando a caneta. Com ela na mão, ele apenas diz:

—Qual o seu nome?

—Akashi Seijuro.

—Escreva-o no papel.

—Mas eu não tenho nenhuma caneta, agora...

—Pois bem. –Daiki entrega a caneta para Akashi.

—Entendeu, Taiga? –Disse Seijuro, já com a caneta em mãos. –Essa é a arte de vender as coisas. Esse daqui é Aomine Daiki, um dos meus melhores corretores, se não o melhor. O desgraçado sabe bem como fazer negócios, e esse será o seu trabalho, entendeu?

Kagami encarava tudo com surpresa e começara a ficar entusiasmado.

E depois daquele dia, Kagami vem trabalhando naquela empresa cheia de malucos, vendendo coisas inúteis para outras empresas, prometendo de forma ilegal ações que “posteriormente” garantiriam segurança financeira, e que na realidade, quem estava ganhando dinheiro era seu chefe, e as empresas que compravam suas propostas, perdiam dinheiro.

Simples assim, a arte dos negócios.

—Está perdido em pensamentos, Kagami?

O ruivo volta á realidade quando escuta seu nome ser citado. Estava se lembrando da sua primeira vez na empresa, lembrando-se dos ensinamentos de Akashi e Aomine, ensinamentos esses que eram mais úteis que os ensinamentos da bíblia.

—O que foi? –Perguntou o falso ruivo, voltando sua atenção para Midorima, que trabalhava na mesa ao lado.

—De repente você parou do nada e começou a olhar fixamente para um sentido totalmente aleatório. Por um momento achei que algum demônio havia lhe possuído.

—Eu não acredito em milagres, Midorima; que fique bem claro. –Taiga solta uma risada nasal, espreguiçando-se logo em seguida. –Cadê o Kuroko? Estava aqui agora a pouco.

—Está na sala do Akashi.

—E Murasakibara?

—Está em horário de almoço.

—Tsc, eu nem disse para ele me trazer alguma coisa... Estou com fome. –Massageou a barriga.

Por enquanto estava sem nada para fazer. Havia acabado de terminar um pequeno relatório e agora estava com alguns minutos livres antes de Akashi invadir seu sossego e o escravizar mais.

—Escuta, Midorima...

—Hm? –O esverdeado estava centrado em seu computador.

—Impressão minha ou tem uma boneca inflável do seu lado? –Ergueu uma de suas sobrancelhas.

—Não é impressão.

—Me diga o porquê disso.

—Para me dar sorte. Eu sou supersticioso, sabe disso.

—Eu sei, mas... –O ruivo ficava encarando aquela boneca de plástico, com a boca oval e sua genitália exposta assim como os grandes peitos. –Você usa isso?

—Pra que eu usaria isso se eu tenho alguém em casa? E não a chame de “isso”, é Rosana.

—... Tá. Rosana. Belo nome.

—Sim.

Cansado daquela conversa idiota com o companheiro de trabalho supersticioso, Kagami resolve esvaziar a bexiga, levantando-se de sua cadeira e andando até o banheiro que ficava do outro lado do grande andar em que estava.

Entrando lá, o ruivo é “agraciado” por uma cena um tanto peculiar.

A melhor e única coisa que Akashi fez para ajudar seus funcionários a ter melhor rendimento, foi criar uma regra cujo: “Se está cansado, está estressado ou com tenção, vá bater uma ou transe!”. Qualquer funcionário daquela empresa tinha o direito de contratar uma prostituta, ou bater uma punheta no banheiro.

Em outras palavras qualquer momento que você entrasse no banheiro você poderia ver alguém se masturbando ou transando, e foi isso o que Taiga estava vendo naquele momento.

—E ai, gente. –Disse sem se importar, o ruivo se dirige ao mictório, abrindo o zíper da sua calça e começando a mijar.

Aomine e Kise estavam na parte das pias, o loiro estava de frente pra pia, apoiando seu corpo no mármore, de frente pro espelho, enquanto mexia no celular, jogando Candy Crush; e Daiki estava atrás de si, enfiando o seu pinto naquela bunda branca.

—E aí. –Disse Aomine, dando as investidas.

—Aominecchi, vai com calma~ -Reclamou o loiro que acabara de sentir uma estocada mais forte vinda do mesmo.

—Ahh, vai á merda, Kise. Cê nem tá gemendo, isso não está fazendo a diferença pra você.

—Eu sei, mas precisa maltratar a minha bunda?

—Cala a boca e joga aí o seu Candy Crush, loiro idiota.

Kagami estava com vontade de dar risada com aquela situação em que os dois estavam.

—Vocês são os únicos que conheço que ficam tagarelando enquanto fodem. –Comentou o ruivo, balançando o pênis e logo guardando-o na calça. –Isso é sinal que transam mal.

—Transar mal? Então vem aqui e fica no lugar do Kise, seu cuzão! –Reclamou o moreno que enquanto transava com Kise, encarava o ruivo. –É esse oxigenado aqui que não se contenta com nada.

Taiga não estava interessado em continuar ali e presenciar a transa daqueles dois, então dá de ombros, finalizando o pequeno diálogo que tivera com Aomine e sai do banheiro.

—Ei, Kagami, espera! –Disse Aomine, antes do ruivo ir embora.

—Hm?

—Haizaki está vindo pra cá, ele precisa extravasar também, entende? Então vai rolar penetração dupla.

—Uooh, saquei. Me avisa quando forem fazer isso.

—Tá.

Por fim Kagami sai do banheiro, indo para o corredor, e de repente, Kuroko aparece na sua frente chamando sua atenção.

—Kagami-kun, tem um tempo?

—Hm? O que foi?

—Seijuro-nii quer falar com você.

Taiga levanta uma de suas sobrancelhas duplas, imaginando várias possibilidades do que poderia ser.

A sala de Seijuro era maravilhosa aos olhos do funcionário. Grande, espaçosa e bonita visualmente. O ruivo tinha mesmo que ter tal privilégio, afinal, a empresa era dele, ele era o dono da porra toda.

O ruivo agora esperava a chegada de Kagami, e até lá resolvera dar uma aliviada no estresse pegando um pacote plástico transparente com um pó branco de dentro da gaveta. O ruivo abre o pacote e despeja um pouco em cima de sua mesa, alinhando-o com um papel e pegando um canudinho que estava junto das canetas; algo que era usado com certa frequência.

Akashi se inclina na mesa e suga com o nariz o tal do pó branco, vulgo crack, sentindo a substancia entrar em sua cabeça e dando uma sensação de alivio extremamente agradável.

—Cheirando á essa hora, Akashi? –Disse Kagami, ao entrar na sala do patrão.

—Quer cheirar também?

—Já sou viciado em muitas merdas nessa minha vida, não quero acrescentar nada nessa lista.

—Então tá bom... –O verdadeiro ruivo dá de ombros, passando a mão no pó, jogando-o na lata de lixo. Mais tarde cheiraria mais, precisava realmente relaxar.

—O que quer? –Perguntou o falso ruivo.

—Eu estava sendo investigado pela polícia por causa de algumas reclamações que a empresa andou recebendo de “descontentamento da clientela” –Fez aspas, mostrando total desinteresse com aquela situação. –Pois então, para acabar logo com isso eu fui ao tribunal me justificar com um advogado, até aí tudo bem, nada estava fora do controle, e aí até mostrei todos os papeis com os documentos de lucro da empresa, sabe? Tudo dentro da lei...

—Hm, e ai? –Kagami em sua mente já estava imaginando o que estava acontecendo, apenas queria que o ruivo dissesse logo da sua própria boca.

—Hoje me mandaram a notícia que descobriram que eu tenho uma conta na Suíça, e por eu ter feito isso, mais, não ter revelado tal informação, eu posso ser preso.

E um minuto de silêncio se fez na sala. O clima não ficou pesado, muito pelo contrário; Akashi estava esperando a reação positiva, como “Não se preocupe Akashi, você vai sair dessa, eu tenho fé em você”, ao contrário de Kuroko, que ao receber a notícia apenas disse “A sua herança vai ficar comigo, não é?”.

Todavia Kagami continuava a lhe encarar normalmente, com uma cara beirando á sono e tédio, estando mais preocupado com a futura penetração dupla que Kise receberia no banheiro do que com a possível prisão de seu patrão. Na verdade, Taiga nunca gostou de Akashi, então aquela notícia meio que realiza um de seus muitos desejos.

Percebendo que não receberia resposta nenhuma de seu empregado, Seijuro então resolve movimentar mais aquela conversa:

—E aí? –Gesticula o verdadeiro ruivo, incentivando o rapaz á sua frente falar alguma coisa.

—E aí, o que? –Perguntou, confuso.

—Não vai falar nada? Eu tô’ pra ser preso! O que eu faço?

—E pergunta pra mim? Por que não perguntou para o Kuroko? –Apontou para o azulado ao seu lado. –É da sua família! Sou apenas um funcionário.

—Eu já disse o que devo fazer para este traste, mas ele apenas só quer saber de dinheiro. Ficou preocupado com a porra da herança!

Kuroko, em resposta ao ser chamado de traste, apenas levanta seu dedo do meio.

—É da sua família afinal de contas, não é, Akashi? –Deu de ombros Taiga, divertindo-se com o que acabara de escutar. –Os dois são bem gananciosos.

—Eu deveria estar pedindo ajuda ao Daiki, mas o mesmo está tirando o estresse junto com Kise lá no banheiro. Eu deveria estar falando com o Shintarou, isso sim! Você é um imprestável, Taiga.

—Naah~ Tá bom, faz assim... Você tem poder financeiro, Agache, e o que o estado mais quer é grana. Faça o seguinte, meta o foda-se e bote o pau na mesa.

—Botar o meu pau na mesa? –Seijuro acabara ficando um pouco confuso com tal expressão desconhecida para si.

—É, nunca escutou essa expressão? Botar o pau na mesa é você não ter vergonha e botar respeito, sacou? Não ligue para o que os outros vão pensar, apenas faça o que tem que fazer e se livre desses vários processos que recebeu. –Kagami estava satisfeito por estar dando conselhos ao seu chefe, e ao mesmo tempo um tanto triste, pois adoraria vê-lo preso na cadeia pagando por todos os seus delitos. –E agora que parei pra pensar, não seria muito bom deixar a empresa para o Kuroko... Ele não tem nenhum senso para administração.

—Sou ótimo com negócios, Kagami-kun! –O azulado tentou se defender.

—Ok, mas você não nasceu para liderar. Sua presença é mínima e quase não tem moral.

Tetsuya acaba ficando um pouco depressivo com a verdade que recebera de Taiga.

Akashi por outro lado estava pensando no que seu funcionário de cabelo tingido dizia. Com a mão no queixo e olhando fixamente para um ponto fixo do grande escritório, o verdadeiro ruivo mantinha uma aparência pensadora e concentrada.

—Botar o pau na mesa? –Perguntou Seijuro, apenas recapitulando a ideia para ter certeza.

—Botar o pau na mesa. –Confirmou o ruivo.

—Ok, então. Tem razão. Eu tenho que fazer jus ao nome da minha família! Meu sangue é Judeu, somos fodas. –Dizia Akashi transbordando o tal orgulho.

—Porra Hitler... –Disse Kagami.

—Tá bom, pode sair da sala, vassalo~ -Akashi movimenta suas mãos, como se tivesse afugentando Taiga. –Volte ao serviço, tenho mais coisas para você fazer.

—Tsc, tá...

Kagami se levanta da poltrona e sai da sala, deixando Kuroko e Akashi sozinhos.

—Escuta, Seijuro-nii, o que Kagami-kun quis dizer com “Porra Hitler”?

—Ele quis dizer que adoraria ter seu salário cortado pela metade. –O ruivo deu de ombros, não se importando com a ofensa que recebera de seu subordinado. Estava acostumado com a forma de tratamento, já. Voltou para atrás de sua mesa e sentou-se em sua poltrona, pegando novamente seu pacote de crack e colocando em cima da mesa.

—Quer um pouco? –Ofereceu ao irmão.

—Um pouquinho... –Se aproximou do irmão mais velho.

—Ei, Tetsuya...
—Hm? –Kuroko pegara um canudo e se aproxima do pó.

—Será que por o pau na mesa é confortável?

—... –Tetsuya ponderou um pouco em responder. –Não faça isso literalmente, por favor.

E os dois abaixam suas cabeças, tragando o pó com força.

Kagami estava indo direto para a sua mesa, começar a fazer mais relatórios chatos, porém seu celular apita com uma nova mensagem. O falso ruivo pega o celular e olha o visor, lendo a nova mensagem:

“PENETRAÇÃO DUPLA!!!”

E Kagami corre para o banheiro.

—Cheguei! –Gritou Taiga ao abrir a porta do banheiro e ver os três rapazes juntos. Haizaki estava atrás e Aomine na frente, Kise estava erguido com as pernas entrelaçadas na cintura de Aomine e Haizaki segurava-o junto com o moreno, para que o loiro não caísse. Os dois mexiam suas cinturas, arremetendo seus pênis para dentro do orifício de Kise.

Dessa vez o loiro estava gemendo, e estava com uma expressão espetacular onde até Kagami tinha que admitir a pequena excitação que sentira.

—Aahh~ a-aah~ -Kise gemia com deleite, tendo seus murmúrios interrompidos por um beijo um tanto possessivo de Haizaki.

—Uooohh~ -Kagami se aproxima dos três, um tanto surpreso com a posição em que Kise estava e a dedicação de Aomine e Haizaki em penetrar o colega de trabalho. O ruivo põe as mãos no joelho, e de forma curiosa encara os dois pênis entrando na bunda do loiro.

—Está bem esticado. –Comenta, sem nenhuma vergonha na cara, dando uma risada logo em seguida. –Eu deveria tirar uma foto.

—N-não se atrevaaa-aahh~! –Kise tentou falar, mas parece que estava chegando no ápice.

—Oe, Kagami, não quer entrar também? –Disse Haizaki com a voz um pouco cansada, soando um pouco.

—Definitivamente não, porque eu sei que não querer enfiar em mim! –Kagami ajeita a gravata, se afastando um pouco do trio. –Não quero ser comido contra a minha vontade igual ao mês passado. Poderia encarar aquilo como estupro!

—Eu não vou nem me desculpar por que foi legal. Tem uma bunda grande, Kagami. –Disse Aomine, com um sorriso um tanto zombeteiro na face.

—Vai a merda, Aomine. –O falso ruivo mostra o dedo do meio. –Um dia eu vou enfiar o meu pau na sua bunda, tá bom?

—SÓ TENTA, CUZÃO! –Gritou o moreno.

Kagami tinha que voltar ao trabalho, e para finalizar, ele pega seu celular rapidamente e põe na câmera, tirando uma foto do belo threesome que aquilo formava. A penetração dupla estava bela aos seus olhos!

Quando tirou a foto, saiu correndo do banheiro, já esperando escutar os gritos de Ryouta.

—APAGA ESSA PORRA, SEU FILHO DA PUTA!!!

[...]


—O que diabos é isso? –Disse Midorima, olhando para a ponta da grande mesa de reuniões.

—Acho que o Seijuro-nii entendeu errado o conselho do Kagami-kun.

—É tão bonitinho~ -Comentou Kise, encarando o membro.

Akashi, seguindo os conselhos de Kagami, “colocou o pau na mesa”. Em outras palavras, retirou o seu pênis das calças e colocou-o em cima na mesa, na frente de todos os seus fiéis funcionários, observando suas reações.

—Como podem ver, estou botando o pau na mesa. –Disse o ruivo chefe.

—MAS VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISSO LITERALMENTE! –Gritou Kagami, não acreditando que o patrão levou aquilo ao pé da letra.

—O meu é maior. –Disse Aomine, olhando para o pênis.

—É lógico que é, você é negro, imbecil. É sua obrigação ter um pau maior. –Debochou Seijuro.

—De qualquer forma, não faça isso no tribunal, Akashi. –Aconselhou Kagami.

Akashi pensou sobre o assunto, encerrando aquela pequena reunião, onde seu objetivo era fazer o teste do conselho de Kagami; queria ter certeza se aquilo iria dar certo.

No dia seguinte, todos foram trabalhar normalmente e Akashi não compareceu á empresa pois estava em sua importante audiência no tribunal. Era realmente insuportável estar na presença de tanta gente chata mais rica que si mesmo, o tratando mal, ainda por cima!

Cansado de tudo aquilo, o ruivo se levantou de sua poltrona, fazendo barulho com a cadeira, chamando a atenção de todos que estavam ali presentes, abrindo o zíper da calça e marcou presença, deixando todos os homens ali assustados e perplexos.

Como dizia Kagami, “bote o pau na mesa”, e foi o que fez, literalmente.  

Feb. 25, 2018, 10:54 p.m. 0 Report Embed 0
The End

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Sasah Trakinas Alcoólatra triste.

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