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ariane-munhoz Ariane Munhoz

São todos os sentidos reunidos em uma única coisa, destruindo sua sanidade pouco a pouco até que não resta nada. Até nada mais importar. - OroKabu - Para Kori Hime


Fanfiction For over 18 only. © Não copie

#Naruto #Yaoi #Lemon #FNS #OroKabu #Orochimaru #Kabuto #Insânia
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The end is always the same

# Audição

Primeiro é voz dele, no pé do seu ouvido, sibilando como uma cobra, murmurando aquelas palavras desconexas que

(te deixam louco, e te fazem querer o corpo dele por inteiro ou ele te tomando, e te tocando daquele jeito que te leva à insânia, mas a loucura, a loucura já está presente, não está? Desde sempre)

tocam seu âmago. Sensuais, baixas, totalmente inebriantes, como se cada uma delas fosse milimetricamente pensada para mexer com a sua lógica, o seu perfil impecável de pessoa controlada, mas ao seu lado não tem como manter a sanidade, tem? Não quando o hálito quente dele toca o pé de seu ouvido e te arrepia todinho.

(E é só nele que você consegue pensar)

# Olfato

Então, vem o perfume inebriante. Algo cítrico, um tanto ácido, e você simplesmente não sabe explicar, ébrio que fica com o cheiro dele, como se uma dose do veneno que ele aplica em suas vítimas penetrasse por seus poros e suas narinas, e

(você se dá conta de que aquele mesmo perfume se parece com algo mais férreo, como o cheiro do sangue dos seus pais no dia em que foram assassinados, e isso deveria ser ruim, não deveria? Mas nele o cheiro é agradável...)

te envolvessem por completo. E tudo o que resta, é a sensação da não sobriedade, como se a embriaguez tomasse conta do seu corpo, deixando-o divertido, longe daquela tetricidade com a qual você sempre trabalha para concluir seus projetos.

E resta apenas aquela vontade, aquele desejo de sentir o cheiro no pescoço dele, e fixa-lo por todo seu corpo, até que faça parte completa de todo seu ser.

(E é só o cheiro dele impregnado em seu corpo)

# Paladar

E quando as presas dele se cravam em seu pescoço, você sente o prazer do falo ereto às suas costas enquanto seu sangue escorre pelos ombros e ele faz questão de lamber, aquela língua ligeiramente áspera trazendo uma sensação extasiante, até que ele te coloca de joelhos, e aquele mesmo sangue pinga em sua boca e desce por sua garganta.

“Me faça gozar, Kabuto”, ele diz e expõe o pênis ereto e você o abocanha

(sem pudor algum, sentindo toda a extensão até que toca ameaça tocar sua garganta, mas você o segura, pois não é mais o menino inexperiente das primeiras vezes. Não mais)

sentindo o sabor dele conforme a excitação aumenta, e é a sua língua brincando por toda a extensão, passeando da base até a glande, ouvindo os gemidos que se espalham até que o gozo preencha toda a sua boca.

(E o gosto dele é tão delicioso que você só quer mais, mais, mais)

# Tato

Então ele te puxa pelos cabelos, e te imprensa contra a parede, livre de qualquer roupa que possa atrapalhar o seu caminho, tocando completamente cada parte já conhecida e

(você quer que ele toque cada pedacinho seu. Que te excite, que faça você gozar como das outras vezes. Como ele sempre faz)

se fecham sobre seu pênis, iniciando a masturbação que te deixa em frenesi, querendo mais, mais, mais.

“Quer mais, Kabuto? Quer que eu te possua?”

Você murmura algo ininteligível, mas ele compreende. Da mesma forma que compreende as cobras e os seres rastejantes, e de repente ele lambuza os dedos e te penetra e você geme, as mãos espalmadas contra a parede, o desejo de que algo mais te penetre até que o falo dele faz o que você tanto deseja e

(é como da primeira vez, onde tudo desapareceu e só restava aquele vício, aquela vontade, aquele desejo. Mais, por favor, mais. Só mais de você em mim)

então aquela sensação de ser um só com ele – o seu desejo mais íntimo – te preenche completamente.

(E nada mais parece importar)

# Visão

Até que ele puxa os seus cabelos para trás, próximo de gozar novamente, e você goza junto dele, enquanto os olhos dourados te encaram, as pupilas verticais desmanchando-se até engolir as íris por completo naquele prazer

(que te deixa em pedaços. Por que, e a agora? Você sabe o que acontece? Claro que sabe. E ainda assim, insiste...)

intenso e explosivo. Até que ele te larga no chão, aos seus pés. E você pende para o lado, e cai molemente exausto.

“Bom trabalho, Kabuto”, ele diz. E é apenas isso, enquanto você encara as costas dele e ele sai, te deixando sozinho com os próprios pensamentos.

(E um vazio tão grande...)

# Todos

E então você se lembra do som da voz dele, e dos gemidos, e dos toques na sua pele, e do sabor levemente ácido-talvez-um-pouco-adocicado, e do perfume que te envolve, e te inebria e te deixa

(insano! insano! insano!)

torpe e nubla os seus pensamentos. E há o sangue, e todas aquelas coisas, e ele olhando na sua direção sem realmente te ver, ou te vendo mais do que qualquer coisa, e você não sabe mais o que pensar.

Talvez não tenha mais o que pensar.

(Nada mais importa. Game over)


N/A:


Gente, não sei fazer o Kabuto são. E agora? Só fics loucas. Me perdoem e não desistam de mim.

Kori, essa é pra vc <3

Beijos!

Feb. 25, 2018, 10:13 p.m. 2 Report Embed 4
The End

Meet the author

Ariane Munhoz Dona de mim, escritora, louca dos pássaros, veterinária e mãe dos Inuzuka. Já ouviram a palavra Shiba hoje?

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Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
Quem é a melhor autora pra escrever Kabuto e porque a Ariane? EU TO MUITO TOMBADA.
Feb. 25, 2018, 5:10 p.m.
Inial Lekim Inial Lekim
Meu deus Ari, eu adoro sua forma de retratar o Kabuto. Ficou incrível <3
Feb. 25, 2018, 4:31 p.m.
~