Uma figurante cansada de sua escola clichê Follow story

turashi Layla Midori

Mina Yamada é apenas uma garota normal, comum e entediante que facilmente desaparece em meio a multidão. O único problema é a escola onde ela estuda, lá ninguém é normal... Normal como nós. Todos eles são clichês! Clichês de anime, clichês de RPG e self-inserts de garotos e garotas de 12 anos! Seus colegas e professores facilmente tiram Mina do sério por serem tão previsíveis. Acompanhe essa figurante cansada de tudo tentando lidar com seus colegas OPs, emo, kawaii e sexy! *Eu sou a PieceOfShit no Spirit, não é plágio.


Humor Not for children under 13.

#Humor #Cliche
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Poison Chaos

-Tenha um bom dia de aula, Mina! -Minha mãe disse enquanto amarrava os cabelos castanhos em um rabo de cavalo e o posicionava sobre o ombro. Eu coloquei meus sapatos colegiais e saí andando tranquilamente para a escola, afinal eu tinha tempo de sobra.

Acho que devo me apresentar. Meu nome é Mina Yamada e eu sou completamente normal. Sem mais nem menos, totalmente comum. Tenho cabelos curtos e castanhos assim como os meus olhos e não sou pálida como papel, sou cor de salmão. Eu uso o uniforme corretamente, sempre prefiro saias que ficam abaixo do joelho para respeitar o ambiente escolar e sua seriedade. Eu uso óculos para ler, então os levo na minha bolsa junto com livros e qualquer material que uma estudante precise. Não sinto necessidade de levar nada a mais do que o necessário.

Eu estava andando tranquilamente, apreciando o belo nascer do Sol e as cores do céu, até perceber uma movimentação estranha na minha frente. Meu primeiro instinto foi me virar para sair correndo e pegar outro caminho para a escola, mas logo me lembrei. E quando me lembrei, suspirei para não gritar um grande xingamento no meio da rua. Diante de mim, estava um dos meus colegas de classe lutando contra ninjas mascarados.

Poison Chaos, esse é o nome dele se não me engano. Os pais dele deviam odiar o garoto. Ele é albino, tem olhos vermelhos e é bem alto para a idade. Costuma amarrar o blazer do uniforme na cintura e dobrar as mangas da camisa para exibir as bandagens que cobrem seus braços, talvez ele ache que isso faz ele parecer mais cool. Ele tem o poder de controlar as sombras, é mais rápido que o som, mais forte que o Chuck Norris e coisas retardadas do tipo. O interessante é que é a sétima vez esse mês que eu vejo esses ninjas tentando derrotar meu colega e eles SABEM que o garoto é praticamente invencível. Talvez sejam todos masoquistas.

Cruzei os braços e fiquei batendo o pé direito no chão enquanto encarava meu relógio de pulso, esperando a "luta" acabar. Apenas dois minutos depois, a rua estava coberta de cadáveres de ninjas. Em outras palavras, bloqueada. Eu esperei esse tempo para nada! Suspirei e dei meia-volta, pronta para pegar outro caminho para a escola quando senti uma respiração pesada atrás de mim. Poison Chaos havia corrido para trás de minha pessoa.

-Se você não sair daqui eu irei te sufocar com minhas sombras e te matar lentamente. Então, irei comer seus órgãos.

Eu me virei e o olhei nos olhos, irritada com a infantilidade dele.

-Eu já estava indo embora. Tecnicamente, você que está me mantendo aqui.

Antes que ele pudesse novamente dizer algo infantil novamente, olhei o meu relógio e arregalei os olhos. Por causa daquele showzinho no meio da rua, estava quase atrasada para a escola e não chegaria a tempo nem se conseguisse uma bicicleta. Pensei rápido e subi nas costas dele, já que ele tinha supervelocidade.

-Use seus poderes para algo útil e me leve para a escola, rápido. - Ordenei, sem nem querer saber se ele queria ou não.

-Quem você pensa que é para me dar ordens, sua nerd desg-

-A CULPA É SUA DE EU ESTAR ATRASADA, SE VOCÊ NÃO ME LEVAR PARA A ESCOLA EU VOU ENFIAR TODOS OS MEUS LIVROS NA SUA BUNDA. - Rosnei, apertando os ombros dele com toda a minha força. Ele bufou e começou a correr sem dizer mais nada.

De fato, ele era bem rápido, o vento fazia meu cabelo esvoaçar. Chegamos em pouco tempo no portão da escola, aproveitei que ele parou para checar o horário.

-Oh, chegamos a tempo. Não fez mais que sua obrigação, a gente se vê por aí. - Dei minhas costas e me apressei para entrar na sala de aula, sem dar tempo para ele responder. Não costumo ser ríspida, mas caras assim merecem.

Entrei na grande sala de paredes bege e me sentei na primeira carteira da fileira do meio, meu lugar de sempre. Por eu estar alguns minutos mais atrasada que o normal, algumas pessoas haviam chego antes de mim, como Angel, Aoi e Neko, que conversavam animadamente no fundo da sala.

Angel tem cabelos brancos como a neve que chegavam ao joelho, o que eu não considero nada prático, e uma franja emo que cobre seu olho direito. Seus olhos azuis contrastam muito com seus lábios vermelhos e acredito que ela seja cup size E. Aoi tem cabelos rosa "naturais" e olhos azul-esverdeados, tipo aquele lápis de cor que a gente sempre usa porque acha bonito. Ela é a garota mais baixinha da sala e sempre usa meias 7/8 extremamente chamativas, com várias estampas, lacinhos e rendinhas. Não sei como a escola permite... Bom, a escola permite que demônios, anjos, anjos caídos, succubus, íncubus e outras merdas desse tipo frequentem as aulas, então acho que isso é o de menos. Ah, o cup size dela é F. Neko é um caso estranho, ela tem cabelos castanhos que ficam acima do ombro e olhos amarelos. Ela tem cauda e orelhas de gato decoradas com piercings e brincos e usa uma coleira com o nome do dono dela, que por acaso é um dos nossos veteranos. Submissão e dominação é praticada entre quatro paredes até onde eu sei, droga! Ela tem menos peito que eu, cup size C.

Minutos depois, toda a sala já havia chego, inclusive os "delinquentes" que vão melhor na escola do que muita gente. O professor, que parecia tão jovem quanto nós, entrou na sala com alguns papéis em mão. Ele usava uma camisa social preta abotoada apenas até o terceiro botão de cima para baixo e uma calça jeans. Tantas calcinhas ficaram molhadas que foi até mesmo possível ouvir o barulho. Como eles deixam esse professor trabalhar com garotas com os hormônios à flor da pele? Suspirei e peguei minha lapiseira, pronta para anotar nossa tarefa do dia. Surpreendentemente, ou não, o professor fez um anúncio com uma voz rouca e sexy digna de um filme pornô.

-Haverá um torneio em duas semanas. - Todos da sala, menos eu, ficaram extremamente empolgados. Eu estava confusa, mas tentei ser positiva e imaginei que fosse um torneio de matemática ou algo do tipo. - O ginásio ficará aberto para treinos. Os alunos que forem lutar podem sair mais cedo da sala para praticar, afinal o torneio será contra a escola rival.

Okay, era um torneio de luta. Em um ambiente escolar. Qual o sentido dessa merda? Levantei a mão, tentando esclarecer minhas dúvidas.

-Mas nós estamos em uma escola. Para que um torneio de luta do nada?

-É para prolongar a história sem ter que pensar muito.

-... Faz sentido.

Resolvi não fazer mais perguntas. O professor passou entregando um formulário e, enquanto ele passava, as meninas viravam para encarar a bunda dele. Cara, cadelas no cio são uma porra. Resolvi ler o documento apenas para passar o tempo.

Ficha de inscrição para o Torneio


Nome:

Idade:

Nacionalidade:

Poderes:

Regras

1-Não matar o oponente.

2-Qualquer poder é permitido, contanto que ninguém morra.

3-O uso do poder da amizade é permitido apenas se for um grupo de 5 amigos ou mais.

4-Proibido trazer uma garota Cup size D ou mais que seja dandere e apenas sirva para chorar, gritar seu nome e apanhar.


Ler as regras foi o suficiente para eu querer pular do terraço da escola. Suspirei pesadamente e massageei as têmporas, tentando esquecer que eu li aquilo. Guardei o formulário na minha pasta e olhei para a frente, o professor estava escrevendo no quadro sobre... Reprodução humana. Ah, esse vai ser um longo dia. 

Feb. 25, 2018, 7:08 p.m. 0 Report Embed 0
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