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jace_beleren Lucas Vitoriano

Contos eróticos com os personagens do jogos da serie Zelda.


Fanfiction Games For over 21 (adults) only.

#hentai #zelda #pwp
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Link - Marin

Houve um tempo em que Link fora um heroi. Uma época em que salvara as sete descendentes dos sete sábios, dentre eles a mulher que sempre amara e admirara, a princesa Zelda. Link lembrava que empunhara a espada mestra e com ela derrotara o feiticeiro Anagrhim e o demônio Ganon. Sim, nesses tempos, ele era um heroi, mas essa época havia sido deixada para trás. Não passavam de memórias gloriosas de um passado que jamais retornaria.

Era difícil dizer quando tudo desmoronou, mas, quando pensava a respeito, Link sempre culpava as malditas gaivotas. Não que aqueles animais tivessem feito algo contra ele, pois não fizeram. Entretanto, enquanto navegava sozinho para terras distantes em busca de informações para selar Ganon para sempre, Link lembrava-se do voo das gaivotas sobre sua cabeça e do som esganiçado que elas fizeram. No momento, não entendera o significado do som, mas agora percebia que era um pressagio de perigo.

Aquele som dos infernos convocou nuvens escuras de tempestade aonde antes só havia um lindo céu azul. Em poucos minutos, uma tempestade surgiu nos céus. Ventos, ondas e relâmpagos desafiaram Link a permanecer firme contra as forças da natureza. Ele lutou, mas seu barco era simples e logo se espatifou. Ele perdera a consciência, acordando apenas três dias depois.

Acordara em uma estranha ilha, com uma montanha enorme no centro e, em seu cume, um estranho e gigantesco ovo. Sentado em sua cama, um ano após chegar na ilha, Link fitava pela janela aquele mesmo ovo, grande, gordo e imponente.

Quando chegara na ilha, uma coruja lhe dissera que ele deveria reunir os sete instrumentos mágicos para acordar o Peixe-vento que dormia no ovo. Só assim, dissera-lhe a coruja, conseguiria deixar aquele lugar e retornar ao seu reino.

Como nunca fugira a uma aventura, Link se armara com sua espada e seu escuro e fora desbravar a ilha a procura dos instrumentos. Passara por grandes perigos, adentrara em cavernas e ruinas antigas, enfrentara monstros colossais e, não raras vezes, quase morrera. Por fim, com muito sangue e suor derramado, reunira os instrumentos, escalara até o topo da montanha e tocara-os.

Nada acontecera.

O peixe vento continuara dormindo, se é que era real. Link procurara desesperadamente pela coruja em busca de respostas, mas nunca mais viu o animal. Sentiu-se que foi feito de idiota e esbravejou contra o pássaro até ficar rouco.

Claro que isso não o fizera desistir. Link ainda tentou outras maneiras de deixar a ilha, procurou conselhos com os maiores sábios do lugar, porém nada conseguiu. Aquela ilha parecia existir em um outro mundo e, quanto mais tempo permanecia ali, Link se perguntava se o lugar era mesmo real. As vezes, quando ia pra a praia e ficava a observar melancólico as águas do mar, tinha a impressão de que havia morrido naquela tempestade e a ilha ficava em algum espaço entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos.

Suas esperanças extinguiram-se a cerca de seis messes, quando Link enfim pendurara sua espada e seu escudo na parede e desistira de ir atrás de uma solução inexistente. Claro que ele poderia construir um barco e tentar se lançar no mas em busca de Hyrule, mas como algo assim poderia dar certo? Não tinha nem ideia de onde ficava a ilha, além do mais, tinha a sensação de que se saísse da ilha em um barco, jamais encontraria terra firme novamente.

Agora, não mais um heroi, não mais um guerreiro, apenas um exímio caçador e pescador, Link vivia na ilha como uma pessoa comum. A dor de ser uma pessoa simples e não mais o heroi que antes fora, o corroía todos os dias, entretanto, havia um remédio que aplacava aquela dor e que o fazia lembrar que estar naquela ilha não era algo ruim afinal. Mesmo sem mais ser um heroi, ainda possuía uma vida.

E esse remédio acabava de entrar no quarto de Link com uma cesta de frutas na mão e um sorriso terno no rosto. Se chamava Marin, uma jovem de vinte anos com cabelos loiros longos com uma flor vermelha presa neles. A moça era amável e simpática e aproximou-se de Link depositando as frutas na cama, ao lado do rapaz.

- Ah, amor, olhando novamente para esse ovo gigante – havia ternura e pena em sua. Ela sentou-se ao lado de Link na cama, as mãos juntas postas sobre o colo – tente esquecer o passado, sei que é difícil, mas está um dia lindo lá fora. Olhe para o sol e não deixe que esse ovo eclipse os radiantes raios de luz!

Toda a melancolia abandonou o rosto de Link e ele sorriu para sua amiga, amada e salvadora. Fora Marin quem o salvara ao encontrá-lo nas areias da praia da ilha, quase morto, fora ela quem cuidara dele até acordar, quem o encantara com suas lindas canções e quem cuidara de seu coração ferido.

Ela usava um vestido azul anil simples e tinha a beleza de um raio de sol e o cheiro de flores silvestres. Era tão diferente de Zelda! Por muito tempo Link amara a princesa de Hyrule, mas depois de estar a quase um ano morando com Marin, passando as noites junto a ela a contar as estrelas no céu, ao aprender a cozinhar com ela ou sair pela floresta a procura de frutos e sementes, percebera que na verdade nunca conhecera Zelda de fato.

A princesa Zelda era amável, mas o que Link sentia por ela era uma admiração, uma idolatração. Amara a imagem que criara dela em sua mente, mas o que de fato haviam vivido juntos? Os momentos que tivera com ela durante os banquetes reais de Hyrule não passavam de uma troca de gestos e palavras educadas, mas sem nenhum contato real. Zelda era um anjo dourado no céu, lindo, mas inalcançável, como o sol. Já Marin, ela era real e os momentos que os dois tiveram juntos também. Os dois dividiram seus medos, sonhos e suas memórias. Já haviam dormido juntos inúmeras vezes, mas Link nunca se cansara dela, sua paixão nunca esfriara. Quando os lábios dos dois se tocavam, era sempre com a mesma magia da primeira vez.

- Não preciso olhar para o sol, já tenho você aqui ao meu lado que brilha muito mais que ele – disse com ternura fazendo a moça corar.

Eles aproximaram os rostos e se deram um beijo rápido, mas carregado de sentimento. Ao terminarem, Marin deitou a cabeça no ombro de Link e ficou a cantarolar uma música baixinho enquanto a mão dele afagava os cabelos dela.

- Desculpe se fico sentimental e melancólico as vezes Marin. Não quero que pense que não gosto de estar aqui com você, que não gosto da vida que temos juntos… é só que… - a voz dele falhou. Falar de seus sentimentos, suas fraquezas e inseguranças, nunca fora algo fácil – eu…

- Shhhh… tudo bem Link, sei como se sente – rebateu a moça com um tom baixo e amável – sei que me ama, assim como sei que tudo que viveu nesse reino, Hyrule, foi muito importante para você. Entendo que seja difícil deixar todas essas memórias para trás.

Ela o olhava com ternura, corando sutilmente. Link sentiu seu coração derreter. Conhecera uma princesa de cabelos dourados e voz doce, vira de perto a rainha das fadas, deslumbrante em seu vestido colorido e encantadora em cada minúsculo gesto. Mesmo assim, fora por uma garota simples de uma ilha no fim do mundo que se apaixonara.

- Ah Marin, eu a amo tanto…

As mãos dele foram gentis a puxá-la para perto, sentando-a em seu colo de lado. Os dois se beijaram mais uma vez, mas agora com um pouco mais de intensidade, pois um fogo queimava dentro deles. Link pousou as mãos nos ombros de sua amada, massageando-os enquanto seus lábios se pressionavam contra os dela. Marin soltou um gemido fraco e abraçou Link com firmeza, seus seios pequenos sendo pressionados contra o peitoral dele.

- Não podemos fazer isso aqui amor, e se papai voltar? - perguntou tímida embora, no fundo, quisesse muito se entregar a ele..

- Agora? Conhecendo seu pai como eu conheço, vai ficar a manhã inteira na floresta colhendo frutos. Esqueça ele amor, aproveite o momento.

Ela sorriu e não mais resistiu. Corou quando Link abaixou mais seu vestido, desnudando-lhe os ombros e os seios. Eram seios pequenos, com mamilos também miúdos, rígidos. Link envolveu aqueles seios pequeninos com suas mãos fortes, apertando-os com um pouco de força enquanto dava beijos molhados no pescoço de sua amada.

Delirando como em um sonho, Marin murmurava o nome de Link. Ela se entregava por completo ao seu guerreiro, seu heroi. Quando a boca dele chupou os mamilos dela, Marin soltou um gritinho e deu um pequeno salto no colo dele. As chupadas que se sucederam foram fortes, ela arfava mais e mais, sentindo-se que ia se derreter de tanto prazer.

Após algum tempo, Link fez uma pausa nas caricias para dar um tempo para Marin se recompor. Enquanto a respiração da moça normalizava e seu coração não batia mais tão acelerado, Link despiu a blusa e a calça, ficando totalmente nu. Seu corpo tinha o porte atlético de um guerreiro e seu membro era grosso e potente, algo que causava um certo medo na jovem.

Marin despiu-se de seu vestido também, ficando apenas com uma fina calcinha branca. Ela foi deitada com cuidado na cama por Link que deitou-se sobre ela, beijando-a e tocando-a. Agora se mantinha mais ativa, uma das mãos estimulava o membro dele enquanto a outra se afundava nos cabelos loiros do guerreiro. Link gemia de prazer devido aos estímulos. Seu apetite por mais o impelia a penetrar a moça, mas ele respeitava o ritmo dela, o que lhe era um tanto tortuoso, ainda mais devido aos estímulos cada vez mais picantes que ela fazia com sua mão a acariciar o membro dele.

Em resposta, Link chupava os seios de sua amada com avidez, ensopando-os com sua saliva. Marin gemia mais alto, a cama rangia abaixo deles. Foi então que Marin retirou sua calcinha. Sua intimidade já estava bastante úmida e ansiava por ser penetrada. Link entrou nela com gosto, porém sem entrar completamente. Marin soltou um grito de prazer, abriu as penas e abraçou Link com força.

As estocadas foram firmes e angustiadas, os dois amantes agora concentravam tudo de si naquele ato. Gemiam alto e se moviam em uma dança agitada. Link tentava conter-se para não machucar Marin, pois a garota sempre lhe parecera frágil para seu corpo bem treinado. Quando ela chegou ao seu ápice, gritou ao ter um orgasmo. Link saiu de dentro dela e a virou na cama, deixando a bunda da garota exposta. Massageou as nádegas de sua amada com carinho, estimulando-a lentamente enquanto dava-lhe tempo para se recompor, mais uma vez. Marin arfava um pouco, mas não demorou até que se sentisse melhor. Fez um gesto com a cabeça e Link entendeu o recado. O loiro melou dois dedos na boca e penetrou-a por trás, fazendo-a se contorcer um pouco de dor.

- Está bom? - perguntou com cautela, seus dedos se moviam dentro dela em uma penetração lenta.

- S-sim…

Link sorriu e demorou-se mais um tempo nisso. Quando percebeu que já estava em tempo, retirou seus dedos e penetrou-a com o pênis por trás. Marin soltou um gemido rouco e afundou sua cabeça no colchão. Os movimentos de seu amado foram lentos e gentis, apesar de firmes e contínuos. Após alguns poucos minutos, ele aliviou-se dentro dela. Marin soltou mais um gemido alto e seu corpo relaxou-se por completo. Também exausto, Link se deitou sobre sua amada, abraçando-a por trás. Eles sorriram um para o outro e, com os olhos pesados, dormiram.

*****

Dentro do enorme ovo no centro da Ilha, o Peixe-Vento observava a tudo em um estado semi-acordado. A criatura se assemelhava a uma imensa baleia, mas ainda muito maior que uma baleia comum. Ela observara os dois amantes fazendo amor, sempre estava a observá-los.

Messes atrás, quando aquele heroi loiro tocara os instrumentos para acordá-lo, o Peixe-vento escolheu ficar apenas semi-desperto, pois se acordasse, toda a ilha, que era fruto de seu sonho, desapareceria para sempre. Tomara essa escolha por amor ao heroi. Sabia, mesmo naquela época, que Link amava Marin, mesmo que o mesmo ainda estivesse sempre pensando em Zelda.

Tudo que Link precisava era de tempo para perceber o que realmente precisava para ser feliz. Aquela ilha era seu lar, não Hyrule. Link já havia lutado demais e, agora, merecia a paz e o amor de uma vida pacifica.

Por isso, o Peixe-vento manteria-se nesse estado até que tanto Link quanto Marin se fossem desse mundo, levados pela força dos anos. Daria a oportunidade dos dois serem felizes, pois ambos mereciam. A criatura colossal sorriu e fechou seus olhos. Para ela, décadas se passavam com apenas um simples cochilo. Em pouco tempo, Link e Marin seriam apenas lembrança, mas uma boa lembrança.

July 23, 2020, 11:08 a.m. 0 Report Embed Follow story
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The End

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Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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