Seis Atos... Follow blog

susan Susan Hardcliff Seis atos se destina a narrar as experiências sexuais de Susan. No 1º ato, retrata-se a experiência positiva de preliminares de Susan com o seu primeiro amor John, contrastando-se com a frustrante perda de sua virgindade; No 2º ato, apresenta-se uma mulher que decide envolver-se sexualmente com seus vizinhos - um homem maduro e voyer - e o filho dele - um adolescente nerd-, com problemas de baixa autoestima; No 3º ato, mostra-se a vasta experiência sexual de Susan, na faculdade; No 4º ato, Susan reencontra o seu primeiro amor e decide se vingar; No 5º ato, apresenta-se uma mulher que descobre o prazer pleno, mas não o amor; No 6º ato, Susan lembra-se do sofrimento imposto ao John e decide se enveredar em um jogo erótico recheado de sadismo e dominação.
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#sexo #vingança #prazer #dominação
Seis Atos...
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ATO I - A DESCOBERTA


Sempre fui uma pessoa romântica. Cresci acreditando que iria encontrar a minha cara metade, que iria me casar, ter filhos e viver todos os dias da minha vida com este amor, por este amor. Infelizmente, as coisas não saíram como o esperado. Aliás, saíram totalmente diferente do esperado…

Conheci o John, quando tinha 13 anos e me apaixonei por ele assim que o vi. Ele tinha um rosto de bom moço, um jeitinho carinhoso. Logo, ele se aproximou de mim, me cortejou. Depois, passou a me fazer companhia na hora do intervalo, levando-me para casa, quando as aulas acabavam. Apesar de ter 17 anos e estar no Ensino Médio, não achei ruim o fato de ser mais velho, pelo contrário, me sentia mais segura e envolvida por aquele cara lindo: o sonho de consumo de todas as meninas do meu colégio!

Deixei claro que não era qualquer uma, que tinha princípios, que era uma menina de família e que nunca havia namorado. Só dado uns beijinhos em um amigo de uma prima minha. Tive uma educação muito rígida e religiosa. Não tinha essa vontade de ficar com qualquer um, de ficar só por ficar.

Até eu completar 14 anos, John agia como se fosse um amigo. Chamava-me para tomar sorvete, para ir ao cinema ver algumas comédias, comédias românticas, ou para lancharmos. Nunca tentou me beijar, me passar a mão. Para mim, era o exemplo do rapaz honesto. Sua família era muito conceituada. Parecia um sonho, ou bom demais para ser verdade!

Aí, eu completei 15 anos, John 19. Ele já havia concluído o 2º grau, passado no vestibular de medicina e estava cursando o 3º período da faculdade. Eu comecei o Ensino Médio. Como a faculdade de John era em outra cidade, nos víamos somente no fim de semana, ainda que nos comunicássemos por torpedos e por bate-papo, todas as noites.

Não sentia vontade de sair com as minhas amigas, com a minha família. Meu pensamento era dedicado inteiramente ao John. Parecia que se eu saísse, estaria o traindo, pois ele estava estudando muito e eu me divertindo.

Ninguém na minha família sabia que eu amava o John. Ele me disse que se eu contasse a verdade aos meus pais, eles seriam contra, pelo fato dele ser mais velho, que o mais certo seria mantermos tudo em segredo...

John chegava em casa, na sexta-feira, à noite, porém não nos víamos na sexta. Ele chegava quase de madrugada e meus pais não me deixariam sair de casa neste horário. No sábado, eu fazia aula de violão de 9h às 11h, então deixei de frequentar as aulas, a fim de nos encontrarmos, na casa dele.

A irmã de John, Karen, também ficava em casa. Víamos televisão, comíamos pipoca e brincávamos com o cachorro: Toby. Depois de quase três meses, ele me chamou para ouvirmos música, no quarto dele. Pois que a Karen ficava na sala, achei que não teria problema algum, desde que ele deixasse a porta do quarto aberta e ficássemos sentados, ao pé da cama, no carpete. Ele concordou e cumpriu o combinado. Disse que em troca eu teria que lhe beijar algumas vezes. Eu concordei e confesso que me senti tonta e ao mesmo tempo anestesiada, ao sentir sua língua pelos meus lábios, sua boca sugando a minha, sua língua “lutando” contra a minha...

Meu corpo ficava entorpecido e, embora sentisse um desejo imenso de tocá-lo ou pedir para que ele me tocasse, mantinha-me forte e as carícias se resumiam a um enroscar de cabelos nas mãos. Até que John disse que sentia dores na coluna de ficar sentado no chão e que não faria mal algum se nos sentássemos na cama dele. Ele disse que se eu quisesse, poderia segurar as mãos dele, enquanto ele me beijava e que continuaria cumprindo com o combinado.

Realmente, John não me tocou com as mãos, não obstante entre um beijo demorado e outro, sua língua percorria as minhas orelhas. No início, ele colocava a língua na ponta da orelha e chupava o lóbulo. Depois, passou a colocar a língua dentro da minha orelha, percorrendo todo o orifício. Muitas vezes, eu me levantava da cama, dando a desculpa que precisávamos parar um pouco, pois o “jogo” estava ficando perigoso. Ele ria e concordava.

John sabia tocar violão. Desta maneira, eu aproveitava os momentos de pausa, para treinar um pouco. Ele me dava uns toques, me incentivava e parecia que eu estava vivendo no paraíso…

Depois de sugar, lamber ou penetrar a língua, na minha orelha, John passou a me pedir que eu o deixasse me tocar através da roupa. Disse que não achava isso certo, que tinha o sonho de me casar virgem. John disse que passar a mão, tirar uns “amassos”, não tirava a virgindade de ninguém e que eu poderia continuar a confiar nele. Assim foi feito: John me beijava, me fazia carícias, tocava meus mamilos com os dedos, com a língua, por cima da roupa, colocava a língua em cima do meu umbigo, mexia, enroscava ou puxava, suavemente, meus cabelos…

Eu ficava com receio de ser surpreendida pela Karen. John disse que não tinha motivos para eu me preocupar, que a sua irmã não iria subir as escadas… Depois, John disse que queria tocar a minha vagina com o dedo, que utilizaria só um dedo e que não doeria nada. De fato, não doeu. Ele disse que quando me tocou eu estava excitada e umedecida e que isso era muito bom. John pediu que eu o tocasse, enquanto ele me beijava e que poderia ser por cima da sua roupa.

Fiquei assustada quando o toquei pela primeira vez. Parecia que o pênis dele era grosso e grande. Senti que era muito volumoso! Toquei e tirei a mão, rapidamente. John continuou a me beijar, a acariciar os meus mamilos com as mãos, apertando-os, pressionando-os suavemente. Depois, passou a utilizar uma mão nos mamilos, com a outra pegou a minha mão e colocou por cima do seu pênis. Passou a me beijar ofegante. Estávamos deitados de lado. Um de frente para o outro. Depois John me pediu para apertar o pênis dele e passou a tocar meus seios e a minha vagina, enquanto me beijava.

John parou um pouco e sussurrou no meu ouvido: aperta o meu pênis com toda a sua força! Eu gosto! Voltou a me beijar! Desta vez, mais rápido e com mais gemidos. Eu apertava o seu pênis com força. Parecia uma massa de bolo, conforme eu o apertava, mais ele crescia, mais ele gemia. Ele passou a enfiar dois dedos, na minha vagina e ainda sim não senti nenhum desconforto. Ele enfiava só a ponta dos dedos. Sentia-me lubrificada e tive a confirmação quando ele me disse: molhadinha do jeito que eu gosto!

Já estávamos nesta situação há seis meses e disse ao John que não queria mais esconder o nosso relacionamento, o nosso amor da minha família. Após o meu ultimato, John não entrou mais em contato. Mandei mais de mil mensagens, torpedos, telefonei e nada… Ele não dava retorno! Fiquei louca!

Se ele nunca tivesse me tocado, se não tivesse me beijado daquela forma, se não tivesse colocado em meu corpo a semente do desejo... Só de pensar, de imaginar o toque, a língua dele roçando meus lábios, minha língua, seus dedos, em minha vagina, eu ficava extremamente excitada. Precisava resolver esta situação, caso contrário meu corpo entraria em ebulição e eu enlouqueceria...

Na quarta-feira, conversei com a Karen. Contei-lhe que John não me dava retorno. Omiti as nossas experiências. Karen disse que o irmão não estava mais vindo para casa, nos fins de semana. Então, pedi-lhe o endereço de John e fui ao seu apartamento, no sábado. Quando toquei a campainha, ele me atendeu como se não soubesse o porquê de tê-lo procurado. Mesmo assim, entrei. Quis beijá-lo, ele se esquivou. Quis tocá-lo, ele me empurrou sutilmente. Comecei a chorar e ele me disse: você parece um bebê!

Aí, John me encostou, bruscamente, na parede. Levantou meus dois braços para cima da cabeça. Começou a me beijar de forma intensa e rápida. Tirou a minha blusa. Sugou e mordeu meus mamilos. Tirou a minha saia e a minha calcinha.

Começou a chupar a minha vagina. Ele nunca tinha feito aquilo. Depois meu clitóris, que eu nem sabia que existia! Eu nunca havia tido aquela experiência. Enquanto me chupava, eu afagava seus cabelos e repetia: não para! Por favor, não para!

John continuou a me chupar, sugando-me de forma cada vez mais intensa. Eu mal conseguia me manter em pé. Minhas pernas estavam bambas, meu corpo era uma explosão de adrenalina. Como eu pude ter ficado sem conhecer o meu corpo, os meus gostos, sem conhecer este prazer? John não parava e a única coisa que eu desejava era mesmo ele não parasse. John só parou, quando disse ter certeza que eu havia gozado. Eu havia experimentado o gozo, pela primeira vez! Então John tirou a calça e o samba canção. Ficou encostado na parede, ao meu lado. Disse para eu lhe retribuir a boa ação e apontou para o seu pênis, em ereção. Ajoelhei-me e comecei a chupá-lo. Não me senti confortável. Não senti prazer. Seu pênis era grande e grosso. Eu precisava abrir muito a minha boca.

Ele acariciava a minha cabeça, o meu cabelo e dizia: isso! Mostra para o papai como se faz. Senti que fiquei ali ajoelhada uma eternidade. Será que ele não iria gozar nunca? Seria que não me sinalizaria para parar? Quanto tempo mais eu teria que ficar ali, para lhe agradar?

Enfim, senti um líquido escorrendo em minha boca. Ele me levantou pelo cabelo e disse que eu tinha muito o que praticar, que eu não tinha chupado, ou sequer tocado as suas bolas, que o bom era chupar o pau até o fim, contudo por ser a minha primeira vez, estava razoável. Estava suada! Com nojo daquele gosto na minha boca. Queria e precisava tomar um banho. Ele me indicou o banheiro e disse que eu poderia usá-lo sem problemas. Usei a sua escova de dentes. Precisava tirar aquele cheiro, aquele gosto da minha boca, rapidamente! Fui tomar banho.

Quando vi, John estava nu na minha frente. Disse para eu esperá-lo, que ele já estava chegando. John urinou, não lavou as mãos e entrou no box. Não me beijou. Não teve nenhuma palavra ou gesto carinhoso. Empurrou-me contra a parede do box e me penetrou. Senti muita dor! Ele era bem dotado! Enquanto meu corpo, meu rosto era pressionado contra a parede do box, pelo peso do corpo dele, ficava pensando se aquilo era o que eu tinha sonhado para a minha primeira vez. Vi muito sangue jorrando pelas minhas pernas, pelas pernas de John. Não sabia que o rompimento do hímen causava um sangramento tão grande!

Onde estavam as preliminares? Onde estava aquele jogo de toques, de carícias, de gemidos? Estava sendo bom para o John? Para mim, não! Só desejava que ele parasse logo.

Quando John acabou, bateu nas minhas nádegas e disse: boa menina! Não me beijou. Não me tocou. Não perguntou se tinha sido bom para mim. Não perguntou se eu tinha sentido dor. Ademais, não falou mais nada. Posicionou-se embaixo do chuveiro. Ensaboou-se. Lavou-se. Eu fiquei encostada no box. Minha vagina estava extremamente inchada. Saí do box. Tentei urinar. Não consegui. Fiquei parada, na privada, desejando, como nunca, tomar um banho e sair logo dali.

Quando John acabou o banho, disse que eu poderia usar o chuveiro. Continuou mudo. Também fiquei muda. A única pergunta que John fez é se eu queria uma toalha. Respondi baixo que sim. Ele colocou uma toalha preta no box. Acho que ficou com medo de sair mais sangue e de sujar as suas toalhas brancas... Sequei-me. Lembrei-me que minhas roupas tinham ficado jogadas no corredor. Fui até lá, para buscá-las. John estava deitado na sua cama. Voltei para o banheiro, me vesti. Coloquei a minha calcinha na bolsa. Minha vagina estava doendo muito. Não queria usá-la. Disse que estava indo embora. Ele respondeu: ok. Perguntei como eu faria com a porta, dando uma desculpa para que ele se levantasse, para que me acompanhasse. Ele disse para eu encostar a porta, que não havia problema algum. Quando acordasse, ele a fecharia.

Saí do apartamento de John arrependida de ter nascido, de tê-lo procurado, de ter tido a primeira experiência com ele, de tê-lo amado! Odiei a minha primeira vez e jurei que nunca mais na minha vida, deixaria que um homem me usasse ou me tratasse assim...

Aug. 9, 2018, 12:25 a.m. 0 Report Embed 0
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