luraywriter Luray Armstrong

Kaminari não surportava mais ver Kirishima pagando de hétero por aí, então ele pretendia escancarar a porta do armário e torcer para que Eijiro saísse com os próprios pés. Adaptação da fic "Saindo do armário."


Fan-Fiction Anime/Manga Nur für über 18-Jährige.

#lgbt #smut #lemon #bl #gay #yaoi #kirishima-eijirou #bakugou-katsuki #boku-no-hero-academia #bnha #kiribaku
Kurzgeschichte
2
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Capítulo único

NOTAS

Esta fic é uma adaptação de uma fic SNS minha chamada Saindo do armário. Eu meio q troquei nome e revisei só então não esperem muita coisa, mas eu queria adaptar msm ent eh isto kkkkk

é uma fic de 2018, eu acho, ent peguem leve na questão da escrita, eu só queria escrever uma kiribaku mas tava sem inspiração pra escrever kkkkkkkk

espero que gostem!




Kaminari realmente achava que aquela era a melhor ideia do mundo. Quer dizer, era boa, mas podia dar uma bela merda. E era exatamente por isso que ele faria.

Felizmente, a vítima era Kirishima e ele não imaginava como o ruivo descobriria. Quando se tratava dos amigos, Kirishima era bem inocente, o que era uma total burrice, Denki bem sabia.Nem ele confiava nele mesmo. Ou em Sero.

E também não achava que ele fosse reagir muito mal ou coisa do tipo.

Kaminari é o melhor amigo de Kirishima e Kirishima é o melhor amigo de Kaminari. Kirishima ajudou Kaminari a sair do armário gay, ajudando-o a ficar com o amigo deles; Sero. O namoro já tinha 2 anos.

A questão é que, depois de sair do armário e sentir a liberdade que é fora dele, Kaminari percebeu que não era só ele que precisava sair de lá há muito tempo. Kirishima também. Era incrível o fato de que o amigo ainda acreditava no conto de fadas que ele mesmo inventou sobre ser 100% hétero. Ele que beijou Denki. Ele simplesmente foi o primeiro beijo de Denki com um garoto, meio que para “comprovar” a homossexualidade dele, e Kirishima claramente gostou.

Então, depois de se aceitar e repassar as informações sobre si mesmo e ter certeza que o outro era bi, Kaminari apenas esperou, porque se foi uma questão de tempo para si, então tinha que ser uma questão de tempo para Kirishima também.

Mas não foi.

Até hoje Kirishima estava lá, belo e pleno sendo “hétero”.

Logo, ele começou a elaborar planos para que Kirishima saísse do armário, determinado a achar um que Hanta aprovasse (pois seria bem mais difícil fazer isso sozinho).

E finalmente, conseguira, com a ajuda de Midoriya. Era um bom plano. Tinha que dar certo. Talvez Kirishima ficasse bravo, mas ele sabia lidar com isso. A raiva de seu amigo nunca durava muito.

Finalmente, Kirishima ia sair do armário.





Ingênuo (alheio às tramoias de seu melhor amigo), feliz e alegre, Kirishima seguia com seus amigos no carro de Hanta para o puteiro.

Pelo que sabia, Izuku havia ganhado algum tipo de sorteio estranho e decidiu ir com os amigos a um puteiro de luxo. Ou, ao menos, foi isso que Kaminari lhe contou. Pensar no inocente Izuku num puteiro era engraçado, e por isso mesmo parecia divertido ir.

Kirishima estava ansioso. Teve poucas experiências sexuais em sua vida, era meio lerdo para pessoas dando em cima dele, perdia dicas por mais gritantes que fossem e as garotas desistiram pensando que ele que não estava interessado.

Então, mesmo que as poucas experiências tivessem sido boas, profissionais são sempre uma melhor referência, certo? Kirishima tinha certo medo de se apaixonar (seu coração mole já o pusera nas mais traiçoeiras situações), mas valia a pena o risco. Seu pau jamais esqueceria essa noite. Sem contar que aquele era meio que um fetiche seu.

Ele, Denki, Hanta e Izuku estavam indo juntos ao tal local, no carro grande e discreto do namorado de Denki. Eram um grupinho sagrado, que nem a faculdade e os cursos diferentes conseguiram separar, se conheciam desde crianças e Kirishima não imaginava uma vida sem aqueles idiotas.

Voltando ao assunto do puteiro, só por precaução, Kirishima tinha uma cartela de camisinhas e um tubo de lubrificante no bolso da calça, imaginava que encontraria coisa até de melhor qualidade no local, mas gostava de sempre estar preparado, além de andar com camisinhas pro seu próprio tamanho. Talvez ele não fosse nenhum 25 centímetros, mas, bem, ele até que era bastante avantajado.





Finalmente, haviam chegado ao local. Parecia enorme do lado de fora, todo com vidro fumê nas paredes enormes de cima a baixo. Para Kirishima, lembrava um banco. Izuku tomou a frente e se apresentou aos seguranças enquanto esperavam no carro. Depois de pagar, ele saiu.

— Vocês querem entrar por aqui ou pela garagem? A gente pode dar o carro pro manobrista.— Midoriya perguntou.

— Qual a diferença? — Kirishima respondeu com outra pergunta.

— Entrar pela entrada da garagem já te deixa dentro do local de verdade, e por aqui ainda vai ter que passar por vários corredores.

— Você já veio aqui, Izuku?— Kaminari perguntou.

— Talvez.

Todos olharam meio desconfiados para o amigo por um segundo, até Hanta dizer que preferia ver o lugar como um todo e puxar todo mundo para sair do carro, entregando sua chave ao manobrista que esperava eles se decidirem.

Eijiro passou as portas escuras junto dos amigos, admirando-se com o local muito branco ali. Era a recepção mais discreta que já vira (principalmente pra um puteiro). A cerâmica no chão era branca, havia alguns jarros de plantas e uma recepcionista de branco atrás de um balcão de madeira clara. Outra mulher a qual ele não havia reparado os guiou por uma porta negra escondida atrás de uma coluna grossa pelo ângulo de quem entrava, a única coisa que destoava do local claro.

A partir dali, tudo era escuro.

As paredes alternavam entre preto e roxo e a iluminação era vermelha em todos os lugares. Como Izuku disse, eles tiveram que andar por vários corredores, e se Eijiro tivesse que voltar por aquele caminho sozinho, ele com certeza se perderia. Até que eles chegaram à uma porta dupla alta e a mulher a abriu.

Eijiro fez muito esforço para não ficar de boca aberta como um bobo. Era um lugar muito elegante, com iluminação baixa e poltronas aparentemente muito confortáveis, homens de terno imponentemente sentados e mulheres em vestidos longos bem relaxadas. Se sentiu desconfortável em sua camisa simples e o jeans meio surrado (Não esperava que Midoriya fosse levá-los a um lugar tão chique).

Eles foram guiados até lugares ao fundo do lugar, meio distante do palco de cortinas fechadas, onde imaginava que provavelmente haveria um show, e se acomodaram nos sofás e poltronas.





— Então a gente leva ele num puteiro gay?

— Não é um puteiro gay, Denki. É LGBTQ+. Vai ser mais fácil de enganar ele porque tem mulheres lá também. — Midoriya argumentou.

— Me parece um bom plano. Ele vai pensar que é um puteiro hétero e vai entrar calmamente, mas e depois? Confiamos que ele vai querer algo com algum garoto? — Hanta perguntou, surpreendendo a todos por aprovar o plano e sendo, como sempre, o cérebro do grupo.

— Confiamos, sim. Porque eu tenho uma carta na manga. Existe um cara lá, Taipan é o nome artístico dele. Ele é meio que uma lenda no lugar, no dia que eu fui ele não se apresentou, mas ouvi sobre ele de homens e mulheres e o cara impressiona. Consegui o ingresso pro dia em que ele se apresenta, é só uma vez por mês e ele, tipo, é super misterioso e usa uma máscara, só tira quando o cliente leva ele pro quarto, tem umas teorias da conspiração sobre isso e tals. Acho que ele é um dos motivos por que confiscam os celulares.

— Confiscam os celulares? — Kaminari perguntou.

— Sim, infelizmente não teremos imagens para zoar o Eijiro depois. Mas vai acontecer, finalmente ele vai sair do armário.

— Tem certeza que esse cara se apresenta hoje mesmo? Não entrei nessa vaquinha pra nada. — Sero disse.

— Relaxa, cê não tá desperdiçando dinheiro. Até porque eu to arcando com a maior parte, nem vem. Eu conferi direitinho, é hoje. — Izuku rebateu.

— Cês tão esperando o quê, mano? Vamo logo! — Denki sorriu, malicioso.

— Tirar Kirishima do armário... Seria meu sonho?!— Midoriya cantarolou.

— O de todos nós, com certeza. — Sero afirmou.





Após algumas horas no local, Eijiro já estava ficando animadinho. Ele bebia meio parcelado, experimentando um pouco de cada coisa diferente e admirando as mulheres bonitas que passavam. Como seus amigos disseram que haveria uma apresentação mais tarde da noite e que ele devia esperar por ela para decidir com quem iria para o quarto, ele obedeceria, ainda que ansioso.

Basicamente, foi lhe explicado que era comum casais irem ali para se excitar e testar novos fetiches, então se quisesse ir para um dos muitos quartos ali com alguém que conhecesse, ele só tinha que solicitar uma chave ao mostrar seu cartão (um que ganhara na recepção, ao fazer o cadastro de entrada). Mas, se quisesse alguém que trabalhasse ali ele tinha que pagar a mais. Felizmente, o casal de amigos prometeu que podia dividir com ele o preço de quem ele quisesse agora, como um presente de aniversário adiantado.

Eles realmente achavam que não ia fazer questão de pagar depois. Até parece.

Izuku era um caso à parte. Ele também estava sobrando, mas quando conversaram sobre aquilo em particular, ele agiu como se já tivesse alguém com quem se ocupar, e se ofereceu para pagar para Eijiro também, apesar do ruivo ter dito que ter lhe dado a chance de entrar já era o bastante. A partir daí, passou a prestar atenção no amigo e reparou que ele parecia procurar alguém, olhando para os lados e verificando as notificações no celular constantemente.

Esse pensamento foi interrompido quando os primeiros toques de River de Bishop Briggs começou a tocar e as luzes de onde estava foram diminuídas, ainda mais, enquanto as cortinas do palco se abriram e revelaram…

...um…

...homem?


(Vocês podem imaginar coreo mais ou menos como essa aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=A04oIC-llgM)


Olhou meio desesperado para os amigos, mas eles pareciam tão chocados quanto ele mesmo.

Um homem com uma cueca boxer preta, bem curta e apertada. Eijiro engoliu em seco.

O homem agarrou o pole dance no meio do palco, rebolando ao som da música que tocava enquanto girava ao redor.

Eijiro não conhecia um homem com uma bunda tão grande.

Ele tinha o cabelo loiro e meio longo e uma máscara negra em seu rosto, que cobria até seu nariz, então pôde ver claramente o sorriso dele ao agarrar o pole dance com um braço e se jogar no ar girando no eixo.

Eijiro não costumava reparar em músculos destacados de braços fortes. Ou pelo menos evitava reparar.

O dançarino enrolou a perna no mastro e ondulou o corpo, olhos vermelhos passaram encarando a platéia quando ele curvou a coluna para trás.

Bem devagar, o homem subiu mais, prendeu suas pernas e soltou os braços, girando lentamente no próprio eixo, então ele voltou a se segurar e liberou as pernas dessa vez, descendo do mastro quando a música acelerou.

Eijiro não sabia que um quadril masculino podia fazer todos esses movimentos.

A flexibilidade, a elasticidade do corpo que fazia um espacate perfeito em pleno ar, os braços fortes segurando firme no pole.

Ele rebolava forte, as coxas grossas contraindo ocasionalmente, virando de costas e exibindo a bunda grande, quebrando o quadril. Para baixo, para baixo. Para cima, para cima, para cima.

Ele soltou todo o corpo, se segurando apenas por uma perna dobrada que destacava seus músculos, um sorriso sutil em seu rosto, os olhos fechados como se dançasse apenas para si mesmo e não realmente se importasse se mais alguém estava olhando. Mas ele sabia que que todos olhavam para aquele homem de olhos vermelhos.

Às vezes parecia que a batida da música que o seguia, e não o contrário.

Eijiro não era capaz de imaginar outro homem que fosse tão imponente, másculo, sedutor e dominador mesmo dançando dessa forma libidinosa.

Mas piorou quando ele foi ao chão. Primeiro apoiado nas mãos, rebolando o quadril e descendo, rebolando, até ter todo seu corpo colado no chão, então ele se apoiou apenas nos joelhos e começou a tremer o quadril, num rebolado tão rápido e cheio de técnica que Kirishima se admirou.

Eijiro não conseguia mais disfarçar a ereção que crescia entre suas pernas.

Era ele. Queria ele. O quarto. A dívida que faria com os amigos. Seria por causa dele.

Mesmo não sendo do tipo preconceituoso, Eijiro tinha dificuldade em lidar com o fato de que era bi. Não queria contar aos amigos suas dúvidas, tentava meio que lidar sozinho. Não funcionou. Ele não sabia bem o porquê, só não queria ter que lidar com isso ainda quando estava na adolescência e quanto mais o tempo passava mais ocupado ele ficava com a faculdade e era tão mais fácil ficar em sua zona de conforto. Mas não agora.

Ele não se importava mais. Queria aquele homem.

Queria beijar a boca rosada, beijar cada tatuagem no corpo musculoso, apertar a bunda. Queria tanto aquele homem.

Queria que ele lhe tocasse. As mãos grandes em seu corpo, os braços fortes lhe apertando.

Já ali, Eijiro sabia que, independente de ativo ou passivo, aquele era o tipo de homem que te domina na cama. E ele nunca imaginou que fosse desejar tanto esse tipo de homem. Ou um homem, de certa forma.

— Você quer ele, não quer, Eijiro?

Demorou alguns segundos para identificar que Izuku falou consigo e ele apenas olhou por dois segundos para o amigo antes de responder, corado:

— Quero.

— Então olhe para mim. — vendo que Kirishima não o dera ouvidos, tentou de novo.— Olhe para mim, Eijiro.

— Izuku, eu não quero perder a apresentação!

— E também não quer perder ele, certo? Então preste atenção; tem que fazer o pedido agora. O Taipan sempre foi muito requisitado e já houveram brigas por ele aqui. Geralmente quem ganhava a prioridade nos serviços dele era quem pagava mais, mas sempre acabava sendo algum velho que não dava conta. Bem, pelo menos foi o que o barman me disse. Então ele decidiu que a prioridade seria de quem fizesse o pedido por ele primeiro, já que era mais justo. A questão é que assim que a apresentação acaba todos correm ao mesmo tempo e é difícil definir quem foi primeiro, alguns caras subornam a pessoa responsável. Aí a gente precisa ir agora, senão a gente não vai ter chance, Eijiro.— Midoriya explicou, com pressa.

— Eu não posso ver nem mais um pouquinho?

— Nem mais um pouquinho, vamos!— foi Sero quem levantou e começou a puxar Eijiro ao notar uma movimentação na mesa das mulheres; provavelmente elas também queriam o tal Taipan e pareciam bem ricas.

Izuku queria logo ficar livre para cuidar dos próprios problemas. Todoroki chegaria em breve e ele tinha que se arrumar para a própria apresentação.

Não que Midoriya fosse contar aos amigos que trabalhava ali e assim que conseguiu fazer com que eles tivessem uma chance de entrar e assim que sabia tanto. Não ainda, não estava pronto.

Seguiu com os amigos e ficou feliz ao notar que era Mina a responsável por anotar os pedidos para acompanhantes hoje, ela não seria subornada e isso ainda o ajudaria.

Não só com Eijiro, mas ele próprio. Todoroki podia ser podre de rico, apenas movendo dinheiro para lá e pra cá com sua maldita inteligência, mas ele não seria do tipo que iria competir em suborno. Então tinha que se certificar de que ele conseguiria ser o primeiro a lhe requisitar.

Ajudou Eijiro no pedido discretamente, agindo como se pouco soubesse sobre aquilo. Ele já tinha dado bandeira demais com a coisa toda e esperava que o colega de trabalho não tivesse o visto, ou descobrisse ele por ali com Eijiro. Taipan não ia gostar nada, nada dessa armação.

Quando finalmente conseguiram, voltaram para o salão discretamente. Não podia dizer a Eijiro que ele precisava fazer isso para que os outros não percebessem que havia feito o pedido e fossem logo tentar cobrir, ou, mais importante, para que Taipan não os notasse.

Aprendera tudo (tudo mesmo) o que sabia com aquele cara, mas a sagacidade e o olhar de águia não tinha como aprender. Ele era rápido em pegar qualquer coisa que alguém tentasse esconder dele, não descansava até descobrir. Às vezes lhe assustava.

Eijiro ainda não conseguia acreditar que realmente iria para o quarto com um cara. Os movimentos que aquele quadril prometia eram impressionantes e poucas coisas poderiam desviá-lo disso. Pouquíssimas, na verdade, mas uma desviou.

— Espera, é só isso? Eu acabei de solicitar um programa com um cara e vocês reagem assim?

Eijiro olhou a expressão de cada um de seus amigos, vendo Sero revirar os olhos e Midoriya suspirar alto, contudo, foi Kaminari quem falou:

— Ninguém liga, Eijiro. E daí? Você vai transar com um puto de luxo ao invés de uma puta. Ninguém se importa. Olha, eu e o Sero. Somos KamiSero, Eijiro. Praticamente todos os seus amigos são do vale, bro.

Obviamente, Denki achou melhor não dizer ainda que tudo havia sido planejado (não só planejado como estava saindo melhor do que encomenda).

— Pense no que isso implica depois, Eijiro. Agora foque em se divertir. A apresentação parece estar acabando. — Sero comentou, assistindo o homem no palco fazendo movimentos cada vez mais lentos e terminar o show se agarrando suavemente ao pole dance.

Taipan desceu do palco pela escada lateral, desaparecendo sob uma chuva de aplausos.

Era estranho perceber o quanto aqueles ricos e mimados, que fingiam ser tão elegantes, contidos e polidos ficavam barulhentos em sua presença.

Não que ele também não fosse esse tipo de rico mimado fora dos palcos.

Se dirigiu ao seu camarim, esperando que a briga tão comum por quem iria lhe ter naquela noite acabasse e a funcionária viesse lhe dizer com quem e em que quarto dormiria essa noite, além de sua autorização logo.

Era o que muitos não sabiam. Não era tão simples conseguir um programa com ele, pelo menos há dois meses atrás ele conseguira de Midnight a liberdade de escolher seu cliente com base em suas opções da noite, não dependia mais do que pagava mais, apesar de o quanto a pessoa pagou estar muito bem descrito. Regalias que quem trazia dinheiro conseguia. Izuku em breve conseguiria também, pelo que percebia das conversas da chefe.

Agora, era ele quem escolhia a vítima da noite, entre os homens tão dispostos a ter o seu corpo.

Claro, ele deixou qualquer outro pensar o que quisesse, porque convinha que eles não soubessem da enorme liberdade que ele tinha ali, para ninguém encher seu saco.

Katsuki Bakugou não precisava daquilo, muito menos do dinheiro. Ele só gostava. De domar as pessoas, de ver tantos caindo aos seus pés, fazendo tudo por ele depois de uma simples apresentação de poucos minutos, uma breve degustação de tudo que ele sabia fazer.

Era sua pouca liberdade, uma vez por mês ele escolhia apenas um cliente para toda a noite e depois voltava à atuação em sua família elegante, o papel de bom homem de negócios, o estresse, as enxaquecas, o ódio e, principalmente, agir como um homem hétero, interpretando com maestria.

Interrompendo seus pensamentos, Mina entrou, lhe sorrindo.

— Oi, Katsuki.

— Não sou Katsuki aqui, sabia?

— Claro, claro. Você é Taipan e, no quarto, é qualquer nome que quiser inventar.

— Exato. — Katsuki respondeu, sorrindo.

Recebeu a notificação em seu celular, as mensagens com as informações das fichas dos pedidos. Viu os mesmos rostos tão comuns, reconheceu o velho em estado de putrefação que insistia nele há séculos, mas felizmente mesmo quando a regra era que o primeiro era prioridade, ele sempre fora muito lento.

De repente, bateu o olho em um rosto novo. Ruivo, olhos vermelhos como os seus, sorridente, e muito novo. Olhou a idade: 25 anos. Não era comum garotos tão novos na lista, exceto que fossem filhinhos de papai trazidos para perder a virgindade. Mas as roupas dele não condizem com isso.

Se interessou. Era um cliente completamente novo, fora o primeiro a fazer o pedido, era bem jovem e pela foto, fora fazer o pedido com amigos, já que era capaz de ver um ombro largo ao lado dele, vestido em roupas escuras.

O escolheu. Podia ser um bom teste, há tempos um cliente não o fazia ficar curioso e esse conseguiu. Muito interessante...

Mina sorriu quando falou sua escolha.

— Eijiro Kirishima.

— O Kirishima? Ele estava simplesmente muito empolgado. Ansioso para voltar e ver sua apresentação. É novinho, mas vai gozar mais rápido do que os senhores que você raramente atende. Tem certeza?

Katsuki riu e confirmou. Ignorando o comentário. Talvez fosse verdade, mas queria tentar.



...




Eijiro já estava dentro do quarto. A luz ainda mais fraca, vermelha, o quarto todo em tons de vermelho e preto.

Foi guiado para o local pela mesma mulher que preencheu o seu pedido, após alguns bons minutos de espera depois da apresentação de Taipan, e então deixado lá sozinho.

Não sabia o que deveria fazer. Provavelmente Taipan viria até o quarto, então só podia esperar. Observou a cama larga e resistente colada à parede, só com o colchão e o seu suporte, e os lençóis de seda negra. Era um quarto grande.

Havia um armário alto num canto do quarto, um frigobar meio escondido perto da cama e, diferente do que ele geralmente imaginava de motéis e coisas do tipo, não tinha espelhos no quarto. Nenhum.

De repente, a porta pela qual Kirishima entrou se abriu, e ele contemplou Taipan entrar, lhe sorrindo pequeno.

Ele era alto. Ainda com a roupa da apresentação e um robe negro aberto o cobrindo, a máscara escondendo seu rosto. E seu cabelo agora era mais curto, meio espetado, sugerindo que o anterior era uma peruca. Não que a luz o permitisse ver assim tão bem, de qualquer forma. Mas ele parecia ainda mais bonito de perto.

— Olá, Eijiro Kirishima.

A voz dele era meio rouca e o sorriso se alargou ao falar com ele.

— O-olá.

Gostaria de não ter gaguejado.

— Como prefere ser chamado?

— Ahn, Eijiro, eu acho… — Eijiro respondeu, incerto.

Queria que os passos lentos e leves do outro não o perturbasse tanto.

— Não tem nenhum fetiche com nomes? Interessante. Me fale sobre você, Eijiro. Como posso te servir?

Eijiro hesitou. O que ele ainda não havia pensado sobre o lugar era que, sendo de luxo, teria um… “serviço” muito mais refinado do que com putas de esquina. Ele não pensou nisso nem quando achava que o lugar era hétero, e depois do choque com Taipan, não havia mais nada ocupando sua mente.

Então, o que ele queria? O que poderia querer em sua primeira relação com um homem?

— É sua primeira vez aqui?

Eijiro confirmou.

— Está muito nervoso. Quer uma bebida?

Eijiro negou.

Beber o ajudaria a relaxar mais, todavia não queria correr o risco de esquecer nenhum detalhe daquele dia. Mesmo nervoso agora, sabia que seria uma memória espetacular.

— Será que… é sua primeira vez com um homem, Kirishima?

Eijiro confirmou com a cabeça, de olhos arregalados. Estava tão na cara assim?

Taipan riu.

— Relaxa, é bem comum isso por aqui. Caras que têm que reprimir sua sexualidade, ou que querem experimentar uma vez, você não é o primeiro nem o último. Pense. O que gostaria de fazer?

— Eu… não sei bem.

— Faremos assim então — Taipan suspirou — eu decido. Te dou as opções que acho que são melhores e você decide.

— Que atencioso. — Eijiro riu, concordando.

— Nem tanto. Estou muito mais pensando no que eu quero fazer com você do que no que é melhor para você. Ainda assim, você escolhe.

Eijiro engoliu em seco. Sentiu várias promessas implícitas naquela fala.

— Você pode ser o ativo. Pode me comer, acho que é melhor para a sua primeira vez. Numa próxima, talvez possamos usar outra dinâmica. — ele mordeu o lábio ao fim da frase.

Eijiro concordou, desejando por um segundo que houvesse uma próxima.

— Posso algemar você. Gosto do meu parceiro algemado e de controlar absolutamente cada ato. Adoraria vendar você também.

— Acho melhor não, para uma primeira vez… Sem vendas, nem algemas. Quero ver você. Quero te tocar.

Eijiro se arrependeu um pouco depois de dizer isso, vendo o sorriso e olhar de deboche que o homem lhe lançou.

— Okay, Eijiro. Não vou fazer nada que não queira, obviamente. — ele disse, tirando a máscara.

Pela pouca luz, Kirishima viu olhos puxados e rubros, nada que já não soubesse. Ele arrumou os cabelos, que acabaram por ficar ainda mais bagunçados. Ele era lindo. De novo, nada que já não soubesse. Era estranho como uma máscara como aquela podia ocultar a aparência de alguém, sem realmente esconder muita coisa.

— Certo, Taipan. — respondeu, testando como soava dizer o nome dele.

Ele pareceu gostar da resposta, pois sorriu.

— Ótimo. Deite na cama.

Mecanicamente, Eijiro se sentou e deitou na cama em seguida, muito nervoso. Então, sem avisos, Taipan o beijou.

Devagar, primeiro. Leve, seduzindo Eijiro, ele encaixava os lábios nos seus, segurando seus braços acima da cabeça com as mãos. Então, ele lhe beijou com força, sentando em seu quadril e passando a mão e as unhas curtas pelo seu ventre, a língua se encontrando com a sua libidinosamente dentro da boca.

Eijiro se sentiu aquecer. O beijo controlador o dominava, o fazia se perder, não existia muito mais do que a boca e os toques de Taipan.

Ele se afastou de sua boca, então sentiu ele deslizar sua camisa para cima e a retirar de seu corpo, se arrepiando com o correr de lábios em seu abdômen, a respiração quente batendo em sua pele.

— Taipan . — Kirishima sussurrou. Não sabia por que sussurrou, sua voz apenas não saiu como queria, mas não conseguia se concentrar nisso, de qualquer forma. — Qual… É o seu nome?

Os beijos em seu tronco não o deixavam pensar muito bem.

— Ah — ele riu. — Não se preocupe com isso, Eijiro. Me chame apenas de Taipan, tá bom? — perguntou, num tom surpreendentemente doce.

Kirishima confirmou com a cabeça. Percebeu que usara seu último momento de sanidade quando ele passou a lamber seu abdômen, se dirigindo aos seus mamilos.

Ele nunca havia sido tocado ali, não durante o sexo, e ficou surpreso ao perceber a sensibilidade do local. Ou talvez fosse Taipan e o fato de ser aquele cara extremamente sexy ali.

Eijiro achava que aquele homem podia fazer até da coisa mais trivial, a mais sexy.

As mãos dele corriam por seu corpo, enquanto os lábios davam carinho ao novo ponto sensível, apertavam suas coxas, arranhavam a pele seguindo o caminho de pelos discretos até seu pênis, agarrava seu quadril com força.

Sentiu as mãos dele descerem enquanto os lábios subiam. Seu pescoço foi chupado ao mesmo tempo que os dedos longos se ocupavam de sua calça jeans, abrindo o botão e o zíper.

Eijiro não tinha tempo de ter lapsos de sanidade, Taipan e os toques dele não permitiam. Se tivesse, pensaria o quanto era extraordinário ter sua primeira vez com um homem e ser logo um garoto de programa (de luxo, mas ainda um garoto de programa), não que ele pudesse ser chamado de ‘garoto’. Ainda mais um homem desses, que o dominava. Ele o tinha em suas mãos. E era estranho não se sentir desconfortável com essa situação. Ou talvez devesse ser estranho.

A linha de raciocínio de Eijiro estava muito bagunçada naquele momento.

Ele tirou sua calça, seguindo o caminho da peça com beijos por suas coxas. Eijiro teve vontade de esconder a ereção que crescia entre suas pernas. Não costumava ser tão sensível.

Taipan retirou sua peça íntima, dando liberdade ao pau grosso de Eijiro, que suspirou, ansioso.

O ruivo abriu os olhos ao perceber que os tinha fechado e teve o prazer de ver exatamente o momento que ele engoliu a cabeça molhada e sugou, fazendo-o contrair o ventre de prazer.

Queria tocá-lo. Queria tanto tocá-lo, afundar as mãos nos cabelos loiros e se afundar na boca quente e molhada que o recebia tão confortavelmente. Os lábios rosados desciam por sua ereção cada vez mais e mal conseguia raciocinar quando a língua se movia para cima e para baixo para acariciá-lo.

Ele envolveu seu pau completamente, descendo a boca por inteiro, roçando os lábios nos pelos ralos.

Finalmente, depois de tanto se segurar, Kirishima gemeu. Alto, rouco, movendo todo seu corpo no reflexo, e, se tivesse mais dele para ser engolido, Taipan o teria feito. Mas tudo já ocupava a boca e garganta dele, há alguns bons segundos, quando ele segurou o quadril de Eijiro contra o colchão firmemente para então sugar com força o pau duro em sua boca.

Cada parte de seu corpo reagiu a isso, o ar faltou, os dedos do pé se contraíram, a mão fechou em punho e a boca emitiu algo entre o rosnado e o grito.

Quando a boca de lábios agora mais avermelhados se afastou dele, Eijiro puxou o ar com força, tentando se controlar para não gozar tão cedo. Não que duvidasse que pudesse ficar duro de novo com o tesão que aquele cara lhe causava, só queria aproveitar tudo o que ele podia oferecer.

Viu os olhos rubros que lhe encaravam de volta, o sorriso safado na boca molhada enquanto ele subia por seu corpo como uma cobra, a mão agarrando seu pau e começando uma punheta lenta enquanto começava a beijá-lo. O próprio gosto sendo sentido e havia poucas coisas que Eijiro achava tão excitante quanto isso.

Sentiu a ereção de Taipan ser esfregada contra sua coxa, ele gemendo bem baixinho em sua boca o fazia delirar enquanto a mão avançava a velocidade da masturbação.

De repente, a boca se afastou da sua e ele desceu novamente, beijando suas bolas e abrindo suas pernas.

Eijiro recebeu uma lambida de seu cu até as bolas, estas sendo chupadas ao final. Se não estivesse tão fora de si, talvez tivesse considerado o gemido agudo meio vergonhoso, contudo no momento não ligava.

Taipan engoliu novamente seu pau, até o fim, acomodando-o sem grandes dificuldades em sua boca, sugando com força e voltando de uma vez, fazendo um barulho de estalo no final.

— Está tão sedento assim, Eijiro?

Deixou ele deslizar por seu corpo, ignorando a provocação, e o prendeu num abraço estranho quando a boca dele alcançou a sua. O beijou com desejo, sentindo que podia explodir de tesão naquele momento.

— Agora, é sua vez de fazer algo por mim.

Kirishima o olhou curioso e o outro sorriu. Se livrou do abraço de Eijiro. Delicadamente, ficou de pé na cama olhando nos olhos vermelhos e se arrumou com cada pé de um lado da cabeça dele. Quando sorriu dessa vez, foi acompanhado pelo cliente, que entendeu o que queria.

Taipan tirou a roupa que usava e a deixou cair pelo colchão, então sentou devagar em sua cara.

As coxas envolviam seu rosto, bem abertas, o pênis bem em frente aos seus olhos e o cu sobre sua boca. Não se fez de rogado, logo colocou a língua entre as bandas da bunda grande que Taipan afastava e lambeu o local.

Já até tinha feito aquilo em uma ou outra garota, mas a situação era bem diferente. Não tinha o olhar rubro e penetrante o hipnotizando, os gemidos roucos e baixos, e duvidava já ter conhecido quem rebolasse como aquele homem.

Subiu as mãos pelo corpo dele, tocando os músculos bem definidos e apertando os mamilos, sentindo com a língua o ânus dele se contrair.

Enfiava a língua com força no buraco apertado, beijava, lambia, soprava de leve. Queria retribuir o prazer que sentia de qualquer forma que pudesse. Queria enlouquecer Taipan como ele o enlouquecia.

Taipan rebolava em sua cara, calmo, devagar, um gemido contínuo sendo emitido do fundo de sua garganta, as mãos puxando seu cabelo com força. Sentia-o estremecer quando conseguia enfiar a língua no canal quente e apertado.

De súbito, ele se levantou, descendo da cama e indo até o armário, fazendo uma careta de quem se amaldiçoa por esquecer algo. Abriu uma gaveta pequena e pegou duas embalagens. Kirishima logo deduziu que eram camisinha e lubrificante.

— Quero que me coma logo, Eijiro. — ele sussurrou em seu ouvido, ao voltar para a cama colocando as coisas ao seu lado.

Taipan pegou a camisinha, a abrindo e deslizando pelo pau duro e úmido de Eijiro, em seguida passando lubrificante em seus dedos e enfiando dois de uma vez em si mesmo.

Eijiro o assistiu gemer enquanto se preparava, tremendo de tesão, ansioso por prová-lo com seu pau, ouvi-lo gemendo enquanto o fodia com força.

Então, devagar, olhando nos olhos e sorrindo para Eijiro, sabendo muito bem do poder que já exercia sobre ele, Taipan se posicionou e sentou no pau grosso do cliente.

Eijiro se sentiu ser acolhido pelo local quente e apertado enquanto ele descia, a sensação deliciosa que ansiava finalmente se fazendo real, o calor no lugar aumentando consideravelmente enquanto ele começava a rebolar, mexendo só o quadril com a bunda empinada, lhe sorrindo com os braços apoiados em seu peito.

Esticou suas mãos para tocá-lo, para devolver o desejo que sentia agora, mas foi impedido. Surpreso, viu aquele homem segurar seus pulsos acima da sua cabeça com uma mão enquanto mantinha o controle em sua intimidade. Aqueles olhos rubros lhe diziam que só faria o que o dançarino queria naquele momento.

— Taipan. — Kirishima chamou.

— Diga… — ele gemeu.

— Me solte. Eu quero te tocar.

Mudando de postura, Taipan o lançou um olhar maldoso, apertando o agarre nas mãos dele.

Então começou a sentar com força, ritmado, fazendo intervalos com rebolados intensos, subindo e descendo como se ouvisse uma música e dançasse livremente. Com a outra mão, apertou com força a coxa que lhe servia de apoio, ao ponto de ver o rosto de Eijiro se desfigurar em um semblante que se perdia no mar de prazer. Aquilo encheu o ego de Katsuki de tal forma que reverberou tanto em seu rebolado quanto nos apertos que aplicava pelo corpo sob o seu.

Quando o sentia contrair de propósito, Eijiro se segurava com todas as forças para não gozar ainda, na agonia maravilhosa de querer o êxtase agora e ao mesmo tempo querer que o momento durasse para sempre, querer que nunca acabasse.

Depois de alguns minutos apertando e arranhando a pele suada e avermelhada abaixo de si, Taipan se abaixou, colando o corpo ao do cliente, a boca bem perto da orelha dele e falou:

— Tu gosta, não gosta? De sentir teu pau afundando no meu cu assim, — sentou com mais força — de me ver rebolando pra ti, gosta quando eu faço assim. — contraiu o próprio cu de propósito — Gosta, né?

— Gosto, ahh, eu gosto, Taipan . — Kirishima gemeu.

Investiu de volta contra ele ao passo que ele sentava, sentindo que seu orgasmo estava perto, agoniado por não querer que acabasse e ansioso pela explosão de prazer.

Taipan se apoiou nos joelhos de Eijiro e se ajeitou sobre ele, numa posição que dava ao outro a perfeita visão de seu próprio pau afundando no corpo de pele alva, dessa forma, soltando-o e dando-lhe liberdade.

Um olhar intenso Taipan mandou para os vermelhos que mal piscavam ao lhe encarar, fez o ar faltar a Eijiro, que gozou arqueando a coluna com um grito rouco, sentindo o pico de prazer deixar seu corpo dentro da camisinha, enquanto Taipan sentava com mais força, contraindo mais e mais a cada segundo, aumentando o volume de seus gemidos discretos, gozando no abdômen de Eijiro.

Minutos depois, o máximo que Eijiro conseguiu fazer foi tirar a camisinha e jogá-la em algum lugar após um nó que tomou todas suas forças restantes. Ao seu lado, Taipan já havia acalmado sua respiração, parecendo bem mais estável.

— Foi bom pra você?

Quando ele o olhou com as sobrancelhas franzidas, Kirishima questionou:

— Sou o primeiro a se importar com como você se sentiu?

O tom de pena não fora intencional, mas Taipan riu dele de qualquer forma.

— É claro que não. Sou muito requisitado aqui, sabia? Quase todos se preocupam com o que eu achei. — desdenhou — Você não foi ruim. Foi bem interessante, na verdade.

Eijiro não tinha certeza se aquilo era um elogio.

Tentou mexer o braço direito e, juntando forças, se virou para o lado de Taipan, o abraçando de lado enquanto ele estava deitado de costas na cama, beijando o ombro dele de leve.

— Sabe, foi muito bom pra mim.— Eijiro murmurou, o sono já tomando sua consciência para longe. Estava exausto.

Taipan riu.

— Eu imaginei. Realmente, você não foi ruim.

Eijiro apertou mais o homem em seu abraço.

Era pedir demais de seu orgulho admitir que fora bom também, entretanto havia algo que podia fazer por Eijiro.

— Katsuki. Meu nome é Katsuki. — Taipan disse.

Mas Kirishima já tinha dormido.

25. März 2020 00:07:13 0 Bericht Einbetten 2
Das Ende

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Luray Armstrong Oiii Sou não binário e pansexual. Pronomes masculinos: ele/dele. Obrigado! Viciado em: SasuNaru, KiriBaku, WangXian. No meu perfil você encontra fics de Naruto, BNHA, PJO e em breve MDZS. Sejam bem viad0s! arte do perfil: Nathy Maki

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