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sophialoren Sophia Loren

Saturno tinha medo de entregar os chocolates que tinha feito a Reia, no dia de São Valentim. | Ômega | | SaturnoXOC | | Universo Alternativo |


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#romance #saint-seiya #cavaleiros-do-zodíaco #saint-seiya-ômega
Kurzgeschichte
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Capítulo Único - Chocolates e sabonetes

Graadzapp

Subaru japajapa

Subaru: Deixe de ser mole, Saturno! É claro que ela vai amar qualquer coisa que você der! De pedaço de papel, chocolates ou algo precioso. Sendo esse último não tão exigido por ela. 07:30

Saturno: *carinha com olhos apertados* Ah, mesmo assim temo que Reia não goste! E é tão clichê fazer e dar chocolate no dia de São Valentim.

E se ficar horrível e ela odiar?! Ai, talvez seja melhor dar um sabonete da Avon 7:33

Subaru: Olha, só não lhe xingo por ser meu irmão gêmeo mais velho! Estou morto de sono, não dormi nada fazendo um trabalho da faculdade para hoje de tarde e quando penso que vou ter paz, você brota com uma coisa que nem deveria ser problema.

Aff!!! Saturno!!! E sabonete da Avon? Onde é que você conseguiu isso aqui na Grécia? Aff!!! Quer saber? Dá logo os dois 07:35

Saturno: Gomen (desculpa), irmão *carinha triste* estou muito nervoso. Nunca me senti dessa forma. Amo muito ela e não quero que dê errado 07:40

Subaru: Reia abala mesmo suas estruturas. Você não é assim. Vai dar certo, deixe de pessimismo.

Vou dormir e depois você me conta como foi! 07:45

Saturno: Obrigado, pelo apoio irmão! Bons sonhos.


O capricorniano suspirou, bloqueando a tela de seu celular. Passou as mãos nos grandes cabelos negros, colocando para trás até mesmo sua franja. Com os olhos castanhos avermelhados fitou a panela a sua frente no qual estava o restante do chocolate que tinha feito naquela manhã assim que acordou, e com a maioria das formas preenchidas.

Ele já estava à beira de uma crise de ansiedade. Eram dois anos de namoro com uma jovem garota, com seus vinte e dois anos, que se tornou um grande pedaço de seu mundo como jamais pensou na vida. Isso causa um receio de dar errado.

Queria que fosse perfeito, mesmo que só fosse uma entrega de presentes. Tanto que quando foi ao Brasil, sua terra natal, comprou sabonetes Avon.

Agora o dia de São Valentim batia a porta e ele tremia como uma vara e um adolescente imaturo, o que absolutamente era uma coisa impressionante, pois não era uma pessoa assim. Pelo menos era o que achava.

Respirou fundo, decidindo que pelo menos tentaria levar o doce, indo até o balcão retirando os chocolates das formas e colocando em um embrulho pink cheio de estrelinhas. Ao terminar colocou um laço lilás muito bem feito.

Sentou-se em uma cadeira próxima, limpando o suor frio que escorria de tanta ansiedade. Passou os olhos rápidos na pequena caixa igualmente embrulhado no centro da sala. Era o famoso sabonete.

Despertou de seus devaneios quando o alarme do celular tocou, sendo rapidamente desligado. Ficou impressionado o quanto o tempo passara rápido.

Agora tinha que ir para o hospital central, onde Reia estava se recuperando de uma pneumonia, ocasionada pela queda em seu sistema imunológico.

Tirou como um raio o avental, indo até o banheiro, para arrumar os cabelos e as roupas, retornando a cozinha e a sala onde pegou os dois presentes — colocando em sua mochila estrelada e cheia de planetas Saturnos — e as chaves do carro.

Era o início do horário de visitas e ele queria aproveitar todo o tempo que lhe era permitido com ela, nesse dia tão importante.

Assim que chegou no hospital, se dirigiu a recepção, onde teve sua entrada liberada para o quarto de Reia, pouco se importando com os olhares que recebia, por estar tão afobado.

A jovem moça estava deitada na cama hospitalar, com um livro de romance apoiado em suas pernas cobertas por um lençol e manta. Seus olhos castanhos claros estavam mais vivos, assim como seu cabelo ruivo encaracolado e com a pele mais corada. Isso alegrou Saturno, pois isso queria dizer que logo ela sairia daquele lugar.

Reia sorriu assim que o viu.

— Saturno! Chegou cedo hoje! — ele se aproximou e sentou na cadeira ao lado da cama, antes dando um beijo na testa da moça.

— Claro, querida! É um dia importante hoje — afirmou o capricorniano, passando as mãos nos cabelos, no qual percebia que não havia prendido.

Suas ações não passaram batido para a leonina, que percebeu desde que Saturno tinha entrado, o quanto estava ansioso, estressado e abatido.

Pegou na grande mão de seu amado.

— Não me diga que esse dia o deixou tão ansioso desse jeito? — fechou o livro com uma mão livre e o colocou na cabeceira ao lado, não deixando de encarar o mais velho, que até mesmo nas roupas malcuidadas.

Saturno arregalou os olhos, impressionado do quanto a mulher era observadora.

— Não, não! Está tudo bem — Reia levantou uma sobrancelha, fazendo-o deixar os ombros caírem. Não escondia nada dela mesmo — Ah, está bem. Fazia uma coisa para você, mas não sei se vale mesmo a pena te entregar — fechou os olhos, se escorando no encosto da cadeira.

Reia piscou incrédula e deu uma pequena risada que segurou um pouco, fazendo Saturno voltar a encará-la, curioso.

— Ah, Saturno — sorriu docemente — Não acredito que ficou preocupado com isso. Qualquer coisa vinda de você é muito bem recebida, sabe disso, querido — o capricorniano tirou receoso os dois embrulhos da mochila e entregou para moça — Dois?

— Ah, sim. Como disse eu fiz um, mas não sei se devia ter lhe entregado — apontou para o embrulho pink, no qual ela abriu rapidamente, antes que ele tivesse a chance de pegar de volta. E se deparou com os chocolates no formato de pequenos leões.

— Foi você que fez? — perguntou com os olhos brilhando, pegando um com extrema delicadeza.

Saturno coçou a nuca.

— Bom, sim — afirmou sem graça — Não foi uma boa ideia, né? Subaru me motivou a entregar-

— Eu adorei! E ainda mais por ter sido você a ter feito! — Reia em um pulo o abraçou.

Saturno relaxou um pouco, retribuindo o abraço, logo depois a ajudando a moça radiante a se deitar na cama novamente.

Reia logo pois na boca um dos pequenos bichinhos de chocolate, se deliciando com o sabor não tão forte e nem fraco. Um pouco doce, mas relevava pelo carinho que o rapaz tinha feito e que no momento olhava apreensivo esperando pela resposta.

— Ah! Está maravilhoso, querido — sorriu fechando os olhos, para igual felicidade do capricorniano que finalmente sentiu o mundo sendo tirado de seus ombros, se permitindo a sorrir também.

— Que bom! É um alívio saber disso! Pensava que estava ruim — admitiu rindo — E que era clichê demais.

Reia balançou a cabeça, quantas vezes já não tinha dito a ele para se preocupar tanto. Mas Saturno sempre fora assim. Uma coisa pequena estressava-o como se fosse um terrível quebra cabeças.

— Está muito bom mesmo! — afirmou, não deixando espaço para dúvidas — Adorei, sério! E adoro clichês, então não tem com o que se preocupar — pegou novamente na mão do rapaz, que agora sorria mais abertamente.

Seus olhos passaram pelo outro presente, uma pequena caixa mediana. Abriu curiosa com o conteúdo, sendo recebida pelo cheirinho de lavanda que emanava da caixa. Logo viu as inscrições em português e soube na hora de que marca eram. Uma que tinha elogiado quando ela usou uma vez, a uns meses.

Saturno deveria ter comprado na última viagem que tinham feito ao Brasil. Ele tinha escondido bem dela, pois não tinha percebido esse item a mais na bagagem.

Reia estava muito feliz, o capricorniano sempre tinha um zelo e um amor imenso para com ela e não era for ser frágil e viver passando de hospital em hospital quando sua imunidade caía muito. Era mais íntimo. Um verdadeiro sentimento, no qual correspondia com todas suas forças.

— Obrigada, Saturno! — fitou aqueles olhos castanhos avermelhados mais brilhantes do que quando entrara — Infelizmente não tenho nada para te dar agora — olhou para suas finas mãos, logo tendo seu rosto reerguido carinhosamente.

— Tudo bem, eu entendo. Só de ver você feliz e bem já é um grande presente para mim — afirmou com sinceridade.

— Saturno — murmurou encantada, as vezes nem acreditava que era namorada daquele homem.

E ela era muito agradecida por tê-lo ao seu lado.

3. Januar 2020 22:18:27 0 Bericht Einbetten 1
Das Ende

Über den Autor

Sophia Loren Só uma garota que gosta de escrever.

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