Kurisutaru Sakura Follow einer Story

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A história se passa em um mundo onde Humanos, Demônios, Anjos, Bruxas e criaturas míticas vivem em uma paz forjada por uma aliança constituída pelos cinco países mais influentes. Nesse mundo o uso de magia é algo rotineiro e, mesmo que os tempos de guerra civil estejam no passado, ainda é comum conflitos entre espécies. Nesse contexto vivem Naruto e Sasuke, dois conhecidos Caçadores de Nível elite. Ambos aceitam uma missão de Rank S que, a princípio, se constituía em algo simples - escoltar uma jovem conhecida como Cerejeira de Cristal. Mesmo com informações escassas e com um período curto para o cumprimento da missão, Naruto vê nesse momento uma oportunidade de conseguir sucesso em um ranking S e Sasuke só aceita por muita insistência do amigo. A Cerejeira de Cristal, cuja beleza é incontestável, será a protegida de ambos, em um caminho perigoso até o País do Vento. Universo alternativo l SasuSaku


Fan-Fiction Anime/Manga Nur für über 18-Jährige.

#sasuke #sakura #sasusaku #naruto
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Palácio de Cristal

- Ainda não sei como me convenceu a vir nessa missão - resmungou pela enésima vez

    Se não fossem amigos de longa data aquele discurso, sem dúvida, já teria tirado a paciência de Naruto. Todavia conhecia Sasuke suficientemente bem para saber o quão resmungão ele poderia ser, caso quisesse. O que parecia irônico, visto que o moreno era de poucas palavras. Mas assim foi durante o caminho. Sasuke não se conformava com a missão atual ao qual tinham aceitado. “Um desperdício de tempo” e “Podemos fazer algo mais importante que isso” dentre outras contestações foram ouvidas por parte dele. Havia dado seu melhor em convencê-lo em aceitar aquela missão e se seus frutos eram ouvir das reclamações dele, bom, poderia suportar aquilo. Os ganhos pareciam maiores. De fato era uma missão fácil e de certo modo tediosa, todavia ainda tinha um peso de importância a ser considerado, tal como um bom pagamento.

Não que o fizesse exclusivamente pelo ganho monetário, esse era um motivo a se considerar, porém suas razões eram maiores que essa. Por mais que esta fosse uma missão considerada fácil, em primeira instância, teve seu rank atribuído como S e sua resolução traria uma boa repercussão - principalmente por terem chegado até ali por indicações. Naruto tinha um objetivo bem delineado, aquela missão seria um bom passo para tal. Seu amigo também tinha um objetivo, ainda que fosse cabeça dura o suficiente para admitir que algo tão simples pudesse ajudá-lo. A tal missão consistia em escoltar uma jovem do país até as fronteiras vizinhas. Pelo que leu na papelada, aquela era uma jovem requisitada pelo próprio líder do país vizinho. Motivos ou detalhes de quem seria aquela garota eram escassos e quando Naruto questionou recebeu apenas um olhar reprovador de seu supervisor.

Sua curiosidade fazia aquele fato ser um comichão que o acometia sempre que pegava-se pensando sobre. Porém ao notar a pouca paciência ou inclinamento de Yamato as perguntas que lhe dirigiu, somados a total falta de interesse de seu companheiro, acabaram fazendo-o desistir; em primeiro momento. Sasuke insistia em dizer que aquilo não passava de uma escolta de uma concubina ao seu senhor, porém ainda soava como algo estranho. Contratar dois guerreiros de alto escalão para essa missão o fazia questionar sobre a simplicidade daquilo. “Tem homens que ficam secos por um par de pernas” lembrou de Sasuke dizer essas palavras quando Naruto insistiu que poderia haver algo mais. No fundo talvez apenas quisesse que houvesse algo a mais ali, isso lhe tiraria o tédio de algo tão raso.

Naruto e Sasuke cresceram no País do Fogo, o maior em poder bélico dos cinco países principais que formam o chamado Círculo Sagrado. Também era o país cuja população majoritária era humana. Isso se dava ao fato de grandes Clãs consagrados terem suas raízes ali e, mesmo com os últimos séculos difíceis, ainda se mantinham firmes. Muitas guerras aconteceram até que a aliança enfim tivesse sido selada e assim tendo um basta nos conflitos entre espécies. Ou ao menos uma leve pausa. Durante anos, humanos viveram em guerra civil com demônios, bruxas e bestiais. Por mais que a aliança do Círculo Sagrado trouxesse uma fachada, ainda era melhor do que o caos que regia aquelas terras, há cinquenta anos atrás.

Os amigos nasceram em tempos calmos, o que não os impediu de presenciar os frutos podres da guerra, que ainda insistiam em aparecer. Ambos tinham talentos natos para a batalha e se graduaram-se como caçadores ainda novos. Cada um tivera seu reconhecimento atual de forma específica. Naruto tinha em um poder em si desde seu nascimento, algo que grande parte dos moradores de Konoha, província onde cresceu, conhecia e que era visto com olhos amedrontados pela maioria dos tolos e admiração por outros - os que realmente conheciam seu valor. Ele era o receptáculo atual de uma entidade, uma longa história que tinha uma parte enigmática até mesmo para si e um peso ao qual ainda lutava para se habituar. Já Sasuke vinha de uma família consagrada de caçadores de demônios, cujos olhos eram uma herança e uma honra. Um dos Clãs de longa data que nutriam a força bélica do país do fogo. A ele sempre foi direcionado grande expectativa e cobrança.

No mundo em que viviam, força era reconhecimento, reconhecimento era poder e pelo poder se comprova a valia de sua vida. Um mundo em que humanos comuns, como eles, tinham de trabalhar duro para parear com criaturas que não pertenciam àquele mundo. E que mesmo assim se tornaram parte daquelas vidas.

Viajaram por dois dias até chegarem ao seu destino, o palácio de cristal. Tal palácio tinha a proteção dos anjos e dali eram treinados os melhores Soldados Sagrados. Essa era uma das pistas que fazia Naruto acreditar que aquela não era apenas uma concubina. E principalmente que podia se tratar de uma não humana. Poderia ser uma Soldado forte e de sangue sagrado, ou uma current, sempre desejou conhecer uma.

- Você mesmo disse que isso será fácil - relembrou Naruto enquanto esperavam pela abertura dos portões - Então não precisa ficar reclamando

Sasuke estalou os lábios. Os enormes portões do palácio eram entalhados à ouro e pedras preciosas, um exagero, se não fosse tão milimetricamente desenhado. Naruto pegou-se pensando o tempo que demandaram para fazer tal obra de arte e quem poderia ter feito aquilo, de certo houve o uso de magia. O desenho que ambas as portas formavam era de um anjo, os olhos feitos em lápis lazuli.

- Você já teve vontade de treinar aqui? - Naruto questionou, sem tirar os olhos das pedras azuis que pareciam fitá-lo - Quer dizer, dizem que é difícil

- A especialidade daqui é selamento - Sasuke deu de ombros - Não tenho interesse nisso

- Ora vamos, não vai me dizer que-

Foi interrompido pelo som do portão a se abrir. Havia uma expectativa crescente nos olhos de Naruto, um contraste gritante a apatia apresentada por Sasuke. O loiro adentrou ao salão, repetindo a palavra “nossa” a cada detalhe que via. Era um hall grande o suficiente para abrigar um gigante, ou melhor, uma dúzia deles. Os vidros eram coloridos e tinham desenhos adornados, uma cena diferente para cada vidraça. Pareciam contar uma história, talvez se tivesse prestado atenção nas aulas do colégio saberia de que conto se tratava. Quando olhou para o teto pode notar uma pintura que reproduzia um céu em seu total esplêndor, era como se de fato o fitasse, azul e com nuvens brancas.

Voltou sua atenção a realidade, graças a um tapa recebido em sua nuca:

- Se recomponha, idiota - repreendeu Sasuke

Estava disposto a retrucar a ofensa quando ouviu o som de passos. O chão parecia feito de vidro, embora soubesse que não fosse, não soube dizer que tipo de material peculiar era aquele. O som dos saltos a bater naquele chão era algo ritmado e logo chamou a atenção de ambos. Não demorou para que uma mulher loira e de vestes verdes, nobres desde o tecido ao corte, fosse os recepcionar. Sua postura era intimidadora, ainda que inspirasse uma luz que Naruto nunca havia contemplado. Havia um losango em sua testa, uma marca a qual não conhecia. Fez uma reverência por instinto e encarou feio o amigo quando notou que este permaneceu alheio como antes.

- Devem ser o Uzumaki e o Uchiha - ela cruzou os braços, os analisando de cima a baixo - Esperava caçadores experientes

- Pode solicitar outros, se não estiver contente - Naruto deu uma cotovelada no moreno, para repreendê-lo

- Fomos indicados pelo Yamato - Naruto respondeu, embora não tivesse gostado do tom empregado pela outra

- Eu sei - ela suspirou, parecia impaciente - Serei breve. Ela deverá chegar ao País do vento antes que a lua mude - Naruto fez uma careta ao contestar o pouco tempo que tinham - É algo urgente

- Isso vai ser fácil - retrucou o loiro - Mas o que é de tão urgente?

- Tudo o que vocês deveriam saber, estava nos papéis - o Uzumaki entortou a boca - Informações para além disso não lhes diz respeito

Naruto sentiu-se tentado a dar-lhe alguma resposta mal criada, todavia notou que a mulher direcionou a atenção a um ponto específico. Ao fim do salão havia uma escada, a superfície semelhante a vidro também era presente nos degraus. Deslizou o olhar até o topo e tão logo esqueceu-se da irritação que tinha. Ela era linda. Parecia um anjo e por um momento Naruto teve certeza, mesmo sem prova alguma, de que ela não era humana. Ela vestia um kimono rosa coberto de desenhos florais, tão majestoso que se assemelhava a uma vestimenta real; e poderia de fato ser. Suas mangas eram longas e saia eram longos, o que fazia com que seus pés e mãos ficassem escondidos. Seu cabelo era rosa e, mesmo preso com um pequeno adorno a cabeça, ainda havia mechas enormes a escorrer por suas costas. Seus olhos eram verdes e havia um losango em sua testa; pensou ser algum tipo de técnica transpassada à ela. A mulher loira, cujo nome não sabia, se aproximou da jovem que descia as escadas, Naruto não desviou o olhar nem por um segundo.

- Ao menos disfarce, idiota - ouviu a voz de Sasuke

- Até mesmo você tem que admitir - trocou um olhar cúmplice com o amigo - Ela é linda, não?

- Ela é uma concubina - deu de ombros o moreno - É esperado dela que seja bonita.

Naruto entortou os lábios: - Até para elogiar você consegue ser tosco

- Eu não a elogiei

O loiro bufou, logo voltando a atenção a jovem, que trocava algumas palavras com a mulher que julgou ser sua mentora. Olhando de perto ela se assemelhava estranhamente ao anjo que estava na porta. Por um momento pode entender, mesmo que mergulhado em suposições, a pressa que o Líder do país vizinho tinha. E as palavras descritas no papel da missão. “O transporte de um tesouro, a Cerejeira de Cristal”

 

25. Oktober 2018 20:04:58 0 Bericht Einbetten 0
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