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rk Raíssa Kreppel

Os pés balançavam incessantemente para cima, enquanto o castanho permanecia mega concentrado na revista de moda masculina. Algumas vezes chegava a arrancar algumas gargalhadas singelas do loiro. — ‘Tá confortável? — questionou, risonho. [EUNHAE][FLUFFY]


Fan-Fiction Bands/Sänger Nur für über 18-Jährige.

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Kurzgeschichte
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Capítulo Único

Os pés balançavam incessantemente para cima, enquanto o castanho permanecia mega concentrado na revista de moda masculina. Algumas vezes chegava a arrancar algumas gargalhadas singelas do loiro, que o fitava continuamente desde que levantaram naquela manhã, e tudo por causa de inúmeras roupas que não possuíam sentido.

Donghae não estava nem aí, também não fazia questão de entender a moda grotesca que diziam ter sentido. Tudo que importava, naquele momento, para o pequeno era: permanecer com a cabeça deitada nas pernas do maior ao mesmo tempo que sentia um cafuné gostosinho pelo couro cabeludo — e, principalmente, trajando apenas uma blusa social do namorado.

— ‘Tá confortável? — questionou, risonho.

— Demais — concordou, fechando os olhos. Não havia recuperado o sono acumulado dos meses passados, mas fazia o máximo de esforço para conseguir um resultado satisfatório. — Por que não deita e me abraça bem apertado? — sugeriu, arqueando uma sobrancelha ao encará-lo.

— Me olhando desse jeito — arrastou a voz. — Você consegue até as senhas das minhas contas bancárias.

— Hm — sorriu. — Interessante — falou, levando os dígitos da sestra para dentro da camiseta que o outro usava, arranhando levemente o abdome malhado. — Acho que as minhas táticas de sedução surtiram efeito — mordeu o lábio inferior.

— Oh — suspirou dramaticamente. — Sempre soube que era tudo uma farsa — murmurinhou, abaixando-se próximo ao rosto do mais novo. — Que esse rostinho bonito só queria me fazer de bobo — capturou o lábio, que, anteriormente, era castigado sem dó pelo amante.

— Uhum — conseguiu resmungar ao mesmo tempo que a língua do namorado invadia sua cavidade bucal. Porém, minutos mais tarde eles foram obrigados a se separarem, pois estavam mais ofegantes que qualquer competidor olímpico. — Vamos, uh? — Puxou-o pelo cós da calça moletom. — Deita comigo.

— Tão manhoso — exprimiu, deixando mais um selar na têmpora do castanho. — Por mais que seja tentador — começou, atraindo o olhar do menor. — Serei obrigado a recusar.

— Por quê? — perguntou, curioso.

— Tenho que resolver uns assuntos hoje e...

— V-você va-vai sair? — lentou-se rapidamente, experimentando sentir as vistas arderem. — Pensei que poderíamos ter um dia para nós — abraçou-se.

— Donghae — chamou-o, preocupado. A destra ainda tentou segurá-lo pela blusa que vestia, mas falhou miseravelmente quando ele se afastou mais de si.

O olhar culpado do mais velho recaiu no mais novo. Como poderia ser tão estúpido para o negligenciar tão rápido? Não fazia sequer quarenta e oito horas que estava de volta e já pensava em resolver os assuntos não resolvidos de tempos atrás.

— Hae...

— Tudo bem — balançou a cabeça, caminhando até o quarto que dividiam. — A gente pode reorganizar o nosso tempo — sussurrou, procurando não deixar transpassar a decepção pela voz.

— Hae, meu amor — começou, entretanto nem terminou quando viu o namorado negar com a cabeça. Suspirou angustiado. — Quando eu voltar, nós conversamos, ok?

— Tudo bem.

[...]

Hyukjae andava encolhido dentro dos casacos grossos, pois nem mesmo o cachecol denso era capaz de barrar o frio que batia em seu rosto. Para muitos — por aqueles que passava na rua — ele parecia tranquilo, numa paz invejável. No entanto, por dentro estava destruído, cogitando correr de volta para casa.

Para Donghae.

Um suspiro audível abandonou os lábios fartos do mais velho, estancando os passos no meio daquele caos nas ruas de Seoul. Uma pessoa ou outra esbarrava em seu ombro, mandando uma frase mal-educada enquanto continuava os passos apressados para seja qual fosse o lugar.

O loiro não conseguia pensar. Mas, tudo que lhe restava era uma única imagem do namorado decepcionado consigo — muito embora fosse necessária aquela saída durante o dia. Balançou a cabeça, tomando o telefone celular em mãos, discando para amigo barra chefe.

Alô? — atendeu Jongwoon. Por mais que parecesse tranquilo e carismático quando atendia o telefonema, era notável o quão bagunçado e barulhento conseguia ser.

— Jongwoon — chamou, enrugando a testa ao ouvi-lo repetir a saudação. — Jongwoon! — escutou uma risada estranha abandonar os lábios do amigo.

Está atrasado! — expôs. Os dedos seguravam com força o copo cheio de bebida alcoólica ao mesmo tempo que punha um sorriso malicioso ao vislumbrar uma dançarina. — Nem voltou ao trabalho e já está se comportando como um moleque — repreendeu.

— Não é isso — arrastou a voz. — Já estou em frente a empresa — revelou, ouvindo uma exclamação de surpresa sair de Jongwoon. — Porém, — aspirou fundo — eu preciso voltar para casa, Ye.

Por quê? — questionou, chamando com o dedo a dançarina que dançava sensualmente.

— Porque Donghae precisa de mim — explicou ainda parado no meio da rua. — Por favor, prometo recompensá-lo.

Ah — exauriu os pulmões. — Sabe que não é necessário — falou. — Não há um motivo aparente para que volte a empresa tão rápido, você sabe.

— Obrigado.

Idiota — resmungou, desligando o celular na cara de Hyukjae.

[...]

— Querido? — chamou ao abandonar os coturnos na entrada de casa, largando igualmente as luvas na cômoda que detinha a chave do namorado. — Amor? — apelou outra vez, porém não houve resposta.

Preocupado, Hyukjae correu até o quarto de ambos. Notando que Donghae estava completamente adormecido sob as cobertas à medida que apertava o seu travesseiro contra si, em uma tentativa de substituí-lo por algumas horas. Instantaneamente relaxou os músculos, retirando os casacos que haviam o protegido daquele frio miserável que pairava na cidade.

Em segundos, o loiro removeu as roupas, dobrando-as e pondo-as sobre uma cadeira perto da escrivaninha de trabalho do namorado. Chispando imediatamente para debaixo das cobertas quentes ao passo que circulava a cintura do castanho, trazendo-o para perto de si.

— Hyukkie? — falou, sonolento.

— Oi, neném — mensurou ao beijá-lo delicadamente. — Já voltei, desculpe-me — abaixou a cabeça num tom envergonhado.

— Hm — aconchegou-se nos braços do mais velho. — Que bom — soprou, guiando os dígitos para as costas definidas do outro.

— Não está zangado? — escondeu o rosto no travesseiro, que ainda jazia perto de Donghae.

— Não — afirmou sem demora. — Apenas decepcionado — continuou. — Não pense que estou sendo mesquinho — respirou. — Mas fiquei tanto tempo distante de você, que pensei: um tempinho longe de tudo e de todos não fará mal.

— Hae...

— Pelo visto eu estava enganado.

— Não estava, não — replicou, roçando os lábios contra o queixo definido. — Fui afobado.

— Tudo bem — ofereceu um sorriso. — Você já voltou.

Amo você demais — confessou, reparando os pelos do namorado eriçarem. — Demais — assegurou.

Eu também.

— Então... — rompeu o silêncio que pairou entre eles — apenas fique comigo.

— Não precisa pedir, Hyukkie — deslizou o nariz pelo rosto do mais velho, dando um beijinho de esquimó ao final. — Eu sempre fico. 

25. Juni 2018 17:33:35 2 Bericht Einbetten 0
Das Ende

Über den Autor

Raíssa Kreppel Ficwriter floppada. Ativista do só sei que nada sei. #SuperJunior.

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sebin  sebin
eu amo essa fanfic demais meu deus
25. Juni 2018 12:49:20

  • Raíssa Kreppel Raíssa Kreppel
    Yaaay <3 Eu fico muito feliz que você goste dela, aaaa. Em breve vem os novos capítulos, hehe. BEIJOS DA ANÃ. 25. Juni 2018 12:57:12
~