alexisrodrigues Alexis Rodrigues

[sequência de Crucified] Após terem seus destinos mudados para sempre por intervenção de uma fanfiqueira invadindo seu universo para salvá-los de Lúcifer e levá-los a outro universo muito pior, Sam, Dean e Castiel se percebem finalmente livres para viverem suas vidas como bem desejarem ao voltar pra casa. Enquanto Sam se mostra curioso e ansioso para aprender mais sobre magia com Rowena e se aventurar com o arcanjo Gabriel, Dean se vê enfim com uma oportunidade de fazer o que sempre quis: iniciar um relacionamento de verdade com Castiel. Com um empurrãozinho nada discreto, a autora faz com que o mais novo casal tenha uma vida mais tranquila com tempo para aproveitar entre eles, mas mal sabia Dean que as confusões em seu universo estavam bem longe de acabar, porque, ao lado de Coríntio, Crowley e Alastair, Alexis começa a trabalhar em melhorias para Céu, Terra e Inferno, dividindo seu tempo entre governar, remediar e recriar laços perdidos com seu primogênito recém-ressuscitado enquanto seu filho mais novo cresce em seu ventre. Mas uma vida de calmaria simplesmente não combina com a autora e muito menos com o pesadelo que a acompanha.


Fan-Fiction Series/Doramas/Soap Operas Nur für über 18-Jährige.

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Parte Um - Dean e Castiel

Se por um lado era bom estar de volta em seu próprio universo, por outro lado, Dean não conseguia parar de pensar no que aconteceria dali em diante. Morpheus foi derrotado e estava a universos de distância, Alexis estava no auge de seu poder, qualquer um que ousasse ameaçá-los teria um destino horrível, mas…

– E o garoto?

De volta à casa de Kelly, onde a nova mãe finalmente poderia descansar de forma segura, com Castiel ocasionalmente cuidando de Jack e os demais descansando espalhados pela casa - salvo Gabriel e Sam, que estavam fora, comprando comida - e Rowena, Coríntio e Valquíria, que tinham ido atrás de Crowley, Dean surpreendeu a autora com a pergunta enquanto tomavam café, sentados em um tronco na beira do rio. Alastair estava sentado mais distante na praia, ninando a pequena Helena.

– O que tem ele?

– Onde vai deixá-lo?

– Eu não vou deixá-lo em lugar nenhum. É escolha dele a partir de agora. Óbvio que eu queria que ele ficasse aqui e tivesse uma vida comum sendo um bom pai, mas eu não mando nele. Ele já é adulto.

– E o lance com Crowley?

Ela suspirou, deixando a caneca de café meio bebida sobre a areia.

– Se ele não tomar uma decisão, eu tomarei.

– O que quer dizer com isso?

– Prometi que deixaria vocês seguros – o encarou através dos óculos pretos. – Tô disposta a fazer coisas que abomino pra isso, mas já entendi que não posso ficar pulando de universo em universo sem assumir responsabilidade pelas mudanças que eu faço. Se eu mudar as coisas por aqui, eu tenho que ficar, ou pelo menos voltar de tempos em tempos.

– Mas isso não vai atrair Chuck de volta pra cá com a Amara?

– Eu tô contando com isso – fez Dean engolir a seco. – Ele não deu as caras lá mesmo depois de tudo que eu fiz. Vocês são os favoritos Dele, e eu entendo isso, mas só acabar com Ele não basta. Deus não pode ser realmente destruído, nem Amara. Só podem ser atrasados ou contidos, e sabendo do tempo que ela ficou presa, duvido muito que ela facilite as coisas se me ver como inimiga. Vocês são a minha família – a declaração suavizou a tensão em sua tez. – É minha obrigação protegê-los.

– Sabe que a obrigação não é só sua, não é?

– Sei, mas tem coisas que não podem fazer – desviou o olhar. – O Céu está sem governante e o Inferno também, a casa está uma bagunça. Temos um recém-nascido nefilim herdeiro de Lúcifer e uma criança meio-cambion, então não posso simplesmente deixar as coisas como estão.

– Concordo com isso – ouviram Castiel às suas costas. – Mas me preocupo com o tipo de mudança que você pretende fazer. As coisas que aconteceram antes…

– Não vão se repetir – Alexis levantou para encará-lo. – Eu passei dos limites, reconheço que estive muito perto de me entregar a tudo que eu odeio, mas não vai se repetir, Castiel.

– E que garantias nós temos de que vai manter a sua palavra?

– Não tem nenhuma – mordeu o lábio inferior. – Eu estava fugindo antes porque pensei que, já que nunca farei parte daqui, não de verdade, era melhor eu ir embora quando tivesse chance e parasse de interferir, mas já passei demais do ponto. Se eu parar de interferir nas coisas agora, o castelo de areia se desfaz e vocês ficam à mercê da vontade Dele, e isso eu não posso permitir. Tenho filhos com os quais me preocupar, e você sabe como é isso agora. Merecem uma vida tranquila, todas as pessoas boas desse universo merecem, então eu farei isso acontecer. Cansei de fugir.

– Bom, pelo menos você, querida.

Rowena reapareceu, acompanhada por Coríntio, Valquíria, e um nada feliz de estar ali Crowley. Valquíria logo correu pela praia até encontrar Alastair e Helena.

– Belo plano você tem, pra alguém que se despediu de mim e eu pensei que não veria mais na minha frente – o demônio semicerrou os olhos. – Não imaginei que ficaria aqui.

– Não pretendia – ela começou a se aproximar. – Mudança de planos. Então, tá dentro ou não?

– Pensei que tivesse deixado claro que já me cansei do Inferno.

– É, deixou, mas você é o melhor administrador que o Inferno já teve e eu quero você lá.

– E o que eu ganho servindo você e voltando pra aquela pocilga?

– O que você quer?

A pergunta pareceu pegá-lo de surpresa, Dean os entreolhando com apreensão, assim como Coríntio.

– Todos esses séculos tudo o que queria era poder, e agora que vou entregá-lo de bandeja… Não sabe mais o que quer? Você realmente mudou.

A aproximação de Alastair chamou a atenção dos demais. O Príncipe encarava o Rei com desconfiança.

– Pai…?

Crowley o mediu da cabeça aos pés antes de encarar o bebê nos braços do rapaz e então Valquíria, que não demorou a se aproximar dele de novo para cheirá-lo e se sentar ao seu lado.

– Esse é o rapaz? – encarou Alexis, que assentiu. – Não posso negar a semelhança. Príncipe do Inferno, não é?

– Costumava ser. E você, ainda é rei aqui?

– Não no momento. Sua mãe está tentando me convencer a ocupar o cargo de novo.

– Talvez devesse. Um Inferno desgovernado não é bom pra ninguém. Precisa haver certa ordem no caos, o Inferno tem que ser mantido por mãos de ferro que não se esqueçam de suas obrigações.

A declaração fez o mais velho arquear as sobrancelhas, surpreso. Mesmo Dean não esperava aquilo.

– É, você é mesmo meu filho – deixou um esboço de sorriso aparecer. – O outro eu parecia muito mole pro meu gosto.

– O outro você se lembrou como era ser humano e eu soube que você também, não muito tempo atrás. Se lembrar do que era ajudava você a governar melhor. Ser parte humano era o que mantinha a minha cabeça no lugar, e ainda mantém – encarou a mãe. – Se vai pegar a coroa de volta, deve ter alguém confiável por perto.

– Alastair… – sua mãe chamou sua atenção. – Acabou de voltar dos mortos, tem a Helena. Pensei que quisesse uma vida comum depois de tudo.

– Não foi pra isso que a senhora me criou – a encarou, e ela engoliu a seco. – Sou um Príncipe do Inferno, nascido e criado, sei o meu propósito. Uma vida comum nunca foi feita pra mim, mas os anos que dividi com meus amigos foram bons, não posso negar. Helena é mais humana que demônio – olhou para Dean. – E vou criá-la do jeito humano, mas não somos iguais. Sei o meu lugar. Então – tornou a encarar Crowley. – Acho que nós devemos discutir uma melhoria na organização do seu governo.

– É uma boa ideia – Crowley enfim sorriu. – Nos deem licença – se afastou, acompanhando o filho de outro universo em uma caminhada pela praia, deixando os demais chocados e confusos.

– Eu não tava esperando por isso – Alexis quase caiu sentada no tronco, Coríntio e Valquíria se aproximando dela.

– É, eu tenho que confessar que ele não é nada do que eu imaginava – disse Dean. – Esperava um demônio com sede de sangue depois do que Morpheus fez com ele, mas ele parece focado.

– Eu o deixei sozinho em um momento crucial – ela suspirou. – Ele só tinha dezesseis anos. Eu deveria ter esperado mais. Ele mudou muito.

– Perder os pais faz isso com a gente – a encarou, e ela abaixou a cabeça com culpa.

– Bem, já que está tudo resolvido por aqui, vou resolver uma questão pessoal, se não se importarem – Rowena chamou suas atenções.

– O que vai fazer? – Dean franziu o cenho.

– Bem, se eu vou ficar, a outra eu que Lúcifer matou não pode voltar à vida. Particularmente não gosto muito da minha evolução nesse universo, então eu vou me encontrar e me matar definitivamente. Esse universo é pequeno demais para duas Rowenas – sorriu.

– Fique à vontade – disse Alexis. – Ligue se precisar de algo.

– Claro. Coríntio, querido, se importaria de me teleportar?

– Volto já – o loiro se curvou para beijar a testa da amante antes de se afastar com a ruiva e desaparecer em um piscar de olhos.

– O que vai fazer agora? – Castiel perguntou a ela.

– Me diga você – o deixou confuso. – De que formas você acha que podemos melhorar o Céu?

~

Muita coisa a ser feita, coisas que não estavam nas mãos dele.

Alexis havia pedido que nenhum deles se envolvesse em nenhuma caçada porque ela resolveria os assuntos que diziam respeito a monstros, mas voltar para o bunker e ficar sem nada para fazer era desconfortável para ele - não tanto para Sam, que ultimamente estava passando muito tempo com Rowena e Gabriel, uma estranha relação que Dean ainda não entendia. Parecia que aquela Rowena era muito mais tranquila e centrada que a que eles conheceram, e até mais feliz.

Mary estava tão inquieta quanto o mais velho, ainda mais com todas as restrições impostas por Alexis, que deixou bem claro que não gostava dela e só a deixava viver por consideração aos rapazes. Não podendo caçar, a matriarca decidiu cair na estrada, mas sempre mantinha os rapazes a par de onde estava e o que fazia.

Durante a semana Dean visitava a casa de Crowley - casa essa onde só tinha pisado uma vez, anos antes, quando foram atrás do Colt - o que era uma rotina que ele ainda achava esquisita, pois era onde Alastair estava morando com Helena, e quando os dois partiam de volta para o Inferno, ele ficava com Castiel lá, cuidando de sua neta de outro universo.

Era uma das poucas coisas que o impediam de surtar com a calmaria e a falta de ocupação. Era bom fazer algo útil e ver sua neta crescendo era algo que realmente o enchia de alegria, as pequenas coisas que os bebês fazem, nada demoníaco nela.

Ao menos ainda.

– Você acha que ela… – ele chamou a atenção do anjo enquanto embalava a pequena para dormir em seus braços. – Algum dia vai…?

– O que? Ficar como o pai?

– É.

– Improvável – respondeu enquanto Dean se aproximava do berço, colocando a pequena dorminhoca lá, saindo do quarto de mansinho com Castiel. – Considerando a história da família, e o fato de ter tido uma mãe humana, acho que ela será consciente do que ela é e de quem é. Talvez tenha dificuldades de encontrar seu lugar nesse mundo, mas ela tem vocês.

– É engraçado, sabia?

– Qual parte?

– Ser avô sem ter sido pai. Quer dizer, cuidei do Ben por um tempo, e não pude fazer nada sobre a Emma, não tinha como, mas… Eu invejo o que o outro eu tinha – se virou para encarar o anjo. – Tinha tudo que eu queria: os pais vivos e bem, uma vida segura e confortável, filhos, uma neta… Aposentado. Isso até aquele otário do Morpheus aparecer, mas…

– Ainda pode ter isso, e terá. Claro, não será a mesma coisa, e sabemos como Alexis se sente a respeito dos pais de vocês, mas apesar de todas as coisas horríveis que ela fez, nenhum de nós pode negar que ela está se esforçando pra dar a todos uma boa vida e colocar ordem no universo. Você acredita na mulher, mas ainda teme a deusa, é compreensível.

– Acha que podemos confiar nela?

– Ela ouviu você em um momento crucial. Foi o único capaz de trazê-la de volta a si. Não acho que estaríamos tendo essa conversa se não pudéssemos confiar nela. Estou me permitindo acreditar, o que, sendo sincero, é a coisa mais assustadora que eu tenho feito recentemente.

– Eu só… – suspirou profundamente, parando de caminhar quando chegaram na cozinha. – Queria me sentir seguro.

– Talvez demore um tempo, Dean, mas vai conseguir. Vamos ficar bem – ele sorriu. – Me parece que enfim estamos todos do mesmo lado.

Dean assentiu pensativo e então olhou para a cozinha à disposição.

– Fome? – Castiel indagou.

– Sim, mas não sei o que quero – foi até a enorme geladeira, ricamente abastecida de comida saudável, orgânica, coisas que Alastair gostava de comer.

– O que acha de comermos cheeseburgers depois que Alastair voltar?

– Pode ser – fechou a porta da geladeira, bufando. – Talvez eu só precise de um banho e um cochilo, sei lá.

E naquele silêncio, enquanto fitavam um ao outro, ele se deu conta do que realmente precisava - e não era comida.

Castiel entendeu - o anjo tinha um raciocínio rápido, mas seletivo - e se aproximou dele, levando as mãos ao rosto do caçador, Dean relaxando sob seu toque, levando os lábios aos dele em um beijo terno e demorado.

Já tinha algum tempo que a relação dos dois havia engatado, mas até então ainda não tinham tomado um tempo a sós para realmente aproveitar a presença um do outro da forma que sempre desejaram.

E ali, na cozinha de Crowley, as coisas estavam prestes a mudar.

Pois o beijo terno se tornou voraz, Dean reconhecendo que a fome que tinha era por Castiel, cada fibra de seu corpo gritando pelo anjo, ansiando por mais, desfazendo o nó da gravata dele com certa pressa, ajudando-o a se livrar do sobretudo enquanto o anjo tirava suas camisas, quase as rasgando no processo antes de segurar Dean e o sentar na bancada da cozinha.

Dean tremia sob o toque do anjo, arfando alto enquanto a boca de Cass se ocupava em seu pescoço, segurando-o pelos cabelos com uma mão e a cintura com a outra, apertando com vontade, já percebendo a visível excitação crescente nas jeans do parceiro.

O anjo parou o que estava fazendo, se afastando um pouco, no que Dean gemeu inconscientemente.

– Você está confortável? Aqui? Não nego que quero isso há muito tempo, mas se não estiver pronto, Dean, posso esperar.

– Não, Cass – segurou suas mãos, levando-as ao seu rosto e as beijando. – Eu tô pronto. Eu quero você, quero agora mais do que nunca. Não tem nada no nosso caminho.

O anjo encostou sua testa à do amado, levando suas mãos ao traseiro dele e o erguendo da bancada, e no segundo seguinte Dean percebeu que Castiel os teleportou para o quarto de hóspedes. Crowley de vez em quando acertava na decoração de lugares, e aquele quarto tinha uma decoração gótica, com uma grande cama de casal com um dossel de cortinas pretas.

O som de uma porta pesada batendo fez o casal parar tudo que estava fazendo, toda a excitação desaparecendo quando a adrenalina de serem pegos no flagra começou a atingi-los, e em alguns segundos recuperaram a compostura e arrumaram suas roupas de novo - as que tinham no corpo, e quando saíram do quarto, deram de cara com Alastair no corredor, segurando o resto das roupas deles.

– Sério mesmo? – arqueou as sobrancelhas, jogando as roupas para as mãos dos dois. – Da última vez que um casal se comeu e deixou uma criança sem supervisão, Lars Von Trier fez um filme perturbador.

– Quem é Lars Von Trier? – Castiel perguntou confuso.

– Você viu ‘‘Anticristo’’? – Dean franziu o cenho, se vestindo.

– Vi filmes que ninguém deveria ver, só pra castigar almas da forma mais adequada lá no Inferno… – Alastair semicerrou os olhos. – Vão pra casa, por favor.

– Agora mesmo – disse Castiel antes de teleportar Dean consigo de volta para o bunker.

Uma noite estragada no auge…

22. September 2023 19:37 0 Bericht Einbetten Follow einer Story
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