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Itachi só queria um tempo com o teimoso do seu noivo. E teria, nem que fosse dentro daquele maldito táxi.


Fan-Fiction Alles öffentlich.

#Naruto #Lemon #Itachi/Shisui #Pwp
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Cê sabe?!

A ideia dessa oneShot surgiu a partir de um desafio promovido pela página e grupo "Fanfics Naruto Shippers", o link estará nas notas finais.

A música é "Vou de Taxi" da Angélica, e eu tentei encaixar ela nesse PWP e então não me julguem se possa ter ficado meio cômico.

Espero que gostem, boa leitura.
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Mais uma vez as mãos percorriam o próprio corpo, enquanto que a direita dava o alívio que o membro pulsante tanto implorava, a outra fazia o trabalho de o explorar por trás.

Os olhos fechados, a respiração pesada batia contra o vidro do box daquele banheiro que parecia tão grande quando estava sozinho.

A mente vagueava entre as sensações que sentia quando as mãos de Shisui apertavam a carne leitosa, em como os olhos escuros nublavam em desejo quando o tomava para si, e como ele sussurrava sacanagens em meio a juras de amor em seu ouvido.

Gozou ao lembrar-se de como a voz grossa soava carinhosa quando dizia que o amava, mas o orgasmo não o trouxe nenhum tipo de alívio.

Era ridículo precisar se tocar pensando no noivo, quando ele poderia tê-lo ali consigo. Poderiam passar a noite se dividindo entre o sexo e a netflix, Itachi não conseguia imaginar um programa de casal mais interessante que aquele, porque quando estava nos braços do primo, nada mais importava, ele era tudo que precisava.

Poderiam se Shisui não tivesse aquela mente tão fechada.

Acontece que os dois estavam noivos a mais de dois anos, e só não haviam selado o matrimônio e unido as escovas de dentes, porque o mais velho não aceitava que a família de Itachi e o próprio arcassem com as despesas da cerimônia, bem como a casa nova. E ele ainda não tinha o suficiente para que pudessem dividir as mesmas.

Embora Shisui também fosse um Uchiha, sua família vinha de um ramo diferente, eram primos de terceiro grau, então a família do mais velho, bem como ele mesmo, viviam em uma realidade financeira bem diferente da família de Itachi, que vinha de uma longa linhagem de advogados e juízes renomados, e com uma conta bancária de dar inveja.

Sendo assim, desde o noivado, Shisui se dividia entre o emprego que tinha como anestesista no hospital público de Konoha, e um trabalho de taxista.

Itachi achava aquilo uma grande bobagem, ele estava pouco se fodendo para o dinheiro ou para o quanto gastariam em uma cerimônia, ou até mesmo em realizar uma cerimônia. Tudo o que desejava era acordar de madrugada e encontrar aquele que amava ao seu lado na cama, e não ficar com a mente preocupada entre, “E se um cliente do táxi não quiser pagar e lhe assassinar?” e “E se ele estiver cansado demais e cochilar durante uma anestesia na coluna vertebral e acabar deixando alguém paraplégico?”.

Já tinha cansado de discutir com Shisui sobre isso, nem sabia como ele tinha conseguido aquele emprego de taxista, quer dizer, quando se imagina um taxista vem logo em mente um senhor de meia idade, com uma pança lhe cobrindo o saco e uma careca brilhante. E Shisui, com toda certeza não era assim.

Já estava devidamente vestido e indo para a cama quando o celular apitou com uma mensagem do noivo perguntando como ele estava e lhe desejando uma boa noite. Itachi respondeu com outra pergunta, questionando se tinha muito movimento, afinal, era terça-feira. Ao que recebeu um não, e uma carinha com a palavra “saudade”.

Apertou o telefone contra o peito, tendo uma idéia. Sorriu malicioso tirando o pijama que usava.

(***)

A noite estava calma e a lua brilhava alto no céu. Shisui olhava fotos na galeria de seu celular tentando inutilmente aplacar a saudade que lhe consumia. Nas fotos Itachi sorria largo, enquanto lhe abraçava por trás e lhe beijava a face. Sasuke havia tirado a mesma enquanto os dois estavam distraídos, aproveitando um domingo na piscina dos Uchiha.

Fazia quase uma semana que não se viam. Uma semana que não sentia os lábios finos sobre os seus, a pele branca se arrepiando com seus toques, os suspiros ávidos contra seu ouvido quando Itachi já chegava á seu limite.

Espantou os pensamentos tentando focar no trabalho. Toda aquela saudade valeria a pena. Quando por fim estivessem casados, e Itachi fosse inteiramente seu.

O aplicativo que indicava as chamadas apitou, a central lhe enviando o endereço do passageiro e o local de fim da corrida, agradeceu internamente por ser um caminho longo, - quanto mais longa a corrida, mais dinheiro ganharia, e aquela hora da madrugada, poderia cobrar bandeira dois-, e achou interessante que o passageiro estava no bairro onde Itachi residia.

Seguiu até o local indicado esperando pelo cliente. Estava distraído mexendo no celular quando a porta de trás do carro abriu.

— Boa noite - disse enquanto terminava de enviar a mensagem para o noivo quando ouviu o telefone do passageiro apitar.

Virou-se curioso, só então percebendo quem era o cliente.

— Tachi?! - disse surpreso - Amor, eu estou esperando um passageiro e…

Calou-se quando Itachi o puxou e selou os lábios aos seus.

— Eu sou seu passageiro essa noite. - respondeu por fim quando separou os lábios dos seus - Espero que a bandeira dois compense.

— Amor a gente já conversou sobre isso, eu achei que você tinha entendido…

Itachi ignorava o que o outro dizia enquanto pulava para o banco da frente, e apertava os botões para que o vidro subisse.

— Você pode calar a boca e dirigir? - falou convicto, encarando com certa mágoa o outro - Eu só quero ficar um pouco com meu noivo. E eu pago se for o caso.

Shisui não sabia o que responder, sabia que Itachi não aprovava suas atitudes, e não ligava para o dinheiro que tinha, então apenas deu partida no carro, fazendo pelo menos uma vez, o que o mais novo queria.

— Onde você quer ir? - perguntou depois de um tempo, não conseguindo encarar os olhos que sabia estar sobre si.

— Apenas dirija, sem rumo. - Itachi tinha se inclinado e sussurrava em seu ouvido, fazendo cada parte de seu corpo se arrepiar.

— T-tachi - suspirou quando as mãos do mais novo alcançaram sua calça, a língua brincava com sua sanidade enquanto lhe percorria o pescoço, apertou as duas mãos no volante quando a mesma entrou em seu ouvido. - O-o que… O que vai fazer?

— Vou de taxi, cê sabe. Tava morrendo de saudade!

— PORRA ITACHI!

Gritou quando a boca aveludada abocanhou seu membro rijo, sentiu os lábios formarem um sorriso enquanto fazia movimentos giratórios em volta da glande.

— Merda, vamos pra casa. - Shisui tinha tirado uma das mãos da direção e segurava em punho fechado s longos cabelos do noivo. - Porra Itachi, vai devagar.

Mas o Uchiha mais novo não lhe dava ouvidos, queria torturá-lo, então o chupava com volúpia, intercalando entre sucções e lambidas suaves por toda a extensão, raspando de leve os dentes quando o engolia todo, até o fundo da garganta. Uma das mãos fazia o trabalho de masturbá-lo no mesmo ritmo das chupadas, enquanto a outra acarinhava os testículos, descendo mais, até encontrar a entrada que almejava. Levou rapidamente o indicador até os lábios, onde o lambuzou bem, para enfim inseri-lo no primo, que arqueou o quadril soltando mais um palavrão, a mão que segurava seus cabelos passou a ditar os ritmo das sugadas. Itachi metia com agilidade o dedo no interior do mais velho, gemendo desejoso sempre que acertava a próstata, fazendo Shisui apertar ainda mais os dedos em sua cabeça.

Parou o que fazia quando sentiu o carro parar em frente ao seu prédio, não demorou muito para que Shisui o guiasse entre beijos até o hall de entrada, seguia até o elevador quando Itachi o empurrou até a porta das escadas de emergência.

— Eu não quero esperar mais - dizia abaixando as calças do primo que nem mesmo tinha fechado os botões,e sua própria em seguida.

Levou uma mão até o próprio pau, que doía por estar tanto tempo sendo negligenciado, espalhando o pré-gozo por seu cumprimento, molhou dois dedos da outra mãos os colocando no buraco de Shisui que estava de costas pra si, fez poucos movimentos de tesoura para alargá-lo antes de por fim posicionar o próprio membro ali.

— Eu vou entrar - disse acariciando as costas do primo que balançou a cabeça em afirmação.

As estocadas não eram carinhosas, vinham com certa brutalidade, Shisui apoiou-se de joelhos sobre as escadas, os joelhos raspavam no piso áspero toda vez que Itachi entrava, cada vez mais forte, mas toda aquela situação, ter sido abordado no trabalho, ser chupado enquanto estava ao volante e agora fodido nas escadas de um prédio, tudo aquilo contribuía para que sua mente nublasse em desejo. Itachi tinha o corpo inclinado sobre o seu e lhe mordia os ombros com força. O mais velho sentia que não aguentaria muito mais, então fez menção de levar uma das mãos até seu membro, ao que foi prontamente impedido pelo noivo, que puxou ambos os braços para trás, segurando-os na parte inferior de suas costas com uma mão, enquanto a outra segurava com força a cintura.

— Você não vai gozar agora, Love! - a voz de Itachi era maliciosa - Mas não vai mesmo. Você vai gozar só quando eu deixar. Será o seu castigo.

Shisui arqueeou o quadril, rebolando contra o pau de Itachi, esfregando as pernas umas nas outras, tentando qualquer contato com que fosse. Itachi desferiu um tapa contra suas nádegas e apertou ainda mais os pulsos do noivo, estocou mais algumas vezes antes de gritar seu nome durante o orgasmo.

(***)

Itachi estava esparramados sobre os lençóis, mordia os dedos de uma mão, enquanto a outra se agarrava ao tecido abaixo de si. O traseiro levemente arqueado dava a Shisui a posição exata para aquilo que fazia.

Percorria de forma lenta a língua ao redor da entrada do primo, sugando vez o outra, antes de inserir de uma vez dois dedos que já tinha lambuzado de lubrificante, Itachi mordeu com ainda mais força a mão, querendo saber quando aquela tortura iria acabar.

Depois de ter fodido Shisui nas escadas, eles tinham feito mais uma vez no chuveiro, para depois o mais velho, que lhe prometeu uma massagem, iniciar aquele beijo grego que era tão fodidamente delicioso. Shisui ainda não tinha tido seu orgasmo, e o mais novo pensava se era porque queria se castigar por ter ficado tanto tempo separados, ou se ele aguardava que Itachi lhe desse permissão. Poderia também não ser nenhuma das opções e ele ser um masoquista que sentia tesão naquele sofrimento, o mais novo não descartava essa possibilidade.

Não demorou muito para que sentisse o peso do outro sentando-se sobre suas pernas, pensou em ficar de quatro, mas sabia que Shisui gostava daquele jeito. Sentiu a cabecinha do pau do noivo roçar sua entrada, os joelhos apoiados na lateral do seu corpo impulsionaram o quadril para frente, Itachi sentiu cada parte do pau de Shisui entrar em si. O mais velho iniciou um vai vem lento, preguiçoso. Sentiu seu pênis ser aos poucos engolido por aquele buraco que por estar naquela posição ficava ainda mais apertado, baixou o tronco, beijando cada parte das costas do noivo, passou um braço por baixo do de Itachi, levando a mão até seu pescoço e depois lábios, o de cabelos longos não tardou em chupá-los com vontade.

— Merda Tachi! Tão… Apertado.

As estocadas passaram a ser mais vorazes, ainda lentas. Shisui puxou Itachi pelos cabelos, fazendo arquear ainda mais o quadril, a mão livre foi para o pau de Itachi que gemeu alto quando o primo começou a masturbá-lo.

— Eu… Eu vou gozar, Sui… - Itachi sentia que explodiria mais uma vez naquela noite - Shisui, goza comigo.

Shisui não precisou de muito mais para começar a meter mais rápido e com mais força, a mão fazia o mesmo em Itachi, não demorou muito para que os dois deitassem, os corpos ainda tremendo pelos espasmos do orgasmo.

— Você - o Uchiha mais velho disse, ainda ofegante - Você ainda vai me matar.

Itachi apenas riu, aproximando-se e beijando os lábios daquele que amava.

— Vou - respondeu depois de um tempo - E vou de Taxi!

4. März 2018 04:15:50 1 Bericht Einbetten 4
Das Ende

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Raylanny Alves Raylanny Alves
"Vou. E vou de táxi" kkkkkkkkkkkkkk Amei ♥
March 28, 2018, 06:32
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