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Todobakudeku| +18| BDSM| Universo Alternativo Transar com Shouto e Izuku era como flutuar nas nuvens num céu azul, Katsuki nunca se cansaria.


Fan-Fiction Anime/Manga Nur für über 18-Jährige.

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S.K.I.

NOTAS INICIAIS

A história aborda sexo BDSM explicito, então menores de 18 anos por favor NÃO LEIAM.


PS.: Capítulo não betado, então perdão pelos erros.


S.K.I.

Katsuki estava no banco do avião voltando de uma longa viagem onde ele precisou competir o seu segundo campeonato fora do Japão, desta vez a competição havia sido na gelada Alemanha. O loiro era atleta de judô e estava se dedicando loucamente para conseguir se classificar para os Jogos Olímpicos que aconteceriam nos próximos dois anos. Mesmo que ficasse exausto com as 18 horas de viagem de volta, ter a medalha de prata valia muito a pena, sorriu ansioso para saber qual deveria ser a recepção de seus namorados quando ele chegasse, sim Katsuki tinha dois, Midoriya Izuku e Todoroki Shouto, ambos já atletas olímpicos sendo Todoroki patinador artístico, em seu quinto ano na categoria sênior, e Midoriya um ginasta que entrou a pouco tempo na equipe olímpica nacional e estava super ansioso para competir pela primeira vez. O loiro sorriu ao se lembrar tudo que passou com ambos para finalmente chegar aquela estabilidade, que ele atribuía por todos os três treinarem muito e no mesmo horário, o que fazia eles estarem, quase sempre, ao mesmo tempo em casa, o problema vinha na época de competição, a saudade apertava demais e os dias longe doíam, assim como no exato momento.


O rap americano que ouvia fora interrompido por uma notificação de Todoroki, pegou o telefone só pra checar se iria mesmo responder, a mensagem na verdade era um vídeo que havia sido enviado no grupo criado para que os três namorados pudessem interagir, franziu o cenho vendo que a tela inicial era completamente preta não dando oportunidade de descobrir sobre o que se tratava o vídeo, temendo o pior, se encolheu na poltrona confortável e deu play praticamente escondendo a tela do celular.


- Shouto, senta aqui. – A voz de Izuku estava manhosa e houveram batidas na cama, a tela ainda estava enegrecida.


Sons de passos foram ouvidos e então o que parecia ser Shouto se sentou no lugar que o menor pedira.



- Já começou?


- Já.


- Deixe na mesinha. – Então a imagem dos dois garotos apareceu, Shouto estava com as roupas de treino, uma calça e blusa preta colada ao corpo, e Midoriya estava apenas com um shortinho leve. – Kacchan, parabéns pelo campeonato, estamos muito felizes por você. - Dois sorrisos enormes apareceram nos rostos expostos.


- Mas a gente também ta morrendo de saudade. – Foi Shouto quem disse olhando pra Izuku depois pra câmera.


- É verdade, muito cruel você ter ficado todo esse tempo fora e nem ter mandado uma mensagem que fosse. – Havia um leve tom de chateação na voz de Izuku.


- É, ficamos preocupados, sabia? – Falou não fazendo questão de esconder o estresse como o parceiro.


Katsuki teve que pausar o vídeo para dar um longo suspiro e coçar a cabeça, ele sabia que estava errado e naquele momento a culpa por ter focado demais na competição o assolou, não, ele não se arrependia, mas sabia que poderia ter pelo menos falado que estava bem nos minutos vagos que teve, afinal ele teve muito tempo pra tirar fotos e turistar por Berlim.


- De qualquer forma, que bom que você está vivo e voltando pro Japão. – Izuku retomou a fala segurando o pulso de Shouto.


Para Katsuki estava claro que houve uma discussão intensa sobre aquilo entre os dois. Era sempre assim, Todoroki e ele entravam em conflito muito fácil e Izuku era quem sempre apartava as brigas e fazia os dois se acertarem, seja por bem ou por mal.


- É exatamente isso. – Shouto disse depois de soltar um suspiro.


A mão de Izuku que segurava o pulso direito do patinador começou a fazer um carinho suave na área enquanto olhava pro rosto do mesmo.


- Bom, nós sabemos que você não vai falar com a gente até chegar em casa, mas nós queremos contar a novidade agora mesmo. – Shouto olhou para Izuku sentado ao seu lado e deu um sorriso gentil. – Você pode ir lá pegar baby?


Katsuki assistiu com certa ansiedade a saída de Izuku da cama, estava curioso com o que seria a tal novidade, ele imaginou que seria algo sexual já que Shouto só chamava ele e Izuku de baby durante os momentos íntimos que eles tinham. Entretanto, antes que ele pudesse divagar mais sobre o assunto ele ouviu a voz do seu meio ruivo ecoando nos fones de ouvido.


- Katsuki, acho bom você assistir esse vídeo até o fim e me obedecer direitinho. - A voz dele estava ameaçadora apesar dele não olhar para a câmera.


Mesmo que Shouto não pudesse ver, o loiro assentiu positivamente enquanto olhava o vídeo com atenção redobrada. Por mais alguns segundos nada aconteceu já que Shouto estava olhando na direção do que parecia ser a porta do quarto deles, Katsuki imaginou que ele estava vigiando se Izuku estava voltando ou não.


- Vou acreditar que você está muito arrependido de ter ignorado a gente na última semana e por isso vai fazer tudo direitinho. – Os olhos heterocromáticos se voltaram para a câmera e Katsuki sentiu algo se revirar no próprio estômago. – Eu quero que você chegue pra frente na poltrona e encoste a cabeça no banco da frente, deixe o celular nas suas coxas e sente em cima das suas mãos.


Com uma última olhada ao redor só pra checar que não tinha ninguém prestando atenção no que ele estava fazendo, felizmente a equipe japonesa estava toda sentada mais à frente na área do avião reservada para eles e Katsuki estava sozinho na poltrona do fundo com as luzes todas apagadas, então ele foi rápido em fazer exatamente o que Shouto mandou. Ele não tinha nada a perder mesmo.


- Agora você vai ficar assim até tudo terminar. – Um sorriso cruelmente sensual surgiu no belo rosto de Shouto.


Antes que Katsuki pudesse reclamar, sua atenção foi tomada por Izuku que subiu na cama com dois objetos na mão que ele não conseguia enxergar direito pela distância do celular. Ainda sorrindo maliciosamente, Shouto se virou pra Izuku e o mandou deixar os objetos sobre a cama e se ajoelhar entre suas pernas de costas para a câmera.


Assim ele o fez, daquela posição Katsuki só podia perceber que a bochecha de Izuku estava deitada em uma das coxas de Shouto que olhava para câmera com um sorriso raro nos lábios, aquele sorriso era puro sadismo e o loiro sabia bem disso.


- Sabe Katsuki, o nosso Izuku ficou verdadeiramente triste e preocupado com você. – E novamente lá estava a raiva velada do namorado dele, pelo visto Izuku acabou chorando, o que era uma verdadeira merda. – Então, hoje eu decidi que vou animar nosso menino.


Katsuki queria muito pausar o vídeo pra passar a mão sobre o rosto. Okay, talvez agora ele estivesse começando a se arrepender de ter sido um merdinha durante aquela semana, entretanto a única coisa que ele pode fazer foi respirar fundo enquanto olhava as mãos de Shouto acariciando os cabelos verdes de Izuku.


- E você vai assistir tudo calado, sem poder fazer nada. – Havia certo triunfo na voz dele, o loiro foi incapaz de não notar.


Engolindo em seco, Katsuki assistiu calado a mão do namorado se enrolar nos cabelos de Midoriya e puxar com força o suficiente para o fazer se arrepiar mesmo virtualmente, seus olhos acompanharam avidamente o tratamento duro que Izuku recebia, Shouto estava usando sua bela voz pra chamar o garoto de tudo que ele gostava e merecia ser chamado, uma bela vadia.


Sim, pode fazer a cara de surpresa, ninguém nunca espera que Izuku seja o mais insaciável e cara de pau de nós três, talvez seja porque ele é sempre calmo, gentil ou por conta de todos esses clichês de adolescentes bobas colocavam sobre ele, mas felizmente aquelas coisas não chegavam nem perto da verdade.


Izuku era um homem forte apesar de ser o mais baixo dos três, com muitos músculos grandes e lindos enfeitados com sardinhas marrons, ele não chegava nem perto de ser um doce na cama, talvez nas primeiras vezes quando ainda não estava acostumado com a dor da penetração, mas depois que ele se acostumou, nada o segurava. E quando eu digo nada é realmente NADA! Bakugo lembrava perfeitamente das várias situações e lugares inusitados que Midoriya tinha feito eles transarem, em banheiros de supermercados, casas de banho, vestiários, bancos de carros em plena luz do dia...


Um gemido de Izuku fez a mente de Katuski voltar sua atenção ao vídeo em seu colo, agora ele podia observar com muito deleite as costas largas e cheias de músculos do namorado se mexendo pelo boquete energético que ele fazia em Shouto. Se Katsuki quisesse ele ainda teria a opção de olhar mais pra cima para se deleitar com o olhar cheio de luxúria e satisfação que Shouto com certeza teria na cara, mas ele não conseguia, os músculos de Izuku sempre foram um fraco tremendo seu, mas ele ainda tinha vergonha demais para dizer aos dois namorados.


Oh por favor, não faça essa cara de surpresa de novo. Todo casal tem aquele que é mais envergonhado com os próprios fetiches e prazeres, e daí que fosse logo Katsuki? Só porque ele era um mal encarado, boca suja e sem paciência não quer dizer que ele era incapaz de sentir vergonha das coisas sujas que gostaria de fazer na cama.


- Ah Izuku, essa sua boquinha imunda é tão gostosa... Será que eu devo gozar de novo aqui? Será que você merece ter mais porra nessa boca?


Os músculos de Katsuki se contraíram, seus olhos se fecharam e seus dentes morderam seus lábios, era uma clara expressão de prazer. Ele podia sentir seu ventre se contraindo e a característica falta ligeira de ar acompanhada ao calor intenso subindo pelas orelhas, se continuasse daquela forma ele gozaria, muito rápido. A voz de Todoroki sempre foi algo que fazia Katsuki delirar, muito mais que a elegância natural do patinador para fazer qualquer tipo de movimento, Bakugou não fazia ideia do motivo da voz do namorado o estimular tanto, mas no fim das contas não impostava o motivo.


- Katsuki, não ouse desviar os olhos daqui. Você é tão imundo quanto ele, então aja como a cadela que você é e me obedeça. – A frase foi dita em meio a ofegos e foi terminada com um gemido rouco, Izuku tinha feito Shouto gozar na boca dele.


Oh céus, ele estava muito arrepiado. E muito molhado também.


Seus olhos com muito custo voltaram a acompanhar a movimentação do vídeo, ele assistiu Shouto descer um tapa no lado direito da face de Izuku, era uma punição por ele ter gozado como uma cachorra indisciplinada incapaz de segurar o próprio gozo.


E Izuku gozar enquanto chupava Shouto definitivamente não surpreendia Katsuki, aquele parecia ser o segundo esporte favorito dele, chupar pau. Não que ele pudesse julgar, ele também adorava fazer aquilo, principalmente enquanto tinha a bunda sendo surrada com tapas e mordidas.


Ainda contraindo involuntariamente todos os músculos do corpo, o atleta acompanhou as mãos de Shouto levantando Izuku pelo cabelo deixando a bela bunda do mesmo em foco na câmera, mas não demorou muito para que o garoto fosse jogado na cama de barriga pra cima. Seus olhos acompanharam as mãos do patinador alcançarem alguma coisa fora do seu campo de visão e então o objeto foi revelado, era um anel peniano que não ficou muito tempo dando bobeira na mão de Shouto, logo ele foi preso ao pênis de Izuku que ainda gemia alto pelos dedos de Shouto brincando com as áreas sensíveis das suas coxas.

O ar de Katsuki ainda estava bem difícil de respirar e ele sentia cada parte de si tremer e ficar ainda mais tensa. Ele queria berrar e se masturbar até gozar tudo que tinha acumulado dentro de si, mas eles com certeza perceberiam quando ele chegasse em casa.


Eles sempre notavam suas mentiras e omissões.


- Sabe Katsuki, eu descobri uma coisa muito interessante sobre você. Foi completamente sem querer, mas a culpa foi sua de me emprestar o notebook com aquela conversa com Kirishima aberta.


Conversa com Kirishima? De início, Katsuki não se recordou de nenhuma situação parecida, por isso acompanhou com certa confusão Shouto brincando com os limites do namorado deles que se contorcia levemente sobre a cama. Será que foi no dia que a gente tava conversando sobre... Oh não... Merda, merda! Se foi o dia que ele estava pensando... OH NÃO!


Katsuki tinha os olhos arregalados e a adrenalina já alta em seu sangue começou a ser jogada aos montes pelo coração que batia acelerado como um louco, seu rosto queimava não só de excitação, mas também de vergonha.


Por que ele tinha que ser tão desatento?


Ele sabia que Shouto jamais olharia aquela conversa porque ele não era esse tipo de cara e eles não tinham esse tipo de insegurança, mas se ele leu era porque devia ter entendido que era uma forma de Bakugou o provocar ou mostrar algo pra ele.


Mais uma vez o judoca se xingou baixinho enquanto encarava o sorriso largo e malicioso do namorado que não parava de morder as pernas gostosas de Midoriya.


- Quem poderia imaginar que você tem desejos tão imundos quanto a nossa putinha aqui... – Então uma risada irônica veio do outro que estava, sem sombra de dúvidas, se deleitando na sensação de domínio.


O loiro estava morrendo por dentro, aquela conversa que teve com o melhor amigo deveria ser proibida de outras pessoas lerem! Era extremamente pessoal! Como ele deu um vacilo daqueles? Com que cara encararia os dois sabendo que eles provavelmente sabiam de cada coisa que tinha conversado com Kirishima?


Por que ele tinha que ser tão burro? Oh meu deus, Shouto não teria pena de o torturar com o que leu se sentisse que ele permitiria.


E Katsuki não sabia se estava pronto ou não pra ter algumas daquelas coisas se concretizando, ele queria muito sentir na própria pele tudo que infligia em Midoriya ou as coisas mais intensas que Shouto fazia com o outro enquanto ele se recuperava de vários orgasmos seguidos.


Mas ele aguentaria? Katsuki tinha muito medo de não aguentar a intensidade daqueles dois e acabar tendo uma crise de ansiedade no meio do sexo.


Como se o patinador e o ginasta fossem deixar isso acontecer.


- Sabe Izuku, nosso Kacchan esconde desejos tão interessantes da gente...


- Q-Quais Shou-chan? – As palavras mal eram compreensíveis e Katsuki sabia que era porque Izuku já estava perto de começar a delirar.


Só mais uma prova que aquela não era a primeira vez que eles estavam transando naquele dia.


- Que o nosso querido Kacchan tem o fetiche de escorregar o pau no seu peito? – E ele ainda disse aquilo sorrindo enquanto se aproximava da câmera com a mão que ficou livre depois dele encaixar o anel peniano em Izuku.


Bakugou até respiraria aliviado por saber que era esse pedaço da conversa que foi lida se não estivesse ocupado demais surtando internamente. Ele não acreditava que Todoroki seria tão cruel consigo, não era possível!


- Oh, é mesmo? Então mostre pra ele o que ele está perdendo por ignorar a gente.


Então Shouto riu de novo e o choro de prazer e frustração acumulados veio aos olhos de Katsuki, mas ainda assim ele não saiu da posição que estava. Ele acompanhou ofegando baixinho pela boca entreaberta a câmera ser levada para a visão de Shouto, ele via como Izuku estava esparramado na cama com aquele peito grande e musculoso a mostra, o loiro quase gemeu alto quando acompanhou o pau de Shouto encostando no pequeno vão entre aqueles seios tão gostosos e começou a estocar devagar, pra completar Izuku ainda forçou os músculos do peito deixando o vão ainda mais estreito e apertado.


Ele namorava pessoas extremamente cruéis!


Os olhos de Katsuki eram incapazes de desviar da cena, e naquele pequeno instante sua mente estava vazia e todo seu corpo fazia um esforço pra gravar cada detalhe daquela cena sem soltar um gemido ou gota de esperma, o rosto avermelhado de Izuku enquanto olhava para a câmera com os lábios mordidos e uma cara tão safada, que detalhe... O pênis molhado de Shouto também era uma ótima visão, e ele escorregava tão lindamente pelo peito de Izuku espalhando o líquido transparente que saía de seu pau... Katsuki nem sabia o que estava sentindo mais, ele só sabia que estava muito perto de gozar e ele queria muito gozar.


Daquele jeito mesmo, sem estímulo corporal, apenas sentindo o poder que aqueles dois homens tinham sobre ele. Suas roupas seriam arruinadas, mas quem se importa?


- Não ouse gozar Katsuki, eu estou te proibindo de gozar até chegar em casa. A partir de hoje, você só goza se eu ou Izuku estivermos no mesmo ambiente. - A frase pareceu ser dita entre os dentes de Shouto porque o loiro conseguia ouvir a respiração pesada do outro que ainda segurava a câmera que tremia constantemente enquanto o patinador estocava com menos lentidão o peito de Izuku.


O loiro realmente começou a soluçar baixinho enquanto sentia todo o corpo tremer pelas sensações intensas, como ele ia conseguir fazer isso? Era impossível, aqueles dois eram gostosos demais, incríveis demais pra ele assistir aquilo sem gozar.


- Não se preocupe, você vai conseguir Baby, eu sei que vai. – Izuku disse com o seu característico sorriso safado.


Uma verdadeira peste, isso sim.


O vídeo terminou quando Shouto gozou naquela posição sujando toda a área e a cara de Izuku rendendo mais soluços e contrações no corpo de Katsuki. Em meio a tanta emoção, Katsuki não notou que o outro objeto escondido do seu campo de visão não foi revelado.


- Te esperamos em casa, não espere que vamos te buscar no aeroporto, você ainda está de castigo.


Foi a última coisa que Shouto disse antes do vídeo acabar.


Katsuki demorou meia hora para se acalmar o suficiente para se movimentar, o coração ainda batia loucamente e sua mente ainda estava enevoada pelas emoções desencadeadas pelo vídeo. Bakugou se moveu devagar para digitar xingamentos no grupo com as mãos tremendo fazendo ele errar as letras mandando palavras completamente bagunçadas, seu rosto permanecia avermelhado conforme ele literalmente surtava pelo chat do aplicativo, ele nem se importou de estar sendo ignorado enquanto digitava e enviava mensagens ofensivas e incrédulas sem parar.


As poucas horas que faltavam mal foram sentidas pelo loiro que estava concentrado em surtar com os namorados e Kirishima que apenas respondia com risadas e piadas o amigo claramente desestabilizado.


Nove horas depois, Bakugou estava dentro do uber se tremendo de ansiedade e com o rosto vermelho de vergonha pelo que sabia que aconteceria assim que pisasse em casa. Ele até agora não tinha recebido mais nenhuma resposta dos namorados e obviamente estava meio preocupado com o que aconteceria com sua integridade física e mental, então sobrou a ele lotar Kirishima de mensagens enquanto o amigo se esforçava para não zoar ele e dar conselhos gentis para o ajudar a se acalmar.


Só que estava tarde da noite e logo os dois se despediram para que Kirishima fosse dormir em paz, restou a Bakugou olhar para a janela do carro, encarando a bela paisagem das ruas tranquilas do distrito de Yokahoma na prefeitura de Kanagawa, o loiro se questionava sobre a confiança que ele sentia nos parceiros de longo tempo.


Será que ela seria o suficiente pra tentar seja lá qual prática os dois escolheram para castigar ele? Será que a confiança que ele achava que sentia o deixaria confortável para abrir mão de todo o controle do próprio corpo para que os namorados fizessem o que quiserem?


Pensar nisso o deixava mais apreensivo do que já estava e definitivamente não era uma coisa boa. Um suspiro saiu dos lábios cobertos pelos dedos da mão direita que estava apoiada na porta do carro, o que ele deveria fazer então? Pensar nos momentos bons e felizes? Ou repassar cada dificuldade que os três enfrentaram juntos, como sair da cidadezinha do interior que viviam com suas famílias para encarar uma metrópole como Tóquio, ou a vez que os três brigaram feio de verdade a ponto de terminar temporariamente o relacionamento?


Sem que percebesse, Katsuki deixou sua consciência vagar pelas memórias não mais dolorosas que tinha e pensar que apesar de todas as palavras ditas, todas as decisões erradas e todos os objetos quebrados, ele, Shouto e Izuku ainda estavam juntos e felizes.


O atleta sentiu o carro diminuindo a velocidade conforme se aproximava de sua casa na ruazinha tranquila que vivia. Com um sorriso cordial e um boa noite educado, ele desceu do carro carregando seus pertences, do bolso da mochila em suas costas retirou um chaveiro com a letra K pendurada junto às chaves e entrou no beco discreto que levaria à porta de sua casa.


Do lado de fora nada era ouvido, o que não chegava a ser uma surpresa para si já que o horário tarde não permitiria tantos barulhos. Fazendo o mínimo de som possível, ele entrou em casa e se dirigiu primeiro à sala onde havia a luz da televisão ligada, um sorriso terno cresceu em seu rosto quando ele viu Shouto e Izuku embolados um no outro no chão, eles pareciam exaustos e não passou despercebido as bolhas e calos feios nos pés de Shouto, assim como os hematomas arredondados nos braços e pernas de Izuku.


Aquela cena foi o suficiente para que grande parte de seu nervosismo fosse esquecido e com carinho e toda saudade que ele nem tentava esconder mais, ele se abaixou para tocar os cabelos dos dois homens enquanto chamava seus nomes com a voz calma na tentativa de os acordar sem assustar nenhum dos dois.


- Oi, cheguei. - Disse quando os dois abriram os olhos.


- Kacchan? - A voz sonolenta de Izuku soou baixa pelo cômodo enquanto ele se desvencilhava de Shouto para se sentar no chão.

- Bem-vindo Katsu. - Shouto murmurou tão sonolento quanto Izuku.


- Vão pra cama, eu vou só comer alguma coisa e já tô indo. - Bakugou disse depois de deixar um beijo na testa de cada um deles.


- Tem curry, só esquentar. - Izuku resmungou enquanto subia no colo de Shouto. - Shou-chan, me leva?


- Levo. - Disse passando os braços por baixo do quadril dele e se levantou com a ajuda de Katsuki. - Por favor, não demora. - Ele pediu enquanto caminhava pro quarto arrastando os pés e mal prestando atenção no caminho de tanto sono.


Bakugou os acompanhou com os olhos até eles sumirem escada acima e então restou a ele arrumar a bagunça na sala enquanto colocava o curry pra esquentar, depois de comer e tomar banho, ele finalmente sentiu o peso da viagem de 18 horas e a diferença do fuso horário sobre si, além de todo o esforço que fez durante a competição.


Foi apoiando as mãos nas paredes que Katsuki subiu as escadas e entrou no quarto que dividia com os outros dois. Sem pensar muito sobre qual canto da cama iria dormir, Katsuki se deitou atrás de Shouto o abraçando pela cintura e escondendo seu rosto em suas costas.


- Boa noite. - Murmurou momentos antes de cair no sono envolvido no cheiro das duas pessoas que ele ama e no conforto da própria cama.



S.K.I.

Bakugou só foi acordar às três da tarde do outro dia tamanho o cansaço que sentia, mas ainda ficou uma hora entre cochilar mais um pouco e pensar na vida enrolado nos cobertores quentinhos que o rodeavam naquela tarde chuvosa e fria e só levantou de fato quando ouviu as vozes de Shouto e Izuku no andar debaixo.


Foi com extrema preguiça que ele foi até o banheiro para se aliviar e tomar um bom banho, mas assim que saiu estava mais desperto e definitivamente mais descansado. Ao voltar pro quarto, gastou um bom tempo arrumando a cama e na sorte encontrou o próprio celular sendo carregado na tomada perto de onde ele tinha deitado.


Contudo, ele não se atreveu a mexer muito no aparelho por saber que ficaria ansioso com a tal punição e tudo mais, o que não seria esperto tendo em vista que nem conversado com os namorados ele tinha ainda então ele se contentou em apenas tirar ele da tomada e virar a tela para baixo o impossibilitando de ver quando chegasse notificações.


- Bom dia flor do dia. – Shouto o cumprimentou do sofá quando viu ele descendo as escadas.


- Bom dia, como você tá? – Perguntou se jogando de qualquer jeito em cima dele.


- Muito bem, e você? Descansou bem? – O patinador abraçou as costas de Katsuki com um braço enquanto a outra mão fazia um cafuné inocente nos cabelos loiros.


- Sim, eu to renovado... Cadê o Deku?


- Banheiro. – Shouto respondeu antes de deixar um selinho nos lábios de Bakugou. – Estávamos com saudade.


Katsuki ainda estava com os olhos fechados e com um sorriso tranquilo no rosto enquanto aproveitava a sensação deliciosa de sentir o corpo do namorado contra o seu novamente depois de tanta distância.


- Eu também. – Ele respondeu deitando a cabeça no peito coberto por uma blusa de manga longa de Shouto.


A conversa continuou em um tom leve e tranquilo mesmo quando Izuku voltou com um sorriso enorme no rosto ao ver Katsuki acordado, o ginasta se jogou em cima dos dois deitando o rosto nas costas fortes e nuas do lutador sem se importar se Shouto estava se sentindo esmagado ou não.


Não demorou muito para que Katsuki começasse a falar sem parar do quão maravilhosa era a Alemanha indo desde a comida gostosa que comeu até a rápida visita aos campos frios e mórbidos de Auschwitz que presenciaram tantos horrores durante a Segunda Guerra Mundial. Os dois namorados ouviam com atenção aproveitando a raridade de toda aquela situação, porque sim, Katsuki não era o mais falante da casa, ele deixava esse papel pra Shouto e Izuku que pareciam duas velhas fofoqueiras que não calavam a boca um segundo.


Poucas horas depois os três se levantaram para comer alguma coisa juntos e logo voltaram para a sala com o assunto ainda sendo a viagem, e não demorou muito para que o tópico avião tenha surgido entre uma frase e outra. Sendo o mais sincero possível, Bakugou deixou escapar um "vocês são uns cuzões por terem feito aquilo comigo", mas ele estava tão eufórico e distraído que só se ligou no que disse quando foi ao banheiro escovar os dentes.


Se ele teve um mini surto dentro do banheiro? Lógico que teve, quem não teria? Afinal, além de ter xingado seus namorados, ele teve a cara de pau de sequer ter demonstrado algum arrependimento, e é claro que os dois encarariam aquilo como uma provocação da sua parte.


E mesmo que ele dissesse que não foi por querer, Katuski não tinha um histórico tão bom para os namorados acreditarem.


Então só restou a ele respirar fundo, torcer para que eles não tenham notado (o que era praticamente impossível) e se preparar psicologicamente pra surra que ele sabia que ia levar em algum momento daquela semana.


Entretanto, a surra não veio naquela semana e nem na próxima. Katsuki já estava quase tendo uma crise de nervosismo com toda a pouca importância que os namorados estavam dando ao assunto.


Eles não estavam o tratando mal ou ignorando ele, apenas não mencionavam o assunto. Na verdade, eles estavam mega carinhosos consigo dando bastante atenção e mimos nas horas vagas que tinham.


Mas aquilo não era o suficiente para Katsuki que ainda sentia perfeitamente a angústia daquele fatídico dia, ele ainda se lembrava com clareza como seu corpo ficou quente e necessitado, como seu pau doía com o latejamento constante por horas e horas. Claro que ficar pensando no vídeo não ajudava em nada, mas era impossível não pensar nele.


Naquele dia especificamente estava muito difícil, sua rotina de treinos estava mais branda porque seu técnico notou que ele estava se excedendo demais durante as lutas, com receio de uma possível lesão, ele diminuiu sua rotina de treinos de 10 horas para 6 deixando grande parte do seu dia livre.


E todos sabemos que tempo livre é a oficina do diabo.


Durante os primeiros dias foi até tranquilo aproveitar aquelas horas pra dormir e descansar porque ele estava mesmo sobrecarregado, mas ao chegar lá pro quinto dia o tédio começou a fazer efeito e a fritar os neurônios do lutador.


O loiro tentou de tudo pra não pensar em coisas que o comprometeriam, desde assistir seus animes favoritos até limpar a casa, evitando um quarto específico no subsolo.


Entretanto, só funcionou para cansar seus músculos porque sua mente seguia pensando no motivo de Izuku e Shouto estarem evitando toques sexuais consigo. Será que era uma punição? Ou uma preparação mental para a prática que usariam como punição?


Mas se fosse uma preparação, que prática poderia ser?


E a mente de Katsuki dava voltas e mais voltas imaginando e pensando qual prática Shouto e Izuku usariam em si. Será que eles mijariam em si? Ou talvez, suspensão vendado? Seria ótimo, ele bem que queria ter um orgasmo de cabeça pra baixo ouvindo a voz dos dois. Se bem que eles também poderiam pisar em si com aquelas botas de sola de metal que machucariam sua pele que tinham escondido no armário do quarto do subsolo.


Sim, Bakugou é uma vadia de fetiches extremamente sujos e isso era apenas o começo de uma extensa lista de prazeres que ele tinha muita curiosidade para experimentar e muita vergonha para pedir.


Ele ficar excitado se imaginando em cada uma dessas situações foi inevitável, o nível de necessidade por alívio era tanto que ele nem se deu ao trabalho de levantar do sofá pra apagar a luz antes de se livrar da única peça de roupa que vestia em casa, uma blusa grande que cobria boa parte de suas coxas.


Por longos segundos Katsuki encarou o próprio pau pensando se deveria ou não começar aquele caminho sem volta. Ele sabia que estava proibido de fazer aquilo sozinho, ele sabia que não conseguiria mentir pra Shouto e Izuku, mas ele queria tanto sentir os choques gostosos de um orgasmo, ele estava tão necessitado...


Ele não aguentou segurar a vontade e com o máximo de calma que conseguia envolveu o próprio membro com sua mão direita e começou uma masturbação leve, na inocente esperança daquilo ser o suficiente.


Bakugou ficou longos minutos ali apenas curtindo o calor subindo aos poucos pelo seu corpo, começou bem suave como um comichão no ventre e um suspiro suave, mas antes que o lutador notasse seu braço forte já judiava do membro com uma velocidade que demonstrava seu desespero por alívio.


Mas ele não conseguiria se estimulando só dessa forma, ele necessitava de mais, ele precisava se sentir aberto e cheio, precisava da sua próstata sendo tratada brutamente.


O corpo forte de Katsuki escorregou para o chão frio sem que ele desse atenção suficiente para isso, com agilidade ele se colocou numa posição em que conseguisse alcançar seu interior com facilidade, usando a mão direita que estava melecada com seu pré-gozo ele introduziu o primeiro dedo devagar enquanto o polegar pressionava suavemente seu períneo.


Um choque gostoso se espalhou pelo corpo trêmulo do lutador e foi liberado como uma vocalização suave de prazer enquanto sua cabeça repousava nas almofadas de assento do sofá. Contudo, ele não se entregou inteiramente à sensação, seu corpo ainda estava alerta à possível chegada dos namorados enquanto ele explorava o interior do seu corpo quente tentando encontrar o lugarzinho que Izuku e Shouto achavam facilmente.


Bakugou tentou por mais cinco minutos antes de finalmente esbarrar acidentalmente com bastante força em sua próstata, o gemido que ele soltou não foi nada discreto, mas que se foda também, seu pau dolorido era mais importante.


Motivado a isso ele mergulhou no próprio prazer movendo os dedos, que agora já eram dois, com força pra dentro de si deixando que sua mente corresse livre para imaginar como seria a punição e os xingamentos que receberia, tudo sem parar se estocar seu membro com a mão esquerda.


Ah como ele queria estar apanhando e sendo xingado naquele momento.

Os dedos dentro de Bakugou se afundaram empurrando a próstata o máximo que conseguiu para então fazerem movimentos circulares constantes, isso gerou mais gemidos e espasmos suaves nas pernas e pés que sofriam com os choques de prazer.


A mente dele estava cada vez mais e mais longe, mais e mais distraída com o próprio entretenimento e ele sabia que era porque estava muito perto de gozar, finalmente ter algum alívio para suas bolas cheias de esperma.

Se Katsuki fosse mais esperto, ele teria feito isso um pouco mais cedo porque daria tempo dele ao menos gozar antes de ouvir a porta da frente ser aberta.


- Chegamos! - Os dois disseram juntos enquanto tiravam os sapatos e as roupas de inverno no batente da porta.


Arregalando os olhos, ele rapidamente retirou os dedos de dentro de si e se esticou para a peça de roupa que tinha jogada em cima do sofá se tremendo inteiro com o susto.


- Fodeu, fodeu, fodeu. - Ele sussurrou enquanto vestia a blusa apressadamente com as mãos trêmulas.


- Katsuki? - Izuku chamou alto ao ouvir a movimentação afobada do outro na sala não muito distante da porta.


- NA SALA. - Tentou responder com a maior naturalidade possível.


Em pânico, ele se sentou no sofá agarrando o edredom jogado ali perto e se enrolando nele deixando só o rosto extremamente corado pela vergonha de ser quase pego e pelo prazer que ainda corria pelo seu corpo, bem a tempo dos dois chegarem no cômodo com feições desconfiadas.


Eles tinham que chegar logo agora? Sério mesmo?


- Oi. - Ele os cumprimentou com um sorriso amarelo.


- Olá, o que aconteceu? - Todoroki perguntou com a voz suave, mas com uma nota de desconfiança no fundo.


- Nada, por que aconteceria alguma coisa? - Perguntou segurando a barra da camisa por baixo de todo aquele edredom.


- Você tá vermelho Kacchan. - Izuku observou enquanto se aproximava do sofá junto com Shouto. – E não é nada normal você ficar vermelho do nada.


- Ah é que eu tava assistindo um negócio no meu celular. – Falou impulsivamente para logo se bater mentalmente pela resposta estúpida.


Izuku e Shouto se entreolharam antes que Todoroki chegasse mais perto do bolinho de cobertor que era Katuski no sofá, o lutador se encolheu enquanto tremia de ansiedade agarrando a blusa e pressionando as coxas na tentativa de esconder seu membro.


- O que exatamente era esse negócio? – Izuku perguntou se sentando no sofá do lado esquerdo de Bakugou.


Ele não foi burro de responder ao namorado, só abaixou a cabeça e sentiu suas orelhas queimando pela vergonha, seus olhos apenas se fecharam quando sentiu as mãos dos dois desenrolando gentilmente o edredom.


A blusa estava puxada o máximo possível acima das pernas bem fechadas, mas ela tinha uma grande mancha de molhado e pegajosa que poderia ser facilmente de um orgasmo, Katsuki estava profundamente na bosta, até a cabeça e ele sabia disso desde quando começou tudo aquilo.


Isso sem contar o cheiro gostoso de sexo que atingiu seus dois namorados em cheio.


- Que coisa feia Kacchan. – Midoriya disse negando com a cabeça enquanto encarava a situação do namorado.


- Desculpa, eu não aguentei, eu precisava...


- Olhe para mim. – Shouto exigiu de pé em frente à Bakugou que obedeceu com rapidez, o patinador demorou longos segundos encarando o rosto do namorado na tentativa de avaliar o estado físico e emocional do mesmo. - Você gozou Katsuki? – Ele questionou num tom sério.


Estava claro, Todoroki não estava para brincadeiras ou gracinhas.


- N-Não. – O loiro respondeu desviando os olhos para longe do rosto dos dois com vergonha e falta de coragem para os encarar.


Ainda surpresos que ele não seja estupidamente corajoso no relacionamento? Ele não teria como ser, não depois da adolescência que teve, ela foi cheia de arrogância onde colocava o esporte e ele mesmo à frente de tudo, ele chegou num ponto onde não enxergava o mal que fazia para seus amigos e suas paixões. Como Katsuki poderia ser qualquer coisa senão inseguro com a forma de se expressar com aqueles dois homens tão maravilhosos para si?


Antes que abrisse a boca para se explicar ele sentiu os dedos de Izuku segurando seu queixo e bochechas, então seu rosto foi virado na direção dele e ele foi forçado a encarar o rosto sério do namorado que parecia extremamente decepcionado.


- Você gozou Katsuki? – Izuku questionou.


- Não. – Ele respondeu com mais firmeza, mas o tom era de quem implorava para ser ouvido e acreditado.


Por que os dois perguntaram? Porque Katsuki não conseguiria mentir pra eles duas vezes seguidas.


- Não ache que isso vai melhorar sua situação. - Todoroki disse enquanto respirava fundo. - Izu, leve ele pro banheiro e aproveita pra tomar banho também, eu vou no de cima. - Disse encarando as coxas grossas de Katsuki.


- Tudo bem, só não demore. - Izuku respondeu já segurando os braços de Bakugou para o arrastar pro banheiro.


Todoroki não se dignou a dar uma resposta antes de seguir para o andar de cima, ele não estava com raiva de verdade, era apenas uma indignação do quão grande era a cara de pau de Katsuki, como ele se atrevia desobedecer a ele?


Ele se questionava enquanto retirava rapidamente as roupas, tudo bem que eles foram um pouquinho maldosos em não dar nenhuma atenção sexual ao homem, mas ele não achou que ele chegaria a tanto principalmente por causa do enorme orgulho.


Shouto só se esqueceu que a necessidade de quebrar regras de Bakugou era muito, mas muito maior que seu orgulho.




Izuku deixou Bakugou sentado na tampa do vaso enquanto retirava as próprias roupas em sua frente, o ginasta não disse nada, mas sabia que em breve o loiro começaria a questioná-lo. Aproveitando o silêncio, Midoriya entrou na banheira e ligou a água do chuveiro para que ela caísse sobre seu corpo.


- Ei Deku. - Bakugou chamou encarando suas coxas.


- Estou ouvindo. - Falou enquanto pegava o seu sabonete para esfregar no corpo forte e cheio de sardas.


- Eu não gozei, eu juro...


- Pode parar por ai. - Izuku o cortou antes de enfiar o rosto embaixo do fluxo de água. - Nada que você diga vai minimizar sua punição, a menos que você diga a palavra segura ou demonstre real desconforto, claro. - Ele respondeu massageando os músculos dos ombros.


A única resposta que recebeu do loiro foi um simples suspiro, com o canto dos olhos ele acompanhou o namorado se abaixando para apoiar os cotovelos nos joelhos.


- Eu vou poder pelo menos tomar um banho antes? - Questionou encarando os ladrilhos brancos e pretos.


- Não se preocupe com isso, a partir de agora você ta nas minhas mãos e na do Shou-chan. - Ele disse como se não fosse nada demais e desligou o chuveiro.


Os olhos de Bakugou olharam encantados, Izuku jogando o cabelo para trás e saindo da banheira para se secar, o ginasta deu pouca importância para ele por saber que se deixasse levar, ele perderia toda a vontade de fazer uma sessão e ele não queria isso, ainda mais por uma sessão que ele estava esperando e planejando há muito tempo.


Os dois se atentaram à porta quando ela foi aberta por Shouto que estava vestido apenas com um short de látex preto, mas suas mãos estavam ocupadas por outro short, uma coleira preta com spikes e uma magueirinha enrolada.


- Seu short Izuku. - o patinador disse deixando sobre a pia do banheiro.


Ele encostou no batente da porta de braços cruzados sobre o peito aguardando o namorado terminar de se secar e se vestir para que pudesse enfim, começar a sessão.


E Katsuki estava mais mudo que nunca, os olhos iam de um namorado para o outro e eventualmente paravam na mangueirinha. Ele estava levemente apreensivo, se o que ele pensava estivesse correto, os namorados iriam começar com uma humilhação muito forte logo de cara, só de pensar na possibilidade ele se remexia discretamente em cima da tampa de plástico.


Bakugou, ainda excitado, estava em um misto de vergonha e animação com as surpresas reservadas para as próximas horas, ser humilhado era algo que não o atraía muito fora do sexo, pra falar a verdade ele odiava o sentimento de humilhação fora da relação que tinha com Izuku e Shouto por isso ele sempre teve muitas resalvas quanto à praticas tipo aquela que ele sofreria assim que Midoriya colocasse a toalha no gancho na parede, contudo hoje ele se permitiria sentir e aproveitar o que os namorados prepararam para si.


- Katsu, você quer seguir com essa sessão? - Izuku perguntou colocando as duas mãos na cintura contornada de músculos bem definidos.


- Sim.


- Nós não vamos pegar leve e vai ser muito difícil, você tem certeza que quer isso? - Todoroki questionou atraindo a atenção do loiro para si.


- Eu quero isso, de verdade. - Ele respondeu reunindo a confiança que sempre ficava escondida dentro de si naquelas situações.


- Tudo bem, saiba que nós vamos estar prestando atenção em você sempre. - Shouto falou descruzando os braços e dando um passo pra dentro do banheiro.


- E não se esqueça da sua palavra de segurança. - Izuku completou esticando os braços para alcançar o rosto do loiro. - Agora tire essa blusa imunda e entre ali. - Apontou para a banheira.


Sem questionar muito Katuski obedeceu as ordens ficando em pé na banheira como imaginou que os namorados iriam querer. Sem nenhuma palavra, Izuku se aproximou para configurar a pressão da água e a temperatura no aparelho preso à parede perto do vaso, ele configurou a água sabendo que Katsuki adorava banhos quentes, quase fervendo, para relaxar.


As mãos calejadas do ginasta trabalharam no corpo do namorado usando o sabonete dele, Midoriya tocava cada parte com cuidado e atenção para que pudesse fazer ele esquecer o nervosismo que tentava falhamente esconder.


Foi um banho não muito rápido, mas que serviu seu propósito, Katsuki foi retirado da banheira e secado pelo namorado enquanto Shouto observava tudo com a mangueira em mãos se preparando para enfim colocar em prática tudo que ele e Izuku estavam doidos pra fazer com o judoca.


Assim que Izuku terminou de secar o loiro, Todoroki se aproximou do vaso sanitário e se abaixou para mexer na ducha higiênica trocando a mangueira que estava ali pela que tinha em mãos, agora sem nenhuma dúvida o rosto de Katsuki estava tomado pela vermelhidão e os dentes superiores mordiam com força seu lábio inferior.

Ele estava muito envergonhado e tímido.


- Senta. - Shouto ordenou à Katsuki ao abrir a tampa do vaso.


Evitando o olhar dos dois, ele se sentou encarando os próprios pés sem acreditar que eles o humilhariam daquela forma, porque para ele ter seus dominadores tomando as rédeas de como ele limpa o próprio corpo era extremamente humilhante.


- Izu, segura ele.


Foi com o corpo tenso que ele seguiu o puxão suave de Midoriya até que sua testa estivesse encostada na barriga cheia de músculos dele, os dedos do ginasta brincavam com o cabelo que crescia perto da nuca de Bakugou. Todoroki respirou fundo e com cuidado inseriu a ponta pequena da mangueira no ânus do namorado, em seguida ele se abaixou e ligou o fluxo suave da água pra dentro de Katsuki que segurou as coxas de Izuku para esconder ainda mais o rosto vermelho.


Sem demorar muito, Shouto logo desligou a água e retirou a mangueira de dentro do namorado, então se posicionou ao lado direito dele para acariciar as costas largas dele enquanto deixava que seu corpo expelisse a água.


Ao contrário do que pareceria para Katsuki, Izuku e Shouto viam aquela prática como apenas mais uma forma de criar confiança e intimidade com o parceiro deles, funcionava bem como um castigo e uma demonstração de domínio, claro, mas não era apenas isso.


Os dois sabiam bem como Bakugou poderia simplesmente surtar com uma prática daquelas, mas eles preferiram tentar por saber que quando ele entendesse tudo valeria muito a pena e se ele reagisse bem os dois teriam ainda mais confiança para fazer tudo que queriam com aquele loiro gostoso.


Eles ficaram naquele clima até toda a água ser expelida deixando o interior de Katsuki limpo para eles, Izuku sentia o calor forte vindo das bochechas do namorado que estavam fortemente pressionadas contra sua barriga. Com calma para não o assustar, se afastou devagar soltando as mãos dele de suas coxas.


- Levanta a cabeça. - Ele pediu ao se esticar para pegar a coleira enquanto Shouto dava descarga no vaso sanitário e reinstalava o cano original da ducha higiênica.


Bakugou obedeceu ao namorado imediatamente e fechou os olhos, com rapidez a coleira foi presa em volta do seu pescoço, o som da conversa baixa e da água da pia sendo usada para higienizar a mangueira que foi usada para limpá-lo distraiam a mente turbulenta do lutador com sucesso.


- Vamos Katsuki, la pra baixo. - Shouto chamou do corredor.


Sentindo as pernas tremendo e o pau latejar horrores, o loiro seguiu os namorados pela casa com a ansiedade de querer descobrir o que viria em seguida martelando dentro de si.


Entrar naquele quarto era sempre uma experiência diferente, mas daquela vez Bakugou estava disperso demais pra dar importância pros muitos objetos e aparelhos que aos olhos baunilhas se assemelhariam àqueles usados para tortura na Idade Média, não que a inspiração não fosse essa, claro.


Foi com curiosidade que Katsuki encarou a cama onde estavam lhe levando, lhe foi ordenando que deitasse no meio da cama e afastasse bem as pernas deixando toda sua parte íntima exposta para eles, ele o fez encarando seu reflexo no espelho instalado em cima de si e odiando a vermelhidão presente em suas bochechas e orelhas.


- O que vocês vão fazer? - Katsuki questionou tirando os olhos de si para levar aos namorados no canto do quarto mexendo nos armários.


- Não se preocupe, você vai gostar. - Shouto respondeu sem ao menos o encarar.


Contudo, Bakugou não parou de os observar atentamente tentando descobrir o que eles fariam, por isso seu corpo tremeu quando ele viu Todoroki puxar uma palmatória da gaveta junto com o mesmo anel peniano que viu no vídeo. Distraído com o namorado, ele não notou Izuku segurando um controle pequeno e um objeto de metal delicado. Os dois voltaram pra cama observando com atenção as reações físicas do namorado em busca de qualquer desconforto que fosse.


- Não vamos te amarrar hoje. - Izuku disse se sentando próximo ao quadril de Bakugou. - Por isso você vai ter que se segurar sozinho e não tocar em nós até ter permissão. Tudo bem?


- Sim. - Respondeu encarando os olhos verdes do namorado que esfregava levemente os dedos pelo interior da sua coxa direita com um sorriso enigmático nos lábios que fez ele se arrepiar inteiro.


- Ótimo. Agora olhe pra cá. - Shouto exigiu com um sorriso nos lábios.


Katsuki não pensou duas vezes antes de obedecer e suspirar tentando não ligar pros arrepios que se espalharam para seus braços e pernas. Todoroki não falou nada, apenas se abaixou e encaixou cuidadosamente o anel na base do pau do namorado tendo o cuidado de também envolver suas bolas que rapidamente ficaram inchadas com o aperto.


Os dois esperaram um pouco para observar como o corpo de Bakugou iria se comportar. Ao ver que nada mais além da respiração longa aconteceu, Todoroki deu a ordem para Izuku continuar seja lá o que eles tivessem aprontando, Katsuki não se importava, ele só queria se sentir o pet daqueles homens bonitos que ele tanto amava e alcançar as nuvens logo.


Sentir a queimadura da palmatória em sua coxa o tirou os pensamentos nada castos fazendo ele olhar para Shouto que tinha aquele maldito sorriso luxurioso nos lábios enquanto encarava a pele bronzeada de Bakugou tomando tons de vermelho intensos, do jeitinho que ele gostava de ver.


Sem enrolar muito o patinador puxou as pernas de Katsuki para que ele ficasse de bruços na cama, mas com os pés no chão deixando a bela bunda que ele tinha exposta e bem empinada em sua direção.


- Eu quero que você me agradeça por cada porrada que levar e por favor, não se faça de bom moço. Eu quero ouvir seus berros. – Todoroki terminou a frase sentando a palmatória de madeira com força no ponto onde as coxas de Bakugou se pressionavam uma contra a outra.


A resposta que ele teve foi tão satisfatória que ele suspirou pela contração em seu membro, Shouto amava os berros de prazer de Katsuki assim como Izuku que via a cena com um largo sorriso pervertido no rosto.


O ginasta era de longe o mais experiente dos três, mas queria deixar aquela parte com o Todoroki por saber o quanto o patinador sentia prazer batendo em Katsuki, ele estava feliz sentado na cama olhando o rosto vermelho do lutador se contorcendo de dor e prazer enquanto agradecia encandalosamente assim como o outro tinha mandado.


Quando Izuku contou vinte golpes nas pernas e bunda de Bakugou ele deu abriu mais um sorriso satisfeito ao ver a bagunça que ele estava então chegou a hora dele entrar em cena, segurando divertidamente o controle na frente dos olhos anuviados de Katsuki ele começou a apertar o botão de cima do controle vendo na telinha digital os números subindo rapidamente assim como a expressão de surpresa tomava o rosto do judoca.


Aquele anel que dava choque definitivamente era a melhor coisa que Shouto tinha encontrado na internet.


Izuku riu ao ver Todoroki sentando mais uma golpeada sem dó nas nádegas de Katsuki que berrou o obrigado mais sensual que eles tinham ouvido na vida, não demorou para os dois notarem que o garoto estava longe sem eles terem feito muita coisa.


Apesar de ser levemente preocupante, os dois trocaram um rápido olhar e decidiram seguir com os planos iniciais, por isso Shouto não poupou os xingamentos chulos ao garoto enquanto o batia mais e mais com a palmatória amando ver como o chão estava ficando enxarcado com as gotas de pré-gozo que saíam do membro de Katsuki que tremia loucamente.


Izuku os observou mais um pouco se masturbando tranquilamente por cima do short de látex que usava sem o menor pudor enquanto imagina qual seria a reação de Bakugou ao descobrir que hoje eles iriam brincar com sua ureta. O ginasta deixou sua cabeça cair para trás e gemeu longamente imaginando a delícia que seria a cara surpresa e envergonhada do outro que estaria sendo fodido pelo seu brinquedo favorito.


Céus, ele mal podia esperar.


Shouto só parou de golpear o outro quando sua contagem chegou ao 35, era bem mais que eles costumavam fazer e por isso observou com atenção a bagunça de vermelhidão e prazer que Bakugou tinha se tornado com os joelhos dobrados apoiados no colchão da cama. O patinador passou a mão na superfície quente da tábua de madeira pouco acolchoada, seu sorriso satisfeito era um deleite para Midoriya que tomou a iniciativa de se sentar mais perto do rosto de Katsuki que tentava respirar enquanto sentia a bunda e as pernas fracas e pegando fogo.


Ele já estava todo molenga e nem gozado tinha ainda.


- Katsu, levanta. – Izuku ordenou com a voz séria se segurando para não rir do jeito grogue que o outro se levantou apoiando as mãos na cama.


Os dois sabiam que Bakugou adorava gozar muito durante as transas e por mais que os dois adorassem ver os olhos do loiro se revirando enquanto ele se tensionava inteiro pelo orgasmo aquela era uma das punições dele. Izuku e Shouto estavam decididos a fazer o outro aprender a apreciar um único e delicioso orgasmo depois de ser tão perturbado por semanas.


Com isso em mente, a próxima parte da sessão se iniciou com Todoroki ajoelhando Katsuki na beirada do colchão segurando seu pescoço empurrando a coleira para baixo pra não machucar sua mão e assim ele manteve o corpo de Katsuki erguido de um jeito que seu membro duro e avermelhado pelo aperto do anel peniano ficasse na altura do rosto de Izuku que permanecia sentado na cama, só que dessa vez entre as pernas de Katsuki.


Era a posição favorita de Izuku e não demorou para ele começar a torturar o pobre Bakugou se empenhando em o chupar da forma mais dedicada que conseguia enquanto permanecia escondendo a haste de metal delicada embaixo de suas coxas.


O ginasta poderia ter dado outro dos seus muitos sorrisos maliciosos ao ouvir Katsuki murmurando algo sobre estar tomando choque, mas decidiu se concentrar em babar muito todo o membro do namorado deixando que ele aproveitasse o formigamento gostoso que a eletricidade do anel espalhava em todo em seu membro sensível e não era como se ele estivesse desgostando da sensação do choque em sua língua.


Se aproveitando da distração de Katsuki com a atenção que recebia de Midoriya, o patinador invadiu sem muita delicadeza o interior do judoca com seu membro fazendo questão de sussurrar o quanto Bakugou estava quente e alargado como a bela puta desobediente que ele era.


A mente de Bakugou já estava longe, bem longe dali, e tudo que tinha sobrado era a sua necessidade por mais e por gozar, ele estava alto como nunca tinha estado antes e céus, como aquilo era possível? O homem sentia o desespero por gozar cada vez mais forte, seja com as lambidas que Izuku dava em seu membro ou o jeito bruto que Shouto estocava seu interior, Bakugou estava nas nuvens por mais que eles ainda sequer terminado sua punição.


Foi pensando nisso que o homem arrumou forças do fundo do seu ser para olhar pra baixo bem a tempo de ver os olhos verdes de Midoriya brilhando maliciosamente ao tirar uma haste de 6 centímetros de altura e uma espessura que não devia passar de 2 milímetros, o objeto de metal era cheio de ondulações e tinha uma argola presa em uma de suas extremidades.


Bakugou Katsuki reconheceria aquele objeto em qualquer lugar não importasse o estado mental que estava. Ele não conseguia sequer acreditar que aqueles dois desgraçados iriam fazer aquilo consigo logo agora quando sua garganta mal aguentava gritar e gemer mais, eles lhe pagariam... Ah se iam...


Foi a última coisa que pensou antes de jogar a cabeça pra trás e gemer arrastadamente o nome de Shouto implorando pra ele acelerar.


Izuku rapidamente procurou os olhos heterocromáticos de Todoroki com os seus e vocalizou que começaria já que não percebeu nenhuma reação negativa do outro ao ver o objeto. Shouto deu uma última estocada em Bakugou mordendo seu ombro antes de sussurrar para Midoriya começar logo depois de mandar o lutador abaixar a cabeça para observar cada movimento do que o ginasta faria.


Se Katsuki não estivesse sentindo tanta dor e prazer ao mesmo tempo ele teria xingado Izuku ao sentir aquele objeto entrando no seu pequeno canal uretral, todo o corpo dele tremia e estremecia com a invasão em seu membro, o judoca não poupou os ouvidos dos dois do berro de dor e prazer quando Izuku encaixou todos os seis centímetros dentro de seu membro com as veias cada vez mais saltadas.


Com os olhos atentos, Midoriya notou a cor vermelha nas bochechas de Todoroki e rapidamente interpretou que era ele segurando seu orgasmo já que o aperto dentro de Bakugou devia estar a coisa mais gostosa daquele mundo.


Mesmo sendo relativamente experiente naquilo, as mãos de Izuku tremiam levemente, era uma sensação bem diferente fazer aquela prática com Bakugou e Shouto lhe olhando como se fosse gozar a qualquer segundo, por isso ele deu uma respirada funda antes de segurar a argola que impedia o objeto se prender dentro de Katsuki e começou a estocar sutilmente o membro do outro que jogou a cabeça pra trás novamente.


Como os dois estavam bem perto do corpo do judoca, eles assistiram admirados as pernas e braços se arrepiando enquanto o peito forte subia e descia sem parar na fútil tentativa de recuperar o ar que tinha simplesmente sumido de seus pulmões. E sem querer ficar só aguentando os apertos surreais que o cu de Katsuki estava lhe dando, Todoroki levou as mãos aos mamilos endurecidos do garoto e fez questão de os apertar dolorosamente para que mesmo que não fosse sensível naquela área, Bakugou pudesse sentir mais dor e então entrar mais fundo em sua bolha de prazer.


Trocando mais um olhar intenso com Shouto para que pudesse tomar coragem pro que faria, Izuku começou a aumentar a força e as velocidade das estocadas observando de perto como as coxas de Katsuki não paravam de se contrair e se mexer inconscientemente como resposta ao prazer e à dor que a mente do lutador era submetida.


E no meio daqueles dois havia Bakugou geleca Katsuki que estava resumido à um homem que só sabia gemer e chamar pelos seus donos sem que estes sequer precisassem pedir, apesar de estar sentindo não só seu membro como seus testículos doendo horrendamente com o orgasmo negado, mas ainda assim ele não tinha nenhuma vontade de pedir pra nenhum dos dois pararem e ficou ainda pior quando Todoroki voltou a acertar sua próstata com tudo mal se preocupando com os movimentos de Izuku por saber que ele iria conseguir lidar com aquilo sem lhe machucar mais que o necessário.


Katsuki estava sem palavras, se perguntassem pra ele como era estar daquele jeito e pedissem pra ele descrever o que estava sentindo, ele não saberia por onde começar, era tão bom ser aceito e ter uma atenção daquelas das pessoas que ele amava por mais que ele não fosse a pessoa mais fácil de lidar.


Nuvens? A única coisa que Katsuki conseguia assimilar naquele momento eram as estrelas ofuscando sua mente de qualquer outra coisa que viesse a passar por ali. Mesmo assim vendo tudo que ele sentia, Katsuki quis rir de si mesmo. Como diabos ele poderia se questionar sobre a confiança que tinha naqueles dois?


Apesar de estar praticamente delirante de prazer rebolando como conseguia contra os dois que não tinham deixado a gentileza de lado e não pouparam um centímetro de sua pele sem uma marca que fosse.


- POR FAVOR, ME DEIXA GOZAR DEKU, EU NÃO AGUENTO MAIS. – Katsuki finalmente gritou ao sentir os dentes de Izuku mordendo sua barriga com força enquanto enfiava as unhas em sua coxa esquerda.


Shouto sequer esperou Midoriya liberar o membro de Katsuki para gozar dentro do garoto que choramingou alto antes de dar a maior arfada ao gozar tudo que estava segurando desde o episódio no maldito avião no rosto de Izuku que esperava obedientemente com a língua de fora ansioso para ver o quanto Bakugou conseguiria gozar.


Ainda tentando se recuperar dos resultados do próprio orgasmo intenso, Todoroki mal notou a quantidade exorbitante de esperma que sujou não só a boca do ginasta, mas como todo o rosto incluindo seu cabelo e uma boa quantidade na cama atrás dele, Midoriya não precisou de mais nada para gozar dentro dos shorts de látex seguindo os outros dois naquele momento dão bom e importante para eles.


O ginasta se sentia plenamente satisfeito.


- Izu... – Shouto o chamou baixo com a voz rouca enquanto se esforçava para segurar o corpo desacordado e exausto de Katsuki para que não caísse em cima do homem embaixo de si e acabasse machucando os dois. – Me ajuda, eu to morto. – Completou dando um sorriso.

Ele também estava completamente satisfeito.


- Claro, me deixa só sair daqui. – Izuku disse com as pernas tremendo enquanto ele desligava o anel peniano que até então estava emitindo choques suaves sobre a cama.


Quão rápido ele conseguia, Midoriya saiu do meio das pernas de Katsuki e ajudou Todoroki a deitá-lo na parte limpa da cama deixando que o homem completamente esgotado descansasse o quanto precisasse antes que eles dessem o tão merecido aftercare.


- Céus, o que foi isso? – Shouto perguntou ao notar a bagunça em Izuku que jogou o cabelo pra trás sequer se importando com a quantidade de porra que pingava dele.


- Acho que conseguimos colocar ele em subspace. – Izuku disse com um sorriso orgulhoso dos dois mesmo que mal acreditasse que realmente tinha conseguido fazer aquilo.


Ele pensou enquanto andava até Todoroki para o abraçar e beijar apaixonadamente, ele queria fazer o mesmo em Bakugou, mas com ele cansado e apagado como estava ele não teria seu beijo tão cedo, mesmo assim ele não estava triste, não tinha como ficar depois de ver aquela expressão de total entrega do namorado antes dele jorrar em cima de si.


Droga, ele deveria ter filmado essa sessão.


- Acha que ele perde a vergonha agora? – Todoroki sussurrou a pergunta acariciando o corpo de Izuku colado no seu deixando-o todo sujo com o esperma de Katsuki, não que fosse ruim, ele adorava a porra daqueles dois.


- Se ele não perder eu não sei o que fazer mais. – Midoriya lhe respondeu brincalhão enquanto se esticava para arrumar o cabelo longo e terrivelmente bagunçado de Shouto. – Não se preocupe com isso okay? Agora me diz, como foi pra você?


Então os dois entraram em uma longa conversa sobre o que sentiram durante aquela prática intensa e cheia de intimidade entre os três enquanto arrumavam o quarto e davam banho em Katsuki que sequer deu indícios de que estava sentido dor quando eles espalharam a pomada para aliviar a intensidade dos machucados nas nádegas de Katsuki.


Nenhum dos dois tiravam o sorriso do rosto em momento algum.


Estavam felizes por terem conseguido fazer tudo que tinham planejado com perfeição e com o claro indício que Bakugou também estava totalmente satisfeito.



S.K.I.

Bakugou Katsuki acordou só no outro dia de tão exausto que estava, mas assim que abriu os olhos percebendo Shouto e Midoriya desacordados ao seu redor deu um longo suspiro de alívio. Ele odiaria acordar sozinho depois de tudo que aconteceu, o lutador se aproveitou do sono dos outros dois para se analisar, sentir a extensão das dores que sentia em todo o corpo, sentir o “estrago” físico e emocional que eles tinham feito em si.


Não era uma coisa ruim, longe daquilo, Katsuki mal conseguia ficar parado quietinho vendo os namorados dormindo de tão eufórico que se sentia. Ele estava louco para conversar com os dois sobre tudo que tinha sentido e como os amava tanto por terem feito algo tão intenso para si mesmo sem saber se ele iria aceitar bem ou não.


Ele se sentia além das nuvens, flutuando num céu azul completamente feliz e realizado, aqueles dois em sua cama eram incríveis por mesmo fazendo todas aquelas coisas degradantes consigo ainda conseguirem o deixar tão seguro e tão confortável.


O sorriso largo e puro do tão usualmente ranzinza Bakugou foi a primeira coisa que Shouto e Midoriya viram ao acordar naquela manhã de folga dos três, os dois sentiram o coração fraquejar ao ver a expressão rara de plena paz no rosto de Katsuki, aquele malditinho conseguia ser ainda mais bonito sorrindo daquele jeito.


- Bom dia Kacchan. – Izuku finalmente disse atraindo a atenção do outro para si.


Todoroki não poupou uma risada feliz ao ver as bochechas de Katsuki ficarem coradas, não era possível que ele ainda tinha algum resquício de vergonha dentro de si depois de gemer como gemeu na última noite.


Ele era inacreditável.


- Bom dia Deku. – Ele lhe respondeu baixo fazendo uma careta ao sentir a garganta doer e arranhar. – Ai.


- Não se esforce tanto... Ontem provavelmente todo o bairro ouviu você gemendo. – Todoroki sussurrou divertido dando um beijo na nuca do lutador concentrado em olhar o rosto de Izuku.


- Idiota. – O loiro sussurrou com um sorriso no rosto.


Depois disso, apesar de Katsuki mal estar se aguentando na própria pele, os três ficaram em silêncio trocando carícias e beijos apaixonados que os três tanto precisavam para equilibrar toda a violência e brutalidade da noite anterior. E não demorou para que a voz rouca e fraca de Bakugou quebrasse todo aquele silêncio para tagarelar o mais alto que conseguia sobre tudo que estava sentido e principalmente como ele tinha amado cada coisa que os dois tinham feito consigo fazendo os namorados darem risadas gostosas do jeito chulo que Bakugou relatava o assunto.


Apesar de preocupados com a garganta de Katsuki, os dois namorados ouviram com carinho e atenção cada palavra que ele dizia porque sabiam aquele era um momento muito importante no relacionamento deles, os três só não sabiam o quanto ainda.


- Ah, tem uma coisa que eu preciso perguntar pra vocês. – Shouto disse se sentando na cama e apoiando as costas na parede enquanto olhava achando fofo o jeito que Izuku abraçava a cintura de Bakugou.


Os dois imediatamente olharam curiosos para o namorado que tinha uma expressão misteriosa, mas ao mesmo tempo feliz deixando os dois totalmente curiosos acerca do que ele falaria.


- Vocês vão né? – Ele questionou com certa ansiedade aos dois homens.


- Onde? – Katsuki questionou confuso virando o rosto para Midoriya na tentativa de ter respostas, mas apenas encontrou um olhar tão confuso quanto o seu.


- As Olimpíadas de Inverno. Vocês vão né? – Ele repetiu a pergunta respirando fundo ao ver as expressões dos dois relaxando devido ao esclarecimento.


- Vai ser aqui no Japão? – Foi Izuku quem perguntou acariciando as costelas direitas de Bakugou.


- Sim, em Osaka. – Todoroki disse sentindo a euforia sutil começando a subir pela sua barriga.


- Oh... Perto de casa, acho que vamos conseguir levar nossos pais. – Katsuki falou tranquilo voltando a ficar todo animado com a ideia de assistir o namorado competir com sua família junto.


Seria no mínimo épico.


E se dependesse de Todoroki Shouto, aquela Olimpíada seria inesquecível para eles.


Três meses depois, Midoriya e Bakugou estavam sentados nas arquibancadas do enorme ringue de patinação rodeados por seus pais e irmãos que seguravam cartazes com o nome de Todoroki e a bandeira do Japão assim como eles faziam. Eles estavam no segundo e último dia de competição e o grupo aguardava ansioso a vez de Shouto apresentar seu programa livre do qual ele não parava de dizer o quanto estava incrível para os namorados.


Os dois atletas estavam vestindo roupas enormes e quentinhas enquanto encaravam ansiosos Todoroki vestido com um colant azul com detalhes brancos e cheio de glitter, a parte do tronco estava coberta por uma jaqueta branca e vermelha que se assemelhava com a de príncipes ingleses, cheias de detalhes em ouro e correntes. O patinador estava irresistível enquanto se aquecia fazendo o cabelo longo e de duas cores voar de um lado pro outro no rabo de cavalo que deixava seu belo rosto à mostra, de onde eles estavam dava pra ver com clareza o nervosismo dele enquanto conversava com o treinador que encarava o patinador filipino terminando sua apresentação sobre o gelo.


Izuku estava sentado ao lado de sua mãe que tinha o rosto pintado com a bandeira do Japão e logo começou a berrar loucamente enquanto ficava em pé assim como todo o enorme ringue quando Shouto entrou no gelo. Katsuki imediatamente se levantou e parou ao lado de Midoriya gritando junto com ele a torcida pro namorado que era um dos favoritos da competição apesar de ter ficado em terceiro lugar no dia anterior.

A apresentação não demorou a começar com a música que nenhum dos dois tinha sequer ouvido na vida, claramente o namorado pediu para um dos muitos contatos que tinha fazer ela, o que já foi o suficiente pra Katsuki berrar incentivos pro patinador que deslizava elegantemente sobre o gelo. Apesar de não ser o maior entendedor de patinação artística, o judoca não demorou para perceber o quanto a coreografia era carregada de emoções, bastava olhar no rosto de Shouto nos momentos que ele executava os passos e qualquer um sentiria o mesmo que ele e Izuku estavam sentindo.


Uma enorme admiração pelo amor e dedicação demonstrados sobre o gelo.


A dupla berrava e balançava a bandeira do Japão que passaram a dividir a cada salto que Todoroki dava com os braços levantados, os dois sabiam o quanto executar eles com tanta perfeição como o outro estava fazendo era difícil por isso eles estavam indo à loucura. E todos aqueles sentimentos foram intensificados quando a música começou sua fase com um ritmo acelerado que Shouto acompanhou girando no próprio eixo bem no meio da grande pista de gelo.


Durante aquele último giro, ele retirou a jaqueta revelando toda a beleza da roupa brilhante que envolvia seu corpo e então ele terminou a apresentação com os braços levantados e o corpo inclinado para trás. O patinador precisou segurar a posição por alguns segundos antes de cair exausto no gelo enquanto berrava de orgulho sem conter as lágrimas que escorriam pelo seu rosto, passar aquela coreografia pensando nos namorados e executando cada salto do jeito que fez era tão cansativo e com uma carga emocional tão grande que ele mal registrou como fez o agradecimento e andou até o banco para esperar as suas notas.


Por estar ofegante e tentando engolir a água que seu treinador lhe oferecia com um sorriso enorme, ele mal percebeu como estava demorando para a banca deliberar sobre sua nota ao contrário de Bakugou e Izuku que só faltavam pular de onde estavam de tanta ansiedade. Os dois estavam abraçados segurando a bandeira do Japão sem tirar os olhos do telão que mostraria a nota de Todoroki, a família deles também estava ansiosa suas mães estavam conversando ansiosas sobre como estava demorando.


Quando finalmente ela saiu nem mesmo os patinadores do primeiro e segundo lugar acreditaram. Todoroki tinha batido o recorde da competição tirando a nota máxima em todos os requisitos, as câmeras gravavam o rosto em completo choque do patinador que era abraçado e parabenizado pelo treinador que tinha lágrimas emocionadas nos olhos.


Ele estava tão orgulhoso do aluno...


Com aquele salto do terceiro para o primeiro lugar com uma nota daquelas seria muito difícil tirarem a medalha de ouro de Todoroki Shouto. Não foi nenhuma surpresa no fim daquela noite ver o patinador do Japão no lugar mais alto do pódio com o maior sorriso que ele conseguia ter no rosto enquanto era ladeado pelos gêmeos russos que não paravam de brincar consigo felizes pela conquista do colega.


Apesar de Bakugou não gostar muito do jeito que aqueles malditos russos olhavam pro seu namorado, ele estava tão feliz e tão orgulhoso que não poderia se importar menos enquanto não parava de berrar o nome do namorado junto com Izuku que permanecia pulando de tanta euforia quanto ele.


O hino já tinha sido tocado e agora estava sendo a entrega das medalhas, nunca na sua longa vida de competidor Shouto ele tinha ouvido tanta comemoração por um pódio, mas lá estava ele sendo aclamado fervorosamente enquanto se abaixava para receber a medalha de ouro. O patinador que apesar de extremamente feliz e realizado segurava nervosamente a caixa de veludo dentro do bolso esquerdo da jaqueta da equipe japonesa.


Aquele era o momento que ele tanto esperava.


Então Todoroki arrumou sua postura e dando mais um grande sorriso se virou para o local onde viu Izuku e Katsuki, abriu a caixa com três belas alianças de ouro e as esticou para eles enquanto acenava com a mão direita.

Todo o nervosismo de Shouto sumiu ao ver o jeito desestruturado que tinha deixado não só os dois namorados que não paravam de berrar e chorar na arquibancada, mas todo o estádio que não parou de comemorar animados aquele pedido tão polêmico.


Mas o patinador não se arrependia nem um pouco, nem mesmo quando viu no dia seguinte que seu pedido estava sendo noticiado em todos os lugares, até porque ele estava ocupado curtindo seu céu particular.


NOTAS FINAIS

Depois de séculos tomando um chá de sumiço aqui estou com uma história que faz MUITO tempo que to tentando finalizar. Eu to muito feliz pelo meu bebê estar finalmente vendo a luz do mundo, espero que tenham gostado do meu Katsuki e nossa que saudade de escrever sobre esse shipp que mora no meu coração.


Até agora eu to em choque por ter conseguido escrever uma prática tão complexa como uretal play (que nem kink eu tenho), mas aqui estou eu postando essa maravilha que nossa, to sentindo muito orgulho.


Espero que não tenha sido muito chocante pra vocês e que o final não tenha sido decepcionante.


Mandem aquele carinho nos comentários e nos vemos numa próxima?


Obrigado por lerem até aqui.


Com euforia,



- Kawa


Ps.: EU QUASE ESQUECI! Levanta a mãozinha quem entendeu o nome da história, só como quem não quer nada pra eu ver um negócio. <3

24. Juni 2021 04:14:21 1 Bericht Einbetten Follow einer Story
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Das Ende

Über den Autor

𝙺𝚊𝚠𝚊 (カワ)☀️💜 Uma pessoa intensa que gosta de histórias intensas. | Histórias também encontradas nos sites Spirit, Wattpad, Fanfiction.net e Ao3. | Ele/Elu |Quer conversar? Chama no @oi_kawart Instagram e Twitter.

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Skye Skye
S= Shoto K= Katsuki I= Izuko É isso,né?? Kkkk
September 08, 2021, 06:48
~